A Pele que Habito: cenas elegantes e história provocante

 

 

FILME DA SEMANA:
“A Pele que Habito”
Um filme Pedro Almodovar
Gênero: Drama/Suspense
País:Espanha

 

Um cirurgião plástico famoso vive o drama de ter perdido a amada esposa, vítima de suicídio após ficar deformada por queimaduras decorrentes de um grave acidente de carro. Ele então desenvolve uma pele, que pode ser ultilizada em humanos, à prova de queimaduras que se regenera em caso de cortes. Os meios que ele ultiliza para chegar a esta descoberta nos leva a desvendar “vários esqueletos do armário”.

 

Por que ver:
Eu simplesmente amo o Almodovár. Na minha opinião, ele é um hibrido entre Fellini e Kubrick, outros dois grandes mestres. Este filme me faz lembrar de “Laranja Mecânica” com pitadas de “Amarcord”.

 

Como ver: vinho tinto deve e pode acompanhar o filme. Combina com o clima. E lógico que você deve estar acompanhada/do. Mesmo os amantes de “hollywood movies” vão gostar. As cenas são elegantes e a textura do filme bem americana.

 

Quando não ver: com filhos ou parentes ascendentes… Meio “fortchenhas” as cenas de sexo. Oba! Adoro! É hoje! Rsrsrsrs

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos.

Giorgio Armani: luxo, água e sustentabilidade

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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A grife Giorgio Armani anunciou sua participação na campanha Acqua for Life pelo quinto ano consecutivo, em parceria com a Green Cross International (GCI), em prol de populações que vivem sem acesso à agua potável. Em 2015, atuarão no desenvolvimento da campanha em destinos como Gana, Costa do Marfim, Senegal, China, Bolívia, México e Argentina.

 

Atualmente cerca de 80 comunidades em todo o mundo já são beneficiadas com água potável graças a esse projeto de extrema importância. Lançada em 2011, o objetivo é apoiar o desenvolvimento de sistemas avançados e inovadores de água nessas novas comunidades. A primeira iniciativa na Argentina incidirá sobre a Província de Chubut da Patagônia, uma região atingida com a pobreza e um clima severo.

 

Para Armani, o acesso à água potável é um direito humano. A falta de água não só coloca a vida das pessoas em risco, mas também limita severamente o acesso à educação e ao desenvolvimento. Armani se comprometeu a utilizar a força de sua marca e de suas duas fragrâncias associadas à água – Acqua di Gio e Acqua di Gioia – para ajudar a disseminar a consciência sobre a necessidade de tomar medidas em escala global para resolver esta questão. Parte das vendas destas fragrâncias é revertida em litros de água para a campanha. Essa iniciativa aumenta a consciência da preciosidade da água e da necessidade de ajudar centenas de milhões de pessoas que não tem acesso à ela.

 

Não há dúvidas de que Giorgio Armani (não apenas o estilista mas também a marca que leva o seu nome) são admirados ao redor do mundo por muito além de suas criações de moda masculina e feminina. O consumidor contemporâneo é sensível a ações de engajamento social, preocupa-se com o meio ambiente e com um mundo melhor para todos. Para as marcas de luxo, hoje ser sustentável pode até ser uma tendência apenas, mas vai se transformar em questão de sobrevivência, principalmente com o crescimento do luxo consciente por seus consumidores.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Maus hábitos: um filme perturbador e ousado

 

Por Biba Mello

 

FILME DA SEMANA
“Maus Hábitos”
Um filme de Simon Bross
Gênero: Drama
País:espanha

 

 

Conta a história de uma família unida por uma variedade de distúrbios alimentares. Sua fé, seu amor, sua vaidade são postas à prova. Uma feira, uma socialite, um homem insatisfeito com sua vida conjugal contam esta história perturbadora e ousada.

 

Por que ver: estamos em uma época em que se coloca a vaidade acima de tudo e para nos encaixarmos em um modelo estético “aceitável” cometemos algumas loucuras; este filme levanta a questão e nos faz refletir se realmente vale a pena nos submeter a certos sacrifícios desmedidos. Estudei este roteiro quando estava escrevendo o meu longa e simplesmente não consigo tirá-lo da cabeça.

 

Como ver: sua mãe ou marido o perturbam por seus quilinhos a mais? Pegue estes dois chatos e os coloque para assistir! Será um tapa na cara da sociedade! Kkkkkkkk

 

Quando não ver: no início de uma dieta… Vai pirar a cabeça! Melhor não arriscar!

