Sem voz, Tuma desmarca participação em entrevista

 

CBN SPO senador Romeu Tuma (PTB) que concorre à reeleição desmarcou, através de sua assessoria, a participação em entrevista no CBN São Paulo. A alegação é que o candidato está afônico e por recomendação médica terá de repousar por 48 horas. A presença dele no programa havia sido acertada durante reunião com todos os representantes de partidos e a data foi definida por sorteio.

Aos 78 anos e ocupando uma cadeira no Senado desde 1994, Romeu Tuma está em plena campanha disposto a entrar em seu terceiro mandato na Casa. Desta vez, disputa o cargo pelo PTB – Partido Trabalhista Brasileiro e enfrenta uma das mais difíceis eleições, pois existem ao menos cinco nomes com potencial para conquistar uma das duas vagas que estão em jogo.

Acompanhe o calendário de entrevistas com os candidatos ao Senado:

09/08, segunda-feira, Ana Luiza Figueiredo Gomes (PSTU)
10/08, terça-feira, Afonso Teixeira Filho (PCO)
11/08, quarta-feira, Dirceu Travesso (PSTU)
12/08, quinta-feira, Netinho de Paula (PCdoB)
13/08, sexta-feira, Romeu Tuma (PTB) (ausente)
16/08, segunda-feira, Moacyr Franco (PSL)
17/08, terça-feira, Alexandre Serpa (PSB)
18/08, quarta-feira, Orestes Quércia (PMDB)
19/08, quinta-feira, Ciro Moura (PTC)
20/08, sexta-feira, Antonio Carlos Mazzeo (PCB)
23/08, segunda-feira, Antonio Salim Curiati Júnior (PP)
24/08, terça-feira, Ricardo Young (PV)
25/08, quarta-feira, Aloysio Nunes (PSDB)
26/08, quinta-feira, Marcelo Henrique (PSOL)
27/08, sexta-feira, Marta Suplicy (PT)

2 comentários sobre “Sem voz, Tuma desmarca participação em entrevista

  1. Caro Milton Jung,
    Recentemente (15/12/2009), enviei à CBN uma denúncia a respeito de uma invasão de uma imensa área verde aqui bem perto da Avenida Giovanni Gronchi (Ruas Alexandre Bening e Ageladas – CEP 05736-040), na zona sul de São Paulo. Bem perto já há outra área pública invadida, conhecida como “MORRO DA LUA”. A história é bastante conhecida e já foram feitas diversas denúncias.
    Àquela época, como se trata de área pública, a polícia veio e retirou todo mundo.
    Ocorre que os meliantes decidiram promover a invasão aos poucos, tipo “tomar sopa pelas beiradas”. E estão conseguindo.
    Denunciei o fato diversas vezes à Prefeitura de São Paulo (telefone 156 e via internet – http://www.prefeitura.sp.gov.br), mas eles não tomam providências – Pasme: o prazo para apuração é de 40 dias úteis.
    Por aqui, há comentários de que servidores públicos se aproveitam para tirar uma “casquinha” (falam, por exemplo, que um certo PAULÃO, da Camargo Corrêa, estaria envolvido na venda de terrenos), pois o Poder Público nunca toma providências. Basta construir a casa ou comércio que eles (Prefeitura) nunca vão demolir, e assim se vai levando.
    Não sei se é verdade ou mentira, mas dá para desconfiar. Cito como exemplos a construção de uma enorme casa no cume da montanha e, até mesmo, de uma IGREJA (vejam só, ela tem até endereço – Rua Ageladas, nº 301 – e já realiza cultos às terças, quintas e domingos, das 19:00 às 22:00 horas).
    Será que isso é certeza da impunidade, pois, afinal, o preço já foi pago?
    Renovo a reclamação porque, realmente, é uma pena, pois isso aqui era uma imensa área verde destinada à renovação do ar de São Paulo, já bastante poluído, e à colheita das águas das chuvas de verão, impedindo as constantes enchentes em São Paulo.
    Eu poderia ficar quieto, pois, afinal, – diria o egoísta – estou aqui no alto e quem paga o preço são os cidadãos que têm de morar e trafegar pelas partes baixas da cidade. Contudo, você bem sabe, tudo o que se faz aqui acaba, de uma forma ou de outra, atingindo a todos.
    Nos bairros mais afastados do centro da cidade isso ocorre rotineiramente.
    Não seria o caso de uma reportagem especial, inclusive para que a gente saiba se vale a pena continuar reclamando.
    Imagine se, depois do que foi dito por PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO, ele vier a ser eleito presidente, todos nós estaremos órfãos, pois que falou em alto e bom som que defende as invasões, dando um belo exemplo a todos os brasileiros!
    Obrigado,
    Edson

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