Foto-ouvinte: Jardim Botânico, socorro !

Um lado

Agora, o outro lado

A grama e plantas exuberantes contrastam com a deterioração da estufa encontrada pelo ouvinte-internauta Daniel Haberbeck dos Santos, no Jardim Botânico de São Paulo. “Mais se parece com uma peneira”, descreveu o visitante que pede para os responsáveis pela administração do local entendam esta reclamação como um grito de “ajude-me” do próprio Jardim Botânico.

Agora o outro lado

(publicado após os três primeiros comentários)

A estufa do Jardim Botânico foi atingida por uma árvore e está em reforma, explica a diretora do Instituto de Botânica, Vera Bononi. Na entrevista ao CBN SP, ela pediu desculpa pelos transtornos provocados ao cidadão:

Canto da Cátia: Tá proibido estacionar

Na CBN, desde o início da semana, toda a manhã, a Cátia Toffoletto comenta a proibição imposta pela prefeitura de São Paulo nas ruas dos Jardins. 636 vagas de estacionamento desapareceram. Mesmo quem não houve rádio ou não acompanha o noticiário, ao se aproximar de algumas vias do Jardim Paulista e da Consolação vai se deparar com placas anunciando a proibição.

Nada disto, porém, foi suficiente para o motorista do fusca, flagrado pelo telefone celular da Cátia Toffoletto, Logo que chegou a Haddock Lobo, quase esquina com a Mathias Aires, encontrou a vaga livre e estacionou. Até o momento em que a Cátia passou por ali, o simpático fusquinha ainda não havia sido agraciado com uma multa.

De bastidor: Óculos para o candidato

Dois assessores e uma equipe de TV, acompanham a entrevista

Cristão e collorido; das antigas e privatizante (esta última palavra dita de maneira truncada). Assim, o candidato a prefeitura de São Paulo Ciro Moura se identificou após algumas perguntas feitas por este entrevistador. Ele é do partido que começou PJ (da Juventude), virou PRN (aquele mesmo) e algumas siglas depois se transformou em Partido Trabalhista Cristão – contra o voto dele como fez questão de destacar.

Mora na Vila Mariana. “Por coincidência na rua Simpatia”, disse sorrindo. “Ao lado da João Moura, nome do meu avô”, contou orgulhoso. Foi de lá que o candidato veio dirigindo o carro particular, de dentro do qual assiste ao “povo sofrido pegar ônibus”. Se foi o primeiro dos entrevistados a chegar de carro, também foi o primeiro a vestir terno e gravata. De bom caimento e boa estampa, confesso.

No estúdio, uma equipe da TV Globo o acompanhou. Imagens para o jornal da noite. Havia um casal de assessores, também. Ela uma ex-famosa de TV: Cynira Arruda, jornalista, simpática, conversadora, consagrada como jurada de Silvio Santos. E candidata a vereadora pelo PTC.

Ciro Moura disse que o programa dele é baseado na idéia da “livre escolha”. E cadê o programa ? Prometeu que nesse fim de semana se reunirá na casa dele com dois amigos – das antigas – para discutir as propostas. Aguardemos, portanto.

Na saída, aperto de mãos, sorrisos, agradecimentos. Estúdio esvaziado.

De repente, o assessor volta correndo: cadê os óculos do candidato ?

Estava sobre a mesa do estúdio. Antes de levá-los, por curiosidade, pedi para experimentá-los. Lentes grossas. O candidato tem problema de visão.

Perguntômetro

Entre comentários e perguntas, chegaram 8 mensagens para a entrevista de hoje. Apenas um foi registrado no blog. E dois pelo Twitter.

Coisa da madruga: E o ônibus tombou

Capotar um carro não é coisa fácil. Precisa muita imperícia. Fazer o mesmo com um ônibus costuma ser irresponsabilidade. A polícia ainda não tem como garantir o que ocorreu com este ônibus flagrado pelo repórter da CBN Gabriel Correia. Ele encontrou o acidente na alça de acesso da Avenida Cruzeiro do Sul para a Marginal Tietê, no sentido Ayrton Senna. Cinco pessoas tiveram ferimentos leves.

Dê sua opinião sobre a entrevista com Ciro Moura (PTC)

Dê sua opinião sobre a entrevista com Ciro Moura (PTC)

O candidato à prefeitura de São Paulo pelo PTC, Ciro Moura, defendeu a idéia da “livre escolha”. Ele foi o quarto entrevistado na série realizada pelo CBN SP. Na foto acima, Ciro se despede da produtora Fabiana Boa Sorte ao lado da assessora de imprensa que também é canditada a vereadora. Deixe a sua opinião sobre a entrevista aqui no blog. Se não conseguiu ouvi-la no ar, clique no arquivo abaixo.

“É complicado, viu”

Por Fernanda Campagnucci

Lei estadual de 2001 proíbe que o cidadão jogue sua lâmpada fluorescente no lixo comum, mas não diz como fazer para dar um fim ecologicamente correto a elas (fim, esse, que não seja na calçada da Santa Casa, como mostrou este blog).

Em entrevista à CBN, o técnico da Cetesb Roberto Noda sugeriu que – enquanto a regulamentação não vem – o cidadão ligue para a LIMPURB, ou procure os Ecopontos da cidade.

