Clubes são responsáveis por 88% do dinheiro que move o futebol no Brasil

 

 

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Arena Grêmio em imagem de  Richard Dücker

 

 

Na ponta do lápis, o tamanho do mercado de futebol no Brasil é de R$ 6,25 bilhões, incluindo as receitas dos clubes – responsáveis por 88% desse valor -, das 27 federações estaduais e da CBF. O número está na pesquisa recém-divulgada pela Sports Value com base nos dados de 2017, seguindo um histórico que se iniciou em 2003.

 

 

O foco do trabalho coordenado por Amir Somoggi, especialista em gestão esportiva, são os 20 clubes de maior faturamento no Brasil que juntos geraram R$ 5,05 bilhões no ano passado, receita 4% maior do que em 2016. A marca é importante porque pela primeira vez superou os 5 bi.

 

 

O Flamengo está no topo desta lista, como já era de se esperar, teve receita de R$ 648 milhões — tem considerável vantagem sobre o segundo colocado, o Palmeiras (R$ 503 milhões). Na sequência, mais dois times da capital paulista: São Paulo (R$ 408 milhões) e Corinthians (R$391 milhões).

 

 

Para furar o eixo dos clubes mais ricos de RJ-SP temos o Cruzeiro (R$ 344,3 milhões) e o meu Grêmio (R$ 341,3 milhões).

 

 

Clubes

Receita total dos clubes — tabela e fonte Sports Value

 

A televisão ainda é quem mais ajuda a engordar os cofres dos clubes, com receita de R$ 2,02 bilhões, em 2017 —- o número é 18% menor do que no ano anterior, queda que estaria relacionada ao pagamento de luvas pela TV Globo e Esporte Interativo, em 2016, o que não não se repetiu ano passado.

 

 

Neste aspecto, Somoggi chama atenção para a divisão desta renda: a diferença entre o clube que mais recebe e o que menos recebe — falamos aqui de Flamengo e Chapecoense, respectivamente — é de 5,3 vezes, uma das maiores do esporte mundial. Incrível,o país das desigualdades sociais não poupa sequer o futebol.

 

 

A transferência de jogadores foi a fonte de receita que mais cresceu de um ano para outro: 40% — é a segunda mais importante para os clubes.

 

 

Uma curiosidade: o São Paulo — oitavo clube que mais recebeu dinheiro da TV — é o único que teve a negociação de atletas como principal fonte de arrecadação (39%), em 2017.

 

 

O patrocínio e a publicidade — que percebemos especialmente quando expostos na camisa dos clubes e, confesso, me incomodam pela interferência visual — por incrível que pareça ainda são pouco explorados diante do potencial dos clubes, suas marcas e o impacto no torcedor. Mesmo assim houve crescimento de 27% em relação a 2016 com o Palmeiras despontando no ranking — o clube paulista faturou R$ 131 milhões contra R$ 53 milhões obtidos pelo Grêmio, quinto colocado neste item, que teve forte exposição ano passado, sendo campeão da Libertadores e vice-campeão do Mundo.

 

 

As receitas com sócios cresceram 17% e a bilheteria 9%.

 

 

Receitas

arte e fonte Sports Value

 

 

A Sport Value mediu a força financeira do futebol brasileiro com as demais ligas pelo mundo e para ter dados mais reais desconsiderou os valores gerados com transferências de atletas: os clubes brasileiros se mantém na sexta posição do ranking mundial atrás das ligas da Inglaterra, Alemanha, Espanha, Itália e França.

 

 

Os clubes conseguiram melhorar a relação dívida/receita média nos últimos anos — indicador importante para avaliação de como está sendo feita a gestão dos clubes brasileiras. Especialmente pelo aumento de receitas, a relação vem registrando queda ano após ano —- se em 2014 essa relação era de 2,07, ano passado foi de 1,3.

 

 

Um dado que deve preocupar não apenas aos clubes mas aos cidadãos brasileiros: em uma década, as dívidas com o Governo Federal dobraram de tamanho — de R$ 1,2 bilhão, em 2008, passaram para R$ 2,5 bilhões, em 2017. É dinheiro que a União deixa de arrecadar e fará falta para investimento e custeio.