 


Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos

Luxo pode ser para poucos, mas honestidade é para todos

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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“O jeitinho brasileiro” é um dos principais slogans que acompanham o Brasil. Pode ser interpretado de várias formas: boas e ruins, claro. Se por um lado, o brasileiro tem garra e luta por seus objetivos – o que é incontestável -, infelizmente, essa expressão também nos remete a algo que ocorre comumente por aqui: “dar um jeito” carrega consigo a ideia de burlar leis, furar filas, encontrar atalhos, ser favorecido, ter atendimento privilegiado em prejuízo a outros cidadãos.

 

Observando os protestos realizados no último domingo, 15 de março, bem como as manifestações que marcaram 2013 – e, diziam, ironicamente, terem se iniciado pelos famosos 20 centavos na passagem do ônibus -, noto que as pessoas tem comportamentos contraditórios, algumas chegam a assustar tamanho o desconhecimento. É fundamental que nosso povo seja politizado (quem sabe um dia) e lute por seus direitos, mas é lamentável ver que se cobre do governo o que muitos de nós não exercemos: a honestidade. Pouco adianta pedir mudanças no comportamento das autoridades, se no dia a dia agimos com desonestidade. Um dinheiro para o guarda de trânsito nos livrar da punição, propina para liberar a carteira de habilitação cancelada por excesso de multas, estacionar em vagas para pessoas com deficiência, gorjeta para agilizar o atendimento na delegacia ou repartições públicas são apenas alguns exemplos de atos ilegais que ocorrem no cotidiano.

 

O problema é que para desenvolvermos uma consciência cidadã é preciso muita educação. E com o governo que temos atualmente, inclua-se nesta crítica todos os que vieram antes, investir nesta área não é prioridade. Por isso, difícil ter alguma previsão de que um dia nos tornaremos politizados. Também acho incrível a quantidade enorme de brasileiros que postam artigos em seus perfis nas redes sociais muitas vezes sem saber exatamente o que estão falando ou sem conhecer nossa história. Deixo claro que sou a favor dos protestos e, obviamente, não estou satisfeito com a situação atual do país e da forma como vem sendo governado (ou seria, roubado?). Porém, penso que devemos fazer nossa parte, mudar essa mentalidade de querer levar vantagem em tudo. Não apenas pregar e cobrar honestidade, mas agir com honestidade, ensinar às próximas gerações de que este valor não é um luxo, coisa para poucos. É uma obrigação de todos!

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Páscoa em Londres: Harrods oferece experiência única com Ovos Fabergé

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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A Páscoa está logo ali e, enquanto muitas marcas e empresas atraem seus clientes pelo chocolate em si, a loja britânica Harrods, ícone do luxo inglês no mundo, surpreende seus clientes com seu bom gosto e sofisticação. Em sua vitrine, o destaque são os Ovos Fabergé em sua vitrine, sobre os quais já conversamos neste espaço.

 

Puro luxo digital. A marca de jóias finas é destaque de uma vitrine interativa da Harrods (com vista da Brompton Road), tendo como destaque um ovo 3D interativo. Os visitantes escolhem o seu Fabergé favorito em um iPad, dentro da loja, e conferem como ele fica a partir de projeção na vitrine, em 3D, provocando um efeito incrível.

 

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A Harrods será ainda palco de uma caça ao ovo de Páscoa com uma pequena diferença: o prêmio será um pingente de ovo Fabergé. Para entrar, os visitantes devem caçar os seis ovos Fabergé gigantes que foram escondidos em diferentes andares da loja, e registrar suas descobertas através de um aplicativo de celular.

 

Pura experiência no ponto de venda. Experiência que, neste caso, foi muito além da interatividade e tecnologia. Com a brincadeira tradicional da caça aos ovos, proporciona sensação memorável para as crianças e, não tenho dúvida, para marmanjos e senhoras.

 

A excelência em produtos e serviços tornou-se “commodity” no segmento do luxo, portanto cabe às empresas agirem, como age a Harrods, de forma a encantar o cliente através de experiências sensoriais.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

A Fita Branca: obra prima e virtuosa

 

Por Biba Mello

 

FILME DA SEMANA:
“A Fita Branca”
Um filme de Michael Haneck.
Gênero: Drama
País:Austria

 

 

Em um vilarejo na Alemanha, estranhos acontecimentos/crimes acontecem perturbando a rotineira paz do local. O medo toma conta de seus moradores.

 

Por que ver: O filme é uma obra prima e virtuosa. A atuação dos atores é primorosamente naturalista e a fotografia, uma poesia à parte. O diretor tenta explicar a causa do holocausto se apoiando na tese de estrutura autoritária da sociedade alemã, que gerou fortes sentimentos de crueldade e sadismo entre os jovens do início do século XX, a mesma geração que anos mais tarde se juntaria a causa do nazismo. Existe uma fala em off no início do filme que narra: “os eventos que se passaram ali, naquele vilarejo, no início do século, são de extrema importância para se compreender os eventos dramáticos que aconteceriam na Alemanha, décadas depois”.

