Foto-ouvinte: Piscina de Aedis

Piscina de dengue

No verão, um bom banho de piscina sempre ajuda, principalmente se for na caixa d’água do vizinho. Ajuda a procriação de mosquitos Aedes aegypti transmissor da dengue. O que mais chama atenção nesta foto registrada pelo ouvinte-internauta Vagner Moretti é que a caixa d’água aberta está em no Hospital do Sepaco (Serviço Social da Indústria do Papel, Papelão e Cortiça do Estado de São Paulo), na rua Vergueiro, número 4.210.

Ambientalista critica lei da sacola plástica, em Guarulhos

Os sacos plásticos usados no comércio, em boa parte do País, tem sido alvo de críticas pelo forte impacto ambiental que provocam. O material levaria cerca de 100 anos para se degradar, e nos lixões e aterros sanitários dificultam a decomposição de produtos orgânicos e biodegradáveis, além de causarem acidentes ecológicos quando jogados nos rios.   

Um das opções para a substituição deste material é a utilização de sacos produzidos com componentes oxiobiodegradáveis que se decompõem com maior rapidez no meio ambiente. A cidade de Guarulhos, segundo maior do Estado de São Paulo, desde o início do ano tem lei que obriga o comércio a trocar os sacos plásticos comuns por sacos oxiobiodegradáveis.

A medida foi anunciada pelo prefeito Sebastião Almeida (PT), em entrevista ao CBN SP, como um avanço na questão ambiental. Ele explicou que os supermercados já estão se adaptando a lei, apesar de terem um prazo para realizar a substituição do material.

Ouça a entrevista do prefeito Sebastião Almeida, de Guarulhos, na qual fala sobre outras medidas na área do meio ambiente

Apesar de festejado pelo prefeito de Guarulhos, a troca do plástico comum pelo oxiobiodegradável é criticada por ambientalistas. O pesquisador do IPAM, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, e comentarista da CBN, Osvaldo Stella, diz que a mudança é paliativa, pois a única diferença é o ganho de alguns anos na decomposição do material. Ele sugere que o comércio passe a oferecer sacolas de pano ou de papel para acondicionar os produtos. Na entrevista, Stella também faz sugestões aos ouvintes-internautas que costumam usar estes sacos plásticos para embalar o lixo caseiro.

Ouça a entrevista de Osvaldo Stella, do IPAN, no CBN SP

Acesse outros post deste blog que trataram deste tema:

“Fabricantes reagem na batalha do saco plástico”

“Supermercados vendem sacolas retornáveis”

“Que saco !”


“Não esqueça de levar a sacola”

Foto-ouvinte: Desrespeito oficial 2

O Placa Azul, de novo

O Placa Azul voltou a atacar e a medida que as pesquisas avançam descobrimos alguns hábitos bastante comuns e a preferência desses OTNI – Objetos Terrestres Não-Identificados. Não podem ver uma calçada livre e arrumada, principalmente na avenida Paulista, que logo se aproximam. E quando o pedestre menos espera, eles invadem a área e se apoderam, sem nenhum temor pois, aparentemente, não tem predadores no Planeta Terra. Pelo menos não o tem em São Paulo, onde podem cometer todo o tipo de irregularidades.

O flagrante deste ataque é de Allan Reisler, ouvinte-internauta que tem se especializado em OTNI. Este é o segundo que ele flagra no mesmo ponto, muito próximo do Masp. E por entender que nenhuma autoridade vai tomar qualquer atitude em relação a este desrespeito, Allan sugere: “pintem uma faixa amarela na calçada e coloquem uma placa alertando que ali é estacionamento particular de carros do corpo consular”.

Em tempo: Apesar da placa de identificação do veículo estar aparente, nenhuma autoridade no estado de São Paulo, nem mesmo o governador José Serra, parece ter a lista com o nome dos proprietários desses veículos, e por isso podem ser considerados da espécie OTNI.

Nota de ouvinte-internauta (27/02, 19h53)

“A partir de janeiro de 2009, carros diplomáticos serão registrados no Renavam”, reportagem do jornal Correio Brasiliense publicada em dezembro de 2008, sugerida pelo ouvinte-internauta Edson Rocha

Foto-ouvinte: Desrespeito oficial

Desrespeito oficial

Na Estância Turística de Aparecida as leis de trânsito devem ser diferentes daqueles em vigor no restante do Brasil. O carro oficial da prefeitura de lá foi flagrado parado em cima da faixa de segurança semana passada (17/02), logo após o meio dia, na esquina da Bela Cintra com a Paulista.

De acordo com o ouvinte-internauta Cleber Jacob, os ocupantes do carro oficial não se importaram com o fato dele estar fotografando o veículo em flagrante desrespeito a lei assim como também não se incomodaram com a cara feia dos pedestres obrigados a desviar o caminho

Nota de ouvinte-internauta (27/02 – 19h51)

“Eu visitei o site da prefeitura daquela cidade e, no endereço podemos ver que a infração causada pelo motorista daquele carro é do tipo Gravíssima, com multa de R$ 574,61 (vide pag. 12), além de uma falta grave (pag. 13), estacionar sobre calçadas ou sobre faixa de pedestres. Segundo o PARE – Programa de Redução de Acidentes de Trânsito – deles, a educação no trânsito deve começar na escola. Acho que a autoridade de lá deve conduzir o motorista daquele carro de volta à 1ª série.  –   Edson Rocha”

Civilidade

Por Fernando Gallo

Um filósofo – não sei qual – disse certa vez que o grau de civilidade de uma cidade pode ser medido pela largura de suas calçadas.

