Um cachorro na prefeitura

 

O pedido inusitado está no no boletim Landmarketing, da Madiamundomarketing, que tem a frente Francisco Madia. Mas antes de deixar comentários aqui ou lá, leia até o fim, sem preconceito:

“Segundo estudos realizados pela FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA da USP, o chamado CENSO ANIMAL, em 2030, mantidas as taxas de crescimento atuais, o número de cães poderá superar o número de habitantes da cidade de São Paulo. Se até lá formos uma democracia de verdade, deveríamos eleger um cachorro para prefeito, e um gato para vice. Brincadeiras a parte, até que não seria uma má idéia, considerando a “qualidade” dos prefeitos da cidade de São Paulo, e da quase totalidade das cidades brasileiras.

O crescimento da população de cães e gatos na cidade de São Paulo é de arrepiar. De preocupação, e para muitos, de medo. Enquanto o número de paulistanos cresceu 3,6% nos últimos 6 anos, a população de cachorros cresceu 60%, e a de gatos – ATENÇÃO – cresceu 152%. Ou seja, o que já aconteceu em muitos países que famílias estão trocando seus cães – pelo trabalho que dão e envolvimento emocional que provocam – pelos gatos, também acontece por aqui. Uma outra razão pela preferência crescente pelos gatos, é que cães demandam espaços físicos maiores e gatos se ajeitam em qualquer cantinho.

Segundo o CENSO ANIMAL, a população canina oficial da cidade de São Paulo totalizou 2,4 milhões, e a felina, 580 mil. No CENSO ANIMAL anterior, 2002, o número de cães era de 1,5 milhão, e o de gatos, 230 mil. O CENSO constatou, também, total relação entre a presença de animais e lares com maior concentração de idosos, casais com filhos pequenos, ou grandes famílias.

Considerando-se que esse comportamento deve prevalecer em todos os próximos anos, o chamado PET MARKET continuará crescendo a taxas expressivas, e atraindo, cada vez mais, um número maior de empresas.

Com um cão na prefeitura recuperaríamos o verdadeiro sentido da expressão “eleger nossos representantes”.


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O cocô do Totó

 

Por Sérgio Mendes
Ouvinte-internauta

Em São Paulo já são mais de 3 milhões de cães e gatos domiciliados. Isto é mais que a população de muitas cidades médias em nosso país.

Imagine qualquer porcentagem disso em sacolinhas plásticas cheias de cocô…., preservado nelas por todo o tempo em que elas durarem sem serem decompostas na natureza…

Que fazer com esse resíduo?

Uma sugestão, pelo menos por enquanto, seria que ele fosse apenas coletado (não pode ser deixado em via pública) e descartado no vaso sanitário do banheiro da sua casa.

Daria mais trabalho, não seria assim tão romântico passear com seu amigão… Mas poderia ser algo mais a ser considerado, antes de adotar um animalzinho pra morar com você.

Ele é para toda a vida, o cocô e a sacolinha não.