A Ceia do Natal!

 


Por Dora Estevam

O clima de Natal já chegou! Se depender das decorações das lojas, a festa não vai ter fim. São shoppings, supermercados, ruas, casas e prédios, todos, todos muitíssimos enfeitados. Verdadeiras paixões. Com tudo isso ficamos cada vez mais cedo entrosados com o espírito natalino. Eu amo!

Pensando em Natal pensamos em comida (siiiim, comida!). Além dos presentes, cartões e roupas. Nada pode falhar ou faltar. Os detalhes para cada prato, cada decoração; as roupas diferenciadas, roupas de festa mesmo. Pois é o momento que celebramos o nascimento de Jesus com toda a família.

E quando falamos em comida vem logo àquela pergunta: o que vamos fazer de diferente este ano? Diferente mas ao mesmo tempo igual. Ou diferente, mas renovado. Onde recorrer nestas horas? Receitas familiares aparecem aos montes: receitas da vovó, da tia, dos amigos, das revistas. É uma loucura desenfreada para agradar e fazer o melhor e mais gostoso.

Eu adoro comida de Natal, gosto do tradicional, mas amo as transformações culinárias que os chefes oferecem. Cada chefe de cozinha com seus truques. Truques que encantam e seduzem o paladar.

Mas devo lembrar que há pessoas com restrições na comida, daí precisam elaborar pratos diferenciados; há aqueles também que preferem algo totalmente diferente, por isso a variedade de ofertas deve ser muito grande. Não são todos os pratos que agradam.

Pensando nisso (para ajudar na escolha do seu menu) resolvi conversar com um grande querido e amigo: o Horácio Cymes, banqueteiro do Buffet Arroz de Festa – e ninguém melhor do que ele para falar da Ceia mais tradicional do ano, depois do casamento.

Dora: Horácio, o que não pode faltar na mesa do brasileiro?
Horácio: Por incrível que pareça na mesa do brasileiro não pode faltar a releitura da tradicional farofa, acompanha bem todos os assados e é de gosto quase unânime.

Dora: Qual a sugestão para quem não come carne vermelha?
Horácio: Para quem não come carne vermelha a minha sugestão é sempre um bacalhau, que pode vir das receitas tradicionais ou inovados como o recheio de uma massa.

Dora: Quais as combinações mais interessantes e práticas para quem quer fazer em casa?
Horácio: Para donas de casa que adoram um fogão, elas podem fazer um peito de peru com molho de castanhas, um tradicional Tender de fácil manejo, não faltando uma bela salada verde que poderá ser incrementada com queijos (brie, lascas de grana padano) ou lascas de presunto cru, um deliciosos risoto de figo seco, uma farofa de frutas secas e uma receita tradicional de bacalhau.

Dora: Com que antecedência deve pedir um menu Festas?
Horácio: Com certeza temos que nos preparar pelo menos com um mês de antecedência para evitar correria de ultima hora.

Dora: Para quem quiser encomendar a Ceia, como calcular por pessoa para não faltar comida ?
Horácio: No cômputo geral, você deve estimar 1 quilo de comida por pessoa. Claro que vai sobrar!

Dora: E as bebidas, alguma em voga?
Horácio: O frisante é sempre um bom acompanhamento para o Natal tropical.

Dora: A dona de casa que gosta de decorar a mesa deve tomar alguns cuidados para não atrapalhar o paladar da comida com motivos perfumados, como velas, por exemplo?
Horácio: Poderão ser usadas velas sem cheiro, e evitar ao máximo as flores perfumadas.

Dora: Para o Ano Novo, o menu muda completamente?
Horácio: Para o Ano Novo devemos elaborar um cardápio que nada lembre o Natal. Podemos entrar com um Filet Wellington que nada mais e que um belo rosbife de filet mignon temperado com patê de fígado e cogumelos revestido de um massa folhada e assado. Para acompanhar uma lentilha que é da cultura popular. Um risoto de alcachofra e aspargos sauté. Para quem não come carne vermelha, podemos fazer um camarão ã nossa moda: temperar o camarão apenas com sal e bater no liquidificador 300 ml de molho de tomate, 300 ml de leite de coco e 300 g de catupiry. Colocar o camarão no refratário, por o molho por cima e levar ao forno pré-aquecido a 200 graus por 15 mimutos.

