Conte Sua História: A boiada na Vila Olímpia

 

Conte Sua Historia William EbenauPreso no congestionamento da Vila Olímpia em meio a enorme quantidade de prédios, jamais você imaginaria que por ali passava boi, passava uma boiada. Nem sequer deve ter se dado conta que sob as rodas de seu carro um córrego corre em direção ao rio Pinheiros. Mesmo paulistanos que viveram aquela época, nem tão distante assim, muitas vezes esquecem desta transformação pela passou São Paulo.

No depoimento do ouvinte-internauta Wilson Guilherme Ebenau, você terá a oportunidade de enxergar estas cenas da nossa cidade. Ele começa sua trajetória na zona Norte, andando no trem da Cantareira e mirando o rio Tamanduateí até chegar ao Itaim, onde nadou em piscina artificial ao lado do Pinheiros e teve de se equilibrar para atravessar pinguelas que uniam os dois lados do bairro.

Ouça o depomento de Wilson Guilherme Ebenau ao Conte Sua História de São Paulo, sonorizado por Cláudio Antônio

A história contada por Wilson Guilherme Ebenau marca o início da série de depoimentos gravados na sede do Museu da Pessoa, no bairro da Vila Madalena, em conversa com os entrevistadores da instituição que atua como parceira da rádio CBN neste projeto. Até o sábado anterior, foram reproduzidas – e você pode conferir aqui mesmo no Blog – histórias relatadas por ouvintes-internautas que estiveram no Pátio do Colégio, na festa de aniversário da cidade, dia 25 de janeiro deste ano, promovida pelo CBN SP.

Para conhecer melhor o projeto do Conte Sua História de São Paulo com o Museu da Pessoa, acompanhe a entrevista com o coordenador de comunicação e mobilização de recursos da instituição Erick Krulikowski. Aproveite e agende a sua entrevista pelo telefone 2144-7150 ou no site do Museu da Pessoa.

9 comentários sobre “Conte Sua História: A boiada na Vila Olímpia

  1. Se for quem eu imagino, este cara é o Wilson:

    Primeiro radical que conheci: Possuía uma moto 125 Honda vermelha e nos dias de chuva, nos abrilhantava com “cavalos de pau” com o automóvel Brasília azul de seu pai (risos).

    Wilson, lembra da turminha da Rua do Rocio? Há uns três anos atrás encontrei o Jorge -que morava antes da Curtis em uma casa em frente ao predinho da Ângela-, em um Shopping.

    Sou o Albertinho: Aquele mais escurinho da turma, trainee no Grupo Votorantim, amigo do gaúcho Luiz Carlos que saiu do bairro Paraíso para morar na vilinha da Rua do Rócio com aquela irmã de todos desejávamos.

    Vc ainda usa o perfume PINE? Hahahahah!

    Não moro mais em Sampa. Quando estiver na cidade, visitarei seu restaurante.

    De uma coisa eu me lembro muito: Vc era um cara muito legal!

    Grande abraço!

  2. Eu não consegui abrir o arquivo wav
    Nasci na Rua Antonieta atual Comendador Miguel Calfat.
    Vila Olimpia
    Considerada por moradores dos Jarsins, Centro de São Paulo como periferia.
    Ao lado da casa que morei, onde hoje é o supermercado Pão de Açucar na clodomiro amazonas existiam cocheiras, estábulos.
    Bebiamos leite de vaca e de cabra ‘direto da fonte”!
    Quem te viu quem te vê!
    Mesmo com a invasão descontrolada de predios residenciais, e residenciais, mesmo assim um pouco da nostalgia paira por lá.
    Antigos moradores, comerciantes, ruas que ainda mantem o Memo nome.
    Chilon, Elvira Ferraz, Fiandeiras, entre outras.
    Peguei muitos peixinhos no córrego do Sapateiro, hoje em baixo da Av. Juscelino Kubstchek, ia pegar madeira dos caixotes que sobravam no antigo depósito do Mappin na rua João Cachoeira, hoje um grande Supermercado, embalava sabão na fabriqueta da dona Marta hoje agencia bancaria na esquina da Juscelino com a Rua Dr Eduardo de Souza Aranha, ex Rua Eloiza.
    Atravessava o córrego do sapateiro pela pinguela que existia na João Cachoeira, ex rua Tabaúna.
    Proximo a linha do trem que ainda margeia o Rio Pinheiros existia mata atlântica e era possivel durante a noite e de manhã cedo o trem passando.
    Do telhado da casa onde morava na João Cachoeira era possivel ver as pistas de Congonhas.
    Hoje o caos tomou conta em qualquier hora, para os lados da Rua Funchal, Quatá Casa do Ator, Gomes de Carvalho, com seus barulhentos barzinhos, edificios comerciais, transito.
    Em fim:
    A vila Olimpia assim como outros bairros antigos tem muita historia a ser contada.
    O Wilson não me é estranho
    Por acaso estudou no Aristides de Castro nos tempos do Juca Kfouri?
    http://www.bairrovilaolimpia.com.br/htmHISTORIA/HISTORIA.htm
    Abraços
    Armando Italo

