No Planeta Terra até o céu precisará de uma Lei Cidade Limpa

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Reprodução do site da StartRocket

 

A civilização contemporânea que assiste a países desenvolvidos perpetuarem matança de baleias em extinção e outros nem tão desenvolvidos assim permitirem taxas de desmatamento da maior floresta tropical existente, não deverá se surpreender ao ver, no céu,  propaganda de produtos de consumo.

 

Entretanto, me surpreendi ao receber o artigo de João Ortega da STARTSE* sobre a ideia da PepsiCo em lançar propaganda no espaço.

 

Falamos com Ortega, que pesquisou o tema, e mostra evidente preocupação com o futuro desenvolvimento desse processo cujos detalhes seguem abaixo.

 

 

Em parceria com a startup russa StartRocket, a PepsiCo lançaria o produto ADRENALINE RUSH, um energético, cujo público alvo são jovens aficionados em jogos eletrônicos — e a campanha combateria o preconceito existente em relação aos games.

 

A notícia se espalhou rapidamente em todo o mundo.

 

Ecologistas, cientistas e cidadãos comuns expressaram desaprovação. A mais grave veio de cientistas cujo viés tecnológico envolve a questão de segurança planetária.

 

Para o funcionamento do sistema, dezenas de satélites são lançados a 450 km da Terra, feitos de material refletor para mantê-los iluminados de dia e visíveis a olho nu. São descartáveis em um ano e acompanhados pela SkolTech, universidade privada de Moscou.

 

A desistência da PepsiCo não descarta o interesse de outros anunciantes, ao mesmo tempo em que a StartRocket, alegando que a finalidade da comunicação será mais ampla do que vender, irá buscar US$ 24 milhões para tocar seu projeto, que deverá estar pronto em 2021.

 

A StartRocket imagina também um grande painel mundial de avisos gerais, tipo início das Olimpíadas ou alertas de possíveis catástrofes.

 

A imprensa britânica, através do Express, acredita que o plano é de arruinar o céu noturno, enquanto o astrônomo Patrick Seitzer cobra do plano o endosso da base científica e dos órgãos de segurança mundial.

 

O Projeto, com tantas margens de risco, infelizmente, como lembra Ortega, não é ilegal, pois ainda não existe legislação para essa ocupação do espaço celeste.
Esperamos que o mundo reaja de acordo com a velocidade dos negócios.

 

A PepsiCo, em dois dias, descartou a ideia para não correr riscos de imagem. Mas poderá surgir quem queira usufruir da novidade, mesmo correndo risco.

 

*StartSe é verbo

 

Carlos Magno Gibrail, Consultor e autor do livro “Arquitetura do Varejo”, é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

 

Avalanche Tricolor: nem heróis nem vilões, o Grêmio tem multicampeões!

 

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Gaúcho — Arena Grêmio, Porto Alegre

 

 

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O futebol sempre tem heróis. O futebol sempre tem vilões.

 

Heróis e vilões podem ser a mesma pessoa no futebol.

 

O goleiro que falha para defender o pênalti em seguida. O atacante que erra para se consagrar na cobrança final.

 

Às vezes, os vilões se travestem de heróis. Ludibriam o torcedor. E se consagram. Outras, o herói fragilizado é chamado de vilão. São as coisas do futebol.

 

O herói pode ser o dono da braçadeira de capitão que lidera sua equipe de forma aguerrida contra tudo e contra todos;  mas ele também pode ser o vilão.

 

Quem sabe o garoto que domina a bola como ninguém? Tem jeito de herói. Mas ai dele se perde o domínio na hora H.

 

O herói pode ser o  goleador. Pode ser o defensor. Pode ter saído jogando, pode ter vindo do banco.

 

Basta um vacilo. Uma decisão errada.  O pênalti mal cobrado. O gol desviado. E qualquer um deles pode se transformar em vilão.

 

O Grêmio, não! 

 

O Grêmio que ganhou este campeonato Gaúcho de forma invicta e tendo tomado apenas um gol em toda a competição não tem heróis nem vilões. 

 

O Grêmio tem um time de campeões.

 

Bicampeões!