Dora: As superstições da passagem sempre aparecem: você se recorda de algumas? Houve caso de algum cliente pedir para não incluir por este motivo?
Horácio: Ė comum clientes pedirem para não colocar aves na ceia de Reveillon! Dizem que aves “ciscam para trás”, e isso é atraso de vida.

Depois destas dicas maravilhosas, espero ter contribuído com você e sua família para elaborar já o menu das festas. Deixe tudo pronto e garanta uma recepção com muito sucesso.  Anote as dicas e encaminhe aos amigos, eles também irão gostar da ideia.

Todo o menu pode ser encontrado no site do Buffet Arroz de Festa que está na rua Fradique Coutinho, 112, Pinheiros, em São Paulo. Vocês vão ficar enlouquecidos com tanta beleza.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: Represa Billings cercada de lixo

Era um passeio pela Represa Billings. A quantidade de lixo, porém, falou mais alto. E o jornalista que por ali passeava, se viu na obrigação de registrar em foto as cenas lamentáveis de desrespeito com o meio ambiente. Airton Goes, do Fórum Social da Cidade Ademar e Pedreira, se espantou com a quantidade de sujeira espalhada no entorno da represa, ao lado da rua dos Mandis, próximo do espaço Sete Campos – Distrito de Pedreira.

Góes definiu as imagens como desoladoras e comentou, em e-mail: “A quantidade de lixo que continua sendo jogada na represa, que responde por parte da água consumida na cidade de São Paulo, é absurda”.

Ação Pegada Berrini quer mobilidade e um bairro cidadão

 

Trabalhei no WTC por dois anos seguidos. O prédio fica ali próximo da Ponte Estaiada, entre a Marginal Pinheiros e a Avenida Berrini. Naquela época, a ponte ainda não existia e muitos apostavam que com o trânsito da Roberto Marinho sendo despejado do outro lado, os carros que seguissem por baixo, vindo lá dos lados da Bandeirantes, ou no sentido contrário, lá dos lados do Shopping Morumbi, andariam com mais rapidez e, finalmente, os motoristas estariam livres dos congestionamentos.

Nunca acreditei no resultado prático dessas obras gigantescas e o que se via na Berrini dava pouca esperança de que a situação iria melhorar, principalmente levando em consideração as notícias de novos empreendimentos empresariais e aumento da frota de carro – naqueles tempos se falava em 6 milhões, hoje os jornais já dizem que serão 7 milhões até início do ano que vem (ouça esta notícia aqui)

Sair da redação no horário de pico era impossível. Os elevadores estavam sempre lotados e o congestionamento nos deixava parado dentro do estacionamento. Lá fora ainda havia o medo de assaltos no trânsito travado. A ideia era atrasar o fim do expediente para encarar situação mais amena. Cada vez era preciso deixar o local mais tarde.

Lembrei-me deste cenário, hoje, quando entrevistei o artista plástico Fábio Woody que participa do projeto Ação Pegada Berrini, iniciado há algumas semanas quando empresários, moradores, trabalhadores, pedestres, ciclistas e toda esta gente que se encaixa na tag #cidadão sentaram em uma sala grande e começaram a discutir soluções e criações para resolver o problema da mobilidade na região.

Ouça a entrevista de Fábio Woody, no CBN SP

O curioso é que o investimento inicial feito pela cidade na Avenida Berrini e arredores tinha como intenção criar um ambiente em que moradias e empresas convivessem e a necessidade de grandes deslocamentos fosse evitada. Se não me engano isto pode ser lido, inclusive, na Operação Urbana da Roberto Marinho.

Apesar da construção sem parar de apartamentos, esta realidade não se concretizou. E a Berrini para – ou continua parando – nos horários de pico que se estendem para além das 7 às 10 e das 18h às 20h.

Incentivar o deslocamento de bicicleta com prédios e comércio criando espaços para estacioná-las e escritórios com direito a banho, além de promover seu uso das estações da CPTM/Metrô até o local de trabalho pode ajudar.

Restringir o uso de carro com mudanças de vias e limitar os pontos de estacionamento nas ruas no entorno da Berrini são medidas que devem ser adotadas mas com o cuidado de a emenda não ficar pior do que o soneto. Haverá comerciante que ficará de cabelos em pé.

Rever o horário de entrada e saída, evitar reuniões presenciais e promover o trabalho em casa devem ser alvo de análise, mesmo que muitos escritórios já façam isso.

Criar espaço específico e exclusivo para ônibus circularem me parece um bom caminho, mesmo que gere revolta em quem não pensa na possibilidade de deixar o carro em casa ou à distância – para estes, quem sabe espécies de bolsões de estacionamento?

Talvez seja o caso de a Secretaria Municipal de Transportes reavaliar a restrição aos ônibus fretados, medida adotada há pouco mais de um ano para “facilitar o deslocamento na região” – diziam os técnicos na época.

A CET pode, também, dar uma espiada no tempo dos semáforos das vias principais. Quantos dos que estão espalhados por ali são considerados ‘inteligentes’? E a distribuição da faixas para pedestres, permite o passeio seguro ? Nunca devemos esquecer: calçadas são espaços que privilegiam as pessoas, portanto toda barreira tem de ser eliminada.

Bem mais complicado, pelo impacto econômico que teria, é o aumento das restrições para a construção de prédios e ocupação da terra naquela área. Mas se a intenção é mudar a Berrini, talvez seja necessário, sim, pensar nisto com base no que está no Plano Diretor Estratégio e na revisão deste plano que, pelo visto, não sairá da Câmara Municipal.

Como se vê, mesmo sem tempo para a reflexão, há muitos interesses que, na entrevista, chamei de difusos. Mas que o Woody fez questão de ressaltar têm o mesmo objetivo: melhorar a qualidade de vida na área da Berrini.

Se é assim mesmo – e eu acredito -, quem vive, trabalha e precisa da região tem obrigação de se mexer, se unir a este grupo, antes que a Berrini pare de vez.

Caso você não tenha nada a ver com esta história, pense como poderia organizar ação semelhante onde você vive, transformando o entorno e a si mesmo. Construindo um bairro cidadão.

Foto-ouvinte: Quem é o dono ?

 

Carro oficial

É carro oficial, do Poder Executivo e tem placa 001. Mas o ouvinte-internauta Marco Antonio Pinto gostaria de saber de que lugar, pois não há nada que identifica o veículo estacionado próximo da Secretaria de Esporte e Turismo, na praça Antonio Prado. O que o incomoda é que assim não há como reclamar a ninguém quando o motorista resolve parar em local proibido, andar na faixa exclusiva de ônibus ou acima da velocidade permitida. Quem puder ajudar, deixe a informação aqui no Blog
 

Foto-ouvinte: Céu bordado no Masp

 

Céu no Masp


Por Marcos Paulo Dias

Ouvinte-internauta e jornalista

A artista plástica  brasileira Regina Silveira “bordou” o céu nos vidros do MASP, quem passar pela avenida Paulista a partir de hoje,  15/11,  terá a oportunidade  de ver a instalação “Tramazul”, adesivos de vinil que recobre todos os vidros da fachada do museu. Da Avenida 9 de Julho,  a obra se torna ainda mais bela. De lá  podemos observar  uma agulha gigante que  com ela são “bordadas as nuvens”, lembrando um bordado de ponto cruz , cria-se um contraste com o dia a dia da cidade ,onde nem sempre o céu é azul. Apesar do alto  fluxo de veículos e  movimentação  de pessoas  na Avenida 9 de Julho  vale a pena dar uma paradinha para observar a obra  na altura da Parada Getúlio Vargas (corredor de ônibus  da avenida ), pois deste trecho você tem uma visão ampla e ótima para  observar , entender , fotografar e filmar, pois além da obra, temos a Avenida 9 de Julho e o mais antigo  túnel viário construído na cidade.

De muito erro e pouco acerto


Por Maria Lucia Solla

Esta semana me trouxe o assunto da droga, a legal e a ilegal, e comecei a escrever sobre a relação entre o homem e ela, sem defender nem atacar ela ou ele, mas acreditando que a proibição dela é a galinha dos ovos de ouro dele.

Pois não é que um braço da bandidagem agarrou minha mão e meus pensamentos e me fez mudar de assunto! Vou contar como foi.

Fui levar meu carro para a Inspeção Veicular e saí de casa com antecedência, por duas razões: primeiro porque conheço o trânsito da cidade, e depois porque me conheço; me perco à toa. Pesquisei o trajeto que deveria fazer para não errar, e errei. Entrei à direita numa rua antes daquela onde devia entrar. Respirei fundo, voltei e acertei. Só faltava o apoio de alguém que me confirmasse que eu estava na direção certa. Pensei: melhor parar num posto de gasolina; é mais seguro. E errei mais uma vez. Vi um posto e percebi que dois funcionários me observavam. Adivinhavam que eu ia em busca de informação e vieram até a minha janela. Gentileza, pensei; e errei de novo.

Fiz a pergunta, e um deles apontou dizendo que o local da Inspeção era vizinho do posto. Do lado de lá do muro. Que bom, obrigada! Engatei a ré, e um deles, o mais alto, perguntou se o extintor estava dentro da validade. Respondi que não tinha certeza, mas que aquela não era hora de cuidar daquilo. Ele insistiu, disse que era melhor verificar porque se estivesse vencido, meu carro não seria liberado na inspeção. Fiquei surpresa; tem certeza? A gente vê isso acontecer todo dia por aqui dona. O cidadão leva o carro lá, o extintor está vencido e nem fazem a vistoria. Tem que começar tudo de novo, entrar na Internet, fazer o agendamento… Achei melhor acabar logo com a história, olhamos o extintor, e não é que venceu no mês passado! O extintor venceu e o senhor também. Quanto custa um novo? Ele não tinha arma na mão.

A parada no posto me custou alguns reais e cinco minutos. Paguei. Agradeci. O local da Inspeção era do outro lado do muro, o que me ajudou a acreditar no “vendedor de extintor”. Continuei a errar. Terminada a inspeção quis confirmar que eles examinam mesmo o extintor para liberar o veículo. Não, eu tinha sido mais uma vítima do golpe.

Voltei ao posto sem me dar conta de que tinha atingido o alerta máximo do meu nível de tolerância, e já cheguei dizendo que não tinha medo de bandido e nem medo de morrer. Tudo bem que exagerei, e não me orgulho do que fiz, mas era o que eu tinha no momento. O cidadão mais alto não está, me disse o baixinho que fazia dupla com ele. Olhei em volta e vi os ratos se esgueirando, se amotinando.

No final consegui o extintor vencido e o meu dinheiro de volta. Passei na padaria, pedi a maior bomba de chocolate do balcão, vim para casa, me deliciei com uma super xícara de café e só agora, mais de trinta horas depois, me dei conta do perigo que corri, do tamanho da tristeza que senti por termos nos transformado nisso que está aí fora, à espreita para atacar. Tenho medo de bandido, sim, dos que usam armas e dos que nem precisam delas.

Só mais uma coisa: eu amo a vida e não tenho medo, mas não estou a fim de morrer.

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e organiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

Maquiagem na cor do verão

 

Por Dora Estevam

À espera do verão (pois, até agora o tempo não se definiu), as mulheres ficam de olho nas tendências de maquiagens para colorir os rostos na próxima estação. Tem as que gostam de cores claras e as que gostam de marcar bem com cores fortes.

Os produtos de maquiagens para o verão já estão disponíveis e se bobear a mulher vai sair da loja com a maleta cheia de itens para todos os momentos. Vão comprar até o que não precisam.


 
Bege, nude, coral ou vermelho e pink são as cores destacadas nos últimos desfiles internacionais para verão 2011.
 
