Grêmio 1 x 0 Santos
Brasileiro – Olímpico Monumental

Vibrava com as jogadas de um time que se transformou neste campeonato; vibrava ao ver Douglas jogar como um guerreiro, do que jamais imaginei lhe chamar um dia; assim como vibrava com os dribles de Escudero e as descidas alucinadas de nossos laterais; quando um torpedo aterrissou em meu celular com a não inesperada notícia da morte de Steve Jobs.
Nasci no jornalismo, em 1984, quando o mentor da Apple trazia ao mundo o Mac II, que tinha como grande façanha permitir o acesso dos cidadãos comuns a um mundo até então reservado aos nerds. Mas apenas fui descobrir as coisas fantásticas que ele e sua equipe criaram muitos anos depois ao comprar o primeiro PowerBook, na virada do século. Rapidamente me apaixonei pela praticidade e criatividade das máquinas e da marca. Airbook, MacBook, IMac, Ipod, Iphone, Itouch e, finalmente, o Ipad se misturaram aos móveis da minha casa. E da minha vida. Consumi cada novo livro que citava Jobs, cada página de revista que trazia informações sobre ele. Considero-me relativamente informado sobre o homem que liderou uma das empresas mais revolucionárias do mundo a ponto de não me iludir com as fantasias e mitos que surgiram em torno dele. Nada me tirou, porém, a paixão por sua obra e criatividade. A arte de Steve Jobs é a inovação e isto nos marcará para todo e sempre.
O ritmo alucinado do Grêmio na tela da televisão, porém, arrancou a tristeza que me abatia. E sem perceber estava novamente ligado pelas emoções do futebol fascinante que o time impôs no estádio Olímpico. Voltei a vibrar e socar o ar quando a vitória de realizou.
Grêmio, só tu pra me fazer sorrir nesta noite em que lamento a morte de um dos grandes gênios que já passaram entre nós.
Pensando bem, Steve Jobs é como o Grêmio, um Imortal.
Grande, Milton Jr. !
Gremistaço de grande linhagem.
Estava ouvindo o jogo pela rádio quando a narração foi interrompida para a divulgação da morte de Jobs.
Meu pai, santista fanático, faleceu há 4 meses, e durante todo o jogo lembrei dele.. Gostaria de ter ligado gritando gol, de ter tirado sarro do gol perdido pelo Santos e de ficar os minutos finais do jogo no telefone com ele rindo do vexame que o Santos passou essa noite..
Certo nessa vida é que todos nós morreremos, menos o Grêmio!
Rumo a Libertadores 2012!
Excelente texto meu xará! Tristeza pelo Jobs e alegria pelo nosso (também) Imortal.
Abraço!
mesma coisa comigo. estava animadaço com o jogo e recebi um sms da minha esposa falando da morte.
me tirou o foco do jogo, não consegui ficar tão animado quanto estava antes.
perdi um grande idolo, uma pessoa que admirava muito.
Bela comparação. Será que precisaria escrever mais? Creio que não.
Com relação ao Jobs tenho que o diferencial dele é que foi um gênio com o qual convivemos e não que conhecemos nas linhas da história, como Eisten, por exemplo. Espero que outros tenham o talento dele para buscar a cura do câncer….Com relação ao Grêmio, tudo o que quero é que do Celso Roth faça-ma engolir o que disse dele!!! Uma vaga Na Libertadores claro que é uma boa, mas terminar o campeonato na frente deles e também na frente do rubro-negro no qual joga aquele sujeitinho…. para mim já está muito bom.
Valeu trocolor dos Pampas.
Jobs e Gates
Genios que facilitaram a vida de muitos!
Se na politica tivesse pelo menos uns dez iguais, coisa que duvido que venha existir…………………………….
A vida do povo também seria facilitada
e o meu SPFC………………………………….
Ave Milton!
Gostei da correlação!
Só poderia ser quanto à imortalidade, porque, infelizmente, gênio no Grêmio, não tem nenhum!!
Abraço bleu, blanc et noir [estou ouvindo o Serge Gainsbourg!]
Cesar
Boa Tarde Milton e aos Colegas do Blog.
Na minha opinião o mundo o seu grande genio e um dos seus miores empreendedores. O Stive Jobs é igual Pelé, nunca vai existir outro.
Abr,
SR.