O site dos Ecopontos não cita as lâmpadas, então liguei para a LIMPURB, no telefone fornecido pelo site da prefeitura. A pessoa que me atendeu foi muito simpática… e honesta.

– Por gentileza, como faço para descartar minha lâmpada fluorescente? Os Ecopontos recebem estas lâmpadas?

– Não… os Ecopontos foram criados para receber entulhos provenientes de construções.

– E como eu faço?

– Olha, é complicado, viu. Porque as lâmpadas têm mercúrio, que precisa ser tratado. Isso depende das empresas que recolhem esse tipo de serviço. Não adianta disponibilizar no Ecoponto se a prefeitura não tem nenhum contrato com empresas que recolhem.

– Quer dizer que nem a Limpurb trata desse descarte? Nenhum órgão da prefeitura? E o que eu faço?

– Não sei nem te informar (ela perguntou para as outras pessoas de seu setor). Tem uma empresa particular que acho que faz…

Amanhã o diretor da Limpurb vai nos esclarecer essa questão.

Vá de táxi, mas não perca

É o que recomenda Ailin Aleixo, editora da Época SP, e nossa comentarista na CBN. De segunda à quinta, ela está no ar com o boletim “Época SP na CBN”, às 11 e 45 da manhã.

Acompanhe as dicas de hoje sobre novos bares na cidade:

Bar Praça

Da rua, enxerga-se o cenário de luzes verdes onde a figura principal é a árvore de Jasmim-manga. Diz a lenda, que quem sonha com um breve casório, deve dar um beijinho no caule da ”estrela” do jardim. Porém, o mais eficaz é arranjar uma mesinha em volta dela e disparar olhares para o pessoal bonito que freqüenta o bar. Os shows são animadíssimos e o lugar é legal pra passar a noite dançando ao som de rock nacional e MPB – até se você estiver na parte de cima, dá para assistir a banda que toca no térreo. Os drinques são bem executados e alguns valem quase por uma sobremesa. É o caso dos docinhos Praça de Espanha (licor de morango, frangélico, amarula sorvete de creme, chantili e cereja) e do Praça Vila Madalena (vodca, licor de chocolate branco, sonho de valsa, sorvete de creme fredissimo e chantili). O cardápio é completo – agrada desde o pessoal que vai pra jantar aos que vão só para uma boquinha despretensiosa. Os grelhados na chapa fazem sucesso nas mesas e, embora o mais pedido seja o de picanha, vale a pena sair do óbvio com o de carne de sol com mandioca, brócolis e catupiry. Um bom docinho para fechar a noite é a tapioca de coco, morango e leite condensado. Mas, fique de olho na fila. A comanda tem de ser paga no balcão e, se você deixar pra sair na ”hora do rush” a espera é certeira.

R. Aspicuelta, 585 – Vila Madalena. tel.: 3031-3123 / 3032-7107

Boleiros

A bola rola solta neste recém-inaugurado bar, caçula do existente na Vila Olímpia. Amplo e iluminado, o espaço – com deck, área ao ar livre e salão – é perfeito para conversar com a galera ou, óbvio, acompanhar aquele jogão de futebol. Para isso, existem três plasmas e um telão. Faixas de times do mundo inteiro cobrem a parede e têm como companhia camisetas autografadas por Pelé e Zico. O cardápio – na forma de álbum de figurinha – é rico em opções. Em turma, a chapa mista serve bem e acompanha vinagrete e farofa. A porção de pastel não poderia faltar. Famosa, ela não decepciona em tamanho e recheio. Há sandubas frios de mortadela e salame. Garçons zelosos sempre estão a postos para servir o competente chope Itaipava. A caipirinha de abacaxi é refrescante. Por uma sugestão do atendente, folhinhas de hortelã foram adicionadas. Bela jogada. Os banheiros podem ser considerados um gol de placa se o quesito for limpeza. Ainda dá para se entreter com as diversas capas de revistas futebolísticas expostas nas paredes. Caso haja tempo para prorrogação, há sorvetes Rochinha como sobremesa.

R. Mourato Coelho, 1194 – Vila Madalena. tel.: 3031-8020

Imperatriz Villa bar

Decorado com motivos brasileiros, o Imperatriz Villa Bar fica em uma gostosa rua da parte nobre da Vila Leopoldina. A vida noturna do bairro não é das mais agitadas, por isso, a freqüência é de casais, famílias e, na happy hour, do pessoal que trabalha nas empresas próximas. Com esses dias de friozinho, é servido um buffet bem cuidado de sopas gratinadas e, aos sábados, rola uma feijoada ao som de chorinho. O balcão do bar é convidativo para sentar a dois e pedir chopes gelados direto do balcão. Porém, a ampla parte de trás da casa com metade do espaço ao ar-livre é bem charmosa – e onde fica a churrasqueira. A caipirinha Imperatriz com vodca, tangerina e pimenta rosa é boa para quem gosta de sabores exóticos. Na petiscaria, o forte são os espetinhos: o de queijo meia-cura (que é difícil vir no ponto certo) estava delicioso. Um bom sanduba é o generoso bife à milanesa, maionese light, rúcula e gotinhas de limão no frança. E, se você estiver lá perto na hora do almoço, se jogue na costela no bafo.

R. Passo da Pátria, 1.673 – Vila Leopoldina, tel.: 3644-4363