 

Multicampeões!

 

 

Dos 55 vereadores de São Paulo, 11 aceitaram falar sobre coleta seletiva

 

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Ecoponto em São Paulo, em foto da PrefeituraSP

 

Mais dois vereadores aceitaram o convite, feito por e-mail, pelo Adote um Vereador, para falar sobre coleta seletiva, na cidade de São Paulo. Com isso, fechamos o ciclo de um mês —- entre um encontro e outro do Adote —- com a participação de 11 parlamentares de um total de 55 — sim, isso mesmo, fomos ignorados por 44 vereadores.

 

Na última semana do ciclo recebemos mensagem do vereador Camilo Cristófaro (PSB) informando que existem dois projetos de lei de autoria dele relacionados a coleta seletiva. Um já aprovado: a lei 16.871/2018 que estabelece mecanismos de denúncia sobre o descarte irregular de resíduos, com a intenção de coibir quem descarta lixo de maneira irregular na cidade. O outro, tramitando: é o Projeto de Lei no. 605/2017 que obriga o município a dar publicidade dos locais onde estão instalados os Ecopontos:

“O intuito da referida propositura é oferecer ao cidadão, através da publicidade em meios de comunicação, além de cartazes e placas nos próprios municipais, informações necessárias sobre os Ecopontos existentes na cidade a fim de possibilitar o descarte correto de resíduos e assim auxiliar em parte da coleta seletiva”.

A vereadora Juliana Cardoso (PT), por sua vez, escreveu mensagem justificando que a questão da coleta seletiva é complexa, mesmo assim alguns pontos devem ser levados em consideração para melhorar esse serviço na cidade. Um deles, é transferir a coleta seletiva do âmbito da AMLURB — Secretaria de Serviços — para a Secretaria do Verde e Meio Ambiente. O outro é implantar programa de educação ambiental envolvendo escolas e entidades:

“A coleta seletiva residencial deve ser precedida de ampla campanha de esclarecimento à população, pois muitas famílias desconhecem esse serviço”.

Com essas duas respostas, portanto, a lista de vereadores que colaboraram com essa discussão proposta pelo Adote um Vereador dizendo o que pensam e o que fazem para melhorar o serviço de coleta seletiva na cidade é a seguinte:

Aurélio Nomura (PSDB), Caio Miranda (PSB), Camilo Cristófaro (PSB), Donato (PT), Gilberto Nascimento (PSC), Gilberto Natalini (PV), Janaína Lima (Novo), Juliana Cardoso (PT) Professor Cláudio Fonseca (PPS) e Soninha Francine (PPS), Xexéu Tripoli (PV)

O Adote um Vereador agradece a participação dos vereadores e suas equipes e, em breve, vai encaminhar e-mail a todos os 55 parlamentares abordando outro tema sobre a cidade, sempre com a expectativa de ser atendido como devem ser todos os cidadãos que buscam contato com seus representantes através dos canais oficiais informados pelo site da Câmara Municipal de São Paulo.

 

Assim, espera-se ter ideia do que os parlamentares fazem por São Paulo — o que pode nos ajudar a ter uma avaliação melhor sobre a atuação da Câmara, especialmente porque no ano que vem teremos, mais uma vez, de escolher os nossos representantes em eleições municipais.

 

Quanto ao fato de 44 vereadores não terem respondido, não significa que estejam dando as costas para o assunto — podem apenas não terem dado atenção ao contato do Adote entendendo que têm coisa mais importante para fazer na vida.

 

Ao mesmo tempo, alguns simplesmente não registraram o recebimento do e-mail porque este foi parar na caixa de spam — nesse caso, e já falamos sobre isso nesta série, revelam ao menos um problema, pois os endereços eletrônicos estão disponíveis no sistema da Câmara e são canais oficiais de contato do cidadão com o vereador. Quantas outras tentativas de contato de moradores da cidade se perdeu no spam?

