Avalanche Tricolor: Meus ídolos no cinema

Vitória 1 x 0 Grêmio
Brasileiro – Salvador, Bahia

Acessei o Portal do Imortal Tricolor pouco antes do início da partida desta tarde pelo Campeonato Brasileiro. Fui surpreendido com o trailer  do documentário que conta a conquista do título mundial de 1983. Começa com o incrível gol de César após Renato Gaúcho ter colocado sua loucura a funcionar e dado um chutão para o alto em direção da área, mesmo não sendo a jogada mais lógica naquele momento, no jogo final em que o Grêmio venceu o Penarol, do Uruguai, por 2 a 1, pela Libertadores, no estádio Olímpico.

No vídeo promocional, além do próprio Renato, aparecem ídolos como o goleiro Mazaropi, o zagueiro Baideck, o volante China, os meias Osvaldo e Mário Sérgio e o imortal atacante Tarciso. Falam também Espinosa, que comandou o time naquela temporada memorável, e o presidente da época Fábio Koff que destaca o fato de o Grêmio ser o primeiro campeão do mundo a nascer no Rio Grande do Sul. O resto …  Bem, o resto veio depois.

O rosto de meus ídolos não mudou muito. São facilmente identificáveis. Lembram aquelas caras alegres que corriam alopradamente ao apito final do árbitro Michel Vautrot, da França, no estádio Nacional, de Tóquio. Envelheceram, é claro. Estão mais rechonchudos. Alguns com os cabelos bem mais claros. Outros com poucos cabelos. Mas todos ainda falam com orgulho do que conquistaram. E me emocionam.

O documentário é lançado no ano em que o Grêmio tem o mundo como meta, precisando antes conquistar o continente. Para alcançar esta façanha faltam apenas cinco jogos, sendo o próximo dia 17.06, quarta, contra o Caracas com quem já empatamos na primeira partida, na Venezuela. Com tantos compromissos importantes pela frente não é de se estranhar a ausência do Imortal no estádio do Barradão, em Salvador, nesta tarde.

De Gabriela

Por Maria Lucia Solla
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Olá,

Gabriela, Gabi, Gabiroba, Gabiruta da minha vida; minha sobrinha querida.

Sexta-feira foi o dia do teu aniversário e, como o tempo não para e não dá trégua a ninguém, aí está você; linda, sensível, desabrochando a mulher.

Nunca fui uma tia convencional, mas você sabe o amor que tenho por você, não sabe? Pois bem, eu poderia dizer o que vai no meu coração, ao pé do teu ouvido, segurando a tua mão; transformando em solene uma corriqueira situação.

No entanto, vou dizer aqui as coisas que brotam em mim quando penso em você assim. Você tem noção da joia preciosa que é? Tem noção de quanto e de quanta gente te ama e o bem enorme que te quer?

Quero que o mundo inteiro veja a artista que você é.
Teus pais se orgulham disso,
mas filha do meu irmão, minha filha também é.

Ando poeta, ultimamente. Sensível a tal ponto,
que muitas vezes fico sem palavras; sem ação.
Se você me visse agora, não iria acreditar, porque não sou mais só tua tia;
sou um imenso coração.

Ainda temos muito tempo para eu te falar de amor, de loucura, de paixão,
mas sugiro que o façamos, bem longe do meu irmão.

Enquanto esse momento não chega, pra gente falar com calma,
lembra que o teu corpo é o templo da tua alma.

Quando quiserem contar a você os segredos do coração,
atenta, não acredite em tudo pois a maior parte é pura convenção.

Cada um tem seu caminho, meu anjo. O de ninguém é o mesmo que o teu.
Não o do teu pai, não o da tua mãe, e muito menos o meu.

Amo você, pequena. Nunca se esqueça disso.
A hora que precisar me liga ou venha cá,
pra gente fazer pipoca, rir muito, e conversar.

Beijo da tia malu


Maria Lucia Solla é terapeura e professora de língua estrangeira. Toda domingo está aqui no Blog do Milton Jung a se revelar.

Conte Sua História de São Paulo: Cadeira da alegria

Por Cleiton Munhoz
Ouvinte-internauta do CBN SP

Ouça o texto “Cadeira da alegria”

Estudo à noite. Faço matemática na USP. Saio da zona oeste em direção a leste, no Parque São Lucas. E de ônibus tenho de passar pelo Terminal Parque Dom Pedro II.

Numa sexta-feira, eu estava na plataforma, sozinho, era quase meia noite. Três jovens se aproximaram a espera do mesmo ônibus que eu tomaria. Falavam alto, riam, comentavam alguma coisa sobre a balada da qual estavam voltando. Uma delas, em especial, me chamou atenção: loira, olhos verdes, muito atraente. Das três, era a mais animada. E vinha numa cadeira de rodas.

Sempre me ressenti de ver como nossa cidade trata as pessoas com deficiência. Seja na escadaria sem rampa ou na guia sem rebaixamento ou no ônibus que não está adaptado.  Infelizmente, nossa arquitetura, salvo exceções, não facilita a vida dos deficientes físicos. Some isso ao preconceito que muitas pessoas tem contra os que chamam de “aleijado” e o quadro que temos tornaria impossível a cena que eu assistia.

