Vereadores querem publicidade de novo site

 

Site da Câmara de Vereadores

Pompa e circunstância para a apresentação do novo site da Câmara Municipal de São Paulo, mas o serviço somente estará no ar em outubro. E enquanto a página da casa na internet se mantém “estática”, nos corredores a discussão é o uso dos R$ 17 milhões que os vereadores separaram no Orçamento do legislativo para pagar uma agência de publicidade.

O vice-presidente da Câmara, vereador Dalton Silvano (PSDB), disse em entrevista ao CBN SP, que o único custo que o site terá é o de manutenção: R$ 75 mil por mês. O desenvolvimento dele foi feito de graça pela agência de publicidade.

O que Silvano não disse é que vereadores estudam a possibilidade de usar boa parte do dinheiro destinado à comunicação da Casa – os tais R$ 17 mi – para divulgar o site. Sob a justificativa de dar publicidade ao novo serviço da Câmara Municipal seria feita campanha com anúncios em rádio e televisão. Importante lembrar que a agência de publicidade é remunerada com percentual sobre o custo das publicações nos meios de comunicação.

A promessa do vereador tucano é que o site dê transparência às informações da Câmara e melhore o acesso para o cidadão.

A foto é de autoria do Sérgio Mendes, do Adote um Vereador, durante lançamento do site, na Câmara Municipal

Site dirá se vereador está na Câmara e como votou

 

adoteSaber como o vereador votou em cada um dos projetos de lei em discussão e se ele compareceu nas sessões em plenário ou das comissões são algumas das informações que estarão disponíveis no site da Câmara Municipal de São Paulo que estará no ar, amanhã, dia 16 de setembro e foram antecipadas, hoje, ao CBN São Paulo.

De acordo com o vereador Dalton Silvano (PSDB), vice-presidente da Câmara, a intenção é tornar o site mais transparente e com ferramentas que permitam a participação do cidadão.: “teremos vários acessos de fora da Câmara para dentro”.

Orçamento, balanço financeiro, contratos e licitações devem ficar mais fáceis de serem acessados, disse Silvano. Além disso, haverá a lista com o quadro de pessoal, concursos realizados e nome de funcionários.

Ouça a entrevista com o vereador Dalton Silvano, no CBN São Paulo

A construção do site faz parte dos serviços de publicidade e divulgação desenvolvidos pela agência de comunicação contratada pela Câmara Municipal de São Paulo em um contrato de R$ 17 milhões. O legislativo pagará cerca de R$ 70 mil por mês para manutenção à Prodam.

O Movimento Voto Consciente e o Adote um Vereador fizeram sugestões à Câmara Municipal de São Paulo de serviços que deveriam estar presentes no site. A avaliação de quanto estas ideias foram aceitas pela agência que desenvolveu a página vai depender do que for ao ar.

Falta transparência em São Paulo, diz Abramo

 

“São Paulo é o estado mais opaco do Brasil”. A afirmação é de Claudio Weber Abramo, da ONG Transparência Brasil, convidado pelo CBN SP para sugerir políticas na área de gestão pública. Ele disse que os planos de meta desenvolvidos pelas administrações estaduais são mantidos em segredo no Estado quando estas são informações que deveriam ser de domínio do cidadão. “Inclusive com os diagnósticos sobre o que ocorreu a partir dos planos definidos pelo governo”.

Abramo chama atenção, ainda, para o fato de que é preciso dar publicidade aos programas voluntários de governo. A distribuição desta verba nos convênios com os municípios deve ter critérios muito claros para evitar que o dinheiro público seja usado com interesses políticos.

Para a implantação desta gestão transparente, Abramo sugere que seja usado dinheiro previsto no orçamento do Estado para a área de comunicação. “Gasta-se fortuna com propaganda estúpida, fazendo propaganda do governador”, reclamou.

Ouça a entrevista completa de Claudio W. Abramo, ao CBN SP

Lei da transparência em publicidade vence 1ª etapa

 

adoteFoi vencida a primeira etapa do projeto que obriga a prefeitura a divulgar em seus anúncio quanto este custou aos cofres públicos. A ideia apresentada pelo Movimento Voto Consciente foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de São Paulo. Dos nove vereadores que fazem parte da CCJ apenas Agnaldo Timóteo (PR) se absteve, todos os demais disseram sim para a proposta que ainda tem longo caminho até ser transformada em lei.

