Trote universitário: quando perdemos nossos filhos?

Por Ricardo Gomes Filho
Ouvinte-internauta do CBN SP

Universitários novatos submetidos à humilhação de serem amarrados, embriagados e forçados a se espojar em uma mistura composta por lama, esterco e restos de animais em decomposição. Este foi o valor cobrado por estudantes veteranos a jovens recém-matriculados, durante o trote, ocorrido em algumas universidades do interior de São Paulo. A brincadeira, antes um ato de integração entre os cursando e os recém-matriculados, há muito deixou de ser uma pregação de peças engraçada, inócua, sadia para se transformar numa catarse daquilo de pior que habita o ser humano: o desrespeito ao próximo, à vida do seu igual, à própria família e de outrem. Sem defesa e com os sonhos mutilados pela violência em bando os novatos tiveram de aceitar o preço imposto pelos cursando.

A pergunta que mais ecoa entre operários, donas de casa, empresários, o próprio alunado e professorado é: o que poderia explicar tanta violência no ambiente acadêmico – um lugar que deveria ser centro de cultura, inteligência e reflexão?

Talvez a própria má-formação humana, ética e de caráter desses jovens. O psicólogo Içami Tiba já descreveu em livros, palestras e entrevistas que nós, pais e mães, estamos cada vez mais à mercê de nossos filhos porque abandonamos a conversa do dia-a-dia, olho no olho. A falta de tempo e o mundo mercantilista nos roubaram o interesse pelo envolvimento e desenvolvimento das crianças e jovens. Por isso, somos presas fáceis das chantagens emocionais e da rebeldia precoce dos nossos rebentos. Em vez da educação, do limite (equilíbrio entre direitos e deveres), do respeito ao próximo, trazemos “oferendas” aos nossos deuses, os filhos.

Pagamos o comportamento e o cumprimento daquilo que é obrigação dessas crianças e jovens, com prêmios que variam de acordo com o tempo. Dos  bonecos do Falcon e da Barbie, passamos por Lango, Transformers, até chegarmos aos “irados” vídeo games de última geração – sem esquecermos das vistas grossas para as intermináveis horas em lojas de jogos em rede (lan houses). Tudo isso salpicado com longas e entediantes horas em frente à tevê e, agora, aos sites de relacionamentos da internet, sozinhos em seus bunkers (quartos). Mas acredite, o problema não está nos bonecos. Nem na tevê. Nem nos games. Nem nas salas da internet. Está no distanciamento dos pais em relação a seus filhos.

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Repórter da CBN faz ‘xepa’ na praia

Sujeira em Santos

A caminhada do repórter André Sanches, do esporte da CBN, pelo litoral de Santos o deixou indignado a ponto de deixar as férias de lado e registrar o desrespeito espalhado pela areia da praia. André enviou as imagens aqui para o blog  e emplacou texto na coluna Vc no G1, Portal da Globo. Reproduzo a seguir, a descrição feita por ele e o colega Fernando Martins:

O ator Rob Lowe foi visto tomando sol na orla de Santos. Mas ele não estava bem acompanhado na manhã desta segunda-feira. Lowe estampava a caixa da fita VHS do filme Tentação, um dos muitos detritos expostos diante do mar.

Nos 1.600 metros das praias da Aparecida e do Embaré havia de tudo, desde fraldas sujas até uma bandeja de geladeira. Mas não só os banhistas destes dois bairros tiveram este prazer. A natureza foi atacada do Emissário Submarino no Canal 7.

Este foi o retrato de uma manhã de verão. Época onde a Cidade se apresenta para milhares de turistas. Mas a foto não saiu como todos idealizam. Explicações para esta paisagem podem existir; para ela ter permanecido até às 14h45, não.

Profissionais de humanas não são bons de matemática, mas sabem contar até pelo menos a primeira milhar. São cálculos aproximados do que foi encontrado nos 1.600m caminhados.

