Os três mosqueteiros e seus seguidores.
Claudio Vieira, Massào Uéhara e Sérgio Mendes, são três cidadãos paulistanos que acreditam no efeito da participação da sociedade na vida do legislativo. Por isso, aderiram a ideia do Adote um Vereador e conectados em rede passaram a tarde a informar, pelo Twitter, o dia de trabalho dos parlamentares paulistanos. À distância, Mário Nogales e Alecir Macedo retuitavam e trocavam informações
Logo que chegaram à Câmara souberam pela segurança que somente poderiam tomar assento nas galerias – espaço reservado ao público – após a chegada dos vereadores em plenário. Esperaram até que as portas se abrissem. Eram os três e mais duas pessoas ligadas ao Serviço de Zoonose.
“Quorum total: 5 cidadãos ! Pífia a presença do POVO” – escreveu Cláudio Vieira, o mais agitado dos três.
Convenhamos, nem pode ser diferente. Quem deveria incentivar a presença do cidadão no parlamento são os menos interessados. Quanto menos gente lá em cima a controlar, “mais” se pode fazer lá em baixo. Sem contar que boa parte das decisões tomadas na Casa é às portas fechadas em conversas de gabinete ou na reunião dos líderes, que o cidadão não tem o direito de assistir.
Cidadãos em seus postos e vereadores, também – ao menos no painel eletrônico. O número de presenças no placar, porém, não condizia com os gatos pingados que apareciam diante da mesa diretora. “Eles registram presença pelo leitor biométrico, na sala que fica ao lado do plenário, ou ao lado de um elevador próximo; depois sobem para seus gabinetes e ficam livres para voar, inclusive os que são candidatos podem sair a fazer campanha”, soube Cláudio.
Massáo decidiu, então, fotografar o plenário quase vazio no que foi interrompido por um policial militar que faz a segurança no local (deve ser para que o povo não invada as galerias). “Só com autorização do 8º andar”, disse a autoridade. Pouco satisfeito com a resposta, enquanto Massao seguia a fotografar, Sérgio foi ao céu – ou ao tal 8º andar, onde foi informado que por ser um popular (e do Adote), e não um jornalista, não precisava de autorização. O policial aceitou a resposta “mas ficou de longe, sem entender o que aqueles três malucos faziam ali”, relatou Cláudio.
Logo que vereadores souberam que a “imensa maioria” do público presente fazia parte do Adote um Vereador, reagiram. Alguns com simpatia acenavam lá de baixo, como Floriano Pesaro (PSDB) e Dalton Silvano (PSDB). “Escreve no Twitter que estou aqui”, disse este último. O presidente da Casa e candidato suplente ao Senado, Antonio Carlos Rodrigues (PR) retribuiu os cumprimentos recebidos de um dos populares que ocupavam as galerias.
Os debochados também marcaram presença. Milton Leite (PMDB) chegou quase no fim da sessão e fez piadinha: “Olha eu estou aqui, heim ! Podem me fotografar que estou aqui”. Nos bastidores, costuma dizer que quanto mais falam mal dele, mais ele fica popular.
Sessão encerrada. Encerrada ? Como ? E os projetos de lei a serem votados ?
Não havia quorum. Ou seja, não tinha vereador suficiente para que os trabalhos continuassem. É que apesar de haver mais ou menos 47 parlamentares registrados no painel eletrônico, apenas mais ou menos 17 estavam no plenário para votar. Na maioria das vezes, eles fazem vistas grossas e votam assim mesmo, no que chamam de votação simbólica.
Desta vez, porém, havia cinco cidadãos para contar a história.



Sabe Milton, para mim ficou evidente que se a Folha SP não estivesse feito a matéria na semana passada de vereadores burlando o painel, ontem o plenário estaria bem mais vazio, pois deve ter vereador-candidato que marcou o dedão no leitor biométrico mas desta vez fez um voo rasante, não saindo do prédio da CMSP, sendo desta forma mais fácil dele ser avisado para voltar correndo quando teriam jornalistas ou, pior, cidadãos de olho neles. Tem um “mano” que fez assim, nome no painel deste o início da sessão (15h) mas só deu as caras às 16h32. e ainda ficou em posição estratégica para ser fotografado/notado sua presença.
