IPVA atrasado pode ser pago em 12 vezes, em São Paulo

Os proprietários de veículos, em São Paulo, que têm pagamentos atrasados do IPVA receberão comunicado da Secretaria Estadual da Fazenda oferecendo a quitação da dívida com desconto à vista ou parcelamento em até um ano. O programa atenderá cerca de um milhão e meio de motoristas que deixaram de pagar o imposto até 2006.

Ouça a entrevista com o representante da Secretaria Estadual da Fazenda Marcos Ivan Marchetti, ao CBN São Paulo:

Técnica proposta no blog pode ser avaliada pela SVMA

Usar bactérias para matar bactérias. A idéia de uma empresa brasileira, descrita no artigo de Carlos Magno Gibrail, publicado no blog, hoje, pode ser usada para despoluir o Lago do Ibirapuera. A Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente diz que analisa uma série de sugestões que têm como objetivo melhorar a qualidade de vida no local.

O empresário Omar Grecco que explora a tecnologia está disposto a oferecer o serviço gratuitamente para o município. É preciso, contudo, avaliar antes a eficiência do tratamento e a viabilidade de aplicá-lo no local.

O chefe de gabinete da SMVA Hélio Neves afirmou que ações da prefeitura já conseguiram tratar até 95% dos poluentes que são despejados pelo Córrego do Sapateiro.

Nesta entrevista ele explica o que está sendo feito para despoluir o lago e chama atenção para o comportamento do cidadão que agride o meio ambiente:

Prazeres do freezer

A Ailin Aleixo entra numa fria para nos oferecer o que a de mais saboroso em São Paulo. Ouça as sugestões de sorvetes do “Epoca SP na CBN”:

Stuppendo

Sorveteiro e apresentador de TV, Eduardo Guedes produz sorvetes italianos e os vende em uma simpática lojinha de esquina de Moema, com mesinhas ao ar livre. Ele adora frutas – neste verão, entram em cartaz os sabores melancia com capim-santo, goiaba com limão e menta, uva com clorofila, e abacaxi com maçã e canela. Para o Natal, a casa vai lançar sorvetes de panetone, chocotone, marrom-glacê (à base de castanhas de verdade) e panforte (nozes, avelãs e mel). Preço: R$ 8 (porção de 110 gramas).
R. Canário, 1321, Moema, tel.: 5093-2967.

Só doces

A vitrine tem apenas dez sabores, só dois litros de cada – é a estratégia do pâtissier Flavio Federico para ter produtos sempre frescos. Entre as novidades, sex on the beach (à base de pêssego, groselha, laranja e vodca). Mas não deixe de provar os de coco com calda de goiaba e farofa de castanha-do-pará, canela em pau, e tangerina com pimenta-rosa. Preço: R$ 6 (porção de um sabor).
Al. dos Arapanés, 540, Moema, tel.: 5051-5277.

Taperebá

Produz uma gama incrível de sorvetes italianos à base de frutas brasileiras, sobretudo das regiões Norte e Nordeste. Tem de taperebá (o mesmo que cajá), de bacuri, de murici… Os últimos lançamentos são os sorbets de goiaba com água de coco, de maçã verde com água de rosas e de erva-cidreira, entre outros. Preço: R$ 5 (porção de um sabor). Av. Macuco, 703, Moema,
tel.: 5052-0330.

Pâtisserie Douce France

O francês Fabrice Le Nud produz poucos sabores (todos ótimos, especialmente o de goiaba), mas adora inventar moda na apresentação. O berimbau R$ 10 é uma esfera de chocolate recheada de sorbet de manga ou de goiaba. Já os de limão-siciliano, de laranja e de maracujá R$ 10 são servidos dentro da própria fruta gelada. Preço: R$ 6 (a porção de uma bola comum).
Al. Jaú, 554, Cerqueira César, tel.: 3262-3542.

Ronaldo pode ser o novo Garrincha “corinthiano”

Na fim da década de 60 assim como no fim da carreira do craque, Garrincha foi contratado pelo Corinthians. A história volta à lembrança após o anúncio de que Ronaldo é o novo e maior reforço do clube paulista para o ano que vem. E a comparação também é permitida. Para isso, por sugestão do colega de redação Bene Correa, reproduzo texto escrito pelo conselheiro e ex-dirigente corinthiano Roque Citadini no site dele:

“Foi um encontro tardio para ambos, infelizmente. Mas o torcedor o acolheu com entusiasmo. Parecia que o veterano de 33 anos, corpo dilacerado pelas chuteiras de implacáveis marcadores, tal como a Fênix poderia renascer e voltar a jogar como nos áureos tempos de craque do Botafogo e da Seleção. Era o sonho dos 45 mil torcedores que no dia 2 de março de 1966 lotaram o Pacaembu para ver o novo astro do Corinthians, em jogo válido pelo Rio – São Paulo, enfrentar o Vasco da Gama. O Corinthians estava em maré baixa. Seu último título de campeão fora conquistado em 1954.

Daí em diante nada. Reforços eram contratados entre os jogadores que se destacavam em todo o país, o time tornava-se mais competitivo, ameaçava chegar ao pódio mas derrapava no caminho. Quem sabe Garrincha mudaria a trajetória corintiana e traria o almejado título para o alvinegro?

Mané Garrincha assinou com o Corinthians o melhor contrato de sua carreira, embora já não fosse o mesmo atacante que deslumbrara o mundo inteiro com seus dribles incríveis.