 

Como ver: Depois de ter se revoltado com o nosso altual governo em redes sociais… Será que se este filme fosse no Brasil, se chamaria “A Fita Vermelha?

 

A história mundial nos faz refletir sempre que vivemos momentos de crise política e econômica como esta que estamos passando. Precisamos ir mais a fundo para entender o porquê de tudo, e esta foi a tentativa de Haneke(existem estudos que dizem ser infundadas estas teses, mas ai a discussão se aprofunda muito e este texto não visa isto). No filme, os filhos do pastor usam uma fita branca no braço (o diretor faz uma alusão à faixa com estrela de David que os judeus usavam para se destinguir socialmelte dos alemães). Outra referência feita ao “modus operandi”alemão, é quando um deficiente mental tem seus olhos perfurados. Nos faz recordar que a Alemanha mandou exterminar todos seus cidadãos incapazes para a purificação da raça ariana… AFFE!

 

Quando não ver: Se você repudia filmes que exigem um maior aprofundamento… Este filme não será a sua praia.

 

Agora, uma mensagem a meus cologas cineastas: e ai, quem se habilita a explicar os porquês em um filme instigante como este?

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos.

O Jogo: é teste para cardíaco!

 

FILME DA SEMANA
“O Jogo”
Um filme de David Fincher.
Gênero: Ação/Suspense
País:USA

 

 

Nicholas Van Orton (Douglas), um homem de negócios mal-humorado, acaba de fazer aniversário. O irmão oferece-lhe o cartão de uma empresa chamada Consumer Recreation Services. É um presente de “vida” … Através de um jogo obscuro o participante “vai brincar” sem saber sequer qual a finalidade. Os estranhos acontecimentos começam a manifestar-se acompanhando o início do Jogo, em que os organizadores parecem monitorizar por completo a vida do participante. As linhas das fronteiras entre o real e a ficção tornam-se cada vez mais difíceis de distinguir.

 

Porque ver: O diretor David Fincher filmou os seguintes títulos: Seven, o Curioso caso de Benjamin Button, Garota Exemplar, Clube da Luta, A Rede e Os homens que não Amavam as Mulheres, etc… Bom, acho que convenci você, não? Este diretor é um fenômeno por si só.

 

Como ver: Quando estiver em busca de emoção!!!! Quando você vai a Natal andar de buggye nas dunas, eles perguntam: “com ou sem emoção”? Este, definitivamente, é “com”.

 

Quando não ver: Tem problemas cardíacos ou respiratórios? Se a resposta for sim, este não é um filme indicado a você.

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos.

Campanha propõe criação de DNA das armas para combater violência

 

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Impossível rastrear quatro de cada 10 armas usadas para cometer assassinatos no Brasil, pois estão com a numeração alterada. A situação é mais complicada quando se faz a busca em armas usadas durante os roubos: 54% estão com a numeração raspada. Estes são resultados de pesquisa inédita sobre o caminho percorrido por armas apreendidas em situações de crimes, realizada pelo Ministério Público de São Paulo em parceria com o Instituto Sou da Paz. O trabalho analisou 4.289 armas apreendidas em roubos e homicídios, na cidade de São Paulo, nos anos de 2011 e 2012.

 

Com aproximadamente metade das armas não tendo seu perfil revelado por conta da numeração raspada, fica ainda mais difícil o trabalho de investigação e o controle do mercado de armas no Brasil. A proposta agora é da criação do DNA das armas, sistema que já funciona em outros países como a Suíça. Impossível de ser visto a olho nu, o DNA poderá ser aplicado por meio de um registro de várias partes da arma, com isso a supressão da identificação somente será possível por meio da destruição da arma.

 

Com base neste trabalho, o Ministério Público e o Instituto Sou da Paz lançam campanha “DNA das Armas” destinada a promover o debate na sociedade sobre a necessidade de implantar esta tecnologia inteligente de marcação individual das armas de fogo, fabricadas no Brasil. De acordo com os organizadores da campanha esta é uma forma de aprimorar o “raio-x” da violência e com isso aperfeiçoar o combate ao crime, especialmente o de roubo.

 

Um dado interessante encontrado pela pesquisa que de certa forma derruba alguns mitos que sustentam a venda de armas no Brasil: 38% das armas rastreadas tinham registro legal prévio, o que na prática significa que foram vendidas legalmente e depois desviadas para as mãos de criminosos. Das armas com registro prévio, a grande maioria foi registrada no Estado de São Paulo, demonstrando que é preciso reforçar a fiscalização dentro das fronteiras do estado.