Itens encontrados na praia:

Pedaços de madeira: 790.
Garrafas e embalagens de plástico: 370.
Calçados: 101.
Embalagens de leite: 31.
Brinquedos: 16
Lâmpadas e outros materiais de vidro: 14
Rodos e vassouras: 12
Latas de alumínio: 4.
Material escolar: 3.
Cabeceiras de cama: 2.
Fraldas sujas: 2.
Bandeja de geladeira: 1.
Fita VHS: 1

A Prefeitura de Santos oferece gratuitamente as vacinas contra difteria e tétano. Basta procurar a Policlínica de seu bairro.

Um remédio, por favor !

Sebastiao NicomedesSebastião Nicomedes é morador de rua em São Paulo e ativista social como poucos. Bem articulado, descreve seu cotidiano através de blog e se tornou uma espécie de porta-voz do povo da rua. Nestes dias, mandou mensagem me contando que participa de ação de solidariedade ao pessoal que vive em situação de rua, no Rio de Janeiro. Pedi para que me contasse algumas das histórias que recolheu nas muitas experiências que conheceu por lá. Recebi a seguinte mensagem nessa quinta-feira:

Quando o assunto é saúde da população de rua a situação é mais agravante. Essa é a história de Nilton, um homem do Maranhão acolhido no Rio de Janeiro pela operação Choque de Ordem. Dia 3 de fevereiro, ele foi atropelado por um carro numa avenida perto do hotel onde está hospedado.S em medicamentos, sem receita médica, sem conseguir atendimento por clinico, passa os dias no abrigo a base de água, almoço e jantar, sem nenhum antiinflamatório sequer. Para fazer os curativos, vai a pé até o  posto de saúde, quando volta a perna está sangrando de novo. Com ferimentos na cabeça, braços e pescoço, Nilton pede se há algum médico no Brasil, algum posto de saúde que lhe possa fornecer os medicamentos. Só isso é o que ele pede.”

Avalanche Tricolor: ‘Guerrera’ e um time de Libertadores


Herrera vai para o ataque

Grêmio 2 x 0 Juventude

Gaúcho – Olímpico

No gol, Vítor aparece quando necessário. Ruy é um ala goleador, fez mais um hoje. Os volantes seguram as pontas e quando precisam aparecem na frente. Tcheco é o maestro do time com a tarja de capitão. Souza está endiabrado e marcou um golaço. Alex Mineiro é solidário. Jonas descobriu a direção do gol. E Herrera …

Bem, Herrera merece um parágrafo à parte.

Ao trocar o Grêmio pelo Corinthians deixou saudade. Não eram os gols que faziam dele um ídolo do torcedor. Era o carrinho para desarmar o adversário. Nem mesmo as jogadas de efeito. Era a maneira como vestia a camisa. A distância do estádio Olímpico e a paixão que despertou na Fiel, criaram um sentimento ainda mais estranho nos torcedores gremistas, em especial naquela turma da Geral do Grêmio que costumamos ver na televisão comemorando os feitos em avalanche – que, aliás, batizou o nome desta coluna.

A idolatria por Herrera apenas aumentou neste tempo todo e a multidão que o aguardou no aeroporto Salgado Filho quando retornou a Porto Alegre, após longa e cara negociação, mostrou que não seria apenas mais uma passagem por um clube de futebol. Era um passo para a glória. Para a imortalidade, em se tratando de Grêmio.

Ainda é cedo para saber se ele estará a altura da expectativa dos torcedores. Mas o grito que partiu da arquibancada na noite desta quinta-feira ainda no primeiro tempo era o sinal de que “Guerrera” terá um combustível extra em 2009. O nome dele voltou a ser chamado pelo torcedor até Celso Roth prudentemente decidir colocá-lo em campo, mesmo com a cintura mais larga do que de costume.

Poderia descrever cada vez que ele tocou na bola, mas a jogada mais bonita você verá nos programas esportivos dessa quinta-feira no gol que surgiu da tabela dele e Souza.

