Mundo Corporativo: esqueça as velhas máximas da sua empresa

Esta entrevista foi ao ar, no dia 23 de setembro de 2012, e foi reproduzida, neste sábado, dia 09 de fevereiro

 

Nas empresas da nova era o resultado a ser alcançado não pode ser meramente quantitativo, tem de estar ligado a busca de um significado e ao valor percebido pelos clientes. A opinião é do consultor de negócios, Cezar Souza, da Empreenda Consultoria, autor do livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”. Nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo da rádio CBN, Cezar descreve aspectos do que chama o novo universo empresarial e os desafios para sua carreira neste cenário. Ele sugere que se abandone algumas velhas máximas do mundo corporativo como a de que o segredo é a alma do negócio: “a alma é que é o segredo do negócio, ou seja o intangível, os atributos da empresa”.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN

7 comentários sobre “Mundo Corporativo: esqueça as velhas máximas da sua empresa

  1. O comentário “A alma é o segredo do negócio” me marcou profundamente.

    Acho que se usarmos esta ideia como uma referencia poderemos dar largos passos em direção a um novo modo corporativo de pensar!

    Parabéns, Cezar Souza, Milton Jung e CBN.

  2. Muito interessante o neologismo “CLIENTIVIDADE”.
    Assim também as “verdades” antigas que já não valiam antes e ainda são creditadas em ambientes atuais.
    A questão dos 10% das universidades na formação, cuja gravidade foi muito bem apontada.
    A vocação brasileira pelo serviço e que no meu modo de ver é uma constatação a ser considerada.
    “Acordar para sonhar” é efetivamente uma grande chamada .
    Excelente entrevista..

  3. Milton sou industrial há quase 25 anos ja sugeri a voce entrevistar um industrial
    um empresario da produção, mas sei que é dificil para voce perguntar para um destes por varias razões ai surge estes ¨consultores¨a dizer uma coisa destas
    que aNOVA ERA É A BUSCA DO SIGNIFICADO E O VALOR PERCEBIDO PELOS CLIENTES mas isto é a essencia da industria há milenios. Ou seja
    a industria tem que ter um significado e estar voltado ao cliente. Milton com todo o respeito aos consultores dê uma chance à alguem da produção. Saudações Gremistas.

  4. Vejo que nessa nova era a uma busca muito intensa pelo cliente más observo que as empresas não estão preparada para pensar, pois ainda estão ligadas ao resultados de seus produtos e com isso supervalorizado-os, esquecendo de seu maio bem o cliente, vejo com inquietação as empresas que se acham capaz e que são pragmáticas em seus negocio que pensam estar agrandando o cliente com seu comportamento de que o cliente que espera por minha empresa e fiel e que meu serviço e de excelência vejam que o Cezar nos informou que os bens intangíveis serão sim e concordo com ele o dialogo do futuro e que quando esses clientes perceberem que estão perdendo tempo e que podem descobrir novas possibilidades essa empresa começara a descobrir que ela não e unica e ai talvez seja tarde para a mesma.

  5. Esse NEO conhecimento não é NEO há muito tempo. Peter Drucker que faleceu em 14 de novembro de 2005 aos 96 anos já preconizava estes intangíveis muito antes de sua morte.
    É bem verdade que nem por isso abordar a importância destes aspectos não seja relevante . Principalmente quando verificamos que o difícil é implantá-los.

  6. boa tarde MILTOM JUNG ….

    Trabalhei em uma empresa de alimentos no interior por 15 anos como gerente comercial.
    Hoje sou camioneiro com meu caminhao transporto legumes congelados de minha regiao para sao paulo.
    Vinha voltando de sao paulo e sou ouvinte 100% CBN, achei super interesante a entrevista com Sr. CESAR SOUZA, meus parabens pela entrevista nunca tive oportunidade de abrir site, chegando em casa.
    A realidade das empresas sao realmente seus comentarios, mudei por nao achar que minhas ideias seriam validas e futuras. Vou procurar o livro e fazer varios presentes a empresarios e empresa a onde presto servicos em minha regiao..;;;;;

    abracos

  7. Falta algo fundamental nessas reflexões sobre o intangível: a Alma do negócio é feita de sua essência, ou seja, da cultura da Marca, das crenças, valores e direcionamentos que guiam toda a corporação e seus stakeholders em torno de objetivos comuns.

    Empresas que Cesar citou como Tam e Natura trabalham Marca de forma consciente, não há nada de “intuitivamente sem perceber”, não. São investimentos volumosos e bem direcionados para a Marca que geraram os resultados que essas empresas colhem.

    Concordo com o compartilhamento de informações como fundamental para a sobrevivência dos negócios. Manterão o sucesso e serão mais perenes empresas que tem a ousadia de mudar e se deixar mudar por cada pessoa com quem interage, seja funcionário, fornecedor, cliente, comunidade etc

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