Canto da Cátia: Carga perigosa

Um engavetamento bloqueou a Marginal Tietê, até às 10 da manhã, e causou lentidão, em São Paulo. Seis caminhões colidiram perto da Ponte da Freguesia do Ó, no sentido Ayrton Senna. A carga de um dos caminhões que caiu na pista é considerada perigosa. A repórter Cátia Toffoletto está por lá e manda estas imagens para você (para ver as demais clique na foto)

E não faz greve

O sentinela eletrônico foi apresentado semana passada em feira de segurança, realizada em São Paulo. Segundo nota publicada no Blog da Vejinha: “Comandado por um joystick (chega a 10 quilômetros por hora) ou programado para fazer rondas — sensores o impede de trombar com objetos —, consegue vigiar um galpão de até 500 metros quadrados. Também detecta pessoas em movimento e incêndios. Caso perceba anormalidades, pode alertar uma central, que checa a ocorrência por câmeras instaladas no equipamento, ou disparar um alarme”.

Não pede reajuste, não recebe 13º, não tira férias, não precisa de vale transporte ….

Passarela para bicicletas no Estilingão

A sugestão é do ciclista André Pasqualini que ainda não se convenceu como uma construção que custou mais de R$ 260 milhões não pode ser usada por pedestres e bicicletas. Ele lembra que o decreto 34.854/95 não é cumprido pela prefeitura, pois conforme o texto tanto avenidas como novas pontes e viadutos teriam de prever o tráfego para ciclistas.

No blog Ciclobr, ele mostra como seriam feitas as passarelas permitindo a circulação sem que houvesse prejuízo para os carros nem riscos às pessoas. Publiquei como ficaria a passarela na praça José Anthero Guedes logo abaixo da ponte estaiada entre a Berrini e a Nações Unidas. Lá no blog dele tem as outras sugestões.

“A situação das pontes em São Paulo é crônica. De todas as pontes de São Paulo, apenas na do Morumbi, tanto o ciclista como o pedestre podem realizar a travessia com segurança. Nas demais, é uma aventura para todos nós”, opina Pasqualini na esperança de receber uma só resposta da prefeitura de São Paulo. As sugestões foram enviadas à administração municipal.

Foto-ouvinte: Vaga do dono

Tem proprietário de imóvel que pensa ser dono, também, do espaço público. O ouvinte-internauta Fernando Cuartero esteve na rua Doutor Clóvis de Oliveira, no Jardim Guedala, no Morumbi, e descobriu que o local destinado para estacionar diante de um dos prédios é privado. Soube disso após o porteiro que estava na guarita anunciar que se o carro permanecesse ali seria guinchado. “Será que a rua pública agora além de estar infestada por flanelinhas teremos de ter a permissão dos donos dos imóveis para poder estacionar?”, pergunta em mensagem enviada ao CBN SP.

Foto-ouvinte: Cidade vigiada

Centenas de vigias têm saído as ruas, nos dois últimos dias, para chamar atenção da população às reivindicações salariais. As imagens feitas pelo ouvinte-internauta Edson Barros foram logo no início da tarde de quarta-feira, na avenida Angélica, no bairro de Higienópolis, em São Paulo.

A manifestação que causou transtorno ao trânsito e ao funcionamento de agências bancárias e outros setores fez com que as empresas chegassem a um acordo com os vigilantes, após negociação no Tribunal Regional do Trabalho.

Com o reajuste garantido de 5,9025%, os vigilantes devem voltar aos seus postos nesta quinta-feira.

Projeto de inspeção veicular está parado há 9 anos, na Assembléia

O combate a poluição do ar não está entre as prioridades dos deputados estaduais de São Paulo. Desde 1999, projeto de lei que cria a inspeção veicular está parado na casa, apesar de os automóveis serem a principal fonte poluidora. O autor, deputado Vanderlei Siraque (PT-SP), disse que a intenção era controlar a circulação de veículos em condições precárias no Estado.

A inspeção veicular entrou em vigor, por enquanto, apenas na capital paulista e para os carros movidos à diesel. O serviço será ampliado, no ano que vem, para todos os veículos licenciados na cidade. No entanto, não atinge os que circulam em São Paulo, mas foram registrados em outros municípios. Isto impede, por exemplo, que carros emplacados na Região Metropolitana sejam fiscalizados.

Para o deputado Siraque, a Assembléia Legislativa não tem se esforçado para realizar trabalho em benefício do estado de São Paulo, mas apenas para aprovar leis sem impacto social ou que sejam do interesse do governador José Serra.

Incomodado com as críticas feitas pelo petista, o deputado Barros Munhoz (PSDB), líder do governo na Assembléia, ligou para a produção do programa para afirmar que Vanderlei Siraque nunca demonstrou interesse na tramitação deste projeto de lei.

