Quintanares: A carta

 

 

Poesia de Mário Quintana
Interpretação de Milton Ferretti Jung

 

Hoje encontrei dentro de um livro uma velha carta amarelecida,
Rasguei-a sem procurar ao menos saber de quem seria…
Eu tenho um medo
Horrível
A essas marés montantes do passado,
Com suas quilhas afundadas, com
Meus sucessivos cadáveres amarrados aos mastros e gáveas…
Ai de mim,
Ai de ti, ó velho mar profundo,
Eu venho sempre à tona de todos os naufrágios!

 

Quintanares foi ao ar originalmente na rádio Guaíba de Porto Alegre

2 comentários sobre “Quintanares: A carta

  1. Salmo 35:21
    Abrem a boca de par em par contra mim, e dizem:Ah! Ah! os nossos olhos o viram.

    MAS NA VERDADE AGORA EU NÃO SOU A ÚNICA A SER ENCHERGADA PELOS OLHOS, REALMENTE NÃO SOU MAIS A ÚNICA.

  2. Cada cidadão tem seus direitos e deveres, eu quero gozar do direito de VIVER, TRABALHAR E CUIDAR DOS MEUS FILHOS, isso é tudo.
    Deus abençoe você e todos os seus ENTES QUERIDOS.

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