A torcida matou a saudade de Herrera, e viu que o Grêmio tem muito mais do que um guerreiro no ataque. Tem um time para disputar a Libertadores.

Vereadores de Diadema querem vale-refeição

Os 17 vereadores da cidade de Diadema estão inovando e votam, em primeiro turno, o direito ao vale-refeição, no valor de R$ 18,00. Não para os trabalhadores da Câmara. Estes já recebem o benefício. A discussão agora é extender este direito aos próprios vereadores afinal, como disse o presidente da casa, Manoel Eduardo Marinho (PT-SP), “o vereador é trabalhador”.

Na sessão de hoje à tarde, a Câmara de Diadema também deverá votar o direito ao 13º salário para eles. Neste caso, como já foi aprovado em primeiro turno, o benefício será transformado em lei.

Apesar desses aumentos de custo – apenas em vale-refeição serão mais R$ 80,7 mil por ano -, o presidente da Câmara defende que o legislativo de Diadema é um exemplo para o País devido a transparência com que discute todos os temas e pela maneira como administra o dinheiro público. O vereador Manoel Eduardo Marinho não sabe quanto um parlamentar custa para a cidade, mas afirma que a Cãmara Municipal tem feito reduções de gastos.

Ouça a entrevista do presidente da Câmara Municipal de Diadema, Manoel Eduardo Marinho

Agora o outro lado

Com a defesa de que o vereador não pode ser caracterizado como um trabalhador e, portanto, não tem direito a vale-refeição, o professor de Direito do Trabalho da USP Estevão Mallet explicou que o maior problema para a concessão deste benefício é que ele é decidido pelos próprios parlamentares. Mallet afirma, porém, que se for aprovado por projeto de lei – c0mo vai ocorrer na Câmara de Diadema -, os vereadores passarão a ter este direito até que haja contestação na Justiça.

Ouça a entrevista do professor de Direito Estevão Mallet, da USP ao CBN SP.

Novidades na Vila Madalena

Por Ailin Aleixo
No Época SP na CBN

Chez Fabrice

O simpático Fabrice Delassus nasceu na pequena St. Raphael, na Côte D’Azur, e após passar 12 anos trabalhando com gastronomia em Londres, veio para o Brasil para abrir seu próprio bistrô. Reformou durante 8 meses um sobradinho da Vila Madalena e inaugurou em dezembro um despojado salão com capacidade para apenas 50 pessoas, mas cheio de detalhes charmosos. O cardápio oferece clássicos da culinária francesa, como o magret de canard com coulis de frutas vermelhas, o chateaubriand ao molho bernaise, o boeuf bourguignone e o vol-au-vent de frango e cogumelos, mas há também saladinhas, massas, risotos, peixes e frutos do mar. Os preços são ultrarrazoáveis e as porções são bem mais fartas do que as que costumam ser servidas nas demais casas de gastronomia francesa da cidade. Guarde um espacinho para a sobremesa e viaje na incrível tarte tatin de pêra ou no surpreendente trio de crème brûlées (de baunilha, de limão e de alecrim). Antes de se sentar, fique atento a um único e importante inconveniente: verifique se o volume do som do bar vizinho, o Boteco Seu Zé, está em um nível comportado. Não dá para degustar uma bouillabaise ou um brioche com patê de foie e tomar um tinto de Bordeaux ao som de pagode e axé… 
Rua Mourato Coelho, 1140

Saj

A comida árabe servida nesta nova casa da Vila Madalena é assunto de família. Paulo, um dos sócios, é filho de Paulo Abbud, dono do Farabbud, e neto de Emílio Abbud, que fundou os lendários Flamingo, Bambi e Dunga – segundo consta, o inventor do beirute. Não por acaso, o cardápio presta homenagem ao passado. Há várias versões do sanduíche, além de receitas clássicas. A cafta grelhada tem interior rosado e suculento e temperos bem equilibrados. Vai bem com o arroz de lentilhas, com uma pontinha gostosa de acidez – só a cebola, meio queimadinha, tinha um certo amargor indesejado. Para abrir o apetite, experimente o trigo grosso, mistura morna de trigo com frango desfiado e carne moída, coberta com coalhada fresca, pontuada por folhinhas de hortelã. Uma delícia. Na sobremesa, há os indefectíveis doces árabes, mas a maioria pede mesmo o chocolamour, tacinha com sorvete de chocolate coberto por farta porção de farofa doce, calda e chantilly – outro pedido que ficou famoso nas casas da família.
R. Girassol, 523