Outra coisa que constatei, que o “Adote” está bem conhecido lá dentro, bom trabalho feitos pelos amigos adotantes.
Belo trabalho executado pelos três mosqueteiros, isso só me incentiva a continuar no projeto e cada vez mais fortalecido.
Apesar das decepções que são cada vez maiores com meu adotado, só vive aprontando e dando como certa sua eleição ao senado abandonou a função de vereador.
Segundo informações do Sérgio, o vereador Netinho de Paula (PCdoB) esteve presente no painel o tempo todo, porém só apareceu minutos antes do encerramento da sessão. Em contato com o gabinete do vereador fui informado que ele estava na casa e participava de uma reunião, reunião esta que seu assessor não soube informar qual era.
Sem esquecer o Milton que é o grande mentor do projeto, que deu certo e está esplhando por todo o Brasil inclsive Brasília…
Parabéns a todos!!!
No mês passado fui ao centro proximo a assembleia, na volta aproveitei e fui visitar os nobres vereadores de São Paulo
Chegando lá, cadê os vereadores?
Se tivesse uns dez vereadores presentes era muito.
Realmetne no quadro de presença, constava uns 50 vereadores presentes.
Espiritualmente talvez!
Ai tres mosqueteiros Aramis, Porthus e Athos.
Para bens pelo trabalho e dedicação de vocês
Tá faltando o Dartagnan
http://www.blogdoaitalo.blogspot.com
O Maior problema é o seguinte:
O Vereadores Cabulam a aula e não levam a bronca de seus pais (que são os eleitores) dai o trabalho deles que deveria ser:
Fiscalizar a prefeitura não acontece e dai acontece o seguinte:
Não há atendimento na SAUDE, NA EDUCAÇÃO E NA SEGURANÇA, principios universais de qualquer governo, como ninguém olha, ninguém vê e ninguém sabe.
Nós do Adote um Vereador, Voto Consciente, Movimento Nossa São Paulo entre outros estamos plantando a semente de uma grande arvore que se chama CIDADANIA!
Uma coisa que admiro no Claudio Vieira e seus parceiros, é a disposição e talento para este tipo de expediente e adesão à proposta do Jornalista Milton Jung
Na minha simplicidade, acredito que mesmo não concordando radicalmente com o trabalho de qualquer vereador, deve-se referir ao mesmo como tal, pois, alcunha-los de “mano” ou qualquer outro termo, é dar munição para criação de críticas e acusações. Vindo da periferia ou jardins, Lord ou “Mano” , pelo que vimos as atitudes dos parlamentares são idênticas.
Amigos:
Está mais que na hora de questionar junto aos nossos ilustres vereadores sobre históricos casarões e edificações que estão sendo demolidos indiscriminadamente na calada da noite, nos finais de semana, para dar seus lugares a predios.
Como sabemos o grande lobby constituido pelas incoporporadoras e construtoras, podem fazer o que quiserem e o que bem entendem na cidade de São Paulo e onde quiserem.
Com apio de quem?
Sabe-se que uma enorme área verde pertencente a familia tradicional da zona leste, mais precisamente na Vila Ema será destruida para dar lugar a umm conjunto de predios.
Vale dizer que a prefeitura para não prejudicar o trânsito nas imediações do novo condominio, e adjacencias, decidiu alargar as ruas, e assim os felizes moradores deste novo empreendimento e vizinhos, poderão trafegar com mais conforto pelo bairro e em volta do condominio.
Mais este absurdo consta e materia publicada na Folha de São Paulo em Agosto
http://www.blogdoaitalo.blogspot.com
Olá,
que se multipliquem os cláudios, os sérgios, os míltons e os outros adotantes.
beijo,
ml
Olá Milton,
Foi uma tarde decepcionante para o cidadão Cláudio Vieira.
Para o integrante do Adote um Vereador que já sabia desses detalhes relatados por você no texto acima, não estranhou em nada aquilo que viu.
Como cidadão sim! Fico triste de ver quanto tempo perdido e quanto dinheiro público jogado fora! Juro, cheguei à pensar em quantas folhas A4 foram jogadas fora ali, naquela tarde!
Teve um momento que pensei: – quantas pessoas não gostaríam de estar no lugar ‘deles’ decidindo o futuro de uma população de 10 milhões de habitantes na maior cidade da América Latina?
Eu ali com meus dois amigos e combatentes da cidadania ativa diante daquele palco, ou seria passarela? Sério, era um tal de entrar e sair do plenário que uma pessoa sozinha não conseguiria registrar o vai e vém!
Pôxa! Descobri na carne o sentido da frase: meia verdade!
Não posso aceitar nunca que um parlamentar registre sua presença em plenário de um anexo ao lado ou de um leitor biométrico ao lado de um elevador e se ache dentro da lei, não ficando para a sessão. Seja lá por qual motivo for!
Registrou presença deve ficar e fazer aquilo que é sua obrigação de parlamentar. Eles sabem disso mas por uma cultura equivocada fazem isso há muito tempo e está errado!
Peço aos vereadores que cumpram seu horário como manda a lei e registrem suas presenças permanecendo no plenário para evolução dos debates, votações etc.
Acreditem pessoal tem vereador que não gosta dessa bederna mas não pode gritar, sabemos porque!
Alguns querem à ordem sim! Vocês descobrirão logo quem são! Dou minha palavra que existe vereador sério ali.
Quanto à você Armando: te convido para adotar um vereador como já conversamos antes e até escolhemos um afilhado juntos, lembra?
Quanto ao Beto: um amigo daqui do blog que tem minha admiração por trabalhos voluntários que também realiza eu digo, que se eu parar agora eu não consigo mais dormir à noite, não viveria mais sem essa luta pelo cidadão e por nossa cidade, estado e país! Culpa do Milton Jung! Risos.
Quanto ao Alecir, Mário, Màssao e Sérgio: não tenho palavras por tê-los como amigos e que carinhosamente cuidam do nosso projeto e arregaçam as mangas de verdade.
O ADOTE UM VEREADOR é uma paixão que hoje move nossas vidas!
Vocês são realmente: “os caras”
Abraço forte no idealizador e apoiador de sempre, o jornalista e mais importante -na minha opinião- o cidadão Milton Jung!
Ola grande Claudio
Ja tentei entrar em contato com o “adotado”, por algumas razões não foi possivel
Vamos andando, para ver no que vai dar.
Grande abraço
Armando Italo
http://www.blogdoaitalo.blogspot.com
Infelzimente, aqui na Câmara de Santo André é a mesma coisa. Vereadores mais em gabinetes que em plenário…As discussões, que deveriam ser publicas, se dão às portas fechadas e as decisões já chegam prontas para serem votadas.
Isso sem contar que também há baixa participação do cidadão.
Como um mero busólogo, que não está falando em ônibus agora, só não “entendi” uma coisa
POR QUE QUE JORNALISTA TEM DE TER AUTORIZAÇÃO DO “OITAVO ANDAR” E OS DEMAIS PODEM FOTOGRAFAR a VONTADE?
ORA, JORNALISTA NÃO É CIDADÃO TAMBÉM?
QUAL INTERESSE DE COLOCAR TANTO OBSTÁCULO PARA O JORNALISTA FOTOGRAFAR ?? AFINAL, AS LENTES DAS CÂMERAS DA IMPRENSA NÃO SÃO OS OLHOS DO CIDADÃO QUE POR FALTA DE TEMPO MUITAS VEZES NÃO PODE SER PARTICIPATIVO DE CORPO PRESENTE?