A largura de suas calçadas, quem poderia imaginar?, e no entanto faz tanto sentido, mais espaço para as pessoas, menos para as máquinas, abrir lugares para os calçados, que barulho não fazem, ou fazem menos do que motores, engrenagens, e toda sorte de componentes ruidosos que se põem a invadir os nossos ouvidos, mal não haverá em mais dignidade ao trânsito dos pedestres, tão alijados do processo de ir e vir nessas calçadas estreitas, a desviar uns dos outros, dos postes, a transitar pelo meio-fio, o risco de cair na pista e lhe passarem as rodas por cima a qualquer momento.

A largura das calçadas deveria integrar um índice de civilidade, mais ou menos nos moldes desse que chamamos IDH, utilizado pelas Nações Unidas para auferir o desenvolvimento humano nos países, alvissareiro que pensadores bem intencionados tenham conseguido estabelecer alguma humanidade e ciência nisso que temos chamado economia, e que trata tudo tão vagamente, o mercado, o crescimento e tantas outras palavras que de exatas nada têm, mas nos perdemos um pouco quando falávamos de nosso IDH, ou melhor, de nosso IC, Índice de Civilidade, este muito menos complexo do que aquele, sem fórmulas matemáticas nem metodologias tão acuradas, vamos nos valer apenas de nossa observância, nossa vivência, disso que alguns chamarão empirismo.

Estando certo que o ponto de partida de nosso índice serão as calçadas, podemos passar sem grande dificuldade para os outros componentes, mais difícil é começar, usaremos este chavão para deixar claro que as palavras têm esse poder de por em ordem os raciocínios, que os pensamentos vão se encadeando à medida que os vamos imprimindo no papel, embora papel disséssemos na época das máquinas de escrever, agora deveríamos dizer LCD, sigla anglófona para as telas modernas de computador, veja o leitor que dizíamos que os pensamentos vão se encadeando à medida que o texto vai saindo – diremos assim para simplificar – e acabamos por nos dispersar.

Vamos logo, então, Machado dizia que o leitor tem pressa, embora a pena corra devagar, não é o nosso caso, blogs, ao contrário dos livros, não devem se prestar a longas divagações.

Pois passaremos logo às nossas outras proposituras: todos os assentos do transporte público serão preferenciais, assim tentaremos corrigir o bem intencionado erro do cidadão que instituiu os bancos exclusivos, e acabou por excluir dos idosos, das grávidas, das pessoas com deficiência e congêneres a preferência que lhes devemos em todo e qualquer assento. Também temos profunda crença em que toda e qualquer pessoa nascida do sexo masculino deverá ceder seu assento para toda e qualquer pessoa nascida do sexo feminino, acalmem-se as feministas, não estamos a tratar de fragilidades, temos tido, aliás, provas cabais de qual é o verdadeiro sexo forte, dizíamos, porém, que não é de fragilidades que se trata, mas de gentileza, costume que inadvertidamente começamos a abandonar tão logo queimaram o primeiro sutiã.

Gostaríamos de ver dobrado o tempo em que permanecem abertos os faróis de pedestres, mal eles têm permitido que nós cruzemos as ruas, que dirá os mais sedentários, as velhinhas, as pessoas com restrição de mobilidade, essas gentes para quem pouco serve esse sistema de governo a que nos habituamos chamar de democracia, talvez devêssemos chamá-lo oligocracia, pouco tem servido à maioria, que dirá às minorias.

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Filho de político só em escola pública

Nos debates sobre a qualidade do ensino público, mensagens propondo que parlamentares inscrevam seus filhos apenas em escola da rede municipal ou estadual surgem de todas as partes. Para estes ouvintes-internautas assim as autoridades teriam interesse político em investir mais e melhor na educação. Foi vasculhando os projetos de lei apresentados no Congresso Nacional, que um desses descobriu o texto abaixo

PLS – PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007

Autor:     SENADOR – Cristovam Buarque
Ementa:     Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
Data de apresentação:     16/08/2007
Situação atual:
Local:
17/11/2008 – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania

Situação:
29/05/2008 – PRONTA PARA A PAUTA NA COMISSÃO
Indexação da matéria:     Indexação: FIXAÇÃO, OBRIGATORIEDADE, AGENTE PÚBLICO, OCUPANTE, CARGO ELETIVO, EXECUTIVO, LEGISLATIVO, REPÚBLICA FEDERATIVA, ESTADOS, (DF), MUNICÍPIOS, MATRÍCULA, FILHOS, DEPENDENTE, ESCOLA PÚBLICA, EDUCAÇÃO BÁSICA, ENSINO FUNDAMENTAL, ENSINO DE PRIMEIRO GRAU, DEFINIÇÃO, PRAZO MÁXIMO, APLICAÇÃO, NORMAS.