Caso seja aprovada, a prefeitura, assim como a Câmara Municipal e o Tribunal de Contas do Município, serão obrigados a incluir nas peças publicitárias o preço da campanha que foi pago com dinheiro público. O projeto ganha importância a medida que o próprio legislativo pretende investir em anúncios, a partir deste ano, com a contratação de uma agência de publicidade, que deverá custar em torno de R$ 17 milhões.

Sônia Barbosa, do Voto Consciente, comemorou a primeira vitória pois, segundo ela, não apenas o projeto foi aprovado como foi elogiado pelos vereadores. Fazem parte da Comissão de Constituição e Justiça, Italo Cardoso (PT), Kamia (DEM), Floriano pesaro (PSDB), João Antonio (PT), Gabriel Chalita (PSB), Carlos Bezerra (PSDB), Netinho de Paula (PC do B), Abou Anni (PV) e Agnaldo Timoteo (PR)

Pauta #cbnsp: Transparência nas contas públicas

 

CBN SPO site De Olho nas Contas da prefeitura de São Paulo não atende as exigências da lei da Transparência que entra em vigor em 27 de maio, de acordo com avaliação do consultor da Fundação Getúlio Vargas Amir Khair, ex-secretário de finanças do município. Não é possível, por exemplo, se obter informações sobre todas as despesas e receitas da cidade, além disso haveria restrições em relação aos dados de contratos assinados pela prefeitura. Amir Khair entende que para cumprir a lei São Paulo terá de refazer o serviço disponível no Portal da Prefeitura, há cerca de um ano.

O secretário adjunto de Finanças do município, Sílvio Dias, diz não é verdade que haja restrições nas informações divulgadas pela prefeitura. Admite apenas que haja uma demora de um ou dois dias sempre que um pagamento é efetuado, mas que isto não prejudica a transparência nas contas públicas. Sílvio Dias entende a cidade já cumpri as determinações previstas em lei.

Acompanhe as duas entrevistas que foram ao ar no CBN São Paulo.


Outros destaques da edição desta terça-feira:


Segurança no trânsito 1-
A falta de estrutura do Detran de São Paulo e o esvaziamento da autoridade de trânsito na capital são motivos que levam a um cenário de violência em ruas e avenidas, segundo o médico Alberto Sabbag. Ele alerta para a necessidade de a Polícia Militar realizar função ostensiva de fiscalização para impedir abusos à lei. Alberto Sabbag, em entrevista ao CBN SP, reclama que o dinheiro arrecadado em multas e serviços não é aplicado em campanhas educativas.

Segurança no trânsito 2 –
A prefeitura de São Paulo terá de explicar porque a Marginal Tietê foi liberada para tráfego sem a sinalização de trânsito, desrespeitando o Código Brasileiro de Trânsito. O pedido partiu da promotora de Justiça de Habitação e Urbanismo da capital Maria Amélia Nardy que falou ao CBN SP que está investigando o fato de acidentes de trânsito terem ocorrido na pista devido a ausência de sinais. Já foi aberto inquérito para investigar as causas da falta de sinalização horizontal, também, em ruas recentemente recapeadas. Segundo a promotora, não é justificável que a prefeitura leve mais de três semanas para realizar este serviço.

Esquina do Esporte – São Paulo tem de apresentar bom futebol para convencer o torcedor de que tem condições de chegar a final da Libertadores, na partida contra o Universitários de Lima (Peru), logo mais às 7 e meia da noite, no Morumbi. Na opinião de Jesse Nascimento e Marcelo Gomes, porém, o time paulista deve vencer devido a fragilidade do adversário. Ouça nossa conversa sobre o futebol e o vôlei brasileiros.

Prefeitura mantém sigilo sobre censo de morador de rua

 

Morador de rua em São Paulo

O Ministério Público Estadual quer esclarecimentos da prefeitura sobre tratamento que a Guarda Civil Metropolitana presta a moradores de rua, na cidade de São Paulo. E critica o silêncio do prefeito Gilberto Kassab (DEM) em relação ao censo que identificou o número de pessoas que vivem nesta situação na capital e pelo qual foram gastos cerca de R$ 800 mil. Apesar de concluído, o trabalho é mantido em sigilo.