A turma do amém

Por Abigail Costa

Alguns ditados são como aquele pretinho básico: batido, quase todas usam, mas nunca é cafona,  estão sempre no auge…

Um dos meus preferidos é:  ninguém é perfeito!!!!! E não é mesmo!!!!

Embora quase todos os mortais que conheço se julguem  absolutamente perfeitos,  eles não erram, podem no máximo pensar que…. me atrapalhei, também com tanta responsabilidade….

Me incomoda e muito  aqueles que falam, ditam regras e pronto. Não aceitam uma outra idéia, vale a dele e pronto. Principalmente, quando isso vem de um superior.

Mais irritante do que o dono da perfeição,  são os seguidores do “ser perfeito”, e pode apostar: normalmente eles fazem parte da classe do “Amém”.

É como voltar nas brincadeiras de criança e aceitar a pergunta do líder: “Fará tudo o que o seu mestre mandar?”

Mas hoje não se trata do mestre-do-faz-de-conta, e não está aqui nenhuma contestadora de opiniões gratuíta. Não condeno que fulano tenha que aceitar certas “sugestões” para garantir o emprego.

Fico constrangida quando percebo uma situação que alguém deveria ter gritado antes: Ei!!! O Rei está nú!!!!

Alguns até tentam, quase  nunca diretamente. A maioria diz amém. Uma covardia “compreensível” quando se trata de garantir o ganha pão. Cá entre nós, coitados!!!!

Alguém pode até pensar, até mesmo dizer: escrever, falar, tudo isso é fácil, quero ver alí na situação cara-a-cara….

Caros pode até parecer difícl, mas tente. A sensação é de alívio. Você poderá até ser obrigado a fazer, executar, só que de consciência limpa.

Eu falei..

E pode ter certeza você será diferente. O “seu superior” vai pensar  a respeito. No dia seguinte vai te olhar diferente, não mais como um seguidor de idéias, mas como uma idéia a mais.

O melhor disso tudo: é chegar em casa e olhar  para seus filhos de cabeça erguida.

Abigail Costa é jornalista e toda quinta-feira mostra aqui no blog que não faz parte da turma do amém.

Foto-ouvinte: Saudade do Cidade Limpa

Saudade da Cidade Limpa

Propaganda do posto de combustível, faixa da faculdade, e lambe-lambe de videntes e massagistas se confundem com a pichação na parede ao fundo transmitindo uma sensação de agonia da “Lei Cidade Limpa”. É o sentimento do ouvinte-intrnauta Uri Adriano que fez a foto na avenida Nossa Senhora do Sabará, próximo a avenida Interlagos, na zona sul da capital. “Não exijo nada, não reivindico nada; apenas quero lamentar o fato de vivermos em um país onde as leis não são levadas a sério”, escreveu na mensagem enviada ao CBN SP

Agora o outro lado

Resposta da Secretaria Municipal das Subprefeituras ao CBN SP:

“Informo que a faixa comentada no CBN São Paulo desta quinta-feira foi retirada no mesmo dia pela Subprefeitura de Santo Amaro, que também aplicou multa de R$ 10 mil ao anunciante por infringir a lei Cidade Limpa. Além disso, será pedido ao proprietário do prédio pichado que seja feita a pintura do local. Agradeço a denúncia e permaneço à disposição dos ouvintes da CBN.