Então, vamos debatê-lo ?

Foto-ouvinte: O Menino e o Carnaval

Imagem de O Menino e o Catavento, centro de São Paulo (Devanir Amâncio) 

O menino e seu olhar ingênuo para o catavento não resistiram ao entuasiasmo do Carnaval. Vestido com um camisa rosa desbotada, quase branca de tão lavada,  e uma cueca esfarrapada, fez graça a todos que passeavam no Largo São Francisco, no centro de São Paulo. A travessura só era completa aos curiosos que teimavam em dar a volta na obra de O.M. di Palma e avistavam os fundilhos pretos ressaltados pelo vermelho do pano da cueca.

A cena foi registrada por Devanir Amâncio, da ONG Educa São paulo, na segunda de Carnaval. Tendo passado as festas de Momo, bem provável o menino já se despiu da fantasia.

Alunos usam bicicleta para ir a escola

Bogotá tem sido exemplo para a melhoria do espaço urbano desde que a cidade assumiu o compromisso de melhorar a qualidade de vida dos seus moradores. A presença de entidades civis cobrando do poder público medidas coerentes e sustentáveis fez, por exemplo, que por lá se desenvolvesse projeto que incentiva o uso da bicicleta para as crianças irem a escola.

A ideia foi apresentada a diretoria do Colégio Véritas, em Sorocaba, pelo ativista André Pasqualini, um dos organizadores da Bicicletada, que ocorre toda última sexta-feira do mês, na avenida Paulista. Soube pelo Blog FelizCidadeFeliz, do ouvinte-internauta Roberto Neumann que, nesta semana, o programa foi lançado na cidade que fica próxima da região metropolitana de São Paulo:

Hoje, o colégio Véritas, em Sorocaba, provou isto ao lançar o projeto “Caminho para a Escola”. Agora, os alunos têm a opção de ir para a escola pedalando, acompanhado por monitores que fazem um itinerário – como as vans – e vão encontrando com os alunos e suas bikes pelo caminho. Na hora de ir embora é a mesma coisa: um itinerário, um monitor e a crianças com suas magrelas percorrendo o trajeto até a porta de casa. Para os pais mais corujas e superprotetores é possível acompanhar o filhote. Pedalando, claro! (trecho reproduzido do blog FelizCidadeFeliz)

Duas novidades de peso

Por Ailin Aleixo
No ÉpocaSP na CBN

Forneria San Paolo Villa Daslu

A fórmula é a mesma, ambiente moderninho-sofisticado, clientela vip circulando no almoço e no jantar. E com um adendo: a nova unidade fica no primeiro andar da Villa Daslu, onde o trânsito de beldades já é intenso por si só. O salão é até envidraçado, mas quem olha para fora? Se não é sua praia, melhor optar pela matriz na R. Amauri, onde o clima é parecido, mas atenuado pela porta da rua. Já para quem gosta do burburinho, o cardápio, assinado pelo chef Rodrigo Gonçalves, oferece os mesmos atrativos da casa-mãe, com acento ainda mais italiano. Além dos ótimos sanduíches em massa de pizza, servidos durante todo o dia, sem intervalo, são exclusivos da nova unidade os pratos de peixe e três tipos de risotos – vale provar o mare, que traz lula, polvo, camarão, todos tenros e saborosos. De sobremesa, creme de mascarpone e chocolate e charlotte de frutas vermelhas.

Av. Chedid Jafet, 131 – Vila Olímpia, 3841-9680

Bacalhoeiro

São 660m2 de área, dividida em seis ambientes que impressionam. Mas a proposta vai além da instalação faraÔnica cravada na Zona Leste. A ideia, diz o gerente português Norberto Moutinho, é representar a cozinha portuguesado tradicional Antiquarius nesta parte da cidade, A afirmação se justifica pelo cardápio que repete sucessos da fonte inspiradora, para garantir a autenticidade dos pratos, Moutinho trouxe o chef Francisco Everaldo da Silva e cozinheiros que trabalham no Antiquarius, no A Bel Sintra e no Trindade. Deu certo. Preparado com o melhor bacalhau do mundo, o Gadus Morhua, o bacalhau à lagareiro vem em posta alta, dourada no azeite e acompanhado de batata assada, alho, azeitona e brocólis. Mas vale sair do óbvio: prove a perna de cordeiro com feijão branco. Irretocável. Antes, de entrada, peça a frigideira de polvo no sal grosso com bacon. 

R. Azevedo Soares, 1580 – Tatuapé, 2293-1010

Foto-ouvinte: A criança e o lago

O lago e os meninos

Nas imagens feitas por ouvintes-internautas do CBN São Paulo tem-se noção do prejuízo da cidade com o acidente que secou o lago da Aclimação, na zona cetral/sul de São Paulo. Na primeira foto, Roberto Haathner registrou em janeiro deste ano a visita do filho dele ao parque. Na segunda, Luci Júdice Yizima mostra os meninos na lama que restou do lago nesta terça-feira.

Veja mais imagens do lago da Aclimação clicando na imagem acima