Avalanche Tricolor: Torcida e time fazem uma baita diferença

 

Grêmio 2 x 1 Atlético (GO)
Brasileiro – Olímpico Monumental

 

Gremio x Atletico-GO

 

Você, caro e raro leitor deste blog, sabe bem que muito mais do que o placar final e a conquista alcançada, escrevo esta coluna, desde 2007, com base na emoção emanada da camisa que nossos jogadores suam em campo. E hoje me atrevo a escrever esta Avalanche antes mesmo de saber o resultado final da partida. Já estamos vencendo por 2 a 1, mas poderia ter começado este parágrafo antes mesmo de ver Elano brilhar com dois belos gols, um que partiu do seu talento na cobrança de falta – parecia ter colocado a bola com a mão no arco adversário – e outro no qual fechou com precisão uma belíssima jogada construída, não por um jogador, pelo coletivo tricolor.

 

Fui conquistado por este Grêmio desde o momento em que a câmera percorreu as arquibancadas e percebi que todos os espaços estavam devidamente ocupados. Acreditei neste time no instante em que o juiz apitou o início do jogo e havia uma tensão que ligava cada um de nossos jogadores, os levava a correr com uma gana que há muito não via nesta equipe. Estava evidente que algo novo surgia na relação entre torcida e time, aquele algo que fazia falta e me incomodava tanto, como já expressei em Avalanches e comentários anteriores. O Grêmio de hoje, sei lá qual será o resultado final, é um time com outra alma, apoiada pela paixão de seus torcedores, e isto pode fazer uma baita diferença para as nossas pretensões neste Campeonato Brasileiro. Porque é isto que nos torna Imortal !

7 comentários sobre “Avalanche Tricolor: Torcida e time fazem uma baita diferença

  1. Partilho do mesmo sentimento. Foi sofrido (mas quando não foi?) mas também percebi o resgate dessa simbiose torcida/time.

    Me fez lembrar a última vez que vivemos esse clima, durante a LA 2007 e o BR 2008.

    Espero que não seja apenas mais um momento efêmero, mas que seja o princípio de uma nova e gloriosa era. Nós merecemos!!!

  2. A noite começou mal:a CEEE- Companhia Estadual de Energia Elétrica – me assustou. Cheguei em casa às 6h30min da tarde ou,como queiram,no início da noite. Os dois portões se abriram com o habitual toque no controle. Maria Helena,minha mulher,foi logo me avisando que a energia elétrica estava em meia fase.Em parte das peças da casa havia luz,em outras, as lâmpadas praticamente,de tão fraquinhas,não tinham serventia. Fui direto para o telefone e liguei para a CEEE. Informei à telefonista o problema que ocorria no bairro inteiro. Ela me disse que logo uma equipe viria verificar o que tinha ocorrido. os minutos foram passando,viraram horas. A hora do início do jogo entre Grêmio e Atlético Goianiense se aproximava com rapidez. André,meu enteado,gremista doente,telefonou-me dizendo que tinha um televisor em condições de ser deslocado para uma das peças da sua casa na qual a energia elétrica funcionava (ele morra no mesmo bairro que eu) e que,como não poderia se valer do PPV,compraria o jogo da NET. Custava os olhos da casa – Cr$85,00 – mas ele resolveu pagar. E lá me fui para a casa dele. Quando o problema parecia estar resolvido,a energia caiu completamente. A equipe da CEEE havia aparecido e,para corrigir o defeito,necessitou desligar sei lá o que. Mal conseguimos ver o primeiro gol do Grêmio. A luz voltou somente no intervalo da partida. Salvou-nos o rádio de pilha. Hoje em dia perdemos o hábito de apenas ouvir a trasmissão dos jogos. O nosso sofrimento foi recompensado,porém, pela vitória gremista resultado e graças ao belo pulo que o Imortal deu na tabela da classificação.

  3. Caro Milton Jung, por termos jogado somente 25 minutos com qualidade, tivemos que sofrer até o final do jogo. Interessante que o técnico do At.GO mudou o jogo com uma substituição e o Luxemburgo não conseguiu reverter.
    Não deixamos de ganhar em função de atuação IMPECÁVEL do Marcelo Grohe. Todo o time caiu de produção após o gol do Atlético, e no ataque era um bate e volta (André Lima é assim – não consegue dominar a bola). Mas temos que ter mais calma na hora de decidir – perdemos muitos gols. Será que os jogadores (fora o ZR10, Elano e GS) sentiram o peso da torcida (mais de 50 mil pessoas no Olimpico) ?????
    Espero que não, pois o time do Grêmio vai precisar da torcida. Rumo ao TRI !!!

  4. Imagino o MFJ sofrendo com o radinho , se na tv a coisa não estava fácil (como diz o Leandro aí acima : nunca é fácil para o IMORTAL), mas vamos com abraçosendo pelas beiradas e chegando devagarinho , sem alarde e com confiança.

  5. Grande jogo do IMORTAL até os 30min do primeiro tempo. Depois, como deve ser, o técnico adversário mudou o time e o jogo ficou mais igual. Totalmente normal acontecer isso. Se o nosso time não continuo superior, não é culpa do nosso treinador. Creio eu que devemos dar num caso assim, mérito ao adversário pela mudança. E méritos ao nosso time, desde o treinador e aos jogadores que conquistaram mais 3 pontos, objetivo final de uma partida de futebol.

  6. Vi muita qualidade no início do jogo e depois a garra tricolor, como há muito não via. Este time tem tudo para crescer, está maduro, sabe o que quer; nosso treinador é especialista na competição.
    Juntando o time maduro com o treinador e a torcida, acho que este ano promete.
    Só não penso mais nisso por ter até receio de imaginar o título sendo conquistado no último jogo oficial do Monumental, contra o coirmão…
    Abraço.

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