A calça para o cadeirante não deve ter bolsos atrás e a costura tem de ser mais confortável. A camisa para o deficiente visual tem de ter identificação em braile. O blazer para o terno do executivo portador de deficiência tem de estar adaptado a necessidade dele. A estilista Daniela Auler que há 15 anos trabalha com moda, no Brasil, foi seduzida por esta ideia e quer incentivar seus colegas a enxergarem este segmento no mercado: a moda inclusiva.
Em São Paulo, a secretaria dos Direitos de Pessoa com Deficiência promove o Concurso Moda Inclusiva no qual estudantes são convidados a apresentar proposta para atender às demandas de portadores de deficiência. O Brasil tem 24,6 milhões de pessoas nestas condições, o que transforma este um mercado consumidor bastante expressivo, como chamou atenção o comentarista Cid Torquato que apresenta “Cidade Inclusiva”, no CBN SP, às segundas-feiras.
As inscrições para o concurso podem ser feitas até abril pelo site da secretaria dos Direitos de Pessoa com Deficiência .
Ouça a entrevista com a estilista Daniela Auler
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