Duas alegrias ao escrever “É proibido calar!” que será lançado hoje em São Paulo

 

 

Duas das muitas alegrias que tive ao escrever “É proibido calar! Precisamos falar de ética e cidadania com nossos filhos” (Best Seller)  foram os textos escritos por Miriam Leitão e Mário Sérgio Cortella, para o prefácio e a orelha do livro, respectivamente. Os dois aceitaram o convite sem titubear e, claro, fizeram questão de ler os originais do livro — quando sequer tínhamos o nome decidido. Isso sempre é motivo de apreensão, pois são eles — além do editor responsável pela publicação — os primeiros leitores do seu livro. No caso, dois leitores altamente qualificados, haja vista a maneira como ambos dominam a arte da escrita. A palavra deles tinha enorme importância para a realização desse projeto, por isso a espera foi marcada por uma enorme ansiedade.

 

O  texto da Miriam chegou antes e confesso que me emocionei ao conhecer um pouco mais das histórias que ela vivenciou em família, desde a relação com o pai até a primeira neta. Mais ainda ao ver que, ao se referir ao meu livro, ela traduzia exatamente o que eu pretendia passar ao leitor quando contei momentos que eu tive com os meus pais, os meus avós, os meus filhos e a minha mulher; ou quando apresentei meus pensamentos em relação a temas centrais do livro como a paternidade, a política, a ética e a cidadania.

 

Ainda faltava o Cortella. O e-mail dele chegou em um sábado à noite. E foi uma festa. Também marcada pela emoção, pois era o aval final que eu precisava para ter a certeza de que o meu livro valeria ser lido pelos leitores. Quando escrevo, escrevo para ser lido — o que pode parecer óbvio. Mas digo isso, porque às vezes tem-se a impressão de que o escritor escreve apenas pelo desejo de escrever. No meu caso — e imagino que de muitos outros —, escrevo pelo desejo de ser lido e que a leitura seja transformadora para o leitor.

 

Cortella não apenas agregou conhecimento ao livro, como já era de se esperar — e você poderá conferir na orelha da publicação. Ele, também, sugeriu o nome “É proibido calar!” — chamativo, provocativo e matador. Sugestão aceita de imediato.

 

Com o “filho” batizado e dois padrinhos como a Miriam e o Cortella, só me restava apresentar o livro aos leitores, o que farei oficialmente hoje, em São Paulo, e, nos próximos dias em Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Vitória.

 

Espero você!

 

13.08 Convite - É proibido calar - SP

 

2 comentários sobre “Duas alegrias ao escrever “É proibido calar!” que será lançado hoje em São Paulo

  1. Você vai autografar um exemplar que eu devorei, nas últimas semanas e um outro para meu genro, que está “grávido” do primeiro filho. Ontem, o meu filho mais velho ganhou um, pelo Dia dos Pais.
    Leitura gostosa de um conteúdo denso, capaz de iluminar decisões de pais, mães e educadores em geral, sobre o que importa na educação de um ser humano.

  2. Vi vc a pouco no Jornal da Cultura e deu uma vontade danada de ler. Sou apaixonado pelo tema e vou devorar este livro.
    Parabéns e muito obrigado pela contribuição.
    Abraços do seu antigo leitor.

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