No ano passado, após ser cobrada pelo fechamento de vagas para atendimento de moradores de rua, a secretária municipal de Assistência Social e vice-prefeita Alda Marco Antônio disse que não havia como falar em falta de vagas se ainda não tinha sido feito um censo para identificar o número de pessoas nesta condição. Comprometeu-se a realizar este trabalho até o fim do ano de 2009.

Em 1º de março de 2010, a Folha de São Paulo informou que havia 13 mil moradores de rua na capital, com base em dados do censo. A prefeitura negou as informações e disse que ainda não tinha o levantamento em mãos. Desde então, a produção do CBN SP tem cobrado da prefeitura o resultado deste trabalho, sem sucesso.

“O prefeito tem obrigação de divulgar estes dados, pois esta é uma informação pública e sua divulgação está prevista em lei”, explicou o promotor de Justiça de Direitos Humanos da Capital Eduardo Valério, em entrevista ao CBN SP que você acompanha aqui. Com isto, ele toca em um ponto fundamental que é a forma como o poder público – inclui-se a prefeitura de São Paulo, e não se exclui nenhuma outra esfera – trata estas informações.

Dados que deveriam estar acessíveis ao cidadão são mantidos na gaveta por conveniência política, como é o caso da quantidade de moradores de rua em São Paulo. Há outros que apesar de publicados não são transparentes pela formato como a informação está disponível – seja pelo tecnicismo do texto, seja pelos códigos de computação usados que impedem a manipulação dos números por programas avançados de computador.

“Um indivíduo só pode exercer plenamente sua liberdade de escolha se tiver a oportunidade de acessar informações completas, verídicas e de qualidade. Além disso, é somente com acesso pleno a informações detidas pelo Estado que as pessoas podem acompanhar a vida política, seja ela nacional ou local, tanto para monitorar a atuação do Estado quanto para participar dos processos decisórios” – diz texto do Artigo 19, grupo que defende leis de acesso à informação pública.

Em São Paulo, projeto recém-chegado à Câmara Municipal, de autoria da vereadora Mara Gabrilli (PSDB), oferece oportunidade de se dar ao menos um passo a mais nesta questão. Determina que os dados sobre os gastos das subprefeituras, do TCM e da Câmara sejam divulgados na internet e nas praças de atendimento e contenham nomes de fornecedores e notas fiscais. E o que considero fundamental: de maneira fácil e simples para que o cidadão comum possa ter acesso a estes dados de “forma autônoma e prática”.

Que fique claro, não é necessário nenhum projeto de lei para que Kassab torne público os dados do censo dos moradores de rua. Basta querer.

*Foto do colaborador Marcos Paulo Dias, na avenida Nove de Julho, em São Paulo

Projeto da transparência ficou 9 anos parado na Câmara

 

adoteProjeto de lei que obriga a prefeitura e a Câmara a incluírem o custo da campanha publicitária nos anúncios pagos com dinheiro público havia sido apresentado há nove anos e ficou engavetado no legislativo. A proposta que foi entregue nesta semana pelo Movimento Voto Consciente é semelhante ao projeto de autoria do vereador Cláudio Fonseca (PPS) que, em 2001, também defendia a transparência nos gastos com propaganda, mas não teve sucesso.

Fonseca disse ao CBN São Paulo que pretende conversar com os representantes da ONG para que haja mobilização em favor da ideia. Líder do PPS e integrante da base governista, ele entende que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) não faria rejeição ao projeto de lei.

O problema agora é convencer os demais líderes de partidos e fazer com que aceitem levar o projeto do Voto Consciente adiante em lugar de deixá-lo “estacionado” na casa sem apreciação, o que costuma ocorrer com todos aqueles textos que não são de interesse dos vereadores. E, muitas vezes, da própria prefeitura.

Acompanhe a entrevista com o vereador Cláudio Fonseca (PPS).

Na quinta-feira, o CBN SP também entrevistou
a coordenadora do Movimento Voto Consciente Sonia Barboza.