 

Acompanhe nos links a seguir o que disseram os vereadores sobre coleta seletiva:

 

O que os vereadores de SP fazem para melhorar a coleta seletiva

 

Mais dois vereadores dizem o que pensam sobre coleta seletiva 

 

Projetos, ideias e ações de 9 vereadores que aceitaram falar de coleta seletiva 

Sua Marca: conheça as marcas consideradas imprescindíveis pelos consumidores

 

 

“Ter marca não é ter um logo bonito, cores simpáticas ou iniciativas que criem um efeito de energia, ter marca é trazer valor ao consumidor” —- Cecília Russo

 

As pessoas que realmente gostam, usam e são cativos de uma marca representam 10% dos consumidores, segundo estudo desenvolvido pela Troiano Branding. Para Jaime Troiano e Cecília Russo isso não significa que as marcas são indispensáveis. O dado, porém, deve servir de alerta para as empresas que se limitam a vender produtos ou serviços sem trazer uma relevância para as pessoas — o que as torna incapazes de conquistar o coração do consumidor.

 

Na conversa com Mílton Jung, no programa Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, nossos especialistas em branding destacaram as marcas que tiveram maior relevância na pesquisa “Meaningful Brands”, do Havas Group:

 

  1. Google
  2. PayPal
  3. Mercedes-Benz
  4. WhatsApp
  5. YouTube
  6. Johnson-Johnson
  7. Gillete
  8. BMW\
  9. Microsoft
  10. Danone

 

Jaime e Cecília chamam atenção para a necessidade de as empresas aprenderem com o trabalho realizado por essas marcas que souberam agregar valor. Mas o que é valor?

“É aquilo que tem alguma relevância para mim, tem alguma conexão e algum sentido de imprescindibilidade para nós”, diz Jaime Troiano.

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e está disponível, também, em podcast no site ou no aplicativo da CBN.

Avalanche Tricolor: a vitória do Gre-Nal

 

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Gaúcho — Beira-Rio, Porto Alegre/RS

Pai

 

Cada um tem o seu Gre-Nal. E neste domingo, eu ganhei o meu em particular. Foi fora dos gramados e bem distante do campo de jogo. Não foi necessário marcar gols, dar carrinho para impedir o avanço do adversário e menos ainda peitar o árbitro para que ele mudasse de decisão. Foi uma vitória pessoal. Mais do que isso, emocional.

 

Em meio ao jogo corrido que se desenrolava no Beira Rio, fui agraciado com uma foto de um torcedor gremista —- enviada pelo meu irmão, o Christian. Não era um torcedor qualquer. Era o pai. Sim, o meu pai, Milton Ferretti Jung. Aquele que me forjou gremista. Que usou de estratégias pouco ortodoxas —- acho que já falei delas por aqui — e outras mais corriqueiras para me fazer torcer pelo time que ele sempre torceu.

 

O pai, poucos devem saber, segue sua saga pela vida, mesmo que na maior parte do tempo não tenha consciência do mundo que gira em torno dele. Em seu apartamento, onde recebe todos os cuidados e os carinhos que sua história merece e onde é abraçado pelos filhos e filha, por noras e netos, por toda a família, além de um grupo incrível de pessoas generosas, voltou a vestir a camisa do Grêmio, neste domingo.

 

Sentado na poltrona da sala, diante da televisão e com com seu corpo franzino e resiliente, fixou o olhar na tela e assistiu ao Gre-Nal. Foi como se tivesse reencontrado-se naquela realidade da qual foi um dos protagonistas através da crônica esportiva.

 

O pai vivenciou o futebol gaúcho com intensidade. Sempre esteve muito próximo do Grêmio, é lógico. Frequentava os corredores e bastidores do estádio Olímpico. Visitava o gramado durante os treinos. Era confidente de alguns treinadores e respeitado por todos os outros que passaram pelo clube. Diretoria e jogadores também o reverenciavam. Nos dias de jogos, recebia aplauso de torcedores a caminho do Olímpico, para onde seguia a pé, pois morou na vizinhança a maior parte da vida.

 

Nas muitas vezes em que fiz essa caminhada ao lado dele, ouvia gritos de “gol-gol-gol”, que ecoavam no Largo dos Campeões —- portão principal de acesso ao Olímpico. Eram admiradores que o saudavam repetindo o grito de gol que marcou sua carreira. Você deve imaginar como aquelas cenas me enchiam de orgulho.

