Vereadores de São Paulo querem CPI contra críticas aos vereadores

 

 

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reprodução de trecho do pedido de CPI

 

Depois do fiasco de ministros do STF — que se consideram acima do bem e do mal e decidiram eles próprios investigar quem está por trás das críticas que recebem —- chegou a vez dos vereadores de São Paulo.

 

O chefe maior da Câmara Municipal, o vereador Eduardo Tuma, do PSDB, pediu a abertura de CPI para apurar notícias que ele e seus colegas de parlamento entendem serem falsas ou com o objetivo de prejudicar a imagem da casa —- a deles e a de seus parentes, também. No texto, ainda inclui apuração sobre ofensas à prefeitura e aos demais órgãos públicos do município.

 

Tuma, que não quis dar entrevista sobre o assunto, emitiu uma nota na qual afirma que “não há nenhuma possibilidade de o trabalho resultar em censura” —- como se os vereadores tivessem esse poder.

 

Foi além: escreveu que a CPI “conferirá credibilidade e veracidade ao serviço jornalístico prestado pelos veículos de imprensa” —- como se a credibilidade dos jornalistas dependesse de certificado dos vereadores.

 

Coincidência ou não, o pedido de investigação de notícias falsas, ofensas, calúnia, difamação e tudo mais que acharem ruim para a imagem da Casa vem na sequência de uma série de reportagens que apuram irregularidades no uso de emendas parlamentares —- dinheiro público, do Orçamento do Município, que os vereadores têm o direito de direcionar para obras, entidades e eventos específicos, geralmente de interesse do seu mandato ou dos grupos e regiões que representam. É legítimo, mesmo que discutível.

 

Conforme apurado, há desvios de finalidade e superfaturamento em emendas assinadas pelo ex-vereador João Jorge, que atualmente ocupa o cargo de Secretário da Casa Civil da Gestão Bruno Covas. Para entender melhor esse assunto das emendas parlamentares de João Jorge, ouça  reportagens produzidas por Guilherme Balza, da CBN:

 

“Secretário da Casa Civil de Covas banca festas superfaturadas com dinheiro público” 

 

ONG superfaturou latas de spray, buffet de camarim e emitiu notas frias 

 

Emendas suspeitas de João Jorge envolvem três secretarias e duas subprefeituras 

 

A propósito, João Jorge é do mesmo partido que Eduardo Tuma, presidente da Câmara, que pediu a CPI da Fake News. Os dois são do PSDB. Mas não tire conclusões precipitadas. Basta olhar a lista de vereadores que apoiam a abertura da comissão de investigação e se perceberá que aparecem representantes de todas as colorações partidárias.

 

CONFIRA QUEM SÃO OS 25 VEREADORES QUE APOIAM A CPI

Quito Formiga (PSDB)
Celso Jatene (PSB)
Soninha (PPS)
Paulo Frange (PTB)
Eduardo Suplicy (PT)
Caio Miranda (PSB)
Gilberto Natalini (PV)
Toninho Vespoli (PSOL)
Sandra Tadeu (DEM)
Rodrigo Goulart (PSD)
Alessandro Guedes (PT)
Alfredinho (PT)
Donato (PT)
Adriana Ramalho (PSDB)
Janaina Lima (Novo)
Zé Turin (PHS)
Isac Felix (PR)
Souza Santos (PRB)
Noemi Nonato (PR)
Xexeu Tripoli (PV)
Aurélio Nomura (PSDB)
Beto do Social (PSDB)
André Santos (PRB)
Juliana Cardoso (PT)
Ota (PSB)

Tem quem diga que assinou, mas sem compromisso. Foi o caso do vereador Caio Miranda, do PSB: “geralmente, eu sempre apoio que colegas proponham CPIs sobre o tema que eles quiserem” —- disse em reportagem divulgada nesta quinta-feira pela CBN.

 

Se estiver arrependido, basta pedir para tirar a assinatura.

 

Aliás, os 55 vereadores terão oportunidade de dizer o que pensam sobre a CPI da Fake News. São eles que, no voto, decidirão se aceitam a comissão de investigação ou não.

 

Quanto ao eleitor, sugere-se que faça contato com o seu vereador para entender a posição dele sobre a CPI da Fake News.

 

Aqui você tem acesso às informações sobre como entrar em contato com seu vereador

A CPI do Romário ou como o mundo explica o futebol

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

ROMARIO

 

Romário garante que os documentos levantados pela CPI que foi realizada entre 2014 e 2016, além de terem servido de munição para a prisão de dirigentes, podem também condenar Marco Polo Del Nero e Ricardo Teixeira.

 

No “Bem, Amigos” do SPORTV, numa postura efetiva de senador artilheiro, Romário discorreu sobre os percalços que enfrentou na CPI do futebol contra a bancada da bola. Acostumado ao confronto com zagueiros adversários, sempre duros e algumas vezes desleais, ainda assim foi driblado e atropelado pelos nobres colegas.

 

Entre os dissabores apontados, o time de seis que formou inicialmente foi inflado para onze, com a inclusão de senadores que não tinham o interesse investigativo que foi estabelecido para a CPI que criara. Um deles, Collor, nunca foi a nenhuma das reuniões.

 

Romero Jucá como relator não aceitou a proposta de Romário para incluir como trabalho final o relatório de ambos, ficando somente o de Jucá. Aquela locução inicial de Romero apelidando a “CPI da dupla Ro-Ro” foi mesmo uma piada de mau gosto. Ou, mau presságio.

 

Romário acredita que o resultado foi positivo, pois os documentos encontrados pela CPI estão lá e um aprofundamento poderá condenar muitos, numa análise pela Policia Federal e Ministério Público.

 

A CBF imediatamente às declarações de Romário enviou ao programa uma nota que foi lida afirmando que não há provas para as acusações. E Del Nero investigado há dois anos afirma que é inocente.

 

É um cenário que acostumamos diariamente. Todos os acusados se declaram inocentes até diante de áudio visuais comprobatórios. Neste caso a curiosidade de Marco Polo Del Nero, com nome do mais ilustre dos viajantes, não viajar jamais, para não correr risco.

 

De outro lado, podemos dizer que a obra de Franklin Foer “Como o futebol explica o mundo” é um fato, mas a saga de Romário no senado está mais para o contexto de “Como o mundo explica o futebol”.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

O trote como tortura

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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A CPI do Trote, realizada pela Assembleia Legislativa de São Paulo, em seu relatório final, divulgado no dia 10, sugere o enquadramento do trote universitário na lei da tortura. É um tema velho, mas atualíssimo. E muito importante, pois a iniciação acadêmica, junto com o casamento e a morte, completam os principais rituais de passagem da vida das pessoas – além de dissonante, pois no Estado de São Paulo o trote é proibido pela lei 10454/1999.

 

O trote e a Universidade estão juntos desde a Idade Média quando surgiram as primeiras entidades de ensino universitário. Era uma época de violência e intolerância, mas o trote surgiu como medida profilática. As roupas eram queimadas e os cabelos raspados. Aos calouros não era permitida inicialmente a entrada nas salas e assistiam às aulas nos vestíbulos.

 

Daí os vestibulandos. A palavra trote veio como significado de aprendizagem forçada como se fazia com os cavalos. Chicotadas e submissão. Não era metáfora, pois a violência passou a caracterizar rituais para calouros mundo afora. No Brasil, o trote chegou importado pela jovem elite brasileira que estudou em Coimbra.

 

Na CPI paulista, presidida pelo deputado Adriano Diogo PT e relatada por Ulysses Tassinari PV, foram intimadas 17 pessoas, das quais só duas compareceram. Essas negaram as acusações e uma delas foi contestada de imediato por uma aluna. Entretanto, estas ausências não impediram que mais de 100 depoimentos fossem tomados, gerando 190 páginas de relatório e 9.000 documentos entre fotos e vídeos com trotes violentos.

 

São provas que mostram afogamentos em piscinas, tapas, socos, ingestão forçada de alimentos repulsivos como fezes, vômitos e drogas, introdução de substâncias no ânus, afogamentos em vasos sanitários, exercícios físicos extenuantes, cárcere privado, homofobia, racismo. E o testemunho de sete vítimas de estupro.

 

“Acordei com ele me penetrando por trás” diz vitima na USP.
“Veteranos ameaçaram urinar em mim”, diz aluna de medicina da PUC.
“Pensei em me matar”, declarou outra aluna que sofreu trote violento na faculdade de medicina.

 

Não bastasse tudo isso, ainda existe suspeita de que esta relação de poder permanece indefinidamente, gerando uma preocupante rede de dominação. Os professores Antonio Almeida e Oriowaldo Queda da ESALQ USP fazem este alerta em artigo na FOLHA de sábado. Recomendo a leitura.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Líder do governo nega fraude na fiscalização

 

Incomodado com a denúncia de fraude na fiscalização, o líder do Governo Kassab, vereador José Police Neto (PSDB), disse que o presidente da CPI das Enchentes, Adílson Amadeu (PTB), estaria trabalhando com dados errados sobre a limpeza de bueiros e bocas de lobo e isto prejudicaria a investigação. Foi além, ao dizer que o parlamentar tenta fazer um espetáculo a divulgar informações equivocadas.

A crítica foi uma resposta a afirmação de Amadeu de que documentos da prefeitura que serviriam para controlar o serviços das empresas contratadas eram preenchidos pelos funcionários da própria empresa. Police Neto nega que exista fraude ou que a fiscalização seja conivente com as empresas, ao mesmo tempo que tenta mostrar na entrevista ao CBN São Paulo a dimensão do trabalho realizado pela prefeitura.

Um fato curioso é que, até então, o debate na CPI das Enchentes não havia sido tão acirrado quanto nas duas entrevistas feitas pelo programa. A discussão que foi ar na CBN acabou se estendendo à reunião da Comissão nesta manhã, na Câmara Municipal, conforme publicado no Blog da CPI das Enchentes. Police Neto acusou Amadeu de desqualificar os servidores e a própria CPI. O petebista negou a intenção e reafirmou a denúncia de que a fiscalização é precária:

“Pudemos observar que a fiscalização é precária e baseada na confiança. Como disse um funcionário, é preciso confiar’, mas acrescento que isso seria fácil se não houvesse tantas queixas sobre o tipo de serviço que as empresas contratadas têm prestado à nossa cidade”, disse Amadeu.

Ouça a entrevista de José Police Neto (PSDB), líder do Governo

Aqui a entrevista concedida ontem pelo presidente da CPI das Enchentes Adílson Amadeu (PTB).

Prefeitura entrega fiscalização para empresas, diz CPI

 

Planilha de serviço

“Os fiscais da prefeitura apenas batem carimbo e assinam as planilhas de serviços prestados na limpeza de bocas de lobo”, denunciou o presidente da CPI das Enchentes vereador Adílson Amadeu (PTB). Ele diz ter tido acesso a papéis timbrados da prefeitura que são preenchidos pelos funcionários das empresas contratadas sem que o trabalho realizado tenha sido fiscalizado.


Ouça aqui a entrevista com o presidente da CPI das Enchentes, vereador Adílson Amadeu (PTB)

Para provar o que disse, o parlamentar apresentou cópia da Ficha Diária de Produção da Limpeza Manual da Boca de Lobo, por equipes” que foi encontrada na Superintendência da Usina de Asfalto e seria preenchida pelo funcionário da empresa Monte Azul, prestadora de serviço da prefeitura, sem que tenha havido controle do trabalho pelos fiscais. A informação teria sido confirmada por um dos engenheiros do órgão, Camilo Barbosa, na presença do supervisor Eugênio Pavicic.