 

 

O grande drama desta questão é que os clubes brasileiros contam com forte lobby no Congresso Nacional — já ouviu falar da bancada da bola — e conseguem perdão para as dívidas com o Governo quando chegam a valores astronômicos.

 

 

Pra fechar nossa conversa, uma dúvida que fiquei desde o primeiro parágrafo deste texto: se o poder econômico dos clubes é tão grande — e que bom que é assim —, a ponto de representar 88% do total do valor gerado pelo futebol brasileiro, por que é a CBF e seus cartolas que ainda mandam e desmandam na organização de eventos e calendário?

 

 

Em tempo: para você que está acostumado  a ver meu Grêmio em destaque neste blog, recomendo a análise de Eduardo Gabardo, publicada no GaúchaZH, que revela a superioridade gremista sobre seu arquirrival também no campo da economia. 

De emburramento

 

Por Maria Lucia Solla

 

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Quando eu era menina, ficava ‘emburrada’. Não falava com ninguém e ficava de ‘cara feia’. E não era só eu. Éramos uma legião de crianças emburradas. Longe de ser moda, era nossa expressão de descontentamento. Não vamos nos esquecer de que quando eu era ‘menina, o ‘emburramento’ era o máximo de expressão de revolta permitida a nós, os pequenos.

 

Não falava à mesa, não dava palpite, jamais interrompia quando um adulto falava, estudava e tirava notas excelentes, porque era o que se esperava de mim, e pronto. Meu pai dizia que eu não fazia nada além da minha obrigação. Ele tinha razão, e nesse ponto eu me dava bem porque sempre gostei muito de estudar. Agora, a parte do ficar quieta era a mais difícil. Engolia em seco o tempo todo, ‘tirava letra’ das músicas, e cantava, cantava, já que não podia falar. E escrevia. Diário, carta e desabafo. De lá para cá, vocabulário e regras podem ter mudado e evoluído, mas o homem.…

 

E fazer o quê, emburrar? Enredar pela via da crítica virulenta? Aquela do eu estou sempre certo, e você errado? Falar o tempo todo do descontrole e da selvageria que assola o planeta? E olha que não sei da missa um terço!

 

Tem solução? Está tudo errado? Não. Apesar do descontentamento individual e geral, nada está errado. A Natureza segue o seu caminho, de ação e reação, apesar de nós, e da nossa agressão a ela. Só isso. Há algum tempo, nós a violentávamos e assaltávamos, na calada da noite. Hoje, à luz do dia.

 

Selvagens, brincamos de cidadãos. Temos sempre uma palavra de crítica ao outro, e espantosamente sabemos a receita para todos os problemas. Do outro. Filho mata mãe, mãe não fica atrás. Rico come bem, estuda e saqueia o semelhante. Pobre passa fome, não estuda e faz o mesmo. Apesar do preconceito que devasta qualquer possibilidade de entendimento, de acordo e paz.

 

Tem juiz que se degrada, condenado que se recupera. Tem justiça e seu avesso. Em todo lugar, em todo posto. A qualquer preço.

 

E eu? Se tenho receita? Vivo como posso, me aninho como fazia quando criança , me acomodo na solidão que se acomoda em mim, reconheço no espelho a tristeza nos sulcos que não havia ali, e entendo que tenho ainda muito a aprender.

 


Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Escreve no Blog do Mílton Jung

De viagem, vida e leveza

 

Por Maria Lucia Solla
(escrito em 2008)

 

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Imagina que está arrumando as malas para passar um mês num país distante.

