Rios de São Paulo traz experiência da Coreia

Logo do seminário Rios de São Paulo 

Quatro anos de trabalho, milhões de dólares investidos e a colocação abaixo de construções e hábitos de vida conseguiram mudar o cenário de poluição e insalubridade de rios e córregos em Seul, na Coreia do Sul. Dois desses projetos de preservação ambiental vão ancorar o seminário Rios de São Paulo promovio pela Rede Globo, nesta terça 14.04, das 9h às 13h, na Escola Politécnica da USP, na capital paulista.

Nesta manhã de segunda, alguns dos participantes do seminário foram até o rio Pinheiros, na zona oeste, conhecer um pouco mais sobre a realidade paulista. Além do assessor de infraestrutura urbana de Seul, In-Keun Lee, esteve lá também o professor da UFRGS Carlos Tucci, especialista em recursos hídricos, entrevistado pelo CBN São Paulo

Tucci diz que apesar do alto investimento necessário para a despoluição dos rios e córregos, dinheiro não é o maior problema na realização deste trabalho. Para ele, o Brasil até hoje não tem uma política nacional de saneamento:

Ouça a entrevista de Carlos Tucci, da UFRGS, ao CBN SP

Para conhecer o projeto desenvolvido em Seul, o jornalista Carlos Tramontiona, que mediará o debate, esteve na Coreia e realizou uma série de reportagens: 

 Ouça a entrevista de Carlos Tramontina para Tânia Morales da CBN

Leia e assista às reportagens sobre programas de despoluição dos rios, no Blog Rios de São Paulo

Um comentário sobre “Rios de São Paulo traz experiência da Coreia

  1. A cidade de São Paulo em suas origens apresentava uma caracteristica inacreditável aos dias de hoje.
    A base da alimentação era de peixes do rio Tamanduateí, intensamente piscoso.
    Você sabe onde fica o rio Tamanduateí?
    Pergunte ao ex prefeito Maluf ou vá aos livros.
    Fica debaixo de uma plataforma de cimento armado na av. do Estado.

    O exemplo da Coréia é totalmente válido e deveria reascender a idéia do Governador que inicialmente pensou em demoiir o minhocão .

    Quem sabe fazer ambas as criativas demolições?

    .

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