A necessária redistribuição de vagas na Câmara

 

Por Fabiano Angélico

Em artigo publicado no blog do Milton nesta segunda-feira, o advogado Antonio Augusto Mayer dos Santos defende a redução da Câmara dos Deputados. O argumento é de que a ineficiência “impõe” a diminuição do número de vagas. Para defender sua tese, o autor do artigo cita outros países, que teriam menos parlamentares do que o Brasil.

Permita-me discordar, doutor.

O autor do texto cita Espanha e Portugal, mas se esquece da França, que tem um terço da população brasileira mas conta com 64 deputados a mais.

Os problemas relativos a ineficiência e corrupção na Câmara dos Deputados brasileira não estão na quantidade de parlamentares, mas sim processos internos, que são arbitrários e pouco transparentes. Se houver a redução do número de vagas sem as necessárias alterações nos processos, tudo ficará como está.

Exemplo de arbitrariedade que leva à ineficiência e à corrupção: o excesso do número de cargos de confiança à disposição de cada deputado federal.
Num estudo comparativo (leia aqui) coordenado por este que vos escreve e publicado pela Transparência Brasil, observa-se que são 25 os “assessores” que cada deputado federal brasileiro pode contratar.

Nesse quesito, não há qualquer similaridade no mundo. No Chile, o número de assessores não pode ultrapassar 12. Na França, cada deputado pode ter no máximo 5 assessores.
Com tal quantidade de cargos para distribuir, os parlamentares brasileiros em geral contratam apaniguados, que na verdade são cabos eleitorais. Eles têm a única função de falar bem do chefe junto às bases eleitorais.

Além de ser uma usina de corrupção (esses “assessores” são usualmente os “fazedores” das malfeitorias; quando descobertas, essas malfeitorias são sempre atribuídas ao “assessor” — os chefes nunca sabem de nada), o trabalho desses “assessores” detona a idéia de eleições livres e justas.

É que na corrida eleitoral, o deputado que está no exercício do cargo nos últimos quatro anos obviamente é muito mais conhecido do que os seus adversários que não estão em um cargo de visibilidade. Assim, o eventual cidadão que quer entrar na política precisará de muito, mas muito dinheiro para divulgar sua candidatura e se equiparar ao nível de conhecimento desfrutado pelo deputado em exercício.

Limitar o número de cargos de confiança é o tipo da coisa que deve ser implementada se buscamos um Parlamento mais eficiente e menos corrupto. Diminuir o número de deputados sem alterar esse tipo de processo não afetará o funcionamento da Casa.

“Um homem, um voto”

A Câmara dos Deputados não precisa ser menor; o que a instituição precisa é ser mais forte e mais representativa. E um dos meios de se alcançar esse fortalecimento tem relação sim com o número de vagas, mas não com o numero total. Explico: o que está disfuncional na Câmara é o número de deputado por estado.

Se o Senado existe para representar igualmente todos os estados (são 3 parlamentares por Unidade da Federação, não importando o tamanho da população de cada ente federativo), a Câmara dos Deputados existe para representar a diversidade da sociedade brasileira.Tabela Um Homem, um voto

Mas isso, na prática, não acontece: há uma representação exagerada de alguns estados e uma subrepresentação de outros. Exemplos: cada deputado federal de Roraima representa 52 mil pessoas de seu estado; e o deputado amapaense, 78 mil. Por outro lado, o parlamentar paulista representa 591 mil pessoas; e o cearense, 388 mil.

Levando-se em conta a contagem populacional do IBGE para 2009, somos 191 milhões de brasileiros. Assim, cada um dos 513 deputados federais representa 373 mil brasileiros.
Aplicando-se essa relação a cada unidade da federação, conclui-se que 5 estados — Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Pará e São Paulo — deveriam ter mais deputados do que têm hoje. Por outro lado, 18 estados deveriam ter menos deputados do que têm atualmente. Assim, são apenas 4 os estados que têm uma representação adequada na Câmara dos Deputados.

No quadro acima, está expresso o número de deputados que cada Unidade da Federação deveria ter, se respeitássemos a idéia de “um homem, um voto”, noção extremamente importante numa democracia.

