Canto da Cátia: Cadê a seta, ô meu ?

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A mudança de faixa sem a devida sinalização é um dos erros cometidos por motoristas que provocam sérior acidentes. Na cidade de São Paulo, muitos motociclistas são pegos de surpresa com a manobra. A repórter Cátia Toffoletto, mesmo tensa com a decisão de logo mais à noite, sacou de seu celular para mostrar como o motoristas se comporta no trânsito complicado da capital. Esta imagem é apenas uma das muitas “barbeiragens” que ela assiste pelas ruas de São Paulo.

Nu e com o pé na bicicleta

Um movimento inusitado está marcado para o sábado, dia 14, em São Paulo. Para protestar contra o desrespeito aos ciclistas, será realizada a versão brasileira do World Naked Bike Ride. Ao pé da letra: pedalar nu pela cidade.

Os organizadores tranqüilizam os menos atrevidos. O lema do evento é “quão nu você ousar”. Portanto, não precisa ficar peladão em cima da bicicleta, basta pedalar ao lado dos demais manifestantes que devem ser reunir na Praça do Ciclista, na avenida Paulista, ao meio dia. Mesmo quem decidir tirar toda a roupa, poderá disfarçar o pudor pintando o corpo.

Por que pedalar nu? Segundo os organizadores “porque é como os ciclistas se sentem disputando espaço com os veículos motorizados. Enquanto os motoristas estão protegidos de todos os lados, freios ABS, air bags, cintos, barras de proteção lateral, nós só contamos com a esperança de sermos vistos e respeitados”. André Pasqualini, que além de ciclista é ouvinte-internauta do CBN SP, “mesmo com luzes, roupas coloridas, capacetes espalhafatosos, muitos insistem em ignorar o nosso direito de ir e vir, mas e pelados? Será que nem assim seremos vistos?”.

A arte de gozar




Clique na foto e veja mais imagens da exposição

“A captura de um momento íntimo e intrigante para algumas pessoas gera a discussão da veracidade dos fatos, valores, moralismo e vários outros assuntos que podem vir a ser repercutidos com a idéia do retrato e do gozo”.

Assim a exposição Corpo Como Como Corpo é apresentada pelas fotógrafas Nathalia Guimarães e Alexia Santi. O trabalho delas está no Espaço GAG – Grupo de Arte Global -, na rua Tito, 79, Vila Romana, em São Paulo até o dia 14 de junho.

Visite o novo estúdio da CBN

Clique na imagem abaixo e conheça alguns detalhes do novo estúdio da Rádio CBN, de São Paulo. O primeiro a aparecer é o técnico Paschoal Júnior que conversa com o produtor do Jornal da CBN Clésio …. Botelho. Na mesa de apresentação estão Fernando Andrade e o Heródoto Barbeiro, aquele que olha com cara de quem nunca havia visto um Iphone sendo usado para gravar vídeo. Para alguém que começou carreira jornalística quando a máquina de datilografia era a maior novidade tecnológica até que ele não se assustou.

Para ver mais, acesse a página da CBN e assista, ao vivo, a programação pela internet.

Do Gibrail: O Tempo e a Máquina

Por Carlos Magno Gibrail

Todos sabem que o tempo é um dos mais preciosos bens à nossa disposição. E, por isso, é algo escasso, que deve ser bem administrado. Como então explicar a multidão que diariamente fica presa dentro dos meios de transporte, nas grandes cidades, sempre nos mesmos horários e dias? Culpa das prefeituras e demais governos?

Como responder aos reclamos por feriados e domingos chuvosos, contra segundas ensolaradas? Culpa de São Pedro?

Talvez, mas se encararmos trabalho e lazer de maneira não-convencional, isto é, numa simbiose saudável, tal qual a proposta do ócio criativo de Domenico De Masi, poderemos resolver parte destas situações e viver melhor e com mais controle sobre tais fatos.

Começar então a encarar a “Máquina”. Excluindo as atividades de linha de montagem ou de prestação de serviços em que o horário é definitivo. Por que não fugir dos “rushes”?

Há inúmeras situações em que se você se deslocar às seis da tarde, gastará duas horas para chegar no destino, mas se sair às oito da noite precisará apenas de 30 minutos. Por que não esperar duas horas, aproveitando o tempo para qualquer outra atividade? Ou será melhor ficar no trânsito congestionado?

Ricardo Semler, empresário e palestrante internacional de sucesso, com inúmeras inovações nesta questão, tais como horário flexível, escritórios em vários bairros de São Paulo para os funcionários racionalizarem distâncias e deslocamentos, terminou, assim, o prefácio de seu último livro: “Deitado numa rede, a única pessoa em toda a praia, em plena segunda-feira, em janeiro de 2006”.

Carlos Magno Gibrail é empresário, mestre em administração e professor de marketing de moda. Toda quarta-feira, estará neste blog dividindo com você as muitas idéias que surgem enquanto está no conforto da rede.