Quem sabe quando o projeto de lei comemorar os 9 anos, no dia 22 de junho, Siraque, Munhoz e os demais deputados que, certamente, tem interesse em melhorar a qualidade de vida do paulista, decidam fazer uma comemoração especial colocando-o na pauta da Assembléia Legislativa.

Condomínio Legal: Sérgio Naya, Encol e outras rachaduras

A imagem de que a construção civil é a “indústria da picaretagem” foi forjada pela presença de empresários que passaram a perna em milhares de clientes. Do caso envolvendo os prédios inacabados da Encol às paredes de areia de Sérgio Naya, o segmento sofreu desgaste e conquistou a desconfiança do público. Apesar disso, existem muitas empresas sérias e competentes atuando no setor, conforme ressaltou o advogado Márcio Rachkorsky, responsável pelo quadro Condomínio Legal que, a partir desta quarta-feira, vai ao ar quartas e sextas, logo após às 11 horas, na Rede CBN Brasil.

Provocado pela pergunta de uma ouvinte-internauta, Márcio esclareceu que o primeiro passo para que a compra do imóvel seja feita com segurança é pesquisar informações sobre a construtora e a construção. “Nunca compre apartamento na primeira vez que for ao estande do empreendimento”, recomenda.

Mesmo com todos os cuidados, ocorrem casos em que surgem defeitos no apartamento ou no condomínio por erros na construção. Oficialmente, os proprietários tem até cinco anos de garantia, mas já há situações em que a justiça entendeu que havia a responsabilidade da construtora em problemas que surgiram 20 anos depois do imóvel entregue.

Márcio chama atenção que em caso de problemas o mais importante é tentar acordo com a construtora porque as decisões na justiça têm demorado muito.

Ouça o comentário completo de Márcio Rachkorsky, em Condomínio Legal, clicando aqui.

Caminho das pedras: Como chegar ao Ministério Público (1)

Caminho das pedras: Como chegar ao Ministério Público (1)

Muitos protocolos e reclamações sem que a prefeitura desse uma solução, o ouvinte-internauta Alexandre Lopes Othero decidiu recorrer ao Ministério Público Encaminhou representação na qual explica a dificuldade que encontrou até aqui para que o Departamento de Iluminação providenciasse o conserto da rede elétrica na rua Uratinga, no bairro de Pirituba, onde mora.

De acordo com a coordenadora-geral do Centro de Apoio às Promotorias Cíveis e à Tutela Coletiva do Ministério Público do Estado de São Paulo, Vânia Maria Penteado Balera esta é uma das alternativas para o cidadão que não se sente atendido pela administração pública. Nesta entrevista, ela explica como você pode agir caso pretenda pedir a ajuda do Ministério Público do Estado de São Paulo:

Mais informações em http://www.mp.sp.gov.br

Foto-ouvinte: Vaga do dono

“Não é proibido guardar vagas ?”, pergunta o ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias após ver a cena registrada em foto na rua Cap. Mor Jerônimo Leitão, no bairro da Luz, em São Paulo. Caixas de madeira e, até mesmo, uma embalagem de plástico ocupavam o espaço do estacionamento público muito provavelmente a espera de alguém que se imagina dono da vaga. O mesmo ocorre em vários pontos da cidade e, normalmente, o ato ilegal é de autoria de comerciantes.

O CBN SP desta quarta-feira (04/06) quer saber a quem reclamar quando este abuso é cometido na cidade.

A subprefeitura responde

Em relação à coluna Foto-ouvinte de hoje, do blog do Milton Jung, sobre reserva de vagas na rua Capitão Mor Jerônimo Leitão, na Luz, informamos que a Subprefeitura da Sé já foi acionada para remover os objetos que estão na via pública. É proibido colocar obstáculos que impeçam o estacionamento de veículos nas vagas destinadas a isso. Qualquer abuso desse tipo deve ser imediatamente denunciado à subprefeitura local para que os objetos sejam recolhidos e o estabelecimento responsável pela colocação das peças, se identificado, multado, em R$ 500, com base na Lei de Limpeza Urbana.

Secretaria das Subprefeituras

Foto-ouvinte: A batalha do trânsito

A cidade dominada por carros assiste à uma batalha cotidiana na qual o desrespeito ao próximo se revela na buzinada do motoboy, na mudança brusca de faixa do motorista ou na velocidade em excesso para “vencer” o adversário. O resultado é que o trânsito na capital paulista está muito violento. O ouvinte-internauta Marco Yamamoto se diz assustado com a freqüência com que vê acidentes graves na pista. O que aparece na foto foi o segundo que ele assistiu em dois dias. O primeiro na avenida Roberto Marinho e o da imagem na Francisco Morato.