Avalanche Tricolor: E tudo começou com um carrinho

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Grêmio 2 x 2 Flamengo
Brasileiro – Olímpico Monumental

No grupo de jornalistas esportivo, um deles era gremista de quatro costados. E na roda o tema era o Grêmio, lógico. Assim que me aproximei, meu conterrâneo foi definitivo: “É consenso, Douglas e Souza não podem jogar juntos”.

Como entendo muito pouco das estratégias de jogo, das formações táticas, do estilo de cada um em campo e das combinações possíveis, e enxergo as partidas de meu time pelo coração, neguei-me a compactuar com aquela conspiração: “Não vejo problema nenhum – desde que joguem”, complementei.

O toque rápido de Souza que deixou Douglas em condições de marcar o primeiro gol do Grêmio me fez lembrar o diálogo de ontem à noite. O que devem ter pensado aqueles especialistas em futebol. Talvez preferissem outro qualquer em campo, como se estivéssemos com gente sobrando no elenco.

Douglas e Souza podem jogar juntos, sim, desde que joguem.

Hoje, enquanto os dois estiveram no time, estávamos na frente, graças, aliás, a outra bola de Souza que encontrou André Lima e rebateu nos pés do goleador Jonas. Aliás, André e Jonas também podem jogar juntos desde que façam os gols necessários. Nem sempre conseguem.

A propósito, depois que Souza saiu, Douglas não conseguiu jogar mais.

Conto toda está história, mas não posso deixar de citar o mais importante. A TV pouco destaque deu, na vez que mostrou parece ter sido sem querer, pretendia chamar atenção para outra coisa. Mas a crônica deste jogo começou com um carrinho de Adílson na intermediária que não se limitou a roubar a bola do adversário, serviu-a para Souza e o resto você já sabe.

Vamos precisar de muitos carrinhos de Adílson e companhia para seguir em frente.

4 comentários sobre “Avalanche Tricolor: E tudo começou com um carrinho

  1. Você tem razão,Mílton. Não perca tempo ouvino os estrategistas. Os melhores têm que jogar. Logo,Souza e Douglas precisam ficar no time do Grêmio. Desde que,como você disse,joguem.

  2. Milton, tá cada vez mais duro torcer pro Grêmio.
    Tipo assim, se alguma coisa tem que dar errada pro tricolor, acaba dando.
    Esse gol do Pet foi pra matar.
    Ainda bem que o Renato nos tirou da segundona.
    No mais, saudade do amigo, do Silvio Bressan, do Eduardo Tessler, do meu irmão e de toda a gauchada tricolor radicada em São Paulo.
    Forte abraço, irmão

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