Foto-ouvinte: Kombi da sucata

 

Coleta seletiva

A prefeitura que critica – e com razão – o cidadão que despeja lixo na rua bem que poderia olhar com mais carinho o trabalho realizado por esta turma que roda a cidade em situação precária e integra, informalmente, a rede de coleta seletiva.

A kombi em questão é um risco no trânsito, sem dúvida. Deveria estar na sucata em vez de transportá-la, mas sinaliza o espaço que existe para o poder público atuar neste mercado.

O colaborados do Blog do Mílton Jung, ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias, encontrou este ‘catador’ na estrada do Imperador, região da Vila Verde, São Miguel Paulista, zona leste da capital:

… evitando o desperdício, recuperando o material que poderia ir para a lata de lixo e, de alguma forma, gerando renda, talvez até um meio de sobrevivência; fazendo uso da ferramenta que tem em mãos, no caso a kombi.

Minha pergunta é a seguinte: falta um serviço oficial capaz de atender a demanda que existe na capital ?

Resolvi ir mais longe, semana passada, após as festas de fim de ano. Fui visitar alguns depósitos de material reciclável – conhecidos por ferro-velho – e para minha surpresa a maioria estava com as portas fechadas, trabalhando internamente ou com horário reduzido par atendimento ao público e aos carroceiros. Conversei com alguns proprietários que informaram estarem organizando e separando o material coletado inclusive em escolas e condomínios e que a demanda é muito grande.

Sinal de que o consumo aumento nos últimos anos.

Foto-ouvinte: Rotatória improvisada reduz acidentes

 

 

Rotarória de pneus

Por Marcos Paulo Dias
Colaborador do Blog

Fui surpreendido ao passar no cruzamento das ruas Dr. José Ferreira Crespo e José de Aguiar no Jardim São Vicente – São Miguel Paulista, zona leste – por uma rotatória improvisada com pneus velhos, alguns comprados outros doados. A ação  partiu de moradores devido ao alto índice de acidentes ocorridos neste cruzamento e a falta de ação do  poder público.

Fui até lá  conversar com os  construtores-moradores.

Marcos Rogério disse que “no local já houve até capotamento  e vários acidentes envolvendo motos e veículos, inclusive de transporte de passageiros”. É a segunda rotatória que constróem. A primeira, a CET  retirou.

José Aurino Soares falou que está cansado de ver  tantos acidentes na porta de casa, um deles chegou  a derrubar  o portão e mostrou os sinas na árvore que também foi diversas vezes atingida.

Marcelo Macedo contou que se não fosse o “orelhão” um carro teria invadido seu comércio. Comentou, também, que a construção da rotatória de pneus reduziu o número de acidentes. O amigo dele Francisco Dias, um dos idealizadores, disse estar preocupado pela falta de sinalização e fiscalização: “é  preciso ser feito algo urgente , pois  há grande fluxo de veículos , já registraramos  vários protocolos , mas até agora não fomos  atendidos”.

Em um desses protocolos, que tenho em mãos, registrado por Marcelo Fernando Macedo (CE DAM 7855/09/10  PS 00.25.16523/10-60- REf. C5867899), a resposta é para que os moradores aguardem oportunamente os resultados da análise e um posicionamento sobre a questão. Quem assina é Enso Egídio Simoni do Departamento de Atendimento ao Munícipe – DAM.
 
No local,  é grande a  circulação de veículos e pedestres, sem contar que a menos de 50 metros existe uma escola pública.

Internet grátis no Mercadão de São Miguel

 

Internet no Mercadão Foto: Gilberto Travesso

Aos 42 anos, o Mercado Municipal de São Miguel Paulista tem na internet um de seus atrativos. Hoje, é comum ver os visitantes sentados nas lanchonetes com seus notebooks sobre as mesas, conforme informa Gilberto Travesso em seu blog, Notinhas de São Miguel.

O acesso gratuito através de uma rede wi-fi é oferecido pelos permissionários que entenderam ser esta uma das formas de chamar a atenção dos usuários. Com a iniciativa, o mercado, originalmente batizado Dr. Américo Sugai, é o primeiro da capital a oferecer este serviço.

Foto-ouvinte: Orelhão no chão

 

Orelhão depredado

O Diário de São Paulo testou 50 telefones públicos do Terminal Rodoviário do Tietê, na capital paulista, e descobriu que os aparelhos estão mudos, mas bem limpinhos: apesar de terem sido higienizados no início do mês, 36 apresentaram problemas para falar. A história contada no Jornal da CBN motivou o colaborador do Blog Marcos Paulo Dias a enviar foto feita mês passado na Rua Francisco Polilo Neto, na esquina com a Maria Suzano Polilo, na Vila Rosária, em São Miguel Paulista, na zona leste. O orelhão depredado já está em pé e funcionando. Quanto aos do Terminal Tietê ainda aguardam reparo da Telefonica.