“Saúde pública vai tão mal quanto a privada”, diz pediatra

O alto número de cesarianas nas maternidades particulares é um dos sinais de que a gestão privada da saúde, no Brasil, está cada vez mais parecida com a pública e seus criticados métodos. Por outro lado, a redução na mortalidade infantil demonstra que há avanços no serviço de saúde, apesar da série de problemas financeiros, administrativos e políticos. É o que diz o pediatra Fernando de Andrade Guimarães, chefe do berçário da Maternidade Amparo Maternal, de São Paulo, nesta entrevista ao CBN SP.

Durante esta semana, uma série sobre a qualidade do serviço público de saúde está sendo realizada no programa e você pode acompanhar aqui no blog:

Um comentário sobre ““Saúde pública vai tão mal quanto a privada”, diz pediatra

  1. Eu pago cerca de R$230 por mês no plano de saúde e ainda assim fico HORAS esperendo ser atendida pelo médico. Já cheguei a ficar 5h na sala de espera.

    Isso quando consigo marcar horário, já que as secretárias sempre perguntam “é convênio?” e se sua resposta for “sim”, a data mais próxima geralmente é daqui a 2 meses, e se você liga mas diz que é consulta particular, você consegue horário para o dia seguinte.

    Agendar exames também é uma lástima, uma burocracia absurda, o médico preenche a guia, que você tem que levar até uma unidade de atendimento do plano, onde demora pelo menos 15 dias para ser aprovado, e como eles não ligam para sua casa avisando se foi aprovado ou não, você é obrigada a ir lá ou telefonar. Depois de aprovado, é preciso ir novamente para a unidade de atendimento do plano e retirar e assinar a papelada.

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