 

Calcula o tempo necessário, pensa se começaria a separar o que pretende levar com antecedência, ou se faria tudo de véspera. Imagina também que você mora sozinho e é o único responsável pelos pagamentos de contas e tudo o que envolve a administração da casa. Não estou de brincadeira, não, faz isso por alguns minutos. Elenca mentalmente o que levaria e como deixaria as coisas organizadas, para não ser surpreendido na volta pelo caos. Garanto que o exercício vale a pena. Sente o que não daria para deixar para traz. Que livros, roupas, jóias e o computador. Os brinquedinhos de cada um. Analisa tua personalidade, se é mais para o social ou esportivo. Da tua casa só dá para levar duas malas que precisam se encaixar nas medidas e no peso determinado pela companhia aérea, e é com isso que você vai viver, por um mês.

 

Eu já deixei minha casa para traz mais de uma vez para morar longe, e da última foi por um tempo bem longo. O interessante desses deslocamentos é dar-se conta de como é preciso pouco para viver e ser feliz. Em casa, no que chamamos de ‘minha casa’, tendemos a criar raízes e achar que tudo em volta é nosso, e que não se pode viver sem nem um alfinete que seja. Engano agudo, se por sorte não for crônico. Dá para viver, sim, e muitíssimo bem. O fato de dispor de espaço limitado e ter que escolher o que levar, leva a pensar, a optar por isso em vez daquilo, e avaliar a necessidade.

 

Cada um é diferente, e não há receita de tamanho único.

 

A única coisa da qual tenho certeza, e que poderia oferecer como receita, é que o melhor é viajar leve nas viagens e na vida. Se carregamos muita coisa, nos transformamos em seus escravos, tendo que arrastar um peso enorme e cuidar para que ninguém nos tire o que chamamos de nosso.

 

Nas viagens e na vida.

 

Sempre que meus filhos viajam, repito o mesmo conselho, feito disco riscado. Digo, filho, abre bem os olhos do corpo e os olhos da alma.

 

Fotografar faz parte da nossa cultura, mas muitas vezes, enquanto a gente se preocupa em enquadrar bem uma cena, está perdendo tudo o que está fora do quadro. Equilíbrio é fundamental, e as fotos não devem exceder, em número, as situações em que a gente se deixa encharcar pelo momento. Aquele momento em que se agradece pai e mãe por estar vivo e poder vivenciar a beleza, o sabor e a alegria de cada nova experiência.

 

Quando viajo, começo a descarregar meus pesos antes da partida. Levo comigo o mínimo possível e parto de mãos dadas com a curiosidade que é assim comigo: unha e carne. Quero viver a vida do povo do lugar, comer suas comidas, entender sua maneira de pensar e de sentir, e principalmente falar a sua língua. Observar e aprender.

 

Levo muito mais o que mora em mim, do que aquilo que considero meu. Levo pensamentos, sentimentos, e emoções. Levo muito pouca saudade dos que ficam, porque na realidade, aqueles que amo não ficam. Estão comigo sempre, onde eu estiver.

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

Cometeu o crime da ambição

 

Por Milton Ferretti Jung

 

Ambição exacerbada de ganho é apenas um dos significados, entre vários outros, de ganância. Ocorreu-me essa palavra ao procurar assunto para o texto de hoje, o primeiro que cometo depois de gozar o que as pessoas costumam chamar de merecidas férias. Não sei se repercutiu em todo o Brasil, tanto quanto aqui, a notícia de milionária fraude praticada por um gaúcho e que resultou no maior rombo dado na Receita Estadual nas últimas duas décadas. Não é com frequência que se ouve falar de esquema ilícito capaz de, ao fim e ao cabo, desviar recursos, que chegam a R$150 milhões, do Tesouro do Rio Grande do Sul. O autor do artifício, cujo patrimônio está avaliado em R$10 milhões ,chama-se Luís Adriano Chagas Buchor.