 

Apesar de sua relação íntima com o Grêmio, tratava o adversário com muito respeito e em suas narrações fazia a voz vibrar e o torcedor se emocionar independentemente de quem fosse o gol. Foi dele um texto produzido pela rádio Guaíba de Porto Alegre e lido pelo narrador Pedro Carneiro Pereira, em homenagem a inauguração do Beira-Rio, em 1969. De tão belo e nobre ficou gravado em placa de bronze no estádio. Um texto escrito por um gremista que sabia reconhecer os méritos do adversário.

 

O pai sempre viveu neste mundo, como radialista, como cronista e como torcedor. E, na tarde deste domingo, deu sinais de que se reconectava à vida diante daquele espetáculo proporcionado pelas duas equipes.

 

Ao vê-lo em fotografia, tive a impressão de que havia voltado no tempo, quando ele descrevia com precisão cada lance de uma partida. Ou quando comemorava os gols gremistas ao meu lado nas cadeiras cativas, do Olímpico.

 

Mais do que isso: o pai estava com cara de moleque —- como a do guri que escapava das salas de aula do internato, que subia no telhado para ler os gibis proibidos, que fazia brilhar os metais da bicicleta que o acompanhava nas corridas pela 16 de Julho, no bairro São João.

 

O Gre-Nal aproximou o pai da realidade. E o clássico me proporcionou, mesmo sem gols, a alegria de uma vitória conquistada. Vitória que compartilho com o Christian e a Jacque, meus irmãos. E com você, caro e raro leitor desta Avalanche. Porque essa é uma vitória de vida. Daquelas de dar lágrimas nos olhos.

Conte Sua História de São Paulo: sapato e bolsa combinando para passear no centro

 

Por Elvira Pereira

 

 

Parabéns São Paulo! Cidade em que nasci e que tanto amo! Como dizia Fernando Pessoa: “o Tejo não é mais bonito do que o rio que corta a minha aldeia” Para mim, São Paulo é a mais bela cidade do mundo!

 

Filha de portugueses, nasci no Bairro do Brás, na Rua Piratininga, há 75 anos. Depois nos mudamos  para o Tatuapé, onde vivo até hoje. Todo ano, ao se aproximar as comemorações do aniversário de São Paulo, faço uma retrospectiva, uma viagem interna com direito a escala nos anos 1960.

 

Éramos de família de poucos recursos — meus pais e três filhas. Nosso sonho de consumo era ir à cidade, como se dizia na época. E ninguém que se preze ia desarrumado. Vestíamos nossa melhor roupa, que não era de grife, combinando a bolsa com o sapato. E lá íamos pegar o bonde Praça Clóvis, na Avenida Celso Garcia.

 

Descendo na praça, seguíamos a pé até a Rua Direita com destino às Lojas Americanas,  que era a apoteose do passeio. Mais precisamente, a lanchonete ao fundo da loja. Ah!… aquele cachorro quente ! Ainda sinto o aroma e o sabor do delicioso molho de tomate com pimentão e cebola. Inigualável. 

 

Dando continuidade ao nosso “tour”, seguíamos até o Mappin, com suas lojas de departamento. Ainda ouço a voz do ascensorista, parando em cada andar, abrindo a porta de grades do elevador com as mãos enluvadas, anunciando  os produtos.

 

Após o Mappin, um giro pela Praça da República, que era melhor cuidada e frequentada. Depois o retorno para casa, também de bonde com a sensação de quem fez uma viagem inesquecível.

 

Lembranças que na verdade são carícias congeladas em nossos corações.

 

Elvira Pereira é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Cláudio Antonio. Conte você também mais um capítulo da nossa cidade: escreva para contesuahistoria@cbn.com.br.

