Prefeitura quer inspeção veicular mais rígida em 2010

 

Ao completar a marca de 1 milhão de carros, a prefeitura estuda a possibilide de tornar ainda mais rígidos os limites de emissão de CO2 para os carros mais novos (fabricados após 2003). Hoje, estes veículos podem emitir até 1% de gás carbônico apesar de os motores terem tecnologia para rodarem poluindo menos. A proposