“Re-conhecer”: olhar de novo para o que parece igual

Dra. Nina Ferreira

@ninaferreira.psiquiatra

Foto de Ismael Sanchez no Pexels

Você conhece muitas pessoas? Muitos lugares? Muitas situações difíceis da vida?

Com o passar do tempo, temos a sensação de já conhecer bastante. Convivemos sempre com as mesmas pessoas, frequentamos os mesmos lugares e enfrentamos perdas, brigas e mudanças – dificuldades que parecem fazer parte da rotina.

Conhecemos tudo isso. Será?

O marido, a esposa: continuam iguais a ontem, há um ano, há uma década?

O ambiente de trabalho permanece o mesmo, com a mesma equipe e mesma dinâmica? Sua casa não mudou em absolutamente nada?

Perdas, brigas e mudanças acontecem em momentos específicos da vida. Cada demanda exige respostas próprias e causa estragos distintos.

Temos a sensação de que já conhecemos essas situações. Mas é  preciso um olhar fresco sobre cada uma delas:  o que há de novo aqui? O que preciso perceber, aprender, “re-conhecer”?

Quando não atualizamos nossa percepção, continuamos usando mentalidades e estratégias antigas. E, assim, não conseguimos responder ao que o presente exige e sentir as novas emoções e sensações. Ficamos presos, eternamente, ao passado.

E talvez o principal “re-conhecimento” seja o de nós mesmos.

Convido você a pensar: quantas experiências diferentes você vivenciou da semana passada para esta? Como essas mudanças impactaram sua vida?

Só quando atualizamos nosso jeito de perceber, pensar e agir conseguimos ser coerentes com quem somos hoje e com o que está acontecendo agora. Se mantivermos formas antigas de enxergar a vida, como colher bons frutos e construir o futuro que desejamos?

Não é só o celular que precisa de atualizações. Precisamos fazer uma pausa, quebrar nossos preconceitos, analisar novamente os fatos e “re-conhecer” o que já parecia conhecido. Para que a vida siga em frente, precisamos fluir com os movimentos que ela nos impõe.

E então, qual sua disposição para “re-conhecer”?

Dra. Nina Ferreira (@ninaferreira.psiquiatra) é psiquiatra, psicoterapeuta e sócia fundadora da LuxVia Health Center. Escreve a convite do Blog do Mílton Jung.

Como atualizar o iWork (e o iLife) da Apple no OS X Mavericks

 

Fã confesso da Apple e do Keynote, programa de apresentação da empresa consagrada por Steve Jobs, venho enfrentando dificuldades com meu computador desde a atualização do sistema operacional para o OS X Mavericks. Apesar de os programas que fazem parte do iWork me pedirem atualização e da Apple anunciar que esta seria de graça, toda vez que acessava a AppleStore só tinha opção de baixar as novidades se pagasse. Fiz algumas consultas sem sucesso até encontrar o blog MacMagazine.com e artigo assinado por Eduardo Marques (leia o artigo completo aqui) que ofereceu uma fórmula simples para atualização gratuita – funciona, também para o iLife’11. Reproduzo aqui a estratégia para caso você, caro e raro leitor deste blog, tenha passado pela mesma dificuldade ou conheça o amigo do primo de um vizinho que esteja enfrentando este problema:

 

1. Mude o idioma do sistema para inglês (vá em Preferências do Sistema e Idioma e Região)

 

2.Reinicie o computador

 

3. No menu superior, clique na Maçã e depois em Software update

 

A atualização deve aparecer na App Store, ao menos foi o que aconteceu comigo. Caso não apareça, o Eduardo sugere que você vá no Featured, clique em Account e depois no botão Reset (“Reset all warning for buying and download).

 

Faço mais um alerta: se você já tiver apresentações prontas no seu computador, feitas com as versões anteriores do Keynote, repasse uma a uma. É grande a possibilidade de alguma transição ou efeito não funcionar como antes. No meu caso, um vídeo ficou sem áudio e tive de reinseri-lo na apresentação, além disso fui obrigado a refazer um slide porque o movimento “scale” apresentava problema. Com um pouco de tempo, está tudo em ordem.

 

A dica que o Eduardo transcreveu em seu site chegou através de outro usuário Mac e estava publicada em um fórum de discussão. Ou seja, o que trago para este post é resultado de ação colaborativa e, por tanto, agradeço a todos os envolvidos na obra e reforço a ideia de que a internet é uma prova de que a humanidade ainda tem jeito, mesmo com todo mau uso que vemos aqui e acolá.

 

PS: Sá falta agora regularizar o Mandic no Mail e acertar o modo de apresentação do keynote para ter a prévia do slide na minha tela de computador. Ainda chego lá!