Mude o nome de sua profissão

Porteiro de prédio ganhou importância no condomínio de tal maneira que há quem o chame agora de “controlador de acesso”. O salário segue o mesmo. Motivado pela informação passada ao CBN São Paulo pelo advogado Márcio Rachkorsky, do Condomínio Legal (lei nota mais abaixo), o ouvinte-internauta Marco Aurélio Pozenatto, de São Bernardo do Campo, procurou em seus arquivos e encontrou uma lista com sugestões de nomes para valorizar sua profissão.

Acompanhe:

Especialista em Marketing Impresso (boy de xerox )

Supervisor Geral de Bem-Estar, Higiene e Saúde
(faxineiro)

Oficial Coordenador de Movimentação Noturna
(vigia)

Distribuidor de Recursos Humanos
(motorista de ônibus)

Distribuidor de Recursos Humanos VIP
(motorista de táxi)

Distribuidor Interno de Recursos Humanos
(Ascensorista)

Diretora de Fluxos e Saneamento de Áreas
(a tia que limpa o banheiro)

Especialista em Logística de Energia Combustível
(frentista)

Técnico em Redistribuição de Renda
(ladrão)

Conte Sua História: Fôlego para viver

O paulistano vive eterna maratona, mas esta lembrada pelo ouvinte-internauta Mohandas Lima da Hora foi uma corrida e tanto, na qual pode lembrar de dramas e alegrias vividas em mais um capítulo do Conte Sua História de São Paulo:

Conheça, também, o livro “Conte Sua História de São Paulo”, lançado pela Editora Globo. E ouça todo sábado, no CBN São Paulo, um capítulo inédito escrito pelos ouvintes-internautas.

Mande a sua história para contesuahistoria@cbn.com.br

“Avalanche Tricolor”: Prazer, Perea !


Imagem do GrêmioNet

Grêmio 6 x 0 Jaciara – MT

Copa do Brasil – Estádio Olímpico

Podem me chamar de Gol. Foi assim que o atacante colombiano Perea se apresentou na segunda partida do Grêmio, na caminhada a mais um título da Copa do Brasil. Fez quatro dos seis gols da vitória gremista contra o líder do Campeonato Estadual do Mato Grosso, Jaciara – aquele time que surgiu em homenagem ao Grêmio. Na falta de televisão para cobrir este espetáculo, ouvi a transmissão pela “Rádio Grêmio”, emissora que, assim como esta coluna, prima pela isenção.

Que venha o Atlético, todo poderoso, de Goiás.

Aos invejosos, eis o espaço do “comentários” à disposição.

GCM vai desativar unidade

A Guarda Civil Metropolitana encaminhou a nota a seguir em resposta a denúncia do Sindiguardas publicada neste blog (veja imagens mais abaixo):

“Com relação à matéria “Sindiguardas denuncia descaso com a GCM”, publicada hoje (27) em seu blog, a Guarda Civil Metropolitana esclarece que o prédio onde está instalada hoje a Inspetoria de Fiscalização do Comércio Ambulante será desativado. A administração municipal está alugando um prédio de seis andares para abrigar essa inspetoria, a Superintendência de Fiscalização do Comércio Ambulante e o Comando de Operações Centro, o que acontecerá ainda neste primeiro semestre. Informa, ainda, que a transferência da inspetoria para o local onde está hoje deu-se em 2004, portanto, na gestão anterior. A Coordenadoria de Segurança Urbana, vinculada à Secretaria do Governo Municipal, estranha a denúncia do Sindiguarda porque essa questão jamais foi incluída na pauta de reivindicações do sindicato, que tem amplo conhecimento dos investimentos feitos pela atual administração para o fortalecimento da GCM e a valorização dos integrantes da corporação. Esses investimentos incluem a convocação de 500 novos guardas, a recente autorização do prefeito Gilberto Kassab para a convocação de mais 500, instalação e ampliação da Central de Monitoramento, aquisição de armas e equipamentos, locação de 196 viaturas com GPS, aquisição de 84 viaturas exclusivas para a ronda escolar, criação da Guarda Civil Ambiental, digitalização do sistema de telecomunicação, aquisição de 200 computadores, reforma e ampliação do Centro de Formação, além de ações para a valorização da carreira, como os decretos definindo as atribuições dos cargos de carreira, regulamentando o estágio probatório e autorizando a abertura do concurso de acesso para a progressão funcional dos GCMs.

José Francisco Pacóla
Assessor de Imprensa da Guarda Civil Metropolitana”

Quintanares: A Cor do Invisível

Quando os sapatos ringem
– quem diria?
São os teus pés que estão cantando!

Mário Quintana, A Cor do Invisível, Ed.Globo.

