Canto da Cátia: Calçada anti-cidadã

Borracharia ocupa calçada

Calçadas ocupadas irregularmente são comuns na cidade de São Paulo com a formação de barreiras urbanas para os pedestres. A Cátia Toffoletto esteve em bairros da zona leste da capital, há 20 dias, e retornou até lá, nesta quarta-feira, para ver se houve mudanças no comportamento de comerciantes. Nada mudou:

Ouça a reportagem de Cátia Toffoletto sobre as calçadas em São Paulo

18 comentários sobre “Canto da Cátia: Calçada anti-cidadã

  1. Milton, bom dia. Na sua reportagem acima, pela rádio eu observei você disse no início da entrevista com a Cátia Toffolaetto a palavra “tropicão” e ainda ela confirmou com a mesma palavra.
    Por favor defina esta palavra.

  2. Milton você esta perguntando se a Catia estava sentada falando com você no celular ou andando na calçada, fala com ela se consegue passar na rua Dos Trilhos na altura da rua Visconde de Laguna com Hipódromo, pois lá nós não temos nem calçada, e o pouco que tem existe um poste no meio do que eles chamam de calçada.
    Um abraço

  3. Terrível ver essas pessoas ocupar espaços públicos com mercadorias, carros(estacionados) etc… Na estrada do Campo Limpo(zona sul) também temos esse pessoal que acham que podem ocupar as calçadas aleatóriamente . As sub-prefeituras sabem disso?????

  4. Fazer da calçada uma extensão do comércio não é novidade para ninguém, más é obvio que isso só acontece porque a prefeitura é incompetente na hora de fiscalizar e multar.

    Forma simples de criar arrecadação com extrema facilidade, multando:
    – Comérciantes ou contribuintes quando invadem calçadas;
    – Motoristas de carros quando jogam lixo pela janela dos automóveis;
    – Pessoas que falam ao celular por toda a cidade.

    Enfim, eu citaria um monte de maneiras, porém na minha opinião a fiscalização dessa cidade é “mocoronga” (lerdinha).
    Bando de IMCOMPETENTES que mais parecem “lesmas”.

  5. Correção: Comerciantes é sem assento.

    Quando eu disse que deveriam fiscalizar melhor e multar as pessoas ao celular, eu me referia “dirigindo”.

    Pelo amor de DEUS, senão vão me acusar de estar dando idéia a esse poder público carente de inteligência.

  6. Temos nas calçadas buracos, postes, lixeiras, bancas de jornais, toda a sorte de lixo, entulho, etc e tal atrapalhando a vida do pedestre
    Não podemos nos esquecer dos camelôs que invadem calçadas.
    Isso em toda São Paulo.
    O comerciante estabelecido legalmente, que paga os seus impostos se não pagar o poder publico ferra o coitado.
    E o camelô “pode ficar” numa boa, a bel prazer, as vistas das autoridades municipais, vendendo seus produtos piratas de baixa qualidade made in guay e ninguem fala absolutamente nada!
    Lapa, pinheiros, santo amaro, tatuapé, etc .

  7. Gente: A matéria teve que ser dividida em 2 capítulos….e olha que ela só foca a ocupação das calçadas por parte dos comerciantes….Outras situações já foram e são discutidas aqui… Aguardo a resposta da Secretaria das Subprefeituras com relação a fiscalização, que segundo os comerciantes com quem conversei, até aparecem, mas não lavram a multa…Em relação aos camelôs, a Secretaria das Subs está fazendo um novo cadastramento pra saber quem tem o Termo de Permissão de Uso, o que deve ser encerrado em junho. Amanhã irá ao ar um outro capítulo, com o lado da Secretaria, de um urbanista e tb o MP, que abriu inquérito e quer saber justamente da Secretaria, entre outras mil coisas em relação às calçadas, quais são os comerciantes que tem autorização para, por exemplo, ter mesas e cadeiras do lado de fora, enfim…..ainda tem discussão pela frente…..

  8. Ja tive um problema como este solucionado: Havia um caminhão que prestava serviço para prefeitura(asfaltamento das ruas) que, fez de estacionamento uma praça proxima a minha casa. Durante tres meses, fiz reclamações no 156, pessoalmente na sub-prefeitura e CET. O problema não foi solucionado; me tornei um colecionador de protocolos. A solução deste problema foi: o tal vizinho, mudou-se e provavelmente deve estar fazendo de estacionamento alguma outra praça por S. Paulo ou outra cidade.

