Avalanche Tricolor: tropeço nas férias, não muda humor nem busca pelo título

 

Sport 4×2 Grêmio
Brasileiro – Ilha do Retiro/Recife

 

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A lua quase cheia me acompanhou pela madrugada enquanto assistia ao Grêmio, na Itália (foto: Abigail Costa)

 

Havia um tempo em que assistir aos jogos do Grêmio quando estávamos no exterior era um desafio à parte. A internet não havia se expandido, a tecnologia era precária e as transmissões pela televisão não alcançavam tão longe. Alguns sites com endereços duvidosos e arquivos maliciosos pirateavam as imagens da TV, que nem sempre chegavam com a qualidade desejada.

 

Os tempos são outros. O sinal de internet está muito mais acessível e os aplicativos estão disponíveis, desde que você tenha a assinatura da TV a cabo ou do pay-per-view. Já havia visto partida a bordo de um avião, cruzando o Oceano Atlântico, na tela do meu celular, portanto minha estada na Toscana, na costa do Tirreno, não seria motivo para me deixar longe do Grêmio.

 

De estranho mesmo, apenas o horário, pois aqui na Itália estamos cinco horas na frente do Brasil, e, assim, o que era final da tarde de domingo para você, já era fim de noite para mim. O jogo se iniciaria antes da meia noite e se estenderia pela madrugada. Como meu compromisso nessas férias é esperar o sol chegar e descansar na beira da praia, dormir tarde também não seria um problema.

 

Ipad conectado à internet, tela ampliada, transmissão iniciada e uma noite de verão europeu agradável, com lua quase cheia no céu: o cenário era perfeito para curtir meu Grêmio neste meio de férias. Pra deixar a turma com inveja: o vinho estava servido, também.

 

Aquela bola no poste assim que o jogo começou era o sinal para que aumentassem meu entusiasmo pelo time e a expectativa pelos três pontos que nos colocariam na vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Os fatos que se sucederam, porém, frustraram meu programa de férias.

 

Depois de estarmos perdendo por dois a zero e desperdiçando muitos gols, no primeiro tempo, bem que Geromel se esforçou para me devolver a satisfação nesta noite, na volta para o segundo tempo. A reação durou pouco e nossos erros defensivos se repetiram.

 

Deixar de somar três pontos fora de casa, não é uma tragédia. Tem gente desperdiçando esses pontos diante da sua própria torcida. Mas como temos pretensões que vão bem além da maioria dos que estão disputando este campeonato, não devemos simplesmente aceitar o resultado passivamente.

 

Roger terá muito que conversar e treinar, conversar mais ainda e treinar ainda mais, nos próximos dias, para ajustar o que nos falta e darmos o salto maior nesta competição: chegar à liderança e lá permanecermos.

 

Como confio no trabalho de Roger e do elenco, sigo em frente com minhas férias, tranquilo, porque não será um tropeço no caminho que irá me tirar o bom humor nem estragar o sabor do vinho.

Empreendedorismo: identifique o alcance do seu negócio na internet

 

 

A internet tem oferecido oportunidades diversas para empreendedores, mas não pode ser vista como a salvação de todos os negócios. É preciso identificar o potencial da sua ideia e o perfil do público que pretende alcançar.

 

Falei sobre o tema durante o Papo de Professor, do Sebrae, diante de uma das perguntas selecionadas: “existe uma teoria que diz que qualquer negócio na internet prospera. O que você acha disso? como os clientes da internet estão em todos lugar e em lugar nenhum, como fazer para conhecê-los?”

 

A resposta completa você encontra no vídeo acima.

 

Para assistir a outras questões relacionadas ao empreendedorismo, clique aqui.

Internet pressiona e SPFW adotará modelo “veja agora, compre agora”

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

Moda

 

Na próxima SPFW, Paulo Borges introduzirá o sistema “see now, buy now“, seguindo os passos inovadores de marcas como Burberry, Diane Von Furstenberg, Tom Ford e Tommy Hilfiger.

 

Significa que estamos chegando ao fim de mais um ciclo da moda, que, ao romper , atende a nova geração de estilistas e consumidores, impulsionados pela comunicação “WWW”.

 

Deixamos para trás varias espirais da moda, do pós-guerra até hoje. A alta costura foi esmaecida pela industrialização, que por sua vez teve sua ruptura através da sistematização dos bureaux, encabeçados pela Promostyl, quando se estabeleceu um “prêt-à-porter” direcionado, que posteriormente foi colocado em segundo plano pela realidade do lifestyle.*

 

Voltamos agora à passarela para atender o desejo dos consumidores.

 

Através da contemporânea internet e das mídias sociais interativas que refletem o “I want what I want when I want”, ou seja, “eu quero o que eu quero quando eu quero”.