Texto publicado nos comentários do Quintanares de ontem (26/02) pela ouvinte-internauta Celina. Tudo bem, era uma resposta dura ao outro participante da discussão, mas a lembrança é ótima e não deve ficar escondida por lá.

Câmara garante mordomia no TCM

Mais 28 cargos de comissão com salário de R$ 8.500, direito a gratificação e jetom. Esses são alguns dos benefícios que a Câmara Municipal de São Paulo ofereceu aos cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Município. Atualmente, o TCM custa ao cidadão paulistano R$ 150 milhões por ano.

O vereador Carlos Apolinário (DEM) e a vereadora Sônia Francine (PPS) debateram o assunto no CBN São Paulo. Acompanhe e deixe sua opinião:

Condomínio Legal: Goteira pinga há 5 anos

Vizinhos em um prédio do bairro de Perdizes, em São Paulo, brigam há cinco anos para saber quem é o responsável por um vazamento de água. O caso está na justiça a espera de uma solução, enquanto móveis, piso e o forro de gesso se deterioram.

A história foi contada pelo advogado Márcio Rachkorsky, que apresenta o quadro Condomínio Legal, toda quarta-feira, às 11 da manhã, no CBN São Paulo.

Para ouvir a comentário de hoje clique aqui.

Sindiguardas denuncia descaso com GCM


O Sindiguardas que reúne os guardas civis metropolitanos, em São Paulo, enviou ao nosso blog fotografias que mostram as dependências da unidade de fiscalização dos vendedores ambulantes. O presidente do sindicato Francisco Targino diz que “estas são as imagens que não aparecem no programa do Dem”, referência a publicidade feita pelo partido em relação ao trabalho do prefeito Gilberto Kassab. Ele pede que a administração municipal interdite a sede por faltas de condições de trabalho.

Saudades das Enciclopédias

Marcia Regina Palumbo Martins
Ouvinte-internauta do CBN São Paulo

Gostei tanto das reportagens sobre as biblioteca e livros, que imediatamente lembrei de um tempo que passou e nunca mais voltará.

Nasci e morei na Vila Madalena, muito antes de ser famosa, como nos lembra todos os dias o Gilberto Dimenstein. Morávamos eu, papai, mamãe e duas irmãs. Papai e mamãe sempre nos educaram com sacrifícios que só pais e mães são capazes de fazer. Apesar de não terem grau superior, a única e principal preocupação era nos cercar de material que nos proporcionasse uma cultura geral sobre o mundo que vivíamos. A maneira que encontraram foi nos apresentar aos livros. Livros estes, que faziam parte das enciclopédias.

Estas enciclopédias eram vendidas para nós por senhores simpáticos, que rapidamente faziam parte da família, tomavam café com mesa posta e por vezes almoçavam conosco. Cabia a nós embebedar-nos com as ilustrações e com textos que até hoje não sai da minha memória.

Os trabalhos em grupo do colégio eram sempre feitos em minha casa, pois era lá que tinha o maior material disponível para estes. Papai e mamãe orgulhavam-se disto, e era a recompensa por tanto sacrifício. Ouvir-nos falar de Julio Verne, Machado de Assis e sobre o corpo humano, além dos amigos enchia-os de orgulho.

Que saudade do Sr. Bernardo, aquele senhor que vendia de porta em porta, e sem saber estava plantando uma semente que até hoje vejo nas minhas filhas, que são fanáticas por livros.

Quanto as enciclopédias, achei que os frutos seriam maiores e melhores se fossem doados para pessoas que fizessem com que elas novamente tivessem vida.

Agora minhas filhas já faziam uso da internet, cada uma seguia seu rumo e parecia que as queridas enciclopédias estavam inertes sem cumprir sua missão.

Após intensa procura, doei-as para uma escola pública de São Roque, com direito até a agradecimento. Pareceu-me que enfim, os livros estavam continuando seu ciclo, que nunca deve ter fim.

Era eu novamente, vibrando e deliciando-me como há quarenta e muitos anos atrás.

Nota: Nós três fizemos faculdade; eu sou biomédica, uma irmã administradora hospitalar e a outra advogada. Até hoje cada pagina lembrada dos livros é um pedaço da história das nossas vidas. Ah, e como não poderia deixar de ser, fui aluna do Prof. Heródoto Barbeiro.

Conte Sua História: Fui atropelado pelo bonde

A incrível façanha do menino atropelado por um bonde é lembrada neste capítulo do Conte Sua História de São Paulo, de autoria do colega Heródoto Barbeiro:

Conheça, também, o livro “Conte Sua História de São Paulo”, lançado pela Editora Globo. E ouça todo sábado, no CBN São Paulo, um capítulo inédito escrito pelos ouvintes-internautas.

Mande a sua história para contesuahistoria@cbn.com.br