 

Em 1990,Buchor estagiou na Secretaria Estadual da Fazenda e começou a ganhar a experiência que, aprimorada depois ao conseguir emprego em uma consultoria financeira, lhe permitiram os ensinamentos necessários para aplicar o golpe milionário. Não vou seguir enumerando suas rendosas falcatruas porque não foi este o meu propósito ao abordar o assunto escolhido para esta quinta-feira. É evidente que Luis Adriano é um cara inteligente. Afinal, não é qualquer um que consegue idealizar o tipo de fraudes que ele utilizou em suas carreira criminosa. Sua inteligência, porém, não impediu que Buchor, cometesse erros que lhe foram fatais. O moço se achava tão esperto que se atreveu a fazer esta frase: – Eu não sou Deus, sou melhor do que ele. Esqueceu-se, provavelmente, de uma frase bem mais antiga e indesmentível: o crime não compensa. Se a sua presunção fosse menor, teria sido cuidadoso no trato com as aparências. Muito pelo contrário, escancarou o seu suposto sucesso ao veranear em uma cobertura na praia de Jurerê, ter adquirido uma lancha de R$ 2,8 milhões, possuía um loft na Padre Chagas, mais três apartamentos e automóveis de provocar inveja mesmo em ricaços, isto é, uma Maserati Gran Turismo, duas caminhonetes Porsche Cayenne,uma das SUV mais luxuosas do mundo.

 

De que servirá tudo isso para Luís Adriano Vargas Buchor tendo de morar em um presídio? Encerro com uma fase de Mahatma Gandhi:

 

– A terra provê o bastante para satisfazer a necessidade de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens.

 


Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Pratos saudáveis na ceia de Natal

 

Por Dora Estevam

 

Ansiosa para a ceia do Natal? Ah, você está de regime e não quer sair da rotina? Não se preocupe. Vou postar um cardápio maravilhoso feito especialmente para pessoas que querem manter a dieta e não abrem mão de comer bem nas festas. A indicação é da Dra Lara Natacci, especialista em Transtornos do Comportamento Alimentar, mestre em nutrição, autora de diversos livros sobre nutrição e diretora do site Dietnet. Vamos às indicações e alertas que a nutricionista preparou e se inspire para fechar o ano bem e saudável.

 

 

Por que evitar certos alimentos como o bacon, por exemplo?
De acordo com a nutricionista Lara Natacci alguns alimentos gordurosos e doces, que compõem a ceia de Natal, podem dificultar a digestão provocando mal-estar, flatulência e sonolência. O ideal é dar preferência para carnes mais magras como o peito de chester e evitar molhos muito gordurosos e frituras, além do bacon na farofa. As sobremesas podem ser compostas de saladas de frutas ou doces não muito gordurosos.

 

O clima quente interfere no bom funcionamento do organismo?
Com o clima quente, também não podemos esquecer de repor a água e os nutrientes que perdemos devido a maior transpiração. Temos que dar atenção especial aos líquidos que vamos ingerir. Sem dúvida devemos tomar bastante água e sucos naturais. Além disso, é importante aumentar o consumo de frutas frescas, que contêm cerca de 80% a 90% de água e, em sua maioria, têm poucas calorias e muitas fibras e vitaminas. Isso vale em especial para crianças e idosos para evitar a desidratação.

 

Quais alimentos fazem bem e quais não são recomendados?
Cereais integrais, frutas, verduras, arroz, feijão e batata são ricos em carboidratos complexos, ótimas fontes de energia e essenciais para regular a quantidade de açúcar no sangue, evitando a hipoglicemia (falta de açúcar no sangue, que pode ter como causa, entre outras, a má alimentação). Já os carboidratos simples, por serem rapidamente absorvidos, desestabilizam a taxa de açúcar do sangue, oferecendo somente picos de energia. Devem ser, portanto evitados o açúcar e os doces em geral.

 

Podemos usar gorduras e sal na preparação da comida?
Quanto a gordura, um mínimo é essencial para algumas atividades normais do organismo, como o transporte de vitaminas, mas devemos dar preferência às ricas em ácidos graxos poliinsaturados, como sementes oleaginosas (nozes, castanhas), óleo de girassol e canola, a maionese e o azeite de oliva, pois são mais saudáveis e não aumentam as taxas do colesterol sanguíneo. A ingestão de sal, principalmente nesta época do ano, deve ser moderada para evitar retenção hídrica e um consequente inchaço, o que incomoda muito para andar.