O vencedor de duas Copas e principal responsável pelo bicampeonato no Chile, quando o Brasil ficou sem Pelé no segundo jogo. Seu problema não era tanto a idade mas as seqüelas de contusões mal tratadas que acarretaram uma atrofia do joelho. Em sua estréia no Corinthians, mesmo fora de forma, foi considerado pela imprensa “uma estrela solitária” na derrota por 3×0. E proporcionaria a conquista do título do Rio–São Paulo, embora dividido com Botafogo, Santos e Vasco porque a proximidade com a disputa da Copa do Mundo, na Inglaterra, impediu o desempate.

Garrincha marcou dois gols em 13 jogos. Enfim, um título, mesmo dividido com outros três clubes. Valeu a pena o encontro do Corinthians com Garrincha. Só Corinthians, Botafogo do Rio de Janeiro e Seleção Brasileira tiveram o fabuloso Mané em seus times”

Fotógrafa conta sua vida em Heliópolis

Heliópolis, o livro
Imagem de Renata Castello Branco publicada em “Heliópolis”

Foram oito meses “morando” em Heliópolis, das maiores favelas deste país. E Renata Castello Branco saiu de lá com imagens impressionantes, mas, principalmente, muitas histórias e novos relacionamentos. Sobre o livro de fotografias que leva o nome desta comunidade paulistana já falamos com você em post publicado sábado passado. Agora você ouve a entrevista com Renata que foi ao ar hoje no CBN SP:

Direitos Humanos não são direitos dos bandidos, diz brasileiro



Meu ponto de vista da entrevista de Vanucchi no Roda Viva

Uma mudança de comportamento do brasileiro em relação aos direitos humanos teria sido detectada por pesquisa encomendada pelo Governo Federal. É o que destacou o secretário especial Paulo Vanucchi durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite de segunda-feira.

“Os direitos humanos defendem os direitos dos bandidos ?”. De cada 10 brasileiros que responderam a esta pergunta, oito disseram que não. Oscar Vilhena, da ONG Conectas e doutor em ciências políticas, lembrou que no passado o apoio a esta ladainha dos reacionários era bem maior.

Isto não significa que o tema esteja bem resolvido no Brasil. Haja vista, notícias da violência policial, do trabalho escravo no campo, do desrespeito aos portadores de deficiência, às mulheres, aos idosos e às crianças. Soma-se a falta de resposta do Governo aos crimes de tortura durante o Regime Militar. Aliás, Vanucchio driblou o que pode as perguntas de Lilian Witti Fibe e demais convidados do Roda Viva sobre o assunto.

Não é por acaso que a mesma pesquisa mostrará que mais da metade dos brasileiros apóia a pena de morte, como lembrou o secretário Vanucchi que também atende pelo título informal de Ministro dos Direitos Humanos. Poderemos compreender melhor o que pensa o brasileiro sobre o tema assim que o resultado deste trabalho for divulgado por completo, o que deve ocorrer nesta quarta-feira, quando são comemorados os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Asssiti, ao vivo, a entrevista do secretário Vanucchi como convidado do Roda Viva para twittar, ao lado de Rodrigo Savazoni e Hernani Dimantas, ambos embrenhados há algum tempo na causa em favor dos direitos humanos. Enquanto nós três registrávamos em textos curtos as impressões sobre a entrevista e o bastidor, Ana Carmen Foschini fotografava a todos e publicava em sua página no Flickr. Antes do programa e durante o intervalo, havia mais Roda Viva na internet. E muita imagem sendo gravada nas câmeras digitais.

A TV Cultura tem investido muito na interação das mídias. Uma experiência que devemos acompanhar bem de perto, pois poderá sinalizar caminhos a serem percorridos por aqueles ligados a área de comunicação.

Foto-ouvinte: Perigo entre dedos

O cigarro chegou ao posto de combustível entre os dedos do motorista e por lá permaneceu enquanto o carro era abastecido. O frentista não deu bola, fez seu serviço, cobrou a conta e se despediu do cliente.

O ouvinte-internauta Luciano Oliveira assistiu a tudo enquanto esperava a vez dele abastecer o carro no posto que fica no cruzamento das avenidas Carlos Caldeira com a estrada do Campo Limpo. Sem a quem reclamar, registrou a imagem e mandou para o blog chamando atenção para o risco de explosão gerado por aquele comportamento.

CBN ganha mais dois prêmios da crítica

João Carlos Santana que comanda, há quatro anos, o Sala de Música na CBN ganhou o prêmio de melhor programa musical do rádio da Associação Paulista dos Críticos de Arte. E as meninas do recém-nascido Caminhos Alternativos, Fabíola Cidral e Pétria Chaves, conquistaram o prêmio APCA na categoria variedades.

Os dois programas vão ao ar aos sábados. O Caminhos, às 9 da manhã, e o Sala de Música, às 9 da noite.

A polícia militar de São Paulo é muito violenta ?

A pergunta surge a partir de dados publicados, nesta terça-feira, pelo jornal Estadão que mostra, a partir de estatísticas oficiais, que a PM já responde por 8% dos assassinatos registrados no Estado. De janeiro a setembro deste ano, um de cada 12 assassinados morreu com tiros disparados por policiais.

O CBN São Paulo fez esta pergunta a dois especialistas no assunto.

Nancy Cardia: É violenta, sim

Ouça o que pensa a coordenadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP, Nancy Cardia.


Tulio Khan: A violência é relativa

Ouça agora o que diz o coordenador de anãlise e planejamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Túlio Khan.

Leia AQUI a reportagem publicada no Estadão.