O vereador afirma, ainda, que a SPUA não tem com exatidão o número de bocas de lobo existente nos trechos para os quais são liberadas ordens de serviço. A Superintendência deveria controlar o serviço nas Marginais Pinheiro e Tietê e no mini-anel viário que congrega a av. Bandeirantes, Complexo Maria Maluf e Salim Farah Maluf.

A prefeitura de São Paulo foi procurada pela produção do CBN São Paulo e se comprometeu a responder as denúncias nesta quarta-feira.

“Desesperadamente, Soninha Francine”

 

Uma carta da subprefeita da Lapa, Soninha Francine, apresentada durante a CPI das Enchentes, serviu de munição para os vereadores questionarem o secretário da Coordenação das Subprefeitura Ronaldo Carmargo sobre a eficiência do trabalho realizado pela prefeitura. A mensagem foi escrita no fim de fevereiro e enviada a colegas e funcionários da secretaria. Soninha implora por compreensão, reclama da burocracia e demonstra estar cansada do “cacete que temos tomado” pela incapacidade para realizar o serviço de conservação da cidade:

Prezados,

Do fundo da alma, eu tenho o impulso insano de dizer “vocês estão de brincadeira”. Mas, mantendo o que me resta de compostura, eu imploro por um pouco de compreensão da rotina da Subprefeitura, das condições que temos enfrentado nos últimos 14 meses e do cacete que temos tomado por incapacidade de prestar os mínimos serviços de zeladoria que são de nossa atribuição.

A MÉDIA de equipes contratadas nos últimos dois anos é, em quase todos os casos, INFERIOR ao necessário para executar os serviços a contento. 2009 foi um ano de sérias restrições orçamentárias desde o início, agravadas pelo bloqueio imposto no começo do segundo semestre. Precisamos ter recursos para ir ALÉM dessa média.

E serviços como equipes de conservação de áreas verdes e limpeza de boca-de-lobo são objeto de contratações por vários meses seguidos. Não é possível que a Subprefeitura seja obrigada a justificar minuciosamente, mês a mês, o desembolso para remuneração das equipes para justificar que PRECISA de mais recursos e que SERÁ CAPAZ de gastá-los.

Se por acaso não conseguirmos utilizar recursos disponíveis nos primeiros meses – porque há pregão em curso, porque aguardamos a assinatura de ATA ou coisa parecida – essa inviabilidade não pode ser considerada sinônimo de que NÃO PRECISAMOS DE MAIS RECURSOS.

Que as árvores a podar, o mato alto das praças e as manchetes negativas nos jornais sirvam como justificativa suficiente para a necessidade de descongelamento e suplementação de recursos.
Atenciosa e desesperadamente,

Soninha Francine
Subprefeita
Subprefeitura Lapa

Enxurrada de perguntas sem respostas na CPI das Enchentes

 

CPI das Enchentes

As quatro horas de sessão da CPI das Enchentes não foram suficientes para o secretário municipal da Coordenação das Subprefeituras Ronaldo Camargo responder metade das 84 perguntas que os vereadores tinham em mãos. Ele contou com o ‘apoio moral’ de uma dezena de assessores e se revelou otimista em relação as medidas adotadas pela prefeitura para combater os alagamentos na capital, o que levou alguns parlamentares a questionarem se eles falavam da mesma cidade.

Camargo disse que o dinheiro investido pela prefeitura no combate as enchentes tem evoluído e a criação do Centro de Controle de Operações Integradas agilizou as medidas de emergência.

De acordo com informações publicadas no Blog da CPI das Enchentes,o secretário não esclareceu se foi rompido o contrato com empresas que não estariam realizando serviço eficiente na limpeza dos piscinões – como chegou anunciar o prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Conforme dados do site da Câmara Municipal estiveram na CPI os vereadores Adilson Amadeu (PTB), presidente; Abou Anni (PV), relator; Aurélio Miguel ( PR); Alfredinho ( PT); Quito Formiga (PR); Milton Leite; José Américo (PT); Alfredinho (PT); José Police Neto (PSDB); e Wadih Mutran (PP).

CPI das Enchentes não começa mas provoca discussão

 

Foi parar no plenário da Câmara, a discussão que ocorreu nos bastidores da CPI das Enchentes que não teve quórum na primeira reunião marcada para esta terça-feira. Apenas dois vereadores compareceram: o presidente, Adílson Amadeu (PTB) e Toninho Paiva (PR).  O líder do Governo José Police Neto (PSDB) chegou a assinar a lista de presenças, mas a assinatura não foi considerada pelo presidente da comissão (clique na imagem ao lado). O governista estava participando da CPI da Covisa – Coordenação de Vigilância em Saúde – que se realizava no mesmo horário.

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De acordo com informações publicadas pelo Blog da CPI das Enchentes, durante reunião ordinária, Police Neto explicou que ao perceber a ausência de quórum preferiu participar da outra comissão, da qual também é integrante. Não convenceu o colega de parlamento, Adílson Amadeu.

A ausência dos vereadores do DEM e do PSDB na CPI das Enchentes colocou em dúvida a palavra do prefeito Gilberto Kassab que, ao mesmo tempo em que a reunião da comissão era suspensa, afirmava em entrevista que foi ao ar no CBN SP que o governo daria todo o apoio necessário para as investigações.

Chamou atenção, também, o sumiço dos dois vereadores do PT – Franciscos Chagas e José Américo – que deveriam ter interesse em investigar os motivos que causaram as enchentes na capital. À tarde, o partido anunciou que substituiria os parlamentares integrantes da comissão.

Anote o nome dos integrantes da CPI das Enchentes que volta a se reunir (ao menos vai tentar) quarta-feira, dia 24:

Adilson Amadeu (PTB)
Italo Cardoso (PT)
Alfredinho (PT)
Abou Anni (PV)
José Police Neto (PSDB)
Souza Santos (PSDB)
Wadih Mutran (PP)
Toninho Paiva (PR)
Milton Leite (DEM)

Em tempo: a CPI da Covisa se reuniu com a participação de todos os integrantes e decidiu convocar funcionários da vigilância.

Seguradoras negam uso de peças de segunda mão em conserto

As seguradoras não tem interesse em enganar o cliente obrigando oficinas a usar peças não-originais ou recondicionadas pois estaria colocando em risco seu próprio negócio ao permitir o aumento do risco de acidentes de carros. Quem diz é o diretor executivo da Federação Nacional de Seguros Gerais Neival Freitas em resposta a denúncia do Sindicato da Indústria de Funilaria e Pintura do estado de São Paulo feita no CBN São Paulo desta segunda 06.04.

A Fenseg também diz não haver lógica as seguradoras tomarem medidas que estimulem o roubo de carros, pois isto reverteria contra as empresas, que teriam gastos maiores em indenizações.

O dirigente da Federação, no entanto, não foi claro ao explicar como o consumidor pode ter a garantia de que a peça usada no reparo do carro seja original.

A Assembleia Legislativa tem investigado o mercado na CPI das Seguradoras.

Ouça a entrevista do diretor executivo da Fenseg Neival Freitas

Funilarias denunciam seguradoras, em CPI

A pressão das seguradoras sobre as oficinais de funilaria e pintura para que usem peças não-originais e recondicionadas foi denunciada na CPI das Seguradoras, realizada pela Assembleia Legislativa de São Paulo. De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Funilaria e Pintura do Estado de São Paulo, Ângelo Coelho, as companhias desrespeitam o Código de Defesa do Consumidor e interferem na segurança dos automóveis e dos motoristas.

Ângelo foi além e acusou as seguradoras de colaborarem com o crime organizado ao negociarem veículos retirados do mercado por terem apresentado perda total.

Ouça a entrevista com ângelo Coelho, do Sindifupi

O CBN São Paulo pretende conversar com outros setores envolvidos no tema durante a semana. Se você tiver alguma reclamação envolvendo seguradoras registre neste blog.