Avalanche Tricolor: Que preguiça !

Inte-SM 1 x 1 Grêmio

Santa Maria – Gaúcho

e

Tá bom ! Sei que começou o Campeonato Gaúcho. Que ganhar o Gauchão é muito legal para tirar um sarro da cara deles. Que é hora de acertar o time para o grande objetivo do ano: o Mundial. Sei, também, que nossa caminhada para a Ásia começava em Santa Maria do Boqueirão, terra de gente boa, lá no interior do Rio Grande do Sul. Mas você há de convir comigo que neste início de ano a turma ainda está de ressaca das férias. As aulas, só semana que vem, aqui em São Paulo. E só depois do Carnaval lá no Sul. A maioria ainda está nas praias. Não dava para esperar muita coisa do Grêmio na partida de estréia.

E eu não esperei, mesmo. Fui conversar sobre o rádio na Era do Blog lá na Campus Party.

Dona Inah é atração na festa dos 455 anos, no CBN SP

Dona Inah

O primeiro disco foi gravado em 1960, antes disso cantou em rádio e clubes de São Paulo, e apesar do sucesso que fazia nas rodas de samba, o nome de Dona Inah só ganhou a mídia recentemente ao participar de vídeo em homenagem a Clementina de Jesus, quando já tinha mais de 70 anos. De 2002 para cá, esta representante do samba paulista entusiasmou o público o que propiciou o lançamento de um CD, Divino Samba Meu, e muitos convites para apresentação.

Neste sábado, Dona Inah é uma das nossas convidadas no CBN SP em homenagem aos 455 anos da capital paulista, no programa que se realizará no Teatro Eva Herz, no Conjunto Nacional, na avenida Paulista.

Além de contar muitas histórias da sua vida em São Paulo, especialmente no samba da cidade, Dona Inah cantará alguns de seus sucessos com o público que poderá participar, ao vivo, do programa.

O CBN SP deste sábado começa às dez da manhã. Não há necessidade de retirar convites antecipadamente. E a entrada é gratuita.

Grave seu depoimento no Conte Sua História

Na entrada no teatro Eva Hertz, a rádio CBN colocará à disposição dos ouvintes equipamento de áudio para quem estiver interessado em gravar seu depoimento no quadro Conte Sua História de São Paulo. As histórias registradas no ano passado fazem parte da programação em homenagem ao aniversário de São Paulo e podem ser ouvidas no Portal da CBN, na área reservada as reportagens especiais.

Vendem-se carros

patio de carros 
A venda de automóveis despencou desde o início da crise econômica internacional, no segundo semestre do ano passado. A dimensão das dificuldades que as montadoras enfrentam fica evidente na sequência de imagens publicadas pela edição eletrônica do britânico The Guardian. São os pátios lotados de carros a espera de compradores como este que você vê acima, em Sheermess, na Inglaterra. Não há fotos dos pátios no Brasil.

Quando o tempo não permite mais erros

Por Abigail Costa

Aos 18 anos é permitido se trancar no quarto e chorar um amor não correspondido. É até angelical perder horas, dias, pensando no castelo desmoronado, no príncipe que disse não.

A mãe preocupada batendo na porta, dizendo que a falta do almoço vai lhe deixar doente, quando você já se sente com a enfermidade do amor não correspondido.

A gente lê sobre isso. A gente escuta sobre isso. Se tem exemplo da mesma situação. E aí como começou, passa. Vai embora. A moça encontra outros amores.

Mas quando se trancar no quarto vem perto dos 40 anos. O choro compulsivo prestes bem perto do meio século de vida. Aí pesa, mais do que a rejeição. Do você não serve para mim. Tem o peso da idade.

Não é porque você estava velha para esses momentos adolescentes … É que você não pode mais perder tempo com eles.

Pode parecer rude, mas no correr da vida, um dia trancada no quarto vai lhe fazer falta. Não uma falta que será sentida bem mais tarde. É amanhã mesmo. Serão horas mal-aproveitadas que lhe farão falta.

