Avalanche Tricolor: O quero-quero no gramado

Grêmio 1 x 3 Juventude
Campeonato Gaúcho – Olímpico

O quero-quero é ave típica do Sul do Brasil, costuma aparecer desde a Argentina até o leste da Bolívia. Desde pequeno acostumei-me a vê-los posando no gramado do Estádio Olímpico, principalmente nos dias de treino. Animal briguento costuma provocar rixa com qualquer outra espécie habitante da mesma campina. Por mais de uma vez, os vi atacar qualquer pessoa que chegasse próximo do seu ninho, impedindo até mesmo que houvesse bate-bola no local.

Neste domingo, os quero-queros estavam no gramado desde cedo, antes mesmo de os times entrarem em campo. Não se fizeram de rogado, ocuparam seu espaço e gritaram sempre que alguém se atrevia a ficar próximo.

Os quero-queros sempre me trouxeram boas lembranças do Rio Grande do Sul. Não foi diferente neste domingo. Após vê-los na tela da TV saí em passeio por um praça aqui perto de casa, e me chamou atenção como ainda existem pássaros na capital paulista. Nenhum quero-quero, mas três periquitos me encantaram neste passeio dominical: cantavam e se portavam como verdadeiros quero-queros.

10 comentários sobre “Avalanche Tricolor: O quero-quero no gramado

  1. Milton, esqueci de escrever que sou paulistano, corinthiano,sofredor e simpatizante do Gremio( já fui até no Maracanã assisti-lo) e acho que foi o que de melhor poderia acontecer com os dois, pois se chegassem as finais, os dirigentes não fariam nada para melhorar os times para o brasileiro que vem aí. … Da-lhe Perdigão e Cia…que Deus nos ajude. Forte abraço

  2. Ah! Se os quero-queros cantassem…
    A letra da música seria :

    Quero ver o sol atrás do muro
    Quero um refúgio que seja seguro
    Uma nuvem branca, sem pó nem fumaca
    Quero um mundo feito sem porta, vidraca
    Quero uma estrada que leve à verdade
    Quero a floresta em lugar da cidade
    Uma estrela pura de ar respirável
    Quero um lago limpo de água potável
    Quero voar de mãos dadas com você
    Ganhar o espaco em bolhas de sabão
    Escorregar pelas cachoeiras
    Pintar o mundo de arco-íris
    Quero rodas nas asas do girassol
    Fazer cristais com gotas de orvalho
    Cobrir de flores campos de aço
    Beijar de leve a face da lua

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