Nós que “temos as duas pernas”, que encaramos escadas de degraus altos numa boa nem somos carimbados com o rótulo de “incapazes”, como será que nós vivemos? Celebramos a vida ? Nos alegramos por essa dádiva de Deus, como a jovem loira que estava ao meu lado naquela plataforma escura ? Ou será que nós ficamos reclamando por qualquer coisa pequena, sem importância, seja a fila que não anda ou a comida sem sal ?

A jovem cadeirante, aparentemente, tinha todos os motivos do mundo para amaldiçoar sua sorte. Imagine todos os preconceitos que ela deve ter sofrido por estar naquela cadeira de rodas. Imagine a frustração por querer ir a algum lugar e não ser capaz de passar por uma escada.

Não estranharia se ela fosse uma das muitas pessoas que conheço, essas que reclamam o dia inteiro. Mas não. Ela estava ali, se divertindo com as amigas, enquanto nós, mesquinhos que somos, superdimensionando qualquer barreira que surja na nossa vida.

O ônibus chegou. E embarcamos todos. Ela, seu sorriso e suas amigas desceram uns dois pontos antes do meu. Nunca mais a vi, mas nunca vou esquecer dela e do que me ensinou: seja qual for o problema que tenhamos, não podemos jamais abandonar a alegria pelo presente que Deus nos deu: a vida.

Cleiton Munhoz é o autor do Conte Sua História de São Paulo que vai ao ar, aos sábados, às 10 e meia da manhã, no CBN SP.  Você também participa com texto ou gravação em áudio. Envie para contesuahistoria@cbn.com.br.

Revista de turismo destaca grafite de São Paulo

Grafite de Eduardo Kobra

A revista americana diz que a metrópole brasileira é uma imensa galeria a céu aberto, destacando principalmente o bairro da Vila Madalena e seu “Beco do Batman”. Entre os “heróis da arte de rua” a que a publicação se refere estão Speto e Nunca, com seus murais, e Os Gêmeos (Otávio e Gustavo Pandolfo), que espalham pelos muros personagens “oníricos” pintados de amarelo.

São Paulo está entre as 10 melhores cidades do mundo para observar arte de rua de acordo com a revista de turismo americana Travel + Leisure, informa reportagem do Portal Terra, de onde reproduzo texto destacado acima. Muita gente ainda confunde as coisas e critica os grafiteiros como se pichadores fossem, além disso fala mal da turma porque muitas vezes não gosta do tipo de desenho realizado na cidade ou só vê arte se emoldurada na parede do museu. A verdade é que esta arte valoriza espaços públicos como o paredão de cimento que havia na avenida 23 de Maio, a caminho do Ibirapuera, que foi tomado pelo trabalho de Eduardo Kobra e equipe.

Foto-ouvinte: Olhar próprio

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O olhar do publicitário Ailton Tenório se mistura aos da artista plástica Rita Henzkes e do jornalista Omar Matsumoto na exposição Eu vi! Você viu ? Olhares e Possibilidades da Fotografia. “Meus quase 20 anos de profissão estarão representados por 25 fotos”, conta Tenório, orgulhoso de fazer parte da primeira mostra fotográfica sediada pela Pinacoteca Municipal de São Caetano, na região metropolitana de São Paulo.

Senta que lá vem turbulência

Por Armando Italo

Nesta semana, terça 26.05, tivemos a noticia sobre um avião da TAM, Airbus A330, que passou por forte turbulência, também conhecida como CAT – Clear Air Turbulence -, somente a meia hora de pousar no Aeroporto de Guarulhos, causando sérios ferimentos em alguns passageiros que estavam, certamente, sem os cintos de segurança afivelados e chegaram a bater seu corpo no teto do avião!

Já presenciei fato semelhante durante um voo num Electra da VARIG que fazia a Ponte Aérea Rio-São Paulo. A causa foi uma forte tempestade em formação na terminal São Paulo. Fomos pegos por uma turbulência sobre a cidade de Santos durante os procedimentos de aproximação e descida, para os pilotos, voando nas proas dos VOR REDE (RDE) e de Santana do Parnaíba (STN).

“A situação” ficou feia lá em cima! Como sou prevenido e “radical” sempre viajo com os meus cintos devidamente afivelados por precaução.
Muitos passageiros tem medo de voar. Durante a viagem o medo diminui e o passageiro fica mais relaxado. De repente os seus olhos arregalam com o som do alarme solicitando para todos colocarem os cintos. O “ding dong” ouvido pelo “atento” passageiro nada mais é do aviso para todos para atacharem o cinto de segurança, porque  vem pela frente a temível turbulência!

E agora o que fazer ?  Correr para onde? Aiiiiii meu Deus! Nada a temer, desde que algumas precauções básicas sejam tomadas, ainda com o avião no solo.