 

Em fevereiro de 2017, teremos o SPFW No. 42, sem relação com verão nem inverno, e as coleções desfiladas poderão ser vistas nos smarts e compradas na hora. E Paulo Borges poderá comemorar o pioneirismo, assim como, em 2001, a SPFW fez na transmissão ao vivo pela internet.

 

Não será tarefa fácil. E curioso é que a MODA que bem definimos como uma forma de comunicação se curve à comunicação e sua evolução, como que referendando Mc Luhan, ao ditar que “o meio é a mensagem”.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

 

(quer saber mais, leia abaixo)

 

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Empreendedorismo: crie sua identidade nas redes sociais

 

 

Verdade que operadoras, em parceria com a Anatel, querem limitar o uso da nossa internet, mas nada disso mudará o poder da rede. Como diria o filósofo, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, bem diferente. Portanto, conspirações à parte, o uso da internet é ferramenta que não pode ser desdenhada por empreendedores quando traçarem seus planos de comunicação.

 

No Papo de Professor, promovido pelo Sebrae, respondi a seguinte pergunta:como o poder de comunicação da Internet e das redes sociais pode ser usado a favor do empreendedor? A resposta, você ouve no vídeo acima.

 

Aqui você assiste a outros vídeos com o tema “empreendedorismo”,que gravei para o Papo de Professor.

Chegando aos 50, shopping terá que renascer

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Às vésperas do cinquentenário do formato Shopping Center, o setor apresenta o pior desempenho dos últimos dez anos. Mesmo com a inclusão de 19 novos empreendimentos.

 

É um negócio de R$145 bilhões, com 893 unidades, 140 mil pontos de venda, 1,3 milhões de empregos, que recebe, mensalmente, 2,3 vezes a população brasileira, e, de forma geral, usufrui prazerosamente dos serviços e produtos ofertados.

 

O resultado ruim deste ano pode ser creditado ao momento econômico, como avaliou a ALSHOP, através do presidente, Nabil Sahyoun, citando o dólar, o crédito, a inflação, as incertezas econômicas e políticas. Ou a redução do fluxo nos Shoppings pelo Black Friday como registrou o diretor Luís Ildefonso, de Relações Institucionais.

 

Um olhar mais atemporal mostrará que, em 49 anos, as crises não afetaram o modelo dos Shoppings tão significativamente. O positivo do resultado ruim de hoje é que a diminuição de vendas está mostrando a necessidade de mudanças na estratégia da operação para se adaptar a novas demandas do mercado.

 

É o caso das lojas satélites cuja a participação no mix é de aproximadamente 70% e estão sobrecarregadas em benefício de outras áreas. Cinema, alimentação e lazer deverão absorver mais espaço e mais custos.

 

As satélites, se não forem tratadas de acordo, serão reduzidas e poderão migrar para outros canais. Um deles é a internet, mercado estimado de R$ 50 bilhões, cujas vendas tiveram acréscimo de 17,6 milhões de pedidos em relação a 2014. Nesse Natal, enquanto os Shoppings tiveram queda de 1%, a internet cresceu 26%.

 

Destino que várias cadeias de loja e algumas âncoras estão seguindo, isoladamente ou em Market Places. Enquanto se prevê abertura de mais de cem Shoppings Center para os próximos anos, a Söks, que fez a plataforma para lançar o Piratasonline, primeiro shopping a se apresentar na web, está programando a abertura de três réplicas de shopping físico para implantar online em 2016.Além disso, apenas um empreendedor está se preparando para a web.

 

Será que os Shoppings dos R$ 145 bilhões continuarão a ver a expansão das Agências de Afiliação e os novos Market Places dos R$ 50 bilhões e ficarão fora deste mercado que cresce na crise?

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung.

 
 

Mercadão de São Paulo na ponta dos dedos

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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O Mercado Municipal de São Paulo, depois do MASP, é a maior atração turística da cidade e, está agora à disposição 24h por dia, na internet. Graças à iniciativa privada de uma StartUp local, a SÖKS.

 

Reserva acumulada de tradições paulistanas, o Mercadão foi inaugurado em 1933. Projetado por Ramos de Azevedo, e adornado com vitrais do russo Conrado Sorgemicht Filho, possuindo hoje 12.600m2 de área, e quase 300 lojas, que reúnem ícones da cultura gastronômica nacional e internacional.Além de iguarias exclusivas.

 

Não bastassem as qualificações históricas e gastronômicas, é um espaço onde os cinco sentidos, visão, tato, olfato, paladar e audição se interpõem resultando um estado de motivação ao prazer do consumo. Ao lado de requintadas espécies encontram-se artigos comuns com raro frescor. É por isso tudo que a procura é maior do que a capacidade do local. Há congestionamento de tráfego, estacionamento e de pessoas. Segundo estudos, existe uma demanda reprimida que para supri-la seria necessária uma estrutura quinze vezes maior.