O luxo feito à mão e sob medida

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Quando se fala em produtos de luxo, inevitavelmente vem à mente: bolsas, sapatos, roupas, carros … Uma infinidade de segmentos. Porém, muitos hoje se esquecem, ou podme até mesmo não saber, que no passado o luxo de verdade era feito sob medida, à mão, para cada cliente.

 

Nos anos de 1980, o consumo de produtos de luxo passou por desenvolvimento internacional considerável, e nos anos de 1990 o luxo iniciou processo para se tornar um setor econômico e industrial.

 

O processo de “industrialização do luxo” o fez menos exclusivo, principalmente pelo fato de terem deixado de lado, em boa parte, a produção à mão, que deu lugar a produção em máquinas. Afinal, é comum ver um mesmo produto em diferentes mãos ou corpos, apesar de possuírem ainda uma edição limitada.

 

Apesar disso, muitas marcas, mesmo aderindo ao processo de industrialização, não deixaram de oferecer a exclusividade do produto “tailor made”, ou seja, feito sob medida. Marcas como Louis Vuitton, Goyard e Hèrmes são apenas alguns exemplos de empresas francesas que produzem a seus clientes produtos com cada detalhe adequado às suas particulares necessidades.

 

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A inglesa Bentley também oferece customização a seus afortunados clientes que adquirem seus veículos, com um nível de detalhamento incrível, interna e externamente ao veículo. No Brasil, um exemplo interessante e de extremo luxo é a grife Martha Medeiros, da empresária alagoana que dá nome à sua marca, produzindo vestidos de renda feitos à mão, e ainda vestidos para noivas, representando um sonho para muitas mulheres.

 

O luxo tem como preceitos a exclusividade, o prestígio, a edição limitada e o feito sob medida. O crescimento do segmento e a substituição em boa parte do artesanato pelo industrial geraram a democratização do luxo, aumentando sua presença global e o tornando acessível a um público mais amplo do que o consumidor da antiguidade.

 

Encontrar o equilíbrio entre ter mais clientes sem correr o risco de perder a sofisticação é um dos principais desafios das marcas de luxo, que veem na customização a seus clientes uma forma de encantá-los, ao invés de simplesmente oferecer um produto “de prateleira”.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Drácula, a história nunca contada: é de perder o apetite!

 

FILME DA SEMANA:
“Drácula, a história nunca contada”
Um filme de Gary Shore.
Gênero: Aventura/Horror/Fantasia
País:USA

 

 

Vlad é um príncipe da Transilvânia que prima por paz. Quando criança, foi levado pelo sultão turco como escravo junto com outros mil meninos e criado para ser guerreiro. Logo virou um guerreiro temido e famoso por empalar pessoas. Vlad, então, passa 10 anos em liberdade governando suas terras em paz até que, o filho do sultão, exige o mesmo que seu pai: quer mil garotos para tê-los como servos. Dentre as crianças está o filho de Vlad. Como o príncipe não concorda com estes termos, começa uma batalha. E Vlad recorre às forças do mal afim de se tornar um vampiro poderoso para proteger sua família e seu povo.

 

Por que ver: Bran Stoker foi quem criou a literatura do horror com seu livro “Drácula “ em 1897. O que poucos sabem é de onde este brilhante escritor tirou a inspiração para tal. A história real parece tão assustadora quanto o ficcional e o filme permeia estes fatos tão intrigantes e reais.
O filme conta como Drácula virou vampiro…

 

Agora um resumo da história real na qual foi inspirado o livro original e o filme atual: o principe Vlad, um nobre da corte Romena, lutou para manter turcos e mulçumanos otomanos fora de seu país. Ele não era nada bonzinho. Governou seu reino militarizado da Valáquia, sul da Romênia, com muito derramamento de sangue. Era conhecido como Vlad, o empalador (empalar, significa introduzir uma lança comprida pelo anus ou vagina, e fincar na terra de modo que esta lança saisse pelo pescoço/costas da pessoa que muitas vezes agonizava por dias nesta posição antes da morte, MEDA!!!). À menor desconfiança que alguém pudesse traí-lo, ele empalava esta pessoa. Chegou a se tornar um assasino em massa criando uma floresta de pessoas espetadas entorno de suas terras. Muitos historiadores o descrevem com várias facetas, erudito, assasino em massa, brilhante intelectualmente, político, bem educado quando lhe era interessante, falava várias linguas como romeno, turco, latim e alemão e brilhante estrategista militar. Ele é tido como herói na Romênia apesar de ter sido tão sanguinário. Morreu defendendo seu povo em 1476 e existem até estátuas em sua homenagem.

 

Como ver: Depois de ter comido, ou correrá um sério risco de perder o apetite.

 

Quando não ver: verifique a censura e não veja com seu filho caso a mesma não permita.O filme, apesar de ficcional é forte.

 


Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos. E escreve aqui no Blog do Mílton Jung