Mundo Corporativo: em franquia, é preciso estar pronto para seguir padrões

 

 

“Antes de você empreender, olhe para dentro de si, pergunte se você está preparado. Não para seguir ordens, mas para seguir padrões, porque franquia é isso, eu tenho de seguir padrões” — Sidney Kalaes

A maior parte das lojas que você encontra no shopping center e mesmo nas ruas de comércio é franquia e isso acontece porque esse mercado oferece maior segurança aos empreendedores. A opinião é de Sidney Kalaes — que lidera grupo que reúne cinco marcas de franquia — entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Kalaes identifica características necessárias para quem pretende empreender e chama atenção para a necessidade de os donos de franquias e os franqueados realizarem um trabalho em parceria para que o negócio realmente tenha o retorno esperado:

“Franqueado tem esse papel de colaborar e nós franqueadores temos de ter a humildade de escutar o franqueado, porque muitas vezes o franqueado tem ideias fantásticas e ele tem medo de expor, ou tem medo que o franqueador se apodere dessas ideias e fique para ele”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às 11 horas, às quartas-feiras, com transmissão em vídeo no Twitter e no Facebook da rádio CBN. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e está disponível em podcast. Colaboram com o programa Guilherme Dogo, Ricardo Gouveia, Débora Gonçalves e Izabela Ares.

Varejo faz o balanço dos 100 dias e aposta no futuro

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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O Simpósio Nacional de Varejo e Shopping da ALSHOP, ao reunir 250 empresários do setor para retratar o cenário político-econômico e ouvir as premissas de membros do atual governo, transmitiu a pulsação do país que teremos pela frente.

 

O Wish Golf Resort Convention, em Foz do Iguaçu, de 4 a 7 de abril, testemunhou a manutenção do apoio do varejo ao governo Bolsonaro, ao mesmo tempo em que presenciou as críticas pela demora das mudanças.

 

A expectativa é tão grande quanto o trabalho a ser executado. As reformas previdenciária, tributária e política estão no pacote dos desejos da classe.

 

Sergio Zimermam, da Petz, com respeito a PREVIDÊNCIA, destacou que a média de 55 anos para aposentadoria e expectativa de vida superior a mais 30 leva a despesa a se aproximar de 5% do PIB e quase 60% do orçamento da União. Relatou também que, no TRABALHO, os sindicatos estão forçando as empresas a permitirem o desconto de um dia de salário quando negociam os acordos. Ameaçando-as a proibições do trabalho em jornadas específicas como feriados e fins de semana. Disse ainda que do lado do legislador há um desrespeito ao trabalho escravo, pois estão usando erroneamente o conceito de escravidão, banalizando de tal forma a descaracterizá-lo. E no TRIBUTO, estamos onerando o consumo e não a renda, o que implica em prejudicar o menos favorecido.

 

O Secretário da Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Alexandre da Costa, noticiou em primeira mão que irá simplificar o E-social, unificar a nomenclatura brasileira de serviços e digitalizá-la. Esperando com isso desburocratizar e incentivar o empreendedorismo. Lembrou que nos próximos 10 anos os gastos públicos, hoje com 35% do PIB, precisarão estar em 20% — evidenciando a importância do enxugamento da máquina estatal.

 

No âmbito POLÍTICO, o evento que  há um ano contou com a presença e a expectativa dos candidatos à Presidência, agora refletiu a expectativa das ações.

 

Quanto as novidades para o setor, a exposição de Regiane Relva, da Cidade Inteligente, abordou as recentes tecnologias para a ex-loja do futuro, agora loja do presente.

 

Gabriel Mariotto, da Cielo, demonstrou que, através de informações obtidas com tecnologia, as vendas dos shoppings podem crescer.

 

Mauricio Morgado, da FGV, expôs que a maneira das pessoas fazerem compras mudou e é necessário que os lojistas acompanhem esta transformação.

 

Marcelo Miranda, do Grupo Iguatemi, apresentou a plataforma de E-commerce do Shopping Iguatemi a ser lançada dentro de 5 semanas.

 

O apelo ouvido para que varejistas acompanhem os avanços na tecnologia foi necessário, pois os fatos recentes mostram descompasso nesta relação.Coube principalmente aos Shopping Centers essa defasagem. O fato de lojas virtuais se transformarem em Market Place foi um alerta aos empreendedores que despertaram e estão apostando no futuro que chegou.

