Clique na imagem e vá para o álbum de fotos enviadas pelos ouvintes-internautas do CBN São Paulo para serem publicadas aqui no blog. Meu agradecimento pelo carinho de todos que aceitaram dividir este material com os demais “navegadores”.


Imagem feita pela janela da CBN e entre prédios
O tempo vai mudar. Uma frente fria se aproxima. Deve chover. Há acúmulo de cristais de gelo na atmosfera. E o sol brilha forte. Ambiente propício para um fenômeno que ainda assusta muitas pessoas ou estimula a sua imaginação: o halo.
Foi o que ocorreu hoje na cidade de São Paulo próximo do meio-dia. Uma espécie de arco-íris em torno do sol se formou chamando atenção de especialistas no assunto e de nós, leigos. Lá na Climatempo, o telefone não parou de tocar: é um planeta que passa diante do sol, disse um; é o buraco na camada de ozônio, disse outro. Houve quem lembrasse dos tempos do Heródoto Barbeiro quando se dizia que o halo era mau-agouro.
É, como me contou a Patrícia Madeira, apenas um fenômeno ótico que pode ser formar tanto ao redor do sol como da lua. Quando a luz incide sobre as nuvens com cristais de gelo, ocorre a refração que proporciona que a luz seja dispersada e nos restam as cores que fazem parte do feixe de luz.
Ainda hoje prometo publicar imagens melhores do halo.
Para enfrentar a cidade de São Paulo, o cidadão busca as mais diversas alternativas. A repórter Luciana Marinho, na última reportagem da série sobre transporte, acompanha paulistanos que deixaram o carro para andar de bicicleta. Ou de helicóptero.
Qual você escolhe ?
“Síndico de condomínios próximos a universidades penam”, disse Márcio Rachkorsky ao comentar a mensagem enviada pela ouvinte-internauta Clênia Lopes. O caso dela é diferente. Moram apenas quatro pessoas no apartamento e a síndica disse que este número já caracteriza uma república.
Márcio lembrou que não é o número de pessoas que identifica se o imóvel está sendo usado de maneira irregular. Muito menos o número de quartos no apartamento pode limitar o de moradores.
Você ouve os comentários do Márcio no portal da CBN. E toda a segunda-feira, ele está aqui no blog com artigos exclusivos e respondendo perguntas de ouvintes-internautas deixadas na área reservada aos comentários.
Sugestão do André Pasqualini publicada no site Apocalipse Motorizado

O título e a foto acima e o texto abaixo são de autoria do motoristas de táxi Davi Francisco da Silva, da Revista Táxi, e tratam de tema semelhante ao discutido neste blog pela ex-tenista Patrícia Medrado e pelo colunista de todas as quartas Carlos Magno Gibrail. Por isso,faço questão de reproduzi-lo para motivar você, também, a falar sobre o tema:
No mesmo dia em que desfilava em carro aberto pela Av. Paulista o nosso nadador medalhista na Olimpíada de Pequim, Cesar Ciello, eu me deparei com esta cena nas proximidades do Ibirapuera. Um grupo de garotos para nadar invade o tanque de nautimodelismo e modelódromo no parque Ibirapuera. São garotos excluídos e que não têm onde fazer atividades, a não ser invadindo.
A água está verde para evitar a dengue, mas isto não os afasta do prazer da natação. Observando-os pensei em quantos garotos ficam de fora desta prática, pois não têm onde invadir. Pois a cidade não oferece um local para nadarem.
Eu, pessoalmente, fiz inscrição por três anos consecutivos para fazer aula de natação na piscina do Ibirapuera sem conseguir vaga, pois o número de vagas é aquém da demanda.
Este garoto não tem acesso a uma piscina como muitos cidadãos paulistanos não o tem, a cidade de São Paulo tem 11 milhões de habitantes e 50 piscinas públicas, uma proporção de 220 mil pessoas por piscinas. Isto contando que todas funcionem a pleno vapor e tenham tamanho que vá além de um tanque.
E nós temos a nossa cidade como a locomotiva do país, imagine como deve ser em outros estados e cidades.
Uma medalha na natação é muito pelo que fazemos pelo esporte. Não estamos falando em natação visando competição e, sim, uma atividade ligada a saúde do cidadão e, principalmente, de integração desta garotada em atividades esportivas sadias.
Das melhores tenistas que o País teve, Patrícia Medrado atualmente é técnica e empresária, responsável pela preparação de novos valores do esporte brasileiro. Motivada pelo artigo Olimpíada: Três ouros por um tesouro, de Carlos Magno Gibrail ,aqui no blog, na quarta-feira, registrou na área reservada aos comentários a opinião dela que reproduzo aqui:
Caro Carlos,
Num momento em que os últimos resultados Olímpicos nos incomodam ou nos acomodam, seus comentários nos levam a mais reflexões sobre os caminhos do esporte brasileiro. Estamos evoluindo ou seguimos vivendo da força de superação dos nossos atletas heróis? difícil suportar histórias como a do judoca Eduardo Santos que passou dez anos na faixa marrom por falta de condições financeiras para a troca .
Concordo que devamos trabalhar nas bases ainda porque se não formarmos atletas, contribuiremos para a formação cidadã das nossas crianças. O Instituto que leva o meu nome tem levantado essa bandeira em São Paulo, com o apoio da prefeitura e levado o esporte tênis para diversas escolas e clubes municipais. Criamos o primeiro Centro Público de Excelência em Tênis, que reúne destaques e, em setembro, pela primeira vez a modalidade será representada por mais de 370 alunos nas Olimpíadas Estudantis da rede Municipal de Educação. Esperamos até que faltem medalhas!
Abraço
Patrícia Medrado
Para quem pretende conversar diretamente com ela pode escrever para patriciamedrado@uol.com.br ou visitar o site www.patriciamedrado.com.br
A diretora do Movimento Defenda São Paulo, Lucila Lacreta, escreveu para o CBN SP para relatar o encontro com vereadores promovido pela entidade:
“O Movimento Defenda São Paulo MDSP recebeu para uma conversa sobre os problemas estruturais e mais complexos da cidade os candidatos a vereador Nabil Bonduki (PT), arquiteto, urbanista e relator do Plano Diretor e da nova lei do zoneamento e José Police Neto, o Netinho (PSDB), atual líder do governo na Câmara Municipal.
O debate foi do mais alto nível: falou-se da revisão do Plano Diretor, Operações Urbanas, circulação e transportes, uso do solo e capacidade de absorver potencial construtivo nos bairros, pólos geradores de tráfego e os seus impactos na vizinhança, planos de bairros, conselhos de representantes onde os moradores realmente tenham poder de deliberação, fiscalização nas Subprefeituras, reestruturação da Secretaria do Planejamento para que efetivamente passe a planejar a cidade a curto, médio e longo prazos, tudo isto levando-se em conta a sustentabilidade ambiental.
Os candidatos demonstraram estar afiadíssimos na compreensão destes problemas, com propostas viáveis para seu equacionamento, muitas delas coincidentes com as do Defenda.
Neste momento em que os cidadãos exercitarão o poder do voto é importante lembrar que a escolha dos seus representantes deve ser feita de modo responsável, levando em consideração que é o Legislativo que tem a prerrogativa não só de aprovar as leis que selarão o destino da nossa metrópole como também de fiscalizar o Executivo, tarefa esta bastante esquecida e que precisamos resgatar.
O Defenda promoverá novos debates, inclusive com os candidatos à Prefeito.”
Grêmio 2 x 2 Inter
Sul-americana – Olímpico
Em campo chovia muito. Havia camisas molhadas carregando nas costas números estranhos para um cara como eu que aprendi a torcer para um time que começava no número 1 e se encerrava no 11. Mas estavam lá o 14, o 17, o 19, o 27 … Parecia sorteio da mega-sena.
Os nomes que vestiam aquelas camisas também não eram familiares. Mas o locutor na televisão insistia em dizer que quem estava em campo era o Grêmio.
E aquilo que disputava era uma competição sul-americana. Mas a que eu conheço e importa é a Libertadores da América. E essa só no ano que vem e para quem é o campeão brasileiro ou no máximo ficar no G4. Coisa que está muito próxima do caminho do Grêmio, diga-se de passagem.
Houve quem garantisse que, inclusive, aquele jogo era um Gre-Nal, clássico dos mais famosos do futebol brasileiro. Mas pela quantidade de gente na arquibancada, quando muito uma boa pelada no bairro do Menino Deus.
Tinha uma turma que corria, dava carrinho, errava, brigava, errava de novo, pedia o fim do jogo desesperadamente, e voltava a errar. Fazia daquilo final de Copa do Mundo. O outro, brincava. Tocava bola. Ensaiava jogadas. Testava movimentos. Seus jogadores até sorriam uns para os outros.
Cheguei ligar para Porto Alegre para entender o que era aquilo que eu estava vendo na televisão, às sete e meia da noite de uma quarta-feira. Nem hora de jogo de verdade era. Foi, então, que me explicaram. Era apenas um treino entre dois times de bairro: Azenha x Beira Rio.
E o Grêmio ? Não, disse meu interlocutor, esse só joga domingo contra o Vasco. É o líder do campeonato. Só entra em campo quando o adversário está à sua altura. Contra os outros, manda a garotada da Azenha. Aliás, concluiu, os meninos da Azenha não perdem para os veteranos da Beira Rio desde 2006.