NÃO É A CASA DO POVO LÁ? O TRABALHO DA IMPRESNA, PRESUME, É PARA O POVO
SE NÃO FOSSEM OS AMIGOS QUE ESTIVEREM NESSA “MEGA SESSÃO” NÃO SABERÍAMOS QUE OS NOBRES VEREADORES ESTAVAM “TRABALHANDO” TANTO.
NÃO SÓ NA CÂMARA, MAS NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA É ASSIM TAMBÉM.
COMO MAIS FAÇO POLÍCIA NA CBN (E ÔNIBUS AQUI NO BLOG) QUANDO IA A CAMARA OU ASSEMBLÉIA, NÃO TINHA DE COR E SALTEADO O GABINETE DOS NOBRES.
ENTÃO IA NO POSTO DA PM, PRÁ ME INFORMAR ONDE ERAM OS GANINETES OU ATÉ ALGUMAS SALAS….
PEDIAM MINHA IDENTIFICAÇÃO E EU DAVA, NA BOA….SÓ QUE AÍ, EU ERA OBRIGADO A PASSAR NA ASSESORIA DE IMPRENSA, E NÃO TINHA ACESSO DIRETO AO REPRESENTANTE DO POVO.
O PESSOAL DA ASSESSORIA, MUITO CORTEZ E EDUCADO, HÁ INCLUSIVE PESSOAS QUE ADMIRO COMO JORNALISTAS, ME CUMPRIMETAVAM E DIZIAM…”AH, O DEPUTADO (OU VEREADOR – DEPENDE DA CASA) FULANO DE TAL….BELEZA, DESCE LÁ (IR PRÁ SALA)
POXA, PRÁ QUEM TANTA BLINDAGEM ASSIM COM A IMPRENSA?
LEMBRO-ME DA CPI DA PIRATARIA NA ASSEMBLÉIA.
EU, SOBRE PIRATARIA MAIS ACOMPANAVA AS VIATURAS DE POLÍCIA E ENTRAVA NAS DELEGACIAS…SABIA AS SALAS DO DEIC, MAS DA ASSEMBLEÍA NÃO.
EM RESUMO, QUASE PERDI O FINAL DA SESSÃO PORQUE TIVE DE PASSAR EM – POSTO DA PM, SER ACOMPANHADO ATÉ A ASSESSORIA DE IMPRENSA, FAZER TODO O CAMINHO DE VOLTA PARA ACHAR A BENDITA SALA DA SESSÃO.
Mas, é o rito das coisas públicas né……Mas garanto, numa garagem de ônibus, que é uma área privada de um serviço público (NA RUA O ÔNIBUS É DO PUBLICO, NA GARAGEM É DO SEU DONO), onde há quantidade em dinheiro dos carros que chegam das ruas, toda uma politica de privacidade e segurança de uma empresa privada, parece ter menos burocracia
PS e me alongando…..NÃO SEI TAMBÉM O MOTIVO DE NÃO PODER FOTOGRAFAR EM TERMINAIS E DE ÔNIBUS E METRÔ…..NÃO SÃO ESPAÇOS PUBLICOS???? NÃO HÁ MILHÕES DE USUÁRIOS PASSANDO POR LÁ…..ESCONDER O QUE ENTÃO…..Já quase apanhei de segurança, com minha humilde máquina de 7.2 MP (que bebe pilha prá caramba) só porque achei um ônibus bonito, prestando serviço no terminal e quis fotografá-lo para deixar nos meus arquivos de colecionador..
VAI ENTENDER – NA CÂMARA OU NA ASSEMBLÉIA, TODOS PODEM FOTOGRAFAR, MENOS A IMPRENSA SEM “AUTORIZAÇÃO”
NA GARAGEM, O PESSOAL TE RECEBE MELHOR DO QUE NO TERMINAL QUE É PÚBLICOOOOOO
Olá Ádamo,
Seu desabafo é pertinente. Você está corretíssimo!
Soubemos que eram ordens superiores! Na verdade tentam controlar tudo que a imprensa estiver fotografando e filmando por lá.
A desculpa seria ter autorização para não serem usadas imagens sem o conhecimento ‘deles’ mas sabemos muito bem que estão agindo ilegalmente e a idéia principal é outra! CONTROLE!
