Prédios secam “Água Branca”, em São Paulo

O Parque da Água Branca está secando devido a expansão do mercado imobiliário no valorizado bairro da zona oeste de São Paulo. Inaugurado em 1929, o local é patrimônio tombado do Estado e, segundo a arquiteta Maria Aurélia Jordão, passa por processo de degradação devido a interferência dos grandes prédios do entorno no lençol freático.

Maria Aurélia Jordão, consultora ambiental, desenvolveu estudo no parque freqüentado por ela desde criança. Quando menina, conheceu os três lagos que haviam por lá. Hoje, lamenta que seus filhos só tem à disposição um desses lagos.

Ouça a entrevista de Maria Aurélia Jordão ao CBN SP:

2 comentários sobre “Prédios secam “Água Branca”, em São Paulo

  1. Oi Milton, pra vc ver como a nossa cidade cresce sem seguir um plano diretor. A Agua Branca seca, o aeroporto de Congonhas esta’ esmagado entre predios, nao ha uma rede de estacoes de metro que conecte toda a cidade e assim vai…
    Quando e’ que vamos parar um pouquinho para planejar????? Nao parece tao dificil assim, parece?
    Beijo Milton.

  2. Milton,
    Muito me assustou quando ouvi esta reportagem .Eu trabalho no bairro de Perdizes a 20 anos , sou dentista, acompanhei a oupação do bairro e vi como o descaso das instituições governamentais podem trazer consequencias tão graves.Acompanho o quanto os moradores não estão mobilizados para reagir a esses absurdos.
    Me preocupa como as pessoas do bairro não sabem disso e como os orgãos de imprensa não ajudam as pessoas a tomar uma providência frente ao desaparecimento de mais uma área verde de São Paulo.Vamos levar este debate para outras frentes, onde tudo possa ser resolvido?
    Um abraço.

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