Sem contar que nessa tristeza toda entram as rugas, mais cruéis do que nunca. Vincos profundos na pele para te lembrar sempre daquele momento trancafiada em problemas que já deveriam fazer parte da rotina. Afinal, você passou por eles há vinte e pouco anos.

Pior do que o sofrimento é não ter aprendido com as ocasiões anteriores.

O tempo não te permite errar, pelos simples motivo que ele é sábio.

Ele sabe que num determinado ponto da vida é preciso aproveitar tudo.

Abigail Costa é jornalista, escreve toda quinta-feira aqui no blog e transcreve os conselhos que durante toda sua vida foram responsáveis pela conquista de novos amigos.

Cantinas, sempre uma atração

Por Ailin Aleixo
Epoca SP na CBN

Originale Trattoria

Joaquim Almeida, o Canjica; João Rocha Sales, o João da Praia; Getúlio Silva Souza, Antônio Almeida e Jefferson Pupo, o Fininho. Os cinco amigos, que já foram garçons e gerentes de diversas cantinas na cidade, resolveram abrir, há cerca de um ano e meio, o próprio negócio. O grande salão tem aquele clima de casa da nonna, com garrafas de vinhos penduras pelas paredes (também repletas de fotos antigas de famosos nos restaurantes aonde os proprietários já trabalharam). O atendimento, hiper simpático, facilita a escolha no imenso cardápio, com opções de massas caseiras, carnes, risotos, peixes e até paella– e todos os pratos, todos mesmo, servem tranquilamente duas pessoas. Para começar, peça a mega-porção de bruschetta de gorgonzola. Para manter-se no clima cantineiro, vá de lasagna de mussarela e carne à madalena (molho de alcaparras com mussarela de búfala e manjericão) ou um generoso filé à parmegiana.

Rua Original, 123 – Vila Madalena – São Paulo – SP

3816-4884 e 3895-4289

Cantina do magrão

Luiz Antonio Sampaio, o Magrão, já era famoso pelas bandas do Ipiranga com o Bar do Magrão, que funciona ao lado. Durante o dia, Mônica, sua mulher, usava a cozinha para fazer massas frescas e vender na rotisseria. Mas a clientela do bairro pedia uma cerveja e, em vez de levar os raviólis para casa, comia a pasta ali mesmo, em mesas improvisadas na calçada. Não deu outra: virou restaurante. O cardápio segue a linha cantineira com opções de massas frescas e secas para combinar com o molho à escolha. O ravioli di nonna vem recheado de mussarela e salsinha e o pavoni leva damasco e queijo brie. Todos os pratos servem duas pessoas. De sobremesa, a gostosa panacotta perde o brilho por causa da calda exageradamente doce. O serviço, um tanto displicente, precisa melhorarR. Agostinho Gomes, 2996 – Ipiranga – São Paulo – SP

6161-6649

Cantina Roperto

Decoração simples à moda antiga, garçons formais e atenciosos, pratos clássicos, baratos e bem servidos que sempre dão para dois. Aos 82 anos, a cantina, uma das mais famosas da Bela Vista, felizmente não se rendeu a certas modernidades. E encanta justamente por isso. O cardápio permite ao cliente combinar a massa (algumas são feitas lá) e o molho a seu gosto. No capítulo das carnes, a perna de cabrito com batatas e brócolis é um best seller, sobretudo nas mesas numerosas de sábado, embaladas pela música ao vivo. Não deixe, porém, de experimentar o excelente polpetone da casa, que lá ganha o apelido de ropertone – quem pede a versão mini se arrepende. Para compensar a saudade, vá com tudo na sobremesa e peça uma pêra ao vinho com sorvete de creme.

R. 13 de Maio, 634 – Bela Vista – São Paulo – SP

3288-2573 / 3284-2987

E o piloto apareceu…

 Por Carlos Magno Gibrail

Encontramos cada vez mais nos estacionamentos, espaços reservados para os idosos. Shoppings, clubes, restaurantes. Deduz-se, portanto, que são nestes lugares que se deseja que eles estejam.

Enquanto isso, em New York, na semana passada, um pré-idoso estava competentemente salvando a vida de 155 passageiros, ao mesmo tempo em que a mídia e a população colocavam-o como herói.

