Foto-ouvinte: Pelezão com a bola murcha


Clique na imagem e veja outras fotos do Pelezão

Equipamentos deteriorados, local para as crianças brincarem sem as perfeitas condições e muita reclamação. Foi o resultado da visita do ouvinte-internauta Maurício Zilbovicius ao clube-escola da prefeitura Pelezão, no bairro da Lapa, em São Paulo. Ele havia reclamado em abril sobre os mesmos problemas e recebeu a promessa do administrador do clube de que , em 15 dias, verba seria liberada para a melhoria do local. Maurício voltou lá no feriado de 1o. de maior e encontrou tudo na mesma.

“Tais fatos noticiados fazem parte de uma campanha sórdida contra mim”

Teste seu conhecimento e responda quem disse a frase acima:

( ) O secretário-adjunto de segurança de São Paulo Lauro Malheiros ao pedir demissão

( ) O deputado federal Paulinho (PDT-SP) ao explicar denúncias de desvio de dinheiro no BNDES

( ) Um técnico de futebol qualquer de um time qualquer “prestigiado” por um diretoria qualquer

( ) Todas as respostas anteriores, porque tanto faz a situação eles sempre dizem a mesma coisa

Ônibus a etanol não interessa à prefeitura, diz pesquisador

O ônibus movido a etanol usado em algumas das principais capitais mundiais não interessa a prefeitura de São Paulo porque não tem como ser entregue antes das eleições. É o que se entende a partir das justificativas dadas pelo professor da USP José Roberto Moreira, um dos responsáveis pelo programa Best (Bioetanol para o Transporte Sustentável), ao Jornal da CBN.

José Roberto disse que o ônibus que circula no corredor da EMTU do Grande ABC em caráter de teste está pronto para rodar na cidade após as adaptações feitas para o clima tropical. O preço do combustível, o custo para a produção do veículo e os benefícios para a qualidade de vida do cidadão justificariam a utilização deste modelo na capital paulista.

Ouça a entrevista do professor da USP José Roberto Moreira:

Sindicato confirma demissões na Cetesb e greve na Sabesp

A Cetesb vai demitir cerca de 130 funcionários nesta terça-feira para atender as exigências do acordo assinado com os ministérios públicos do Estado e do Trabalho. A confirmação é do sindicato que reúne os trabalhadores das empresas de saneamento do Estado de São Paulo. Para impedir que o ato se repita na Sabesp, onde cerca de 900 empregados estariam ameaçados, o presidente da entidade Helifax Pinto de Souza anunciou que foi decretada greve na sexta-feira:

Canto da Cátia: Por um teto


A telha foi o que sobrou para este morador de área que foi desocupada na manhã desta terça-feira, em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Com este pedaço da casa em que morou nos últimos três anos vai reconstruir sua vida em outro local qualquer, muito provavelmente em uma nova ocupação onde aguardará a visita de mais um oficial de justiça, como ocorreu no fim da madrugada de hoje.

A repórter Cátia Toffoletto, nossa Paparazzo do Cidadão, esteve por lá e registrou a saída das cerca de 1.000 famílias que ocorreu de maneira pacífica. Clique na imagem acima e veja outras fotos.

Radar escondido é mentira

Radares escondidos por árvores foram alvo de reportagem do Jornal da Tarde, dessa segunda-feira, demonstrando muito mais descuido com a natureza do que engôdo a motoristas que andam acima da velocidade permitida, em São Paulo. Quando foram implantados naquelas vias, as árvores eram menores, as copas estavam podadas e o radar a vista de todos. Não que considere importante este detalhe, afinal não se respeita a velocidade devido a existência de equipamento eletrônico, mas porque assim a lei e a responsabilidade exigem.

Trato do assunto apenas para alertar que a notícia fez com que um falso e-mail voltasse a circular pela internet. Com a imagem de um radar escondido no guard-rail, a mensagem eletrônica informa que o equipamento está sendo usado em rodovias paulistas. Em alguns textos, são citados os lugares da cidade em que supostamente este radar estaria implantado.

É tudo mentira. O radar não é usado no Brasil. Mas confesso que seria bem-vindo. Quem não corre, não teme.

Leitura no parque e no metrô, em SP

Na quarta, será na estação Santa Cecília do metrô; na quinta, no Parque do Ibirapuera. Em dois dias, São Paulo receberá duas bibliotecas com portas abertas para o público. Uma delas, aliás, nem portas terá, seguindo o modelo que se transformou em sucesso nas estações de metrô na capital paulista.