Eles brigam e a cidade pára

Semáforo inteligente, agilidade na comunicação, mais fiscais nas ruas e remoção rápida de carros quebrados são alguns dos caminhos sugeridos para que a Companhia de Engenharia de Tráfego ajude a melhorar a mobilidade do paulistano e a circulação de carros na cidade de São Paulo. Apesar de todos concordarem com estas idéias, é fácil de verificar que estamos muito distante desta realidade. Nesta terça-feira, o CBN SP conversou com os representantes da diretoria e dos funcionários da companhia e cada uma das partes descreveu o cenário de forma diferente.

Em relação aos semáforos, prometidos pelo então prefeito José Serra (PSDB) e o agora prefeito Gilberto Kassab (DEM), os três anos e meio de administração serviram apenas para reformar os equipamentos implantados durante a gestão Paulo Maluf (PP). Segundo o diretor de operações da CET Adauto Martinez Filho os semáforos estão em 1.100 cruzamentos da cidade de um total de cerca de 5,5 mil. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Trânsito do Estado de São Paulo, Luiz Antônio Queiroz, falou que seria necessário triplicar o número de semáforos inteligentes na cidade.

A maior discussão, porém, ocorre em torno da forma de comunicação das ocorrências na cidade. A atual gestão decidiu implantar o uso de computadores de mão e abandonar o rádio comunicador. Perdeu agilidade. Agora, apesar de negar o recuo, anuncia que vai usar os dois sistemas em paralelo. Enquanto são aguardados acordos a serem assinados a qualquer momento, licitações que podem resultar na compra de equipamento até o fim do ano e outras complicações mais, nas ruas os fiscais se comunicam por telefone celular – meio que não facilita a vida de quem precisa notificar colegas para interrupções no tráfego.

O quadro de funcionários é reduzido se comparado com as administrações anteriores. No governo Luiza Erundina (PSB) havia 4.500 pessoas trabalhando na CET, hoje são 4.100. A frota de carros na época era infinitamente menor. Adauto Martinez ressalta que dois concursos públicos foram realizados nesta gestão – o último semana passada – e até o fim do ano (mais uma vez este é o prazo) os funcionários estão a seus postos. Além disso, a CET tem o apoio da polícia militar que passou a atuar na área de trânsito.

O reduzido número de guinchos também atrapalha o trabalho da CET. A atual administração fala que conseguiu ampliar a quantidade de carros que realizam este trabalho: “eram 35 e agora são mais alguns que não lembro o número”, disse Martinez. E, claro, até o fim do ano, a frota será ampliada.

Enquanto direção e funcionários concordam no que tem de ser feito e discordam no que está sendo feito, o repórter de trânsito Bruno Azevedo, da CBN, anunciava os índices de congestionamento: estes sim cada vez maiores. Mas dique tranquilo porque no fim o do ano … no fim do ano vai ser bem pior.

Foto-resposta: Marta entregou só esqueleto, diz Saúde

A Secretaria Municipal de Saúde apela para registros fotográficos para provar que a ex-ministra Marta Suplicy errou ao dizer no CBN SP que a administração dela foi responsável pela construção do Hospital Tiradentes. No programa de sexta-feira, o primeiro da pré-candidata do PT para uma emissora de rádio desde que deixou o Governo Federal, ela disse que “nós entregamos prontos, tinha que começar a funcionar, demorou mais um ano e meio antes de começar”.

A assessoria do secretário Januário Montone informa que “30% das obras civis tinham sido feitas quando foram paralisadas por falta de verbas, pela administração Marta Suplicy, em setembro de 2004”. Segundo cálculo do gabinete de comunicação de Montone, um hospital custa aproximadamente 50% em obras e 50% em equipamentos, portanto o que Marta teria feito representaria cerca de 15% do investimento total.

TRE multa candidato por entrevista ao jornal

Os jornais de bairro são alvo preferido daqueles que pretendem se lançar candidato a vereador na próxima eleição. Muitos, aliás, surgem apenas em ano eleitoral com o objetivo de faturar uma grana cobrando por reportagens e citações. Por isso, mesmo os veículos mais sérios devem estar atentos.

Um cidadão batizado Alexandre Mariano Gentil foi multado em R$ 21.282,00 por propaganda antecipada, pelo Tribunal Regional Eleitoral. Ele teria feito propaganda eleitoral em entrevista concedida ao jornal Gente Nossa, que circula na região Norte da cidade.

Segundo a juíza, ao fim da entrevista, o pré-candidato faz verdadeira campanha eleitoral ao dizer que tem raízes naquela região e que “não se pode votar em pessoas que só vêm buscar o voto e nunca mais aparecem”.

Para os esquecidos: a propaganda eleitoral somente é permitida a partir de 6 de julho.

A eterna luta pelas calçadas da Rebouças

Já foram motivos de debate eleitoral quando Marta (PT) e Serra (PSDB) disputaram a eleição, em 2004. Foram cenário de embates dos moradores com os subprefeitos que passaram por Pinheiros. A discussão pelo respeito às calçadas da avenida Rebouças esteve até mesmo no Ministério Público de São Paulo.

Desta vez, o Movimento Rebouças Viva está de bronca com a Congás que deixou sua marca no piso próximo à rua Joaquim Antunes. A diretora da ONG Fernanda Bandeira de Mello pede que a subprefeitura de Pinheiros fiscalize a obra e cobre a recomposição do calçamento.