Deficientes visuais fotografam ‘Acessibilidade’

 

Deficientes visuais fotografam o mundo que enxergam e transformam este material artístico em ato político na exposição “Acessibilidade” que está no Senac de Santo Amaro, zona sul de São Paulo. A ideia de abordar este tema partiu dos próprios alunos do curso realizado pelo professor e curador João Kulcsár que desenvolve o conceito de alfabetização visual. Navegue no álbum digital que traz algumas das imagens que fazem parte da mostra e sinta você mesmo a profundidade do olhar de cada um destes fotógrafos do cotidiano.

O Centro Universitário Senac, unidade Santo Amaro, fica na avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 823. A entrada é gratuíta.

4 comentários sobre “Deficientes visuais fotografam ‘Acessibilidade’

  1. Bom Dia Milton,

    Na verdade Muilton a cidade de Sto André, esta totalmente abandonada em todos os aspectos. Desde da saude, segurança e limpeza. Já passei por varias administração mas, essa é a pior todos em s aspectos. As ruas, só tem buracos, lixo na cidade, os ratos estão tomando conta. Logo logo Milton não vamos ter ruas para trafegar. Sem falar na Av, dos Estado que esta sendo engolida devido oassoriamento do Rio Tamandoatey. A coisa esta fei.

    Abr,

    JSRS.

  2. Felizes aqueles que possuem esta sensibilidade. As fotos demonstram as maravilhosas formas pedagógicas de levar o conhecimento aos que têm limitações. Parabéns aos que se dispoêm para tais serviços.É uma pena que estas oportunidades, que são poucas não alcançam as Periferias de Sossa Cidade de São Paulo, que tem muitas Pessoas com Deficiência Visual.

  3. Acabei de escutar a entrevista da presidente da APEOSESP, Sra. Isabel Noronha, e me estarreceu a forma como ela fala, cometendo uma série de erros de português dos mais comezinhos. Não sou professor de português, mas é estarrecedor ouvir como uma professora(!) pode falar tão errado assim. E note, não estou reclamando e ou exigindo que ela tenha um linguajar erudito ou pedante , mas ela comete erros do tipo não citar os plurais das palavras, ou até os erros de concordância mais comuns. Só faltava ela falar o famoso ” prá mim fazer”.
    Isso é inadmissível para uma professora, e ainda mais para a presidente de um sindicato de professores!
    Relmente, eu hoje entendo porque eles são contra a não contratação dos professores “zerados’ no teste. pela amostra do que ouvi,ela por exemplo, deve julgar em causa própria, pois deve ter tirado um zero enorme e por isso a defesa.
    É realmente com pesar que vejo como o ensino está maltratado no brasil (é com b minúsculo mesmo). Realmente a vida está complicada nos dias atuais, onde o corporativismo e a política invadem a ordem prioritária da meritocracia, competência e desenvolvimento, prevalecendo a defesa do erro corporal em detrimento de milhões de pessoas que dependeriam de uma formação. Que belo exemplo para as crianças e jovens no aprendizado…

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