De lá até cá, não encontrei nenhum comentário que ressaltasse o curioso sistema em que vivemos, pois com a idade de Chesley Sullenberg, herói incontestável, dificilmente se ocupa cargo executivo em grandes e médias empresas. Nem mesmo no serviço público, a não ser como presidente da república.

Ou como artista, afinal de contas as gravadoras não decidem sobre a popularidade dos contratados. É a sorte de Elton John, Mike Jaeger, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Gilberto Gil, João Gilberto, Chico Buarque, etc.

Se as atuais CNTP (condições normais de temperatura e pressão) tivessem valido no passado, certamente estaríamos com atraso secular.

Pensadores, cientistas e pesquisadores que trouxeram grandes descobertas e novos pensamentos, em boa parte o fizeram já em idade madura e até mesmo, considerados os padrões atuais, como idosos. Além de terem trabalhado até a morte, coisa que estariam provavelmente impedidos de fazer nos dias de hoje.

A saber, Albert Sabin vacina antipóliomielite, Tycho Brahe Introdução à Nova Astronomia, Karl Marx O Capital, Galileo Galilei Nova Ciência, Max Planck física quântica, Emil Fischer química orgânica, Jean Batiste Lamarck  fundamentos da biologia, Gertrude Elion farmacologia, Nicolau Copérnico o universo heliocêntrico, etc… 

Da Korn/Ferry International, conglomerado multinacional com presença em 41 países, especializado em recursos humanos, ouvimos Rodrigo Araújo, 34 anos, sócio-diretor sobre as razões deste preconceito com os talentos seniores.

“Nas áreas tecnológicas, nos processos industriais, as empresas dão espaço aos executivos maduros, pois são funções que não há possibilidade de abrir mão da experiência acumulada. Todavia, no buraco do furacão, acredita-se que profissionais mais velhos tenham dificuldades de agüentar extensas jornadas, viagens constantes, etc.”

Será que os clientes do “Head Hunter” Rodrigo, rejeitariam no coração Jatene, na plástica Pitangui ou Dráuzio na oncologia? E o piloto sumiu…

Socorremo-nos com o sociólogo Zygmunt Bauman:

“Entre as artes do viver moderno líquido e as habilidades para praticá-las, saber livrar-se das coisas, prima sobre saber adquiri-las”.

“O bem estar dos membros da sociedade moderna líquida dependem da rapidez com que os produtos fiquem relegados a meros desperdícios e da velocidade e eficiência com que sejam eliminados. A indústria de eliminação de resíduos se converte em um setor fundamental (senão o mais importantes) da economia. Inclusive em nossa vida privada, amorosa, o principal problema não consiste em como iniciar uma relação, mas sim em como terminá-la, como desfazer-nos dele ou dela, uma vez que o amor se foi (sempre tão rápido).”

“Mas, por mais velozes que possamos ser nada nos garantirá que, na próxima volta (que se joga agora mesmo), não sejamos passados para trás e passemos então ao grupo dos eliminados”.

Eu, 66 anos, continuo lutando e adotando Chesley como meu herói do ano, o piloto que apareceu e prevaleceu.  

Carlos Magno Gibrail é doutor em moda, as quartas-feiras escreve no blog  e dá risada sempre que é orientado a estacionar o carro na vaga dos idosos.

Adote um Vereador e blogs serão destaque na palestra na Campus Party, hoje às sete da noite

“O rádio na era do blog” será o tema da minha palestra, no estande da CBN na Campus Party, hoje, às sete da noite. A intenção é mostrar como estas duas mídias se relacionam e fazem uma parceria de sucesso.

 

Um dos exemplos que pretendo discutir é da campanha Adote um Vereador lançada no CBN São Paulo que ganhou adesão de ouvintes-internautas que lançaram blogs para acompanhar as informações do “adotado”. Recentemente, por iniciativa do ouvinte-internauta Everton Zanella, a campanha ganhou espaço na rede social Wikia que reúne comunidades na internet. Zanella estará por lá, também, para explicar como funciona este trabalho.

 

O estande da CBN fica na área da feira, não há necessidade de ser inscrito na Campus Party, e, portanto, a entrada é gratuita.