O acervo da Embarque na Leitura de Santa Cecília, mantido pelo Instituto Brasil Leitor, será de 2.156 títulos e os usuários do metrô terão acesso aos empréstimos dos livros gratuitamente. As bibliotecas instaladas nas estações Paraíso, Tatuapé, Luz e Largo Treze do metrô de São Paulo somam 28 mil sócios que já emprestaram mais de 221 mil livros. O acervo é composto de 15 mil títulos entre romances, histórias infantis, policiais, livros de auto-ajuda, best-sellers, entre outros.

No Ibirapuera, serão 2.500 títulos que estarão à disposição no Espaço Sapucaia que funcionará na Universidade Livre do Meio Ambiente e Cultura de Paz, com entrada pelo portão 7 da avenida VI Centenário. O local será dedicado a pesquisa, consulta e leitura de livros, teses, trabalhos técnicos, periódicos e materiais multimeios.

Ficha limpa para ser candidato

De Lucia Hippolito a Cony e Xexeu, todos falaram sobre a possibilidade de o TSE impedir a inscrição de candidatos que sejam réus em processos criminais, no Jornal da CBN. A idéia volta com a posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Carlos Ayres Britto, na quarta-feira, considerou simpatizante da tese que já foi usada em tribunais regionais, como o do Rio de Janeiro, na última eleição.

Aproveitando a oportunidade, o senador gaúcho Pedro Simon volta a carga na tentativa de aprovar projetos que pedem maior transparência nas eleições e exigem idoneidade dos candidatos.
O primeiro deles obriga a Justiça Eleitoral a divulgar, aos domingos, no horário reservado à propaganda eleitoral no rádio e na televisão, os nomes dos candidatos que sejam réus em processos criminais ou que respondam a representações por quebra de decoro parlamentar. A outra proposta determina a inelegibilidade de candidato que responda a processo judicial ou por quebra do decoro parlamentar.

Dia D na Cetesb

Funcionários da Cetesb alertam que amanhã deverá ser o último dia de trabalho dos colegas “vítimas” do Termo de Ajuste de Conduta assinado pela diretoria da companhia e os ministérios públicos do Estado e do Trabalho. Os demitidos que devem chegar a 400 foram contratados entre 1988 e 1993 sem terem participado de concurso público e, por isso, tiveram seus contratos considerados nulos.

O Ministério Público do Trabalho, através da promotora Alline Pedrosa Oishi, explicou ao CBN SP, recentemente, que as empresas públicas de sociedade de economia mista, em São Paulo, entendiam que não se enquadravam no dispositivo constitucional que obrigava a contratação de funcionários apenas por concurso público.

Em defesa dos funcionários prestes a perder o emprego, há a alegação de os artigos 37 e 173 da Constituição são contraditórios.

O 37, inciso II, diz que “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração”;

Enquanto o 173, parágrafo 1o., diz que “a empresa pública, a sociedade de economia mista e outras entidades que explorem atividade econômica sujeitam-se ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto às obrigações trabalhistas e tributárias.”

O debate é longo, complicado e se você quiser entender um pouco mais acesse as entrevistas realizadas pelo CBN SP que estão publicadas neste blog.

Ambiente Urbano: Árvore ao sabor de whisky, em SP

Por Osvaldo Stella

“Nesse domingo, começou o plantio de 169 árvores (Pau Brasil e Ipê Roxo) em 1,5 km da avenida Nove de Julho, entre o túnel e a avenida São Gabriel. Vale dizer que as árvores chegarão ao local já com 4,5 m de altura para garantir a sobrevivência delas.

Essa arborização é o resultado de uma parceria da prefeitura e Secretaria do Verde e Meio Ambiente com a marca de whisky Johnnie Walker Green Label.Durante três anos, a empresa se responsabilizará pela manutenção das árvores e não colocará as famosas plaquinhas de identificação de patrocínio. Este projeto faz parte do movimento Green Vision, capitaneado pela mesma marca de bebida.

O movimento Green Vision também foi lançado em cidades do México, da Colômbia e da Venezuela. Na Cidade do México, o programa já arborizou trechos do parque ecológico Los Dinamos e também de outras duas áreas urbanas da cidade. Em Caracas, houve a recuperação do Parque La Trinidad e, em Bogotá, será feita a recuperação do Parque Chicó Oriental em parceria com a prefeitura local.

É uma estratégia de marketing interessante que pode trazer benefícios para nossa cidade”.

Ouça outros comentários de Osvaldo Stella em Ambiente Urbano