 

Carlos Magno Gibrail, Consultor e autor do livro “Arquitetura do Varejo”, é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

Avalanche Tricolor: de volta à Libertadores

 

Grêmio 3×1 Rosário Central
Libertadores – Arena Grêmio

 

Gremio x Rosario Central

Comemorando mais um gol, em foto de LUCASUEBEL/GRÊMIOFBPA

Vamos Grêmio tu és copeiro
E hoje temos que ganhar
Eu te sigo desde pequeno
Já não posso mais parar

Tu és a vida, tu és a paixão
O sentimento vai além da razão
E não importa se perder ou ganhar
O tempo inteiro eu vou te apoiar!

Cantar, cantar e cantar. É o que me resta neste resto de noite quando voltamos à Libertadores.

 

Driblamos os piores prognósticos com o talento de Everton, a elegância de Jean Pyerre e o poder de decisão de Leonardo Gomes. Tivemos Matheus Henrique, Maicon, Tardelli e André, também. E quando foi preciso lá estavam Paulo Victor, Geromel, Kannemann e Cortez.

 

Mais do que cada um deles, tivemos um time disposto a mostrar à América (e aos descrentes) que somos Imortais porque construímos essa história dentro de campo — na luta, na garra e, especialmente, no futebol muito bem jogado.

 

Uma história que acompanho desde que mal sabia assoviar os acordes de nosso hino. Porque, como diz o título da música que embala esta Avalanche, Grêmio “eu te sigo desde pequeno”. E confiarei sempre na tua redenção!

Sua Marca: qual a marca que já não existe mais, mas você nunca esqueceu?

 

 

 

“Marcas inesquecíveis são como mensagens que escrevemos à lápis e tentamos apagar com a borracha, elas sempre ficam gravadas no papel”— Jaime Troiano

Existem marcas que sobrevivem na memória das pessoas mesmo que o produto ou serviço já não exista mais. É um fenômeno que se pode perceber nos mais diversos segmentos, desde companhias aéreas até a indústria automobilística; no setor de varejo ou de higiene e limpeza. O que torna essa marcas imortais foi o tema da conversa que o jornalista Mílton Jung teve com Jaime Troiano e Cecília Russo, em Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, na rádio CBN.

 

 

Um dos exemplos citados foi o da Varig, extinta em 2006, mas que até hoje é lembrada no setor de aviação, especialmente no Rio Grande do Sul, onde surgiu. E uma das provas da sua imortalidade é o sucesso do Varig Experience, em Porto Alegre — espaço no qual as pessoas podem visitar um avião DC3 e ser recepcionadas por tripulação que veste uniformes da empresa, para relembrar a era de ouro da aviação brasileira.

 

 

Jaime e Cecília lembraram, ainda, do fenômeno da Kolynos que teve de ser substituída pela marca Sorriso, por exigência do CADE, órgão que entre outras funções controla a livre concorrência no mercado, no Brasil. Quatro anos após a troca de marca, Kolynos seguia sendo a mais lembrada no setor de creme dental. Uma das estratégias usadas pelo fabricante foi manter a mesma identidade visual.

 

 

A Kombi, outro bom exemplo de marcas imortais, chegou a ter uma campanha de deslaçamento antes de sair definitivamente do mercado de automóveis e até hoje muitas pessoas ainda mantém o modelo como um dos preferidos e mais lembrados.

 

 

O que explica o fenômeno, segundo Cecília Russo, é que essas empresas, produtos ou serviços conseguiram criar na memória afetiva do público um sentimento que na ausência delas não podem ser substituídas por outro concorrente. O mercado pode ser até ocupado por concorrentes, mas a memória, não:

“Elas sao muito mais do que um produto, são fruto desse sentido de propósito e uma razão de ser”.

Para quem está construindo a sua marca, fica a dica: pense em criar marcas imortais nem que sejam imortais enquanto durem.

 

 

Qual a marca que você considera imortal? Que já não existe mais, mas permanece na sua memória?

 

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar, aos sábados, às 7h55, no Jornal da CBN, e está disponível em podcast no site e no aplicativo da CBN no seu celular.