 

Aproveito comentário de Breno Barros, de Brasília, para informar a todos: as palestras da CBN são transmitidas pela internet em tempo real e, gravadas, serão reproduzidas no programa CBN Madrugada, além de ficar à disposição na página da rádio.

Campus Party: De cara com o desconhecido

Índio na Campus

  

Na primeira edição resumi minhas conversas e passeios a área destinada a feira da Campus Party, onde estava o estande da rádio CBN. No primeiro dia desta edição já fui direto ao encontro dos campuseiros e de cara entendi que ali não era a minha tribo. Nos cercadinhos que reservavam lugares para as palestras, havia alguns assuntos bastante interessantes, mas para os quais não havia me programado. Em outros, o que se discutia não me pertencia. Professores ao microfone faziam correr na enorme tela de apresentação números, letras e símbolos que pareciam ter um significado importante, mas que transmitiam mensagem que nada representava para mim. A atenção da audiência eram o sinal de que  o assunto valia a pena. Para eles.

 

Caminhei entre as mesas, algumas torres de computadores me chamaram atenção pela luz, pela cor e pelo exagero. Nada que me desse inveja ou tenha me levado a lamentar o Imac que está sobre minha mesa, no escritório de casa. Certamente, a velocidade com que navegavam (a maioria jogava) seria suficiente para atropelar qualquer arquivo que eu tentasse baixar com minha falsa conexão de 3 GB.

 

Recebi algumas explicações sobre telas de TV que reproduzem imagem em três dimensões; ouvi informações sobre uma das palestras que discutiram a utilização dos blogs; e dei entrevista para uma repórter de tecnologia do UOL. Falei por curioso, não por jornalista.

 

Deixei o campo dos campuseiros após uma fila draconiana na qual todos são revistados. E sai dela com cara de quem não sabia bem o que estava acontecendo.

 

Voltei para a área da feira, um pouco melhor do que a do ano passado, ainda devendo muito aos visitantes, e com orientação aquém da tecnologia oferecida. Mas ali, pelo menos, não me senti um índio de outra tribo.

Leia mais no Blog da CBN no Campus Party

A dupla imbatível: sanduíche e batata frita

Por Ailin Aleixo
Época SP na CBN

St Louis

Vencedor na categoria Melhor Cachorro-quente do Melhor de SP 2008.Numa esquina tranquila dos jardins, a discreta casa em endereço único funciona desde 2006 em horários de restaurante (nunca passa das 23h30). O carro-chefe do empreendimento, comandado pelo ex-chefe e hoje empresário Luiz Cintra, são os hambu”rugueres, mas é o cachorro-quente R$ 12 que realmente surpreende. O flat dog tem detalhes que o tornam irresistível. A salsicha Eder cortada ao meio (daí o nome flat, ”achatado”) é grelhada no carvão, por isso não há qualquer vestígio de gordura. O pão especialmente fabricado também é levemente tostado. O sanduíche se completa com cebolas grelhadas, picles suaves e uma mistura de queijos emmenthal e gruyére derretidos. É de lamber os beiços e pedir mais.R. Batatais,242 – Jardim Paulista – São Paulo – SP fone: 3051-3435

A chapa

A decoração temática dos anos 60 não é por acaso: a rede nasceu em 1967, no bairro da Aclimação. Hoje, são quatro lojas até a mais moderninha delas, na Melo Alves, se destaca pelo serviço cortez à moda antiga. O cardápio é bem variado e se aproxima da onda de hambúrgueres gourmet, mas com algumas derrapadas. O hambúrguer de picanha, por exemplo, apesar de saboroso e suculento, é baixinho e sempre chega passado além da conta. Para quem faz questão da carne rosada, o melhor pedido é o monsterburger, com bifão de 200 gramas. Não faltam atrativos no enorme cardápio, das crocantíssimas batatas country wedges, com casca, ao cremoso milk-shake de Ovomaltine os floquinhos vêm num copinho à parte, você mistura quanto quiser. Há ainda sandubas na ciabatta e no pão sírio, steaks, hot dogs e, para os mais contidos, saladas low carb e hambúrguer vegetariano.R. Dr. Melo Alves, 238 – Jardim Paulistano – São Paulo – fone 3085-0521