Atenciosamente,

Andrea Matarazzo/Secretário das Subprefeituras”

Sem internet Adote não emplaca, em Mossoró, diz vereador

Com pouco mais de 260 mil habitantes, Mossoró é a segunda cidade mais populosa no Rio Grande do Norte. Principal produtor em terra de petróleo e de sal marinho do País, o município tem o maior PIB per capita da região, mesmo assim o acesso a internet ainda é restrito. E este é um dos motivos apontados pelo vereador recém-eleito Lahyre Rosado Neto (PSB) para o fato de a campanha do Adote um Vereador não ter emplacado por lá.

Em mensagem por e-mail, Lahyre explica que o projeto foi divulgado pelo jornal O Mossorense, em programa de rádio e no blog dele. “As pessoas nas ruas nos abordam e dizem que a idéia é boa, mas acho que uma campanha como esta só avança com a participação de internautas fazendo o marketing viral funcionar”. O vereador sabe como explorar esta ferramenta, pois além de ter aberto um blog no qual transmite informações aos leitores e eleitores, usa de tecnologia para postar mensagens. Nesta semana, por exemplo, está em Brasília e publica notas pelo Blackberry.

A internet colabora mas não é essencial. O Adote um Vereador nada mais é do que um chamado para o eleitor controlar os passos do vereador no qual votou. E se não conseguiu eleger seu candidato, que escolha alguém a lhe representar no parlamento. Se cada cidadão estiver atento ao que o vereador adotado faz, muito provavelmente as decisões nas câmaras municipais estarão mais próximas do que deseja a sociedade.

Portanto, adotar um vereador é, simplesmente, fiscalizar o trabalho dele. Em um segundo passo, divulgar as informações que levantou, cobrar publicamente por posições coerentes, atitudes éticas. Esta divulgação pode ser criando um blog, enviando um e-mail ou repassando estas informações para colegas de trabalho, amigos de escola,  na comunidade religiosa e no clube da cidade.

O próprio vereador Lahyre Rosado Neto pode colaborar com este trabalho – além de divulgar em seu blog com já faz há algum tempo – convencendo seus pares na Câmara Municipal a atuarem com respeito ao cidadão. Abrir espaço para a participação do cidadão no legislativo municipal é outra  possibilidade. Aliás, pelo site da Câmara de Mossoró os moradores podem assistir às sessões às terças e quartas, às nove da manhã. Por que não mudar uma dessas sessões para sábado pela manhã quando os moradores teriam mais tempo para ir até a Câmara ?

Mossoró assim como as demais cidades brasileiras não devem desistir da ideia. O que, aliás, creio que não acontecerá no interior do Rio Grande do Norte, após ler a última frase da mensagem enviada por Lahyre: “Vamos continuar na luta e na divulgação da campanha para ver se conseguimos um número razoável de adesões.”

Esquema de merenda escolar funcionava em Cotia, também

A prática de contratar funcionários da prefeitura depois que estes participaram da montagem do processo de licitação para a merenda escolar ocorreu, também, na prefeitura de Cotia, na Grande São Paulo. O ex-secretário municipal de Finanças Edson Gomes de Assis e o ex-funcionário Valter Léssio, que atuava nos leilões da prefeitura, hoje são funcionários da SP Alimentação. Os dois atuaram na administração do prefeito Quinzinho que foi afastado do PSDB após denúncias de desvio de verbas públicas mas pode voltar ao partido para concorrer a deputado federal.

O vereador Toninho Kalunga que alerta para esta coincidência escreve em seu blog.

A questão da máfia da merenda escolar é algo novo, com esquema antigo e que merece a atenção de uma força tarefa para que se descubra com mais rapidez e agilidade o tamanho do rombo que este esquema causou nos cofres públicos nacionais. Mas, existe um prejuizo, que é incalculavel. É a consequencia da má alimentação que este tipo de crime acarreta. Todos sabem que uma pessoa mal alimentada é uma pessoa que aprende menos. Numa criança, esse prejuizo é praticamente irreversível.