  3. Será que é o mesmo Wilson que fazia uns bailinhos na garagem de vez em quando? Luz negra e estroboscópica, alguns enfeites fosforescentes nas paredes, rock pra animar e música lenta pra descansar e dançar de rosto colado…
    Garagem ou quintal coberto com lona só para o baile.
    Wilson, vizinho do Vidal?

  4. Oi gente, que bom encontrá-los!

    Grande “betinho” , o Lorde da turma, de uma “finesse” ímpar, que saudade.
    Continuo radical, além da moto agora vôo de paraglider também, só pra não perder “a mão” rsrsrsr. Qd vier a SP, venha me visitar, será um prazer.

    É Armando, estudei sim no Aristides de Castro só acho que sou muuuuuito mais novo que o Juca, hahahahahaha.

    Madê!!! lembra quando pulamos o muro de sua casa pra nadar na piscina do vizinho? Lembro bem da hor em que ele chegou… nooossa!!!
    Agora, onde fazia os bailinhos, faço comida…
    Passe por aqui, vamos colocar as “fofocas em dia”.

    Super abrção a todos.

  5. Este “Conte Sua História” é uma viagem no tempo, de verdade! A gente encontra até os amigos de infância e adolescência!

    Enquanto lia o post do Milton Jung e os comentários de Armando Ítalo, além dos bailinhos veio a lembrança das sirenes de fábricas, que ressoavam por todo o bairro. Era a hora de a garotada parar com a brincadeira na rua (bate-lata, queimada, mãe da rua) e ir pra casa correndo, almoçar e se preparar para a escola. Externato São Bento (D. Suzana e Sr. Horácio), o “coleginho das freiras” (Instituto N. Sra. do Carmo), Costa Manso.

    Wilson, adorei encontrá-lo desta maneira tão inusitada! No blog do Milton Jung, eu lembrando dos bailinhos em sua casa e você lembrando do mico que pagamos no quintal do meu vizinho, que foi visitar a casa recém comprada e encontrou uma molecada nadando sua piscina. Não sei quem se assustou mais, ele ou nós. Na semana seguinte o muro já estava um metro mais alto.
    Assim que possível colocaremos “as fofocas e as memórias em dia” no seu restaurante. Abre nos finais de semana?
    Abraçããão!

  6. Oi “madê”, foi muito bom encontá-la também…

    O restaurante abre aos sábados até as17:00hs. Ligue no restaurante F 3846 1779 e marcaremos um dia para nos encontrarmos e colocarmos as memórias em dia.

    Super abração,

    Wilson.

  7. Prezado Wilson,

    Mais de 40 anos depois voce me fez lembrar dos tempos do “coleginho”, Instituto Nossa Senhora do Carmo, e dos amiguinhos da época com quem eu brincava na Ministro Jesuino Cardoso: Liliane Marisa Lopes, Ivana C. Fasani, Carlos Estevão,Luis Marcos, Aristides e Yeda Lúcia Kobashi… aonde estarão voces?

    Queria tanto saber notícias….
    Ada Maria

    • Ada Maria ! Eu sou a Ivana ! Te procurei no Facebook mas não te achei. Tentei te ligar no seu telefone comercial, mas só está dando ocupado. me mande notícias. Saudades

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