Infelizmente, não obteve êxito a iniciativa do Tribunal Superior Eleitoral em redistribuir o número de cadeiras na Câmara dos Deputados considerando-se a população de cada estado. Mas o Censo do IBGE vem aí. No próximo ano, teremos uma idéia mais exata da população de cada estado brasileiro. Será uma boa oportunidade para resgatarmos a discussão sobre a noção de representatividade na Câmara dos Deputados, com o intuito de fortalecê-la — e não de reduzi-la.

Fabiano Angélico é coordenador de Projetos da Transparência Brasil, especialista em Transparência e Combate à Corrupção pela Universidade do Chile e mestrando em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas


Leia aqui o texto de Antonio Augusto Mayer dos Santos, publicado segunda-feira sob o título “A necessária redução da Câmara dos Deputados”

Pauta do dia no #cbnsp

 

Buraco na Marginal

Próximo da Ponte das Bandeiras, na pista local da Marginal Tietê que vai em direção a rodovia Castello Branco, em São Paulo. Este é local da cratera aberta nesta madrugada que engoliu dois carros. Os dois foram tirados com “vida” do local, mas um teve a suspensão quebrada. A causa do incidente seria a “idade” da Marginal, segundo técnicos que estavam no local. Construído na várzea do rio, o terreno aos poucos é levado pela água e surge o solapamento. Resultado: 14 quilômetros de congestionamento na Marginal.

Outros assuntos do CBN SP:

Transparência – Apenas oito das 31 subprefeituras cumprem a Lei da Transparência, em vigor desde 2005, em São Paulo, que obriga a publicação do Orçamento no saguão do órgão. A Câmara Municipal também cumpre a lei. Acompanhe a entrevista com o coordenador do Movimento Nossa São Paulo Oded Grajew

Lei do Barulho – A fiscalização do silêncio urbano ficará prejudicada mas a prefeitura ainda não decidiu se pretende encaminhar a nova lei para a Câmara Municipal, após a aprovação da lei do barulho. A informação é do secretário das Subprefeituras Ronaldo Camargo que anunciou, ainda, que todos os subprefeitos serão cobrados para cumprir a Lei da Transparência. Ouça a entrevista.

Cidade Limpa – O prefeito Emídio de Souza, de Osasco, acredita que até o meio do ano a Lei Cidade Limpa será aprovada na cidade. A restrição aos outdoors será apenas na região central de Osasco, na Região Metropolitana. O prefeito Emídio de Souza (PT) explica como quer implantar a lei Cidade Limpa na cidade.

Esquina do Esporte – O São Paulo mostrou maturidade na vitória por 3 a 0 contra o Nacional do Paraguai. A definição das quartas-de-final da Copa dos Campeões na Europa e do Paulista, no fim de semana, também foram assuntos na conversa com Marcelo Gomens que você ouve aqui

Noite Paulistana – B.B.King e Paulinho da Viola são atrações na agenda cultural de São Paulo. Acompanhe as indicações de Janaína Barros.

Plano diretor e comunicação eficiente, metas da Câmara

 

Debate Vereadores

O CBN SP reuniu nesta manhã os vereadores Carlos Alberto Bezerra (PSDB), Celso Jatene (PTB) e Claudio Fonseca (PPS), e Fabiano Angélico da Transparência Brasil para discutir os temas que serão mais importantes na pauta do legislativo, em 2010. O Plano Diretor Estratégico e a necessidade de a Câmara melhorar a comunicação e acesso do cidadão às suas decisões estiverem no centro do debate.

Ouça o que os participantes entendem ser mais importante nos trabalhos da Câmara Municipal que se iniciam segunda-feira, dia 1º de fevereiro.

Debate CBN SP sobre a Câmara Municipal de São Paulo

Deixei-me puxar a conversa para a nossa sardinha: Carlos Bezerra elogiou a iniciativa dos participantes do Adote um Vereador, enquanto Cláudio Fonseca reclamou: “eu quero ser fiscalizado”. Do outro, pelo Twitter e e-mail, os ‘adotantes’ davam seus palpites como você pode conferir nas tuitadas do Cláudio Vieira que estão publicadas nos comentários abaixo.