Particularmente, eu gosto muito da boca escura, mais para o vermelho. Sempre gostei, fica mais chique, requer mais cuidados, mas o efeito na mulher é, sem duvida, de uma beleza incomparável. Dependendo do momento, este efeito assume até ares de nobreza.
 
O pálido também é muito bonito. Rosáceos ou nudes para usar no dia a dia são sempre bem-vindos, ficam chiques e não atrapalham nas relações de trabalho. São discretos e fáceis de retocarem, se preciso for.
 
Do casual ao cocktail, as maquiagens são essenciais em qualquer look. Elas são as melhores companheiras das mulheres. Sem restrições a idade é só usar e estar pronta para todos os momentos.

Algumas diriam que não usam porque têm alergia. Antes que isso aconteça devo adiantar que hoje em dia existem produtos para todos, todos os tipos de peles: é só procurar uma especialista para te ajudar.
 
As melhores marcas pensam nas clientes com peles sensíveis e lançam produtos adequados a elas, tem até pincel feito com pelo de cabra.
 
Uma personagem da televisão que está fazendo muito sucesso com o visual marcante é a Melina da Passione. Ela usa a boca colorida, sempre nos tons avermelhados e rosas. É um tipo de maquiagem mais fashion e ao mesmo tempo clean. Mesmo que ela esteja com uma roupa mais clara o destaque vai sempre para o make que usa. Bem divertido!

 
Então, querida leitora, não fique ai parada com a cara lisa, sem maquiagem, lembre-se que o seu rosto reflete o que você é. Da neutralidade, do romantismo ao brilho da noite você deve refletir nos melhores momentos da sua vida.
 
Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung
 

E mais entulho no centro

 

Entulho no SUS
 

Por Devanir Amâncio
ONG Educa SP

Em frente ao Sistema Único de Saúde (SUS) /AMA Sé, esquina da rua Lousada com a Frederico Alvarenga,região do Parque Dom Pedro II ,existe um ponto viciado de descarte de  entulho. O  entulho é velho e está a 15 metros da entrada da enfermaria . Restos de comida podre  – fora e dentro de sacos pretos – se misturam com terra , madeira,carcaça de computador  e uma cama.  Dentro de um dos sacos  tem um  cachorro morto  em decomposição . O mau cheiro é terrível , e vem atraindo a atenção  até dos cães .
 
 A   sujeira da região central de São Paulo  não é ocasionada por falta de varrição, mas por falhas  na coleta do lixo  domiciliar   que, somado ao descarte irregular de entulho,  castiga a cidade  e  provoca caos e mortes  em períodos de chuva. Não ter coleta na região central aos domingos é inaceitável. Um grande erro da gestão pública paulistana, que precisa ser corrigido com urgência, se possível, com  a ajuda do Ministério Público.

Quanto ao lixo empresarial, espalhado todas as noites nas principais vias do Centro pelos moradores de rua, não basta a Prefeitura responsabilizar somente as empresas. Vamos multar e pronto. A logística para resolver  o problema é complexa e deve ser  pensada e colocada em prática com as próprias empresas. Assim se tornará mais responsável.

Não podemos esquecer que o centro de São Paulo não é  o Tatuapé,  Zona Leste, ou a Chácara Flora,  Zona Sul. O Centro, pela sua importância,  exige políticas públicas diferenciadas,  autonomia e estrutura administrativa aos órgãos  municipais, inclusive para a sucateada Subprefeitura da Sé, afundada em dificuldades operacionais e  financeiras,  onde faltam recursos para reparos mínimos, a exemplo das demais subprefeituras. 

Os subprefeitos têm vontade de fazer acontecer, mas  se encontram de mãos amarradas pelos poderes limitados que lhe  são dados, por razões políticas , restando-lhes  cargos decorativos e rituais de sobrevida , como o de apertarem mensalmente a mão do prefeito.
 
 A cidade que pode entrar para história  ao proibir de forma radical  o uso  de sacolas plásticas  no comércio – em prol do meio ambiente – não consegue resolver o problema crônico do lixo , agora na porta de uma unidade de saúde (…)

Com a palavra os vereadores da cidade de São Paulo.