  9. Gostei muito do seu blog. Notícias muito pertinentes e opiniões bem formadas.

    Venho aqui falar do portal Alternativa Brasil que entrou no ar com uma proposta de reunir pessoas com opiniões próprias para discutir uma alternativa consistente para nosso com um espaço de intervenção no debate econômico e político atual país.

    Te convido a conhecer o Portal Alternativa Brasil e participar com sua opinião ou críticas.

    É através de debates e criticas de qualidade que encontraremos soluções para um Brasil melhor!

    Participe! http://portal.alternativabrasil.org/

    Abraços, Taciana

  10. Em resposta ao Marcos Aparecido (comentário 1 deste tópico) que pede o significado da palavra tropicão, pois desconfia que esta não exista, e ainda coloca em dúvida a honestidade deste jornalista ao escrever e-mail para o CBN SP no qual pede para que eu tenha coragem de corrigir meu suposto erro no ar:

    tropicão
    Datação
    1881 cf. CA1

    Acepções
    ■ substantivo masculino
    1 ato ou efeito de tropicar; tropeção
    ■ adjetivo e substantivo masculino
    Regionalismo: Rio Grande do Sul.
    2 m.q. tropeção

    Etimologia
    tropicar + -ão

    tro.pi.cão
    sm (de tropicar) 1 Ato ou efeito de tropicar. 2 pop Tropeção. adj Reg (Rio Grande do Sul) O mesmo que tropeção.

    Quanto a corrigir erros no ar, quem conhece este jornalista e esta emissora sabe que não temos vergonha de reconhecer nossos erros. Nos envergonhamos, sim, dos erros. Nosso esforço é para não cometê-los, apesar de sabermos que não somos infalíveis.

  11. Esse é o Milton Jung…. tropicão não é só comum lá no sul….por aqui tb…..Tomara que o Santos leve um tropicão no próximo domingo…saudações!!!!!

  12. Pois é Eduardo… São 700 fiscais que atuam em 300 “posturas”, ou seja 300 ítens, como obras,imóveis sem alvará,lixo, etc…. A questão será abordada na 2a. matéria sobre ocupação das calçadas pelo comércio, desta 5a. feira.

  13. Olá Milton,a prefeitura diz ter apenas 700 fiscais e porque não conta com a GCM? A Corporação tem entre suas atribuições através de Lei Municipal a fiscalização de uso irregular do solo e combate ao comércio irregular, isso se extende apenas a trabalhadores informais? Os comerciantes podem ser tratados como seres dignos de fiscais e os camelos de policia? Não seria isso uso irregular do solo?

  14. As irregularidades no uso das calçadas devem ser punidas, sem dúvida. Mas…se existe alguma regularização do uso das calçadas por estabelecimentos comerciais, quais são os critérios da Prefeitura para permitir a ocupação do passeio público como extensão de salões comerciais – como nos casos dos bares? Há preocupação com os transeuntes e vizinhos ou a prioridade é a arrecadação?

  15. José e Madelise: Segundo a Secretaria das Subprefeituras, a GCM só pode fiscalizar e apreender as mercadorias DOS AMBULANTES….. e em determinadas regiões…. Centro, Brás(Móoca), Vila Mariana (Ibirapuera) e Santo Amaro. Em relação aos bares e restaurantes, há uma lei específica, que determina que é preciso deixar o espaço de 1 metro e 20 cm para o pedestre passar, entre as mesas e a guia (tem alguns estabelecimentos que pintam uma faixa amarela no chão)…. Além disso é preciso um termo de permissão de uso, que é pago anualmente pelo comerciante. O valor varia conforme o espaço autorizado para ocupar ( 5 mesas e 20 cadeiras, por exemplo)… A preocupação deveria existir mas……

  16. Cátia, eu sou agente vistor(fiscal) e o número de agentes vistores é bem menor que 700, pois há funcionários em cargo de chefia, da própria fiscalização e de outros departamentos. Esse número a prefeitura usa há tempos. Basta Cátia fazer, se vc tiver tempo, uma contagem dos agentes vistores.

Deixar mensagem para Cátia Toffoletto Cancelar resposta