General Prime Burguer

Se existe um culpado pela boa onda dos hambúrgueres gourmet que pipocaram na cidade, aqui está ele. Aberto em 2004, o General Prime foi o pioneiro em servir sanduíches com grife (na ocasião, tinha entre os sócios o chef Sergio Arno). Mesmo com algumas mudanças na direção, o lugar continua ótimo, com um cardápio superatraente, cozinha afinada e serviço atencioso. Entre as bebidas, chega a ser covardia a lista de milk-shakes. Tem de Nutella, de banana com calda de caramelo, gengibre e pistache, de coco com baba-de-moça… E você ainda pode optar pelos sorvetes da Häagen-Dazs. Passado o momento de difícil decisão, vamos ao que interessa: o sanduíche. Com matéria-prima de qualidade, o suculento e bem temperado hambúrguer de picanha leva o nome de gran burger, preparado com 180 gramas de carne. Fica ótimo com os clássicos acompanhamentos de queijo derretido, alface, tomate e maionese. Já a versão de cordeiro merece o molho de iogurte com hortelã – ótimo por sinal.

R. Joaquim Floriano, 541 – Itaim-Bibi – São Paulo – SP fone 3168-0833

São Paulo 455: Ônibus que fizeram a história da maior cidade do Brasil

Toda terça-feira, você acompanha neste espaço, a história do transporte de passageiros contada pelo colega da CBN Ádamo Bazani. Nesta semana, para comemorar os 455 anos de São Paulo, nosso busólogo e colaborador buscou no seu baú de fotografias imagens que representam oito importantes capítulos dos ônibus na capital paulista.

1911

1911 – Inicia-se o serviço de auto-ônibus na capital paulista pela empresa Companhia Transportes Auto Paulista. Foi utilizado um veículo Saurer, com capacidade para 25 passageiros. O serviço não tinha horários nem itinerários fixos

1936

1936 – Várias empresas começam a desbravar bairros em São Paulo, como a autoviação Jabaquara. Inaugurada por Artur Brandi e pelos Havelange, foi uma das maiores empresas de então, e se transformou na Cometa, em 1949. A imagem mostra um dos ônibus de sua frota , um GMC diesel de 39 lugares

1947

1947 – Em 12 de março, a prefeitura de São Paulo transfere o patrimônio da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited, referente a transportes coletivos para a CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos. Em 18 de junho, a CMTC é autorizada a funcionar pelo Decreto-Lei 987 do prefeito Christiano Stokler das Neves. Em 1o. de julho, o patrimônio da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited é oficialmente transferido para a CMTC que inicia as operações. Em 1949, a CMTC implanta o sistema de troleibus com 30 veículos importados dos EUA e Inglaterra, colocando em funcionamento a linha Largo São Bento-Aclimação

1958

1958 – A CMTC, Villares e Massari fabricam os primeiros troleibus brasileiros. Alguns destes veículos operaram até meados dos anos 80, como na foto.

1977

1977 – Através de um decreto municipal, a cidade de São Paulo é dividida em 23 áreas de operação atendidas por empresas particulares de ônibus contratadas pela CMTC. As linhas circulares e diametrais passam a ser exclusividade da CMTC. Na foto um Caio Gabriela da Viação Bola Branca

1989

1989 – Jânio Quadros coloca em São Paulo os primeiros ônibus de dois andares, fabricados pela extinta carroceria Thamco e motorizados pela Scania que ficaram pouco tempo por causa do tamanho e da falta da estrutura da cidade

1994/1995

1994/1995 – A CMTC deixa de ser operadora para ser gerenciadora e surge a SPtrans. O sistema passa a ser operado por 47 empresas municipais

2000

Anos 2.000 – O sistema é reorganizado e passa a operar por consórcios, de empresas e cooperativas. Aumenta o número de ônibus articulados e a cor da frente de cada veículo, indica a região que ele serve, como este Caio Mondego articulado, parado no ponto quase em frente à Rádio CBN na Rua das Palmeiras.