Nossos poucos e bons alemães

A Ailin Aleixon, do “Época SP na CBN”, traz sugestões germânicas para aproveitar nossos poucos dias frios:

Bierquelle

O proprietário, Diathelm Maidlinger, nasceu na antiga Tchecoslováquia, cresceu na Alemanha e trabalhou na Suíça – e todas essas influências estão no cardápio da casa, inaugurada em 1984. Suas especialidades são as salsichas e lingüiças, fabricadas lá mesmo e pouco conhecidas por aqui. Os nomes são verdadeiros trava-línguas, como nürnberger rostbratwurst (minilingüiça de porco grelhada), tiroler rostbratwurst (lingüiça de porco tirolês com pimenta verde) e curryburst (salsicha de curry). A salada de batatas que acompanha alguns pratos é bem diferente da versão nacional: não leva maionese e chega à mesa quente, temperada com caldo de carne, pepino e toucinho. Os fondues de queijo, carne e chocolate são outro ponto forte do lugar, que tem decoração típica, quase cenográfica

R. Pascal, 608 – Campo Belo, tel.:5093-4327

Konstanz

Casa em estilo alpino com lambris de madeira nas paredes e toalha xadrez nas mesas. Basta a temperatura cair um pouquinho para os casais fazerem o pedido previsível: fondue. Mas o cardápio reserva uma cozinha muito mais vigorosa, com receitas germânicas como o eisbein (joelho de porco) e o gulash (cubos de carne ao molho de tomate com páprica e spätzle). Um bom começo é o bolinho de cerveja – na verdade, feito com chope claro, carne moída e bacon. Entre os pratos principais, prefira o kassler cozido ao grelhado, que perde a maciez depois de passar pela frigideira. Sugestão para paladares que apreciam sabores agridoces, o pato à Konstanz vem com molho de laranja, repolho roxo “temperado” com vinho, açúcar e canela e um purê de maçã exageradamente doce. Muito parecido com a compota que recheia o bom apfelstrudel.

Av. Aratãs, 713 – Moema, tel.: 5543-4813

Die meister stube

Localizado dentro do pequeno clube alemão Kolpinghaus, o restaurante de Helga Mathi tem dois ambientes distintos: um salão com decoração típica e um simpático jardim, muito agradável durante o dia. Adota o chamado cardápio internacional, mas vale mesmo pela cozinha alemã clássica: são pratos enormes, que alimentam duas ou três pessoas: o steak alemão é um hambúrguer picante gigante temperado com páprica, acompanhado com batata com bacon e cebolas. Tem também um rodízio, a R$ 65 por pessoa, que traz joelho de porco, salsichão, salsicha, chucrute e batata. Para sobremesa, vale pedir o apfelstrudel caseiro.

R. Barão do Triunfo, 1.213 – Campo Belo – São Paulo – SP, tel.: 5536-4982

Ambiente urbano: cuidado com a lâmpada fluorescente


Por Osvaldo Stella
Diretor-executivo da ONG Iniciativa Verde

Acompanhei na semana passada o debate em relação a disposição final das lâmpadas fluorescentes. Na maiorias dos países desenvolvidos as lâmpadas fluorescentes são consideradas como resíduos tóxicos. No Brasil a norma que trata dos resíduos sólidos, a ABNT NBR 10004, define a periculosidade de diversos elementos e substâncias químicas e estabelece os limites admissíveis para esses contaminantes serem dispostos no meio ambiente. As “lâmpadas com vapor de mercúrio após o uso” estão incluídas nesta norma, em seu “Anexo A”, e são classificadas automaticamente como resíduo perigoso, classe I, nos termos da Norma.

Por sua vez a norma regulamentadora NR15, do Ministério do Trabalho, que trata das atividades e operações em locais insalubres, também lista o mercúrio como um dos principais agentes nocivos que afetam a saúde do trabalhador.

Ainda que o impacto sobre o meio ambiente causado por uma única lâmpada seja desprezível, o somatório das lâmpadas descartadas anualmente (cerca de 40 milhões só no Brasil) terá efeito sensível sobre os locais onde são dispostas.

Em várias cidades do país, como Porto Alegre, existe um programa de coleta específico para este tipo de resíduo. Uma cidade onde a coleta seletiva de lâmpadas fluorescentes não está implantada expõe seus habitantes, em várias etapas do processo, ao contato com metais pesados que são extremamente nocivos para a saúde.

Existem empresas especializadas em reciclar este tipo de resíduo; para o pequeno gerador, isto é o pequeno consumidor de lâmpadas, fica difícil viabilizar esta alternativa.

É aconselhável verificar se a empresa que receberá as lâmpadas está em dia com suas obrigações e licenças (no caso de São Paulo, a CETESB licencia empresas para essa atividade).

Algumas opções

Apliquim
Ativa Reciclagem
Naturalis Brasil
Tramppo

Isto é, existe onde introduzir a lâmpada de maneira civilizada.

Tempo bom: Patrícia e André Madeira no perfil da Vejinha


Reprodução da foto que ilustra reportagem com o casal do tempo

Assinada pelo jornalista Fernando Cassaro, a seção Perfil da Veja São Paulo, nesse fim de semana, fala da nossa colega do tempo, Patrícia Madeira, e o marido, também da casa, André:

“Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza.” O casal de meteorologistas André e Patricia Madeira poderia acrescentar “faça chuva ou faça sol” às suas juras de amor eterno. Casados há treze anos, os dois são os responsáveis por apresentar a previsão do tempo da rádio CBN desde 2001. Funcionários da empresa Climatempo, cada um empresta sua voz a dois boletins diários. Ela pela manhã e ele à tarde. O sobrenome comum rende algumas confusões com ouvintes. “Sempre me perguntam se somos irmãos”, conta, aos risos, Patricia. Eles garantem acertar 90% das previsões. Entre março e maio do ano passado, o apresentador do CBN São Paulo, Mílton Jung, pôs esse índice à prova. “Propus um jogo para a Patricia e a média foi de apenas três erros por mês”, lembra ele.

Leia mais no portal da Veja SP

“Passarido” no jardim florido

Entusiasmada com a proposta do Greenpeace apresentada semana passada no CBN SP que desafia os candidatos à prefeitura de São Paulo a se comprometerem a ampliar as áreas verdes na capital, nossa colega de blog, Maria Lucia Solla, tem apostado em preservar o verde nem que isto seja na cobertura de um prédio.

As imagens que você vê foram gravadas por ela pelo telefone celular e a história quem conta é ela própria:

“Gostaria, se você permitir, de partilhar com os que navegam pelos teus mares um pouco da minha manhã de domingo, aproveitando a entrevista com o GreenPeace. Vou dar-lhe o título de: ’E possível transformar São Paulo e sua imagem de selva de pedra de ganância de consumismo e violência em jardim florido e ‘passarido’.

Um cantinho não serve só para tocar violão e fazer feliz a quem se ama. Dá para fazer feliz muito mais gente. Dá para fazer feliz uma cidade, e daí a um planeta, é um passo. O que usei no meu cantinho? Plantas, água (com uma pequena bomba, tipo a usada em aquário, para manter a água em movimento. Queremos pássaros, não mosquitos!), e uma banana fresquinha e bonita, por dia. Ah, é tanta curtição, de ambas as partes, que eles nem se assustam muito coma minha presença.

Perceba também que os ruídos da cidade emudeceram e se curvaram à beleza. Está bem, forcei um pouco tocada pela poesia do momento. É uma quieta manhã de domingo. Nem os pássaros, piaram muito, ocupados com o lanche.

O resultado? Não tem preço.

Nada de desanimar, porque dá para fazer muito, sim senhor.
Mãos à obra!