 

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Do perfil dos frequentadores 65% moram em SP, 30% em outros estados e 5% no exterior. 70% têm curso superior e 45% são profissionais liberais e empresários.

 

Um olhar atento dificilmente deixaria de avalizar a oportunidade de empreender uma operação de e-commerce, que pudesse se servir deste rico complexo de cultura e de produtos para oferecer àqueles que gostariam de usufruir do Mercadão a qualquer hora e em qualquer lugar.

 

A SÖKS, associada à MULTIPLUS e ao UOL PAGUE SEGURO, entendeu assim, e está oferecendo o Dommercatto.com.br. Uma plataforma em 3D que oferece mais de 5.000 itens do Mercadão, que são entregues no mesmo dia para São Paulo e cobre todo o Brasil. É mais um passo na direção do futuro, da internet das coisas e de todos.

 

As 10 maiores atrações turísticas de SP pela Prefeitura
1. MASP
2. Mercado Municipal de São Paulo
3. Parque Ibirapuera
4. Centro da cidade
5. Bairro da Luz
6. Bairro da Liberdade
7. Vila Madalena
8. Museu do Futebol
9. Museu do Ipiranga
10. Rua 25 de março

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras

A internet das coisas e de todos

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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A web dará origem a um novo sistema econômico que substituirá o capitalismo. Trata-se da internet das coisas. Ela permitirá conectar todos e tudo em um novo processo econômico, mais completo do que as revoluções industriais do passado, pois sua arquitetura é descentralizada e customizada.

 

Jeremy Rifkin, autoridade em economias do futuro,se tivesse ouvido a CBN no sábado teria mais uma confirmação da importância de sua última obra.“Sociedade com custo marginal zero, a internet das coisas, os bens comuns colaborativos e o eclipse do capitalismo”.

 

Rifkin, professor de Warton, guru de presidentes, entre eles, Angela Merkel, afirma que quando os custos de gerar, armazenar e compartilhar comunicações, energia, transportes, produtos e serviços se aproximarem de zero,uma nova matriz será criada. Pública e esperta: a internet das coisas.

 

No “Mundo Corporativo”, Armindo Mota Jr, da WAPPA, descreveu ao Mílton Jung a sua operação, que atende empresas em serviços de taxis cobrindo 300 cidades brasileiras, usando 300 cooperativas. Com o seu aplicativo, ajuda as empresas clientes a desmobilizar e economizar 30% em transportes, enquanto os taxistas têm 30% a mais de ocupação, e ele fatura 200 milhões por ano.

 

No “50 mais CBN”, Alexandre Kalache perguntou ao economista Eduardo Gianetti, se ainda mantinha a afirmação que a economia devia nos libertar, mas acaba nos escravizando. Gianetti manteve a afirmação, mas a tese de Rifkin e o programa do Mílton merecem uma reflexão.

 

A experiência da Wappa pode ser aplicada em todos os setores de transportes, e, aos produtos também evitando perdas e sobras. De outro lado, setores tradicionais terão que enfrentar as inovações da internet das coisas, como Ruy Castro já percebeu que a trajetória dos cantores que hoje ganham em shows chegará aos escritores.

 

A argumentação de Rifkin é consistente para chegar à transposição do capitalismo para o compartilhamento da internet das coisas, e, é acessível.Pelo entendimento e pelo acesso. Você pode comprar o livro em português ou baixar na internet o original de graça. Local onde pode ouvir o autor,ler seus comentários, ou investigar a opinião e a análise de professores de renomadas escolas de economia. Tudo dentro da internet das coisas.

 

É bom se preparar, para aproveitar o que virá.E, por falar nisso, dia 20 entrará no ar o PIRATAS ON LINE, o primeiro Shopping Center físico a ser replicado na web.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, as quartas-feiras

Obras de Rifkin em português:
A terceira revolução industrial
O sonho europeu
O fim dos empregos
A economia do hidrogênio
A era do acesso
O século da biotecnologia

Menos blablablá e mais www

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Em mercados em crise, o habitual blablablá fortalece o infortúnio. Afinal, a expectativa é um dos fatores que influencia a economia. Se for negativa, tanto pior. Entretanto, a dificuldade pressiona rupturas e inovações. E, por incrível que pareça, o momento é de extrema potencialidade para novos serviços e produtos. Só no meio virtual é imenso o universo a ser explorado. O mundo físico será levado por bem ou por mal à web ou às nuvens.

