Foto-ouvinte: Uma lua “ensolarada”

 

A lua de São Paulo

O sol insiste em deixar suas marcas na lua. Ou seria a lua que insiste em aparecer quando a estrela no céu deveria ser o sol ? Tudo vai depender da hora em que esta foto foi feita por Massao Uehara, autor desta bela foto, ouvinte-internauta do Jornal da CBN, membro da rede Adote um Vereador (e, claro, um incrível fotógrafo)

Escreva bem, é simples

 

Aproveito o feriado de sexta-feira para dividir com você texto publicado há algumas semanas em O Globo, no qual a professora de Língua Portuguesa Erika de Souza Bueno mostra que a escrita de qualidade pode ser bem mais simples do que imaginamos. Neste artigo, a coordenadora-pedagógica do Planeta Educação/Vitae Futurekids desmistifica algumas regras da gramática. Faça bom proveito, é simples:

 

Não é preciso ser professor de língua portuguesa para conhecê-la. Os gramáticos não são os únicos capazes de produzir textos coerentes, concisos e adequados. Não, a língua portuguesa não é a mais difícil de ser entendida. Não, português não é difícil de aprender. Acredite, você é capaz de produzir textos concisos, caprichados e perfeitamente entendíveis às pessoas que você deseja que tenham acesso a eles. Para começar, defina seu assunto, ou seja, sobre o que você pretende falar ou discursar. Entenda que não é o título (ao concluir seu texto, não se esqueça dele), mas o assunto a ser desenvolvido, aquele que será seu objeto de análise, tal como uma matéria-prima que precisa ser moldada para ter os formatos de acordo com o estilo de cada um. Uma das dicas para isso é inserir em seu cotidiano a leitura em suas formas verbais e não verbais, tendo um olhar atencioso a todas as formas de textos que o rodeiam, tais como propaganda, fôlder, charge, placa de trânsito, anúncio de emprego, discurso de algum político, enfim, atente-se a tudo o que é capaz de transmitir uma mensagem. Aproveite para se questionar sobre como esses exemplos conseguem fazer com que uma mensagem seja entendida por um determinado grupo de pessoas. Bom, escolhido o assunto, defina, indispensavelmente, seu público-alvo, pois ninguém escreve bem se não souber para quem vai escrever. Essa dica vale até mesmo se você desejar que seu texto seja lido por um grande número de pessoas. Nesse caso, utilize-se de uma linguagem simples e formal, ou seja, não utilize palavras que parecem existir apenas em dicionários e, muito menos, não utilize expressões grosseiras e gírias. Observadas essas dicas, você pode, enfim, começar seu rascunho. Isso mesmo! Rascunho, pois um bom texto, na maioria das vezes, é o resultado de uma releitura realizada pelo próprio autor. Isso acontece porque, ao reler o que escrevemos, vamos identificando outras formas de passar a mesma informação. Nesse processo, aumentamos nossa garantia de que a mensagem será entendida pelos nossos receptores. A partir de seu primeiro rascunho montado, faça uma releitura atenciosa, verificando se existe alguma palavra escrita incorretamente ou, ainda, se é necessário mudar a ordem em que as frases foram escritas. Aproveite essa releitura, também, para verificar se não existem formas mais claras de dizer alguma sentença, apostando na simplicidade das falas e na consequente clareza da mensagem. Por falar em simplicidade, entenda-a como um dos caminhos para a concisão de seu texto. Por exemplo, em vez de começar um e-mail com “Venho por meio deste solicitar minha transferência de setor”, prefira, simplesmente, “Solicito minha transferência de setor”, não se esquecendo de começá-lo com os devidos cumprimentos. Aproveite esse momento, ainda, para identificar possíveis pleonasmos, pois eles cansam o leitor, impedindo-o, muitas vezes, de completar a leitura. Exclua de seu texto, por exemplo, expressões como “elo de ligação”, “sair para fora”, “calçar os sapatos nos pés”, entre tantas outras. Para finalizar, na releitura de seu próprio texto, tente atentar-se para regras simples da língua portuguesa, ou seja: Não separe sujeito e verbo, e acentue todas as proparoxítonas. Analise os parênteses. Compreenda que tudo pode acontecer dentro deles, ou seja, outras vírgulas, pontos-finais e, até mesmo, exclamação e interrogação. Por isso, primeiramente, analise sua frase sem eles e, somente depois, volte seu olhar para analisar o que foi escrito, verificando se há mesmo a necessidade de inseri-los. Verifique se as palavras terminadas em ágio, égio, ógio e úgio estão devidamente acentuadas, bem como se a crase não foi inserida antes de palavras do gênero masculino ou antes de verbos no infinitivo. Se seu texto obedecer às regras da Nova Ortografia, exclua o trema e os acentos de paroxítonas “oi/ei”, bem como o circunflexo de formas verbais como “veem e creem”. Lembre-se que temos até o fim de 2012 para nos adequarmos a ela. Se for utilizar os verbos “tem” e “vem” no plural, não se esqueça de acentuá-los. Atente-se para a escrita correta de cada palavra, verificando se não está faltando nenhuma letrinha. Em caso de ênclise, principalmente no Word (o Word insiste em eliminar alguns acentos indevidamente), verifique se os verbos (com exceção apenas de verbos terminados em “ir”) estão acentuados, como ocorre em “identificá-lo, rompê-lo, construí-lo”. Ainda falando em colocação pronominal, identifique se o pronome não está sendo atraído por palavrinhas como “não, jamais, quanto, quem, que…”. Por exemplo, em vez de escrever “não negaram-me a certidão”, escreva “não me negaram a certidão”. Evite o gerundismo, pois, assim como o pleonasmo, também pode desmotivar a leitura. Veja se você não repetiu alguns termos desnecessariamente, lembrando que a razão de os pronomes existirem é exatamente essa, ou seja, substituir palavras, retomando seu completo significado. Além dessas regras que podem ser lembradas mais facilmente, vale mais uma dica muito importante: peça que outra pessoa leia seu texto, pois nada como um olhar diferente para apontar algumas falhas que, mesmo após a nossa releitura, não conseguimos identificar. ERIKA DE SOUZA BUENO é professora de Língua Portuguesa, coordenadora-pedagógica do Planeta Educação/Vitae Futurekids.

Bicicleta: “ruas não são um ringue”

 

Ciclovia da Radial Leste

 

As cidades amigáveis da bicicleta e os benefícios que esta traz para a saúde foram temas do comentário de Sérgio Abranches, no Ecopolítica, que vai ao ar, no Jornal da CBN. Pouco depois de falarmos sobre o assunto, soube da morte de mais um ciclista na capital paulista. Hoje, também, recebi a mensagem do ouvinte-internauta Wilson Teixeira Soares, jornalista e ciclista, que compartilho com você. Além de chamar atenção para o papel dos jornalistas na mudança de comportamento da sociedade, também destaca medidas fundamentais para que as cidades brasileiras apareçam na lista citada por Sérgio no comentário que você ouve clicando aqui. Mas antes, leia o texto do Wilson:

A cada dia, quando de casa para o treino saio, ouço, quando começa, o teu programa na CBN. Hoje, pouco antes das sete, abordavas com um especialista na matéria a questão do sódio na alimentação. E o especialista elogiou o fato de os meios de comunicação terem, de maneira regular, abordado o assunto, o que levou os consumidores brasileiros a terem interesse em saber o que estão a comprar, para tanto consultando a tabela nutricional dos invólucros.

 

Findo o treino – como não é a passeio, giro, com os camaradas de treino diário, nas vias públicas de Brasília, compartilhando-as com os veículos motorizados -, guardei a bicicleta, liguei o rádio do carro e escutei teu bate-papo, sobre ciclovias, com o Sérgio Abranches. Boa conversa.

 

Mas, por quais cargas d´água te escrevo? Por singela razão: ciclovias são necessárias? São. Ciclofaixas, igualmente, são necessárias? Por suposto.  Mas nós, que treinamos, que socamos a bota, usamos as vias públicas.  Porque somente um rematado idiota se dá ao desplante de girar forte em uma ciclovia, colocando em risco o ciclista de lazer, o usuário da bicicleta que a utiliza para ir trabalhar. Como sabemos, o trânsito é um ambiente de risco.

 

Para reduzir os riscos, um tripé é fundamental: obras de infraestrutura, fiscalização e educação. Na verdade, deveria ser um quadrilátero: obras, fiscalização, educação e maior rigor na aplicação da legislação. E educação para o trânsito, para que o conjunto da sociedade tenha consciência de que a vias públicas são um ambiente que a todos pertence – pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas de ônibus, caminhões e automóveis -, é o elemento diferencial. O mais importante. E, no Brasil, desprezado.

 

Por isso, torço, espero, desejo que continues a abordar o assunto. Que seja essa uma pauta constante, regular. Porque se foi pelo martelar do assunto que o consumidor brasileiro passou a se interessar pela composição e pela data de vencimento dos alimentos que adquire, será, também, pelo bater na tecla de que as ruas não são um ringue, não são uma arena, de que são um ambiente de convivência, que se expandirá a consciência de que ciclistas, por estarem expostos ao perigo quando pedalam nas estradas, avenidas e ruas, têm de ser objeto de precaução por parte dos que eventualmente estão atrás do volante.