 

Como facilitar a digestão?
Para facilitar a digestão é necessário fazer refeições com pequenos volumes várias vezes ao dia (de 4 a 6 pequenas refeições, a cada 3 a 4 horas), e mastigar bem os alimentos.

 

A bebida alcóolica atrapalha a dieta, qual a dose adequada?
No caso de consumo de bebidas alcoólicas é importante não estar de estômago vazio, e também alternar com a ingestão de bebidas não alcoólicas (por exemplo, tomar 1 copo de cerveja e logo depois um copo de água). Temos que lembrar que a quantidade máxima de álcool a ser ingerida é de 2 doses para homem e 1 dose para mulher. Uma dose equivale a uma lata de cerveja ou 1 taça de vinho.

 

Como montar o prato da ceia sem exagerar nas porções?
Preencha metade do prato com vegetais (crus e cozidos) Para a outra metade, faça da seguinte forma: ¼ de alimentos ricos em proteínas animal (peru assado, chester, lombo magro assado, carne de boi, frango, peixe, ovos, com pouca gordura) e vegetal (lentilha, ervilha, grão-de-bico, soja, feijão); e o outro ¼ com alimentos ricos em carboidratos, de preferência em sua forma integral (farofa, arroz, massas, batatas, mandioca, mandioquinha, farinhas)

 

Agora sim vamos às receitas saudáveis e de baixas calorias para o grande dia. Para conhecer a receita, basta clicar no link.

 

Sugestões para os pratos da ceia:
Cocktail
Entrada cesta de pães de cenoura
Salada
Salada Meu Prato Saudável com molho de iogurte
Prato quente
Farofa de soja
Chester com molho de uvas ou Lombo oriental
Arroz com passas e vinho branco
Sobremesa
Compota de frutas
Bolo de frutas

Que tal um sorvete?

 

Por Dora Estevam

 

O Dia das Crianças, que abriu o feriado estendido até segunda-feira quando se comemora o Dia dos Professores, me inspirou a falar sobre sorvete. Quem não gosta? E nesta época eles estão em evidência (se bem que eu gosto em qualquer época do ano).

 

Apesar das inúmeras opções que existem no mercado pensei na hipótese de você preparar uma receita de sorvete em casa com os familiares ou amigos. A primeira dica vem da chef Leonor de Souza Bastos, especialista em doces e que tem um blog desde 2008 – uma pioneiro em receitas na rede. O Gelato de Doce de Leite (quem gosta?), pode ser feito sem ajuda de máquinas especiais.

 

Anote os ingredientes:

 

198 g de leite condensado cozido (1/2 lata) (receita de doce de leite)
250 g de natas com 35% de M.G.
1 clara
40 g de chocolate 70 % (opcional)*

 

Agora, veja como se prepara:

 

Bater as natas até que fiquem firmes.
Bater a clara em castelo.
Bater o leite condensado até estar cremoso, juntar 1/3 das natas e misturar até que esteja um preparado homogéneo.
Juntar as natas restantes, aos poucos, envolvendo delicadamente.
Juntar a clara batida com movimentos suaves.
Adicionar o chocolate, cortado em pequenos pedaços.
Verter a mistura numa forma com 20x11x7 cm e congelar durante a noite ou até que esteja completamente firme.
Desenformar, mergulhando a forma durante uns segundos em água quente ou servir em bolas, diretamente da forma.

 

Gostaram? A Leonor fez a receita sem os tabletes de chocolate, você pode tentar assim também, o que acha?

 

 

Imagino que neste feriado você vai levar suas crianças ao shopping, então vamos às dicas incríveis de gelato facilmente encontradas, aqui em São Paulo. A começar pelo Shopping Cidade Jardim: as minhas escolhas ficaram com os sorvetes da marca Dileto (vários sabores) e da Mil Folhas, que aliás tem um sorvete de doce de leite delicioso e irresistível.