Temos ali uma maioria de parlamentares preguiçosos e adeptos do patrimonialismo.
Também posso chamar de poceiros! Minha opinião.
Vamos mudar isso na pressão e no VOTO muito breve.
Ali é a Casa do Povo, do Jornalista , do fotógrafo, do cinegrafista, do lixeiro, do engenheiro ………..e de todo cidadão!
Precisamos corrigir essa idiotice daqueles que se acham donos da CMSP.
Agora é que vou fotografar tudo ali, até o ar que respiram!
Cláudio Vieira
É do tipo de coisa que a gente só aprende fazendo. Dá trabalho por que pensar que a entrada na sua própria casa requer tanto protocolo e rapapés é meio desanimador mesmo. Mas Tem que ser feito. Não há democracia neste planeta que não seja feita com povo de olho no Estado. Definitivamente, não poder ficar de pé, não poder fotografar, não poder manifestar-se…. enquanto a algazarra e as conversas paralelas são a tônica no plenário…. é demais pra este simples cidadão.
Ainda ontem eu estive matutando sobre o que seria uma boa maneira de atrair o cidadão de volta à sua casa… Quem sabe um ônibus lotado, destes que levam e trazem as pessoas do trabalho todos os dias; quem pode imaginar como seria se
um desses errasse( ou acertasse) o caminho rumo a CMSP? Se todos os enlatados dali de dentro buZão, entrassem um bocadinho….Só pra ver como trabalham os que são diretamente responsáveis pelo ônibus, o trabalho, a saúde, educação…. e todas estas coisas assim…., do dia a dia e que importam pra todo mundo que vive aqui.
Umas 200x que um ônibus destes parasse por lá e a cidade de São Paulo sairia diretamente do futuro para ser a nossa cidade do presente . Afinal é onde vivemos.
Lembrei-me de um fato que aconteceu assembleía dos vereadores de São paulo me deixou perplexo e as outras pessoas também.
Durante uma manifestação de uma certa entidade de classe, manifestantes reinvidicavam atenção por parte dos vereadores e estes não lhes davam a manor atenção.
E as reinvidicações eram mais que justas, por direito da classe trabalhadora que estava presente.
Eis que um dods vereadores, não lembro o nome desta figura, começou a fazer chacotas.
Uma senhora que fazia parte da manifestação contestava, reinvidicava os seus direitos e este tal vereador, dizia:
-Que bonitinhas elas são.
-Umas gracinhas.
-Muito dificil elas conseguirem o que querem.
E conseguiram!
Assim é tratado o eleitor por determinados vereadores prepotentes, sem educação.
Mas quando estão perto de eleições, do dia para a noite como num passe de mágica, tornam-se verdadeiros “carneirinhos”
Ou melhor dizendo:
Lobos em pele de cordeiros.
revoltante!
Pior de tudo que este tal vereador foi reeleito!
Parabéns! Ilustres cidadãos: Claudio Vieira, Sérgio Mendes e Massào Uéhara pela persistência. Três citadinos, parece pouco, mas com um poder mobilizador de proporção gigantesca capaz de alcançar todo nosso território, chegando até ao oeste do Brasil, instigando-nos ao exercício da cidadania em todas as instâncias. Prossigamos!
Isso já aconteceu comigo, sou jornalista, trabalho como assessor de imprensa, um dia um militar, que mais parecia um soldado de Hitler, tomou o meu equipamento, deu uma bronca, proibiu de fotograar o plenário, toda essa arogância porque segundo ele eu não tinha autorização para fazer imagens do local. Avisei ao dito cujo que era cadastrado na sala de imprensa e que tinha sim autorização para fazer as imagens, de nada adiantou sai de lá da “Casa do Povo” escoltadao pelo policial como se bandido eu fosse. Reclamei na ouvidoria, na própria PM, e de nada adiantou. Até hoje sinto revolta do que aconteceu o policial continua lá, barrando o serviço da imprensa.