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E o Pacaembu

“CBF voltou a sinalizar para autoridades de São Paulo, desta vez com mais ênfase, que a Fifa deverá rejeitar o estádio do Morumbi para a Copa de 2014. O plano de reforma apresentado pelo São Paulo FC é considerado insuficiente. A alternativa da prefeitura é construir um estádio na zona norte da cidade.”

A nota publicada no Painel da Folha de São Paulo gera novo complicador para o debate em torno da manutenção do estádio do Pacaembu. Se a capital paulista tiver de bancar mais este equipamento esportivo, mais moderno, a necessidade de conceder o Pacaembu será eminente. A proposta está em debate, vários setores tem sido ouvido, mas não há um acordo. Se a concessão ocorrer o movimento será em direção ao Corinthians que demonstrou interesse pelo diretor de marketing Luís Paulo Rosenberg. Nem todos no clube gostam da ideia. Seja como for, dois estádios municipais é muita coisa para um cidade só, mesmo que esta seja a maior cidade do País.


Leia outras reportagens sobre o estádio do Pacaembu publicadas no Blog do Milton Jung

Canto da Cátia: Sinal fechado

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Chuva e direção perigosa costumam resultar em acidente de trânsito. No início da manhã, acabou em acidente de três ônibus na capital paulista, registrado em foto pela repórter Cátia Toffoletto, na Avenida Vereador José Diniz, em Santo Amaro, zona sul. Dezenove pessoas teriam ficado feridas devido ao choque que ocorreu logo após o sinal fechar.

Corregedoria da Câmara de SP está invicta

Adote um Vereador Nunca perderam um jogo em Casa em seis anos. Este é o desempenho dos vereadores de São Paulo que, desde 2003, jamais puniram um só colega da Casa por qualquer tipo de irregularidade que tenha sido cometida e levada a Corregedoria. O caso mais recente é o do vereador Kamia (DEM) que “esqueceu” de declarar a propriedade de uma enorme casa na zona norte da capital paulista, seu reduto eleitoral. O “pagode”- expressão usada pelo promotor eleitoral que levou o caso à Justiça – custa quase R$ 2 milhões, segundo levantamento feito pelo Ministério Público, mesmo assim na declaração de bens entregue a justiça eleitoral constavam apenas um apartamento e três veículos, que somavam R$ 198,7 mil. A denúncia do Ministério Público Eleitoral por falsidade ideológica no caso do imóvel não constrangeu os colegas dele que o inocentaram por unanimidade.

Para entender melhor os motivos que levaram os vereadores a absolver Kamia sugiro que encaminhe aos integrandes da Corregedoria da Câmara Municipal um e-mail ou ligue para o gabinete deles:

Wadih Mutran (PP), presidente que não vota
(0xx11) 3396-4349
(0xx11) 3396-3950
wadihm@camara.sp.gov.br

Milton Leite (DEM), relator do caso
(0xx11) 3396-4237
(0xx11) 3396-3986
miltonleite@camara.sp.gov.br

Alfredinho (PT)
(0xx11) 3396-4290
vereadoralfredinho@camara.sp.gov.br

Claudinho (PSDB)
(0xx11) 3396-4255
(0xx11) 3396-3988
vereadorclaudinho@uol.com.br

Ítalo Cardoso (PT)
(0xx11) 3396-4063
(0xx11) 3396-3954
italocardoso@camara.sp.gov.br

Ricardo Teixeira (PSDB)
(0xx11) 3396-4261
(0xx11) 3396-3953
ricardoteixeira@camara.sp.gov.br

Quito Formiga (PR)
(0xx11) 3396-4292
(0xx11) 3105-2243
quitoformiga@uol.com.br

Escrevo-lhe estas singelas linhas …

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O professor Sérgio Mendes, autor da carta eletrônica acima reproduzida, passa a acompanhar, desde agora, o trabalho de Marta Costa (DEM), na campanha Adote um Vereador, que assim já monitora 81% dos 55 parlamentares da Câmara Municipal, alguns dos quais com mais de um “padrinho”. O material que Mendes levantar sobre a vereadora estará no Blog Adotei a Vereadora Marta Costa.

Como o e-mail enviado à vereadora retornou com uma mensagem informando que não foi possível receber a cartinha do padrinho, divulgo aqui no Blog para torná-la pública. Se alguém próximo da parlamentar tiver interesse, por favor repasse a ela o endereço do blog assinado pelo Sérgio. Ele ficará muito feliz em obter uma resposta.

O CBN SP na última vez que tentou ouvir a vereadora para que explicasse como doou para a própria campanha mais do que o total dos bens declarado à Justiça não teve sucesso, pois a mensagem que nos foi passada pela assessoria de imprensa dela é que Marta Costa não podia ficar à disposição dos jornalistas pois tem muito trabalho a realizar. O que, logicamente, respeitamos.

Para quem estiver interessado em mais informações da vereadora pode também ligar para o gabinete dela (3396-4303), mandar um fax (3396-3964) ou um e-mail (martacosta@camara.sp.gov.br)..