 

Caminhando pelo Market Place a ideia é a sorveteria Vipitteno. Que vitrine fantástica ! O destaque fica com o sorvete de algodão doce, maravilhoso. Os sorvetes são cremosos, leves e levam uma das melhores receitas italianas. Uma gelateria com sabores diferenciados e trabalhos artesanais. Sem contar os docinhos que compõem a vitrine para os pais tomarem com café expresso. Veja este vídeo que encontrei no site da marca, conta bem a história e fala sobre o produto, uma delícia.

 

 

Estas marcas são conhecidas e fáceis de serem encontradas em todos os shoppings, não apenas de São Paulo.

 

Outra situação gostosa também é comprar vários potes nos supermercados e formar bola, coloridas ou não. A ideia é se refrescar e se divertir. Você pode reunir as amigas e os familiares, tenho certeza que todos vão amar e passar horas incríveis se deliciando com os gelados.

 

Para quem faz dieta e não pode comer doces a dica são os sorvetes de yogurte, facilmente encontrados em shoppings e lanchonetes. Não engordam e são super gostosos.

 

 

Na moda, o sorvete também está com tudo. Muitas marcas desenvolveram parte de suas coleções inspiradas nas cores dos sorvetes: o rosa algodão doce, o limão, entre muitas outras cores que remetem aos sabores dos deliciosos. E os modelos vão desde os sapatos, passando especialmente nas calças e cintos, até as blusas.

 

 

Quem vai resistir?

 

Escolha a sua tigela ou a sua taça e boa farra!

 


Dora Estevam
é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung.

Dica gourmet: prato espanhol

 

Por Dora Estevam

 

 

Faz tempo que não falo de comidinhas, né? Como eu gosto muito de receitas e de comida, eu pedi uma força para o meu amigo Horácio Cymes, um dos owners do Buffet Arroz de Festa, me ajudar. Eu amo as comidas dele e hoje a dica vem com muitos frutos do mar, já sabe qual é? Paella! Que tal, gosta? Então, vamos anotar tudo direitinho e tentar fazer em casa, vai ser um sucesso.

 

Ingredientes:

 

500g de camarão
500g de lagosta com casca
500g de mexilhão
500g de polvo picado
500g de lula em anéis
6 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (café) de alho
5 xícaras de água
2 e 1/2 xícaras de arroz
2 cebola pequena branca picada
2 cebola pequena roxa picada
300g de vagem picado
300g de ervilha em grão
1 pimentão vermelho
1 pimentão verde
1 pimentão amarelo
1 maço pequeno (50 gramas) de salsinha e cebolinha verde picadas
2 colheres de chá de pó de açafrão espanhol
Sal e pimenta a gosto

 

Modo de preparo:

 

Fritar o alho no azeite até ele ficar dourado. Em seguida, colocar todos os frutos do mar e refogá-los. Acrescentar a água, o arroz e o pó de açafrão. Quando a água ferver, acrescentar as cebolas, a vagem, a ervilha e os pimentões. Somente depois que desligar o fogo, adicionar a salsinha e a cebolinha verde picadas. Decorar o prato com casquinha de mexilhão, camarão, lagosta, perninha de polvo, salsinha e cebolinha. Bom apetite!

 

Muito simples, não acham? Desejo que você faça esta receita e reúna os amigos para um bom almoço, será um sucesso.

 

Depois me conta como ficou.

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida (e comida, também), aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Receita para fazer sabão com óleo de cozinha

 

Na série de reportagens sobre coleta seletiva e reciclagem de lixo, o repórter Juliano Dip apresentou receita para transformar óleo de cozinha em sabão. Para quem estiver interessado eis o que disse o nosso “mestre cuca”:

A receita é simples, com luvas protetoras coloque um quilo de soda cáustica em escama no fundo de um balde, depois adicione 2 litros de água fervente e mexa até diluir a soda. Na seqüência coloque 5 litros de óleo de cozinha usado e 200 mililitros de amaciante, mexa bastante depois coloque a mistura numa fôrma, espere 24 horas e o sabão estará pronto.

Você pode também entregar este material para entidades que trabalham com o óleo de cozinha. Clique aqui e conheça os endereços de coleta .