Avalanche Tricolor: Fatores que fazem a diferença

 

Vasco 2 x 1 Grêmio
Brasileiro – São Januário (RJ)

 

 

Falei de palpites na última Avalanche e peço permissão para voltar ao assunto, neste domingo. Lá na rádio, às vésperas do Campeonato Brasileiro, o pessoal da redação desafia os colegas a acertar a colocação dos 20 clubes que disputam a competição. Desenvolveram uma matemática estranha com pontos para quem acertar os clubes e as posições ou ficar mais próximo do resultado. Um cálculo que, confesso, não tenho o menor interesse em saber como funciona até porque no fim do Brasileiro já esqueci os palpites que dei e a possibilidade de eu errar todos é enorme, pois sou incapaz de usar qualquer lógica para definir quem será o segundo, o décimo-primeiro ou o décimo-sétimo colocados. Só dois clubes são posicionados na tabela com algum critério mais bem definido: o Grêmio, que sempre aparece no topo da lista, e o co-irmão, que sempre surge entre os últimos quatro colocados. Não são palpites, são desejos. Única e exclusivamente desejos, que na maioria das vezes não são contemplados, como pudemos perceber se compararmos minhas apostas e a tabela de classificação após esta primeira rodada do Campeonato.

 

Este ano o Campeonato começa com um desafio para os clubes fora de Rio e São Paulo, estados que venceram oito das nove edições disputadas com pontos corridos. Quebrar a hegemonia dos principais clubes do eixo será uma tarefa difícil, a começar pelo fato de paulistas e cariocas terem dez times entre os 20 que participam da primeira divisão. Além disso, há outros fatores que beneficiam estas equipes como a maior arrecadação, como lembrou bem Paulo Vinícius Coelho em sua coluna dominical no Estadão. O Corinthians fatura mais do que o dobro do Grêmio, por exemplo.

 

Claro que quando falo de fatores que desequilibram a disputa não estou me referindo a influência de árbitros como o desta noite que foi capaz de anular um gol gremista porque o zagueiro do Vasco fez falta em seu próprio goleiro. É isso mesmo que você leu. E se tiver dúvidas confira no replay, como diziam antigamente. Seja como for, entro neste Brasileiro mais confiante do que nos anteriores, apesar do revés na estreia.

 

Aproveito para deixar a seguir meus palpites para o Brasileiro de 2012 e desde já peço desculpas aos torcedores de clubes que aparecem na parte mais baixa da tabela. Como escrevi no primeiro parágrafo, não uso qualquer lógica nestas escolhas. Ou quase nenhuma:

 

1 – Grêmio
2 – Santos
3 – São Paulo
4 – Fluminense
————————–
5 – Vasco
6 – Corinthians
7 – Cruzeiro
8 – Flamengo
9 – Atlético/GO
10 – Palmeiras
11 – Coritiba
12 – Atlético/MG
13 – Bahia
14 – Sport
15 – Botafogo
16 – Ponte Preta
————————–
17 – Figueirense
18 – Portuguesa
19 – Internacional
20 – Náutico

 

Se quiser arriscar, faça sua lista, também.

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6 comentários sobre “Avalanche Tricolor: Fatores que fazem a diferença

  1. Fazemos,na Rádio Guaíba,uma aposta bem mais simples da relatada pelo Mílton. Cada um preenche um pedacinho de papel com os seus palpites sobre quais equipes se classificarão do primeiro ao quarto lugar. Está na cara (ou no papel) que este tipo de aposta,que não rende prêmio para ninguém,é muitíssimo mais simples do que o inventado pela turma da CBN. Confesso que o Grêmio,como nos palpites do meu filho,está entre os quatro melhores. Prefiro,porém,não revelar em que posição. Acerca da estréia do Imortal Tricolor no Brasileiro,não chegou a me desagradar. Desagradou-me,isso sim,o árbitro Célio Amorim Pablo dos Santos Alves,cujo comprimento do nome é infinitamente maior do que a sua qualidade como apitador. Anulou gol legítimo do Grêmio e tentou compensar o erro assinalado pênalti inexistente contra o Vasco ( jogador vascaíno tocou involuntariamente na bola). O diabo é que o propósito do Célio foi frustrado pela péssima conbrança de Marcelo Moreno

  2. Milton, você ainda foi generoso com nossos co-irmãos, deixando-os em penúltimo, hehe. Meu pai definiu bem ontem, quando os narradores falaram “Começou o Brasileirão”, de bate-pronto ele emendou “Começou a roubalheira”. Tudo bem que perdemos um pênalti que não poderia perder, mas se aquele gol não tivesse sido anulado de maneira completamente estúpida, no momento em que ainda estava empatado o jogo, o emocional e o resultado final seriam diferentes. Paciência, esses erros grosseiros contra o nosso time parecem já fazer parte de nossa história, dando ainda mais valor às conquistas.

    Estou contigo, no quesito confiança no clube. Apesar da derrota ontem, apresentamos um futebol que não foi dos melhores, mas pelo menos se impôs na casa do adversário. Já devemos vencer na próxima rodada, em casa (onde Luxemburgo me parece estar com 100% de aproveitamento) e contra um ídolo nosso, o Felipão, que não deverá ficar totalmente triste pela derrota, hehe. Agora é focar na Copa do Brasil, porque esse sim é o principal objetivo do semestre e, talvez, até do ano.

    Abs

    • Quanto ao gol anulado e o penalti. O primeiro aconteceu quando o jogo estava empatado e o Grêmio passaria a frente no placar; o segundo, seria o do empate pois o Vasco já havia feito o segundo gol. Na realidade, o que me parece, é os juízes são ruins mesmo.

  3. Não acredito que meu Santos chegue tão bem como em seu palpite.
    Afinal, ele estará se preparando para o mundial e isto o prejudicará na empreitada do brasileiro.

    O Colorado não está bem, mas tb não está tão ruim assim!
    Deve chegar em 16º e ai não vai sobrar nem copa Sul Americana.
    Será um castigo maior.

  4. Quanto aos palpites não arrisco citar nomes, porém com relação à arbitragem não tem mto q reclamar. Acompanho as transmissões do Campeonato Carioca, e como flamenguista não vejo diferença entre os árbitros do Estadual e do Brasileirão. Citando o Alvaro Oliveira Filho, “o árbitro não tem culpa de ser ruim…errado é quem o escolhe”. Enquanto a decisão deles em campo for interpretativa, teremos bastante assunto para discutir o bom e velho futebol. Um abraço.

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