 

Aqui mesmo no BLOG, sexta feira, o Ricardo Ojeda abordou o uso das mídias sociais no mercado do luxo, citando benefícios e riscos, que, aliás, acho que os riscos são administráveis. Precisamos apenas nos adaptar à amplitude e à velocidade da web, pois é muito maior daquilo com que nos acostumamos no mundo físico.

 

Ainda no âmbito da moda o Pedro Diniz na FOLHA de segunda informa de Paris, que a semana de Moda foi dominada pela disputa de “likes” pelos estilistas, com destaque para Balmain, que mergulhou de alma na web.

 

Na área de serviço começam a aparecer soluções para as mais elementares necessidades de controle e gestão das documentações. Visitando uma startup da área, a PaperOff, ouvi do jovem empreendedor que reduziu significativamente as reclamações trabalhistas e também deixou de perdê-las numa folha de 120 mil funcionários. Recebeu até parabéns de Juiz pela correção dos documentos.

 

Entretanto, não basta estar em WWW para se tranquilizar.

 

Roberto Shinyashiki na entrevista com Milton Jung lembrou que o disquete deu lugar ao cd, que deu lugar para o pendrive que deu lugar para a nuvem, como que dizendo que a incerteza é a única certeza.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, as quartas-feiras

 

O título deste post reproduz mensagem do Banco Original aos seus clientes

 

A foto deste post é do álbum de Arrano no Flickr

Oportunidades e riscos para as marcas de luxo no ambiente online

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Instagram, Facebook, Twitter, Pinterest. Essas são apenas algumas das inúmeras redes sociais que fazem sucesso no mundo. Cada uma com suas particularidades, claro, mas a verdade é que esses canais tornam-se cada vez mais parte da vida dos consumidores (de luxo ou não) e a presença das marcas nesse ambiente se torna “obrigatória”.

 

De acordo com pesquisa realizada pela empresa americana McKinsey&Company, mais de 45% das compras no mercado do luxo são influenciadas pelo que os compradores encontraram no universo digital. Ou seja, as experiências online podem conduzir a tomada de decisões no mundo real.

 

Oportunidades ou riscos? Na verdade ambas!

 

Marcas que atingem seus potenciais compradores com as experiências certas e informações no momento certo tendem a ganhar fatia maior do crescimento e superar concorrentes, além de ser uma oportunidade de trabalhar o lado institucional da empresa. É essencial estar nas redes principalmente para que seus consumidores tenham rápido acesso a seus lançamentos, promoções, campanhas e outros. É uma maneira também de aguçar o desejo de compra,online ou no próprio ponto de venda.

 

No mercado do luxo, o risco maior é a marca não gerenciar suas redes de forma seletiva e ter sua imagem abalada. Pode possivelmente ainda gerar uma demanda de consumidores que não sejam o seu público-alvo.

 

Por exemplo, no turismo de luxo, se uma agência de viagens apostar na divulgação de seu nome associado a outros parceiros ou marcas que não sejam exatamente seu perfil (parcerias comuns no Instagram, onde personalidades divulgam marcas em suas contas com milhões de seguidores), poderá atrair ligações telefônicas de consumidores que não tenham poder aquisitivo para comprar seus roteiros personalizados e, neste caso, seria um desperdício da mão de obra (cara) de seus atendentes e consultores de viagens, além de uma certa frustração para o consumidor que desejou mas não poderá comprar.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

 

A foto que ilustra este post é do álbum de Mkhmarketing no Flickr

O desafio que a união do rádio com a internet impõe aos estudantes de jornalismo

 

 

O interesse de estudantes de jornalismo pelas novas tecnologias não me surpreende, mas chama atenção como tenho sido procurado para relacioná-las ao rádio, o que me entusiasma pois sempre acreditei na internet e nas demais ferramentas que surgiram, dentro dela ou a partir dela, como caminho para propagar o trabalho que realizamos. O que me deixa ainda mais satisfeito é que a CBN é a grande referência que esses jovens têm quando tratam do tema, resultado do investimento que se tem feito em inovação, desde o seu surgimento, em 1991.

 

Nesta semana, o estudante de jornalismo David Paulo e seu grupo, do 4º ano de jornalismo, da Uninorte, em Manaus (AM), que estão realizando trabalho sobre o livro “Jornalismo de Rádio”, que escrevi em 2004 e foi editado pela Contexto, me convidaram para, em vídeo, falar sobre a ideia de que a internet é o novo oxigênio do rádio, defendida por mim desde aquele tempo.

 

No vídeo que será apresentado pela turma e compartilho com você agora, falo do desafio que rádio, redes sociais, podcast e internet impõem aos jovens jornalistas que se preparam para atuar neste mercado da comunicação.