 

Um grande abraço, Wilson Teixeira Soares – jornalista, ciclista, membro do grupo ciclístico Coroas do Cerrado, conselheiro da Ong Rodas da Paz.  

Desejos … aos 50 anos e mais

 

Por Julio Tannus

 

Há pouco tempo me pediram para elaborar uma lista do que ajudaria as pessoas de 50 anos e mais, nessa fase de vida, do ponto de vista social, da saúde, profissional, familiar e, também de consumo – o que as empresas poderiam fazer para satisfazer esse novo consumidor maduro. De pronto me lembrei de alguns versos de um poema sobre desejos de Carlos Drummond de Andrade:

 



Julio Tannus é consultor em estudos e pesquisa aplicada, co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier) e escreve no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: funcionário faz arte na poda de árvore

 

Criatividade

 

As esculturas de madeira poderiam ser apenas obra de mais um artesão paulistano como tantos que encontramos no dia-a-dia. Estas, porém, tinham uma curiosidade que as difere das demais, pois é resultado da poda de árvore na cidade, como descobriu o ouvinte-internauta Gilberto Travesso, autor da foto:

 

“Hoje, me chamou atenção uma equipe de poda de árvores da prefeitura de São Paulo. Não o fato de estar retirando uma árvore condenada mas a criatividade de um dos funcionários. O artista anônimo, na sua hora de almoço, utiliza os pedaços da velha árvore para fazer esculturas. O fato se tornou interessante depois que parei para conservar com o cidadão e perguntei o que o levava a fazer esta esculturas. Ele me respondeu, na sua simplicidade: “Oras, consigo vender as peças e ganhar um dinheirinho extra para levar para casa”. Contou-me, também, que as peças são esculpidas com a moto serra”

De buzina e salsa

 

Por Maria Lucia Solla

 

 

Olá,

 

e o buzinaço continua. Falta de respeito. Falta de educação. Uma festa de horror. Maricotas estressadas, carpideiras inconsoláveis; humanos que se mostram feios, detestáveis.

 

Droga! Não dá para ter bom humor o tempo todo. Ainda menos no trânsito de São Paulo. Eu tento e confesso que fico contente a cada avanço, mesmo que o percurso seja esburacado de tanto retrocesso. Mas buzina… pensa bem! Um motorista buzinando feito doido, por tudo e por nada também, não passa de um gurizinho mal-criado e mimado, até o âmago da alma, que se atira no chão do shopping center e esperneia e grita porque não ganhou o que queria. Sem vergonha, umbigo-centrado, e deixo você continuar, usando teu vocabulário. E tem de toda raça, de todo tamanho, de todo feitio. Tem rico e pobre, culto e inculto, gordo e magro, bonito e feio. Naquele momento não é a carcaça, não é o intelecto; são as entranhas que falam. E elas vão mal, obrigada!

 

Do lado de fora da cabina de comando do Planeta, quiçá do Universo, tem carro caindo aos pedaços, se esvaindo em fumaceira preta. Tem também carro importado de perder o fôlego, tem o que se arrasta e o que voa, mas na cabina do carro, do ônibus e do caminhão tem gente como você e como eu, cada um num estágio de crescimento, de refinamento do corpo e da alma. Cada um com sua porção de consciência. E por falar em consciência, um dos meus assuntos favoritos, consciência não se desenvolve só com pieguice, como parece ser a ideia da maioria. Consciência é GPS de ponta, para a evolução. É o guia para o caminho do estar-bem e que, consequentemente, leva a Deus. E como consciência é uma parte de nós que não pode ser vista nem tocada, acaba relegada a plano inferior na lista de prioridades.

 

A dança de salão, aquela na qual a gente ainda dança em par, eu considero uma das melhores maneiras para desenvolver a consciência. A gente apoia a mão direita na mão do parceiro e a esquerda no seu ombro – em caso de atração, essa posição vai atingindo graus mais estreitos e o par se transforma num só, num abraço cadenciado no ritmo que dita cada passo. Na dança, quando vai melhorando, a gente não pisa mais no pé do outro e, num pequeno gesto do parceiro, segue sem questionar para não quebrar a harmonia. Um rodopio para a esquerda segue um movimento sutil do outro, uma intenção de passo para trás, e lá vai a dupla. A dança de salão ensina respeito e reação na medida certa.

 

Assim, para curar a febre do buzinaço e fazer de nós pessoas melhores, pais e mães melhores, amigos melhores, formando uma cidade melhor, um planeta melhor, mais alegre e menos violento, levanto a bandeira da dança de salão. Dança, já! No currículo escolar, desde a pré-escola, e oferecida a todos os idosos, pelo estado, em troca de economia na saúde pública, é claro.

 

Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.

