Avalanche Tricolor: do jeito que o Grêmio é

 

Grêmio 0 x 0 Fluminense
Libertadores – Arena

 

O torcedor tomou a Arena, vibrou o quanto pode, marcou cada jogada do adversário com vaias e teve paciência com os erros de seu time. Fez o que se esperava de uma torcida como a do Grêmio que tem orgulho de sua história.

 

Em campo, assistimos ao esforço de Zé Roberto, à segurança e talento de Fernando e às insistências de Pará. Tivemos a oportunidade de ver nosso time lutar de forma heróica contra a superioridade numérica e as limitações de alguns de nossos jogadores. Se não fizemostudo que queríamos, fizemos o que podíamos fazer.

 

O resultado em nada muda nossa caminhada na Libertadores. A decisão seria, independentemente do placar, na rodada final jogando fora de casa, contra tudo e contra todos. Do jeito que o Grêmio sabe e gosta de fazer.

7 comentários sobre “Avalanche Tricolor: do jeito que o Grêmio é

  1. O Grêmio voltou a jogar heroicamente. Fazia tempo que não atuava assim.Luxemburgo deve estar satisfeito com isso. Eu,porém,não consigo me satisfazer com Dida e Cris.Não estão à altura do nosso time. E ambos foram indicações malditas do técnico. Ainda bem que temos Zé Roberto e Fernando.

  2. “O resultado em nada muda nossa caminhada na Libertadores. A decisão seria, independentemente do placar, na rodada final jogando fora de casa, contra tudo e contra todos. Do jeito que o Grêmio sabe e gosta de fazer.”

    Tem certeza ???

    Contra tudo e contra todos ??

    E o gol anulado ? Está no pacote ?

    • Ezequiel,

      A expulsão do Cris que mudou o cenário do jogo está neste pacote. A sequência de faltas, em todo o jogo, no Zé Roberto, sem nenhuma punição, também.

  3. Como já esperávamos, foi um jogo bem complicado. Um a menos durante todo o segundo tempo, pressão do adversário, apenas dois chutes a gol na segunda etapa.

    O primeiro de dois empates que o Grêmio precisa, veio ontem. O time mais copeiro e que joga com o regulamento debaixo do braço não poderia ter destino diferente na Libertadores, senão viver no limite. É desse Grêmio que estou falando, com cara de Libertadores. Tem sim, que melhorar em alguns aspectos, mas não pode perder esse espírito guerreiro e imortal que lhe dá o apelido.

    Na véspera dessa partida, a ESPN Brasil exibiu o documentário “Inacreditável – A Batalha dos Aflitos”, talvez para motivar os jogadores na concentração, apesar do horário tardio no qual foi exibido.

    Para a última rodada, contra o modesto mas não menos perigoso Huachipato, no Chile, o Grêmio ganhou um importante reforço: a ausência do Cris! Que venha o Bressan, jovem, mas de muita qualidade técnica. Queremos a Copa!

  4. Ainda de “queixo caído, de boca aberta, embasbacado”.
    Sabe Milton, o jogo pra mim ontem acabou ficando em segundo plano (talvez por saber que a classificação teria que vir independente do resultado de ontem, somente no jogo da semana que vem), mas na hora que entrei na ARENA chorei de emoção ao ver a grandiosidade e a beleza que é este nosso novo estádio.
    Foram por água a baixo tudo aquilo que li e ouvi de críticas a nova casa, agora tenho plena certeza que são coisas plantadas por colorados, invejosos e ciumentos.
    Gremista que é gremista e que conheceu a ARENA só pode é ficar orgulhoso!
    E com o passar do tempo os ajustes necessários para a plenitude de funcionamento serão feitos.

    • Gunar,

      Legal saber desta sua experiência que espero ter em breve. A lamentar a presença de alguns idiotas incapazes de conviver socialmente que causam briga e distúrbio servindo apenas para municiar os críticos, como foi o caso do torcedor que levou um rojão para dentro do estádio e quase provocou uma tragédia.

      E chegou a hora da vingança: vamos ganhar do Huachipato.

Deixar mensagem para ANGELO COLORADO Cancelar resposta