Beijo,

Maria Lucia Solla

Os artigos da Maria Lucia são publicados todos os domingos aqui no blog. No de ontem, ela já havia citado a entrevista do Sérgio Leitão. Por isso, se você quiser saber um pouco mais sobre o assunto pode rolar esta página até o artigo dela e depois de lê-lo, ouvir a entrevista do Greenpeace que está linkada.

Sinal de vida

A ironia estampada nesta placa foi encontrada pelo colega Gabriel Correia que circula na capital paulista de madrugada. O protesto faz referência a morte da menina Isabella Nardoni do alto de um prédio em crime supostamente cometido pelo pai, em março. O painel está na Praça da Luz, centro de São Paulo

Comércio quer estacionamento livre na Augusta

Os clientes sumiram das lojas da Rua Augusta, neste fim de semana, e não foi o frio nem a chuva que os espantaram de lá. De acordo com comerciantes, a proibição do estacionamento na rua dificultou o acesso dos consumidores. A coordenadora da Sammorc, ONG que atua em defesa dos moradores lojistas da região, Célia Marcondes disse que bastou uma caminhada entre a Alameda Santos e a Oscar Freire para ser parada inúmeras vezes por comerciantes que se sentem prejudicados com a medida.

“Para surpresa, moradores das Ruas Padre João Manoel e Haddock Lobo não suportam mais o congestionamento dos automóveis tentando parar nestas ruas, nas quais o estacionamento ainda é permitido”, disse Célia. Os estacionamentos particulares já se aproveitam da situação e elevaram os preços.

A Sammorc decidiu encaminhar o pedido a prefeitura para que haja a liberação do estacionamento da Rua Augusta, imediatamente. “Temos de lembrar que a Augusta, aos sábados, não é um local especial de compras, passeio, restaurantes, etc., e não um corredor para automóveis”.

Um abaixo assinado será feito pelos comerciantes e moradores das redondezas da Rua Augusta.

Levy Fidelix (PRTB) abre semana de entrevistas

Levy Fidelix (PRTB) abre semana de entrevistas

A segunda semana de entrevistas com os candidatos à prefeitura de São Paulo começa com o representante do PRTB, Levy Fidelix, que tem como vice em sua chapa, o colega de partido, advogado Marcelo Duarte.

Nos próximos dias, teremos no estúdio, ao vivo, a presença de dois dos nomes que estão entre os mais destacados nas pesquisas eleitorais, Marta Suplicy (PT) e Paulo Maluf (PP). O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) que divide a liderança com a petista esteve no programa semana passada, enquanto Gilberto Kassab (DEM), virá na próxima segunda-feira, de acordo com sorteio realizado com a presença dos assessores de todos os partidos..

A entrevista começa às 11 e 5 da manhã e tem duração de 25 minutos com a participação dos ouvintes-internautas com perguntas aqui blog, que podem ser deixadas na área reservada aos comentários, no e-mail milton@cbn.com.br e no Twitter.

Programe-se com a agenda de entrevistas desta semana:

11/08 – Levi Fidelix (PRTB)

12/08 – Marta Suplicy (PT)

13/08 – Sônia Francine (PPS)

14/08 – Paulo Maluf (PP)

15/08 – Anair Caproni (PCO)

18/08 – Giberto Kassab (DEM)

Se for do seu interesse, eis o perfil do candidato do PRTB segundo o site oficial do partido:

Levy Fidelix foi o primeiro Apresentador de um programa de informática na televisão brasileira, TV Bandeirantes e SBT (1984 e 1985, SP); Fundou as Revistas Interface e Governo e Empresa; foi Diretor de Criação nas Agencias de Publicidade Vogue e Staff (RJ); Professor na FACMAR – Faculdade de Marketing (ES); escreveu nos Jornais Correio da Manhã e Ùltima Hora (RJ) e Revista Propaganda & Marketing (SP); foi também um dos Fundadores do PL – Partido Liberal quando em 1986 disputou a cadeira de Deputado Federal(SP); logo a seguir foi para o PTR – Partido Trabalhista Renovador e também disputou o mesmo cargo (89/90); entre 1992/1994 fundou o PRTB – Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, sendo que em 1994 candidatou-se a Presidente da Republica e em 1996 postulou a cadeira de Prefeito de São Paulo/Capital; em 1998 disputou o cargo de Governador do Estado de de São Paulo; em 2000 postulou a Vice-Prefeitura da Capital/SP; em 2002 novamente Candidatou-se a Governador do Estado de São Paulo; em 2004 também p/ Vereador na Capital – SP e em 2006 para Deputado Federal pelo Estado de São Paulo. Levy Fidelix é bastante conhecido por sua proposta inovadora no Setor de Transporte de massa que é o “Aerotrem” que, entre outras funções, significa modernidade e conceituação, visando revolucionar o transporte publico ferroviario urbano e interurbano, uma das maiores necessidades da população brasileira atualmente. Levy Fidelix propõe a informatização escolar como instrumento pedagogico-educacional para a infância e a juventude brasileira; o crescimento economico nacional com melhor distribuição de renda, proporcionando qualidade de vida e menos violencia; meio-ambiente com sustentabilidade e equilibrio sem dificultar o processo de industrialização do Pais, e a ampliação de toda a infra-estrutura necessaria ao aproveitamento das nossas riquezas bio-energeticas e humanas que proporcionem inserir nosso querido Brasil em qualidade de vida e desenvolvimento no concerto das maiores nações do mundo.

De Iluminação ou iluminação e esperança

Por Maria Lucia Solla

Olá,

Tem gente que ainda diz que escrevo sobre auto-ajuda, termo que anda mais esfarrapado e sujo do que bêbado em briga de bar. Não. Fique claro que não escrevo sobre auto-ajuda e não tenho pretensão nem vontade de chegar à Iluminação. Ando mais empenhada em conseguir um bom eletricista para consertar parte da iluminação aqui de casa. Quando escrevo não dou receita nem conselho, só penso demais e falo de minhas próprias experiências. Quase despudorada. Escrevo e falo muito sobre a importância do auto-conhecimento e do despertar da consciência, porque é no que acredito e é o que busco. Acredito que sem a tal da consciência, não saímos do lugar, e ainda corremos o risco de andar para trás, de escorregada. Procuro viver melhor e ficar de bem com a vida mesmo que doa, para curtir minha estadia aqui na terra. Tento entender ação e reação e sou fascinada pela interação. Aí não tem fórmula e nem receita que ajude. Cada um dá o que tem e a gente sempre se surpreende com a variedade.

De qualquer maneira, hoje vi mais uma luz no fim do túnel. Quando se está no escuro, qualquer chama de vela é um milagre. Qual a extensão dele e o estado do pavimento, isso é outra história, mas às vezes essa luz é o reflexo de uma sacada; daquelas que dá vontade de pular. Tipo eureka. Sempre espero que essas caídas de ficha cheguem acompanhadas de fogos de artifício que fiquem pipocando até eu cansar de ver e de ouvir seus iuhus de alegria. Espero uma chuvarada de estrelas cadentes na manhã de um domingo comum; mas nunca é assim. A ficha cai sem aviso prévio; sem glamour, sem champanhe gelado. Estou tomando um capuccino cremoso, no Café Blenz do shopping perto de casa. É a segunda vez na semana que venho aqui para me conectar à internet do café. Surpresa para mim; gostei da experiência.

Vim só para retocar e enviar o texto que estava alinhavado no notebook, baixar e-mails, responder os mais urgentes, e ponto final. Só que no trajeto para o shoppping, ouvi o diretor de políticas públicas do Greenpeace, Sérgio Leitão, entrevistado por Jung, o Milton. Terminei de ouvir a entrevista no carro, no estacionamento, até que um funcionário veio perguntar se estava tudo bem. Sim, sim, tudo bem. Eu era de novo uma menina; a estudante que em grupo parava o táxi para perguntar se estava livre e depois gritava, viva a liberdade, e ria muito. Riso nervoso misto de folia, política e transgressão. Era a consciência que começava a despertar. Pois bem, o sabor voltou, ao longo da entrevista. Há esperança!

Semana que vem conto sobre a ficha que caiu.

Pense nisso, ou não, e até semana que vem

Maria Lucia Solla é professora, terapeuta e autora do livro “De bem com a vida mesmo que doa”, lançado pela editora Libratrês.

Ouça aqui a entrevista sobre a qual Maria Lucia Solla se refere no texto acima:

Avalanche Tricolor: Osmar Santos é gremista


Imagine como seria a narração deste penâlti que gravei do PFC na voz de Osmar Santos.

Atlético (MG) 0 x 4 Grêmio

Brasileiro – Belo Horizonte

Foi dos maiores narradores esportivos de todos os tempos, mas uma carreta se atravessou no destino dele. E uma geração inteira não teve o prazer de comemorar um gol na voz de Osmar Santos. Tenho o orgulho de cruzar com ele nas visitas que faz à Rádio Globo. Os limites impostos pelo acidente não o impedem de me identificar como gaúcho e gremista. “Suuuul” é o que diz com um sorriso no rosto e o polegar em riste. Minha resposta é um cumprimento envergonhado como qualquer fã diante de seu ídolo.

Osmar Santos é o nome de batismo do troféu oferecido pelo jornal Lance ao campeão do primeiro turno desde que o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado por pontos corridos. Troféu que foi do Santos, em 2004, do Corinthians, em 2005, e do São Paulo, em 2006 e 2007. Não por acaso, os campeões brasileiros daqueles anos.

Neste 2008, Osmar Santos será concedido ao Grêmio após a goleada incontestável sobre o Atlético Mineiro, no Mineirão. Antes mesmo de a rodada se encerrar, o Imortal Tricolor garantiu o título extra-oficial. Amanhã, quem entrar em campo estará se engalfinhando para ficar o mais próximo possível do tricolor gaúcho. Na visão mais positiva, a dois pontos do Grêmio – o primeiro clube a receber o troféu do jornal o Lance que não nasceu em São Paulo.

Vencer esta etapa não é garantia de que o título deste ano será do Grêmio. Nós, gremistas, sabemos isso mais do que qualquer outro. Temos muito a lutar, a brigar, a dar carrinho, chutão para o alto. Temos muito que vibrar com as defesas “indefensáveis” de Vitor e as bolas perdidas transformadas em gol por Reinaldo e Perea. Temos muito a sofrer com os chutes mal dados de Willian Magrão que acabam na rede, além dos passes “sem querer” de Tcheco e Rafael Carioca. Temos muito que torcer para que o árbitro se engane, inverta faltas, não marque os penâltis de nossos zagueiros nem os impedimento de nossos atacantes.

Ser gremista é assim mesmo.

Terminamos o primeiro turno com uma goleada na casa do adversário, à frente de todos os demais, líderes mais do que nunca, com o melhor ataque, a defesa menos vazada e a certeza de que os críticos continuarão a nos olhar com desconfiança.

Time de craques, bom de bola, é o Palmeiras do Luxemburgo, o São Paulo do Muricy, dizem até que o S.C.Inominável, do Tite. O Grêmio do retranqueiro Celso Roth todos reconhecem como um time lutador, batalhador, eficiente, e – o adjetivo definitivo, arrasador, incontestável – LI…MI…TADO.

De tudo isso, a lamentar – se é que após assistir à esta goleada é possível lamentar alguma coisa – apenas o fato de saber que jamais terei o prazer de ouvir, novamente, Osmar Santos gritar goooooooooooooooooooooooool do Grêmio. Como deste prazer estou privado, me consolo pondo as mãos no Troféu que leva o nome do Garotinho.