 


Maria Lucia Solla é professora, realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

Um homem e três peças

 

Por Dora Estevam

 

No editorial de estilo desta semana, a Revista GQ escolheu ninguém menos elegante do que Tom Brady* (já ligou o nome a pessoa?) elegantemente vestido em um terno três peças. Digamos que isto é a celebração da alfaiataria. A produção lembra bem o estilo Tom Ford de se vestir. Camisa super branca, calça e paletós pretos. No editorial a revista mostra o jogador vestido com um terno das marcas mais caras do mundo, coisa que não é todo mundo que pode pagar.

 

A brincadeira pode ficar interessante se você desmembrar as peças e seguir o estilo na hora da compra. Todas podem ser facilmente encontradas em lojas não tão caras – e provocar o mesmo efeito.

 

 

Se você é adepto do estilo três peças (chame-o de terno) vamos aos detalhes para não esquecer nenhum item na hora da compra:

 

-Um bom prendedor de gravata
-Uma boa camisa de abotoar
-Colete
-Calça
-Paletó
-Sapato
-Lenço para o bolso
-Gravata

 

Se você quiser gastar mais dinheiro, um prendedor de gravatas com uma bela textura para ser usado diariamente. Prefira preto e branco que não sobrecarregam a produção. E já que você não é um super modelo não esqueça do sorriso no rosto.

 

*Ok, você não se deu ao trabalho de ir ao Google para saber que é Tom Brady, então eu conto: é quarterbaker do New England Patriots e, acima de tudo, casado com Giselle Bundchen

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: Do começo ao fim de expediente, o céu em São Paulo

 

O vermelho dominou o céu de São Paulo no amanhecer desta terça-feira e quando seguia para o metrô Barra Funda, na zona oeste, Massao Uehara se encantou com esta imagem.

 

Começa o dia em São Paulo

 

No fim do expediente, após forte chuva na capital, nosso colega de estúdio Thiago Barbosa encontrou o céu amarelo no horizonte, nesta foto tirada do alto da Vila Mariana, zona sul da capital.

 

Fim do expediente

Usuário de Mac é esquecido pelas empresas

 

Apesar de os produtos da Apple se popularizarem e transformarem comportamentos, os usuários de seus computadores seguem sendo discriminados por instituições públicas e privadas. Aqueles que vivem a bordo de um Mac, não temos o direito de acessar, por exemplo, os sites de bancos como Bradesco e Itaú nem emitir Nota Fiscal Eletrônica pela página da prefeitura de São Paulo. Os dois maiores bancos do Brasil ainda não se adaptaram para atender clientes de contas jurídicas que usam os sistemas operacionais da Apple, como descobri recentemente. No caso do Bradesco não bastando a obrigação de ter um computador que rode Windows ainda é necessário navegar no Internet Explorer. Desde que o Itaú exigiu a instalação de mais uma ferramenta de segurança, o Guardião 30 horas, a restrição é semelhante para os clientes que têm conta jurídica. Enquanto que a prefeitura paulistana credencia empresas que fornecem o certificado digital mas não as obriga a atender a todos os contribuintes, excluindo os que usam Mac.

 

Sobre o assunto li, recentemente, no blog de Eduardo Seidenthal interessante análise sobre o comportamento discriminatório dessas empresas. Fundador da consultoria Rede Ubuntu, ele lembra que ao desenvolver tecnologia para atender a maioria, abrindo mão de uma parcela de seus clientes, as empresas esquecem que “quando falamos de pessoas, de experiência de consumidor, no caso de um indivíduo ele é 100% … Uma pessoa vale muito, ainda mais no mundo virtual que vivemos em que um indivíduo é capaz de influenciar um planeta”. É assim que quero ser tratado por todas as empresas, como um cliente único.

 

Bradesco responde (publicado 16h49)

 

Resposta publicada pelo Bradesco na área destinada aos comentários:

 

Oi Milton!

 

O Net Empresa atual, embora seja o mais completo do mercado, realmente não roda de maneira nativa no Mac. A alternativa por enquanto é virtualizar o Windows. Sabemos que não é o ideal e por isso há algum tempo estamos desenvolvendo o Novo Net Empresa, que será multiplataforma e cuja experiência de uso será semelhante à do Internet Banking pessoa física. O IB pessoa física funciona perfeitamente no Mac e tem sido reconhecido como um dos melhores da América Latina. Investimos algum tempo em testes e pesquisas com usuários para chegar a esse resultado, justamente porque queremos atender da melhor forma, a todo mundo. E estes testes também se estendem ao Net Empresa, então logo teremos boas novidades por aí. Qualquer dúvida, você e os leitores podem nos encontrar no Twitter @Alobradesco e na nossa fan page no Facebook (facebook.com/Bradesco), além dos nossos demais canais, em bradesco.com.br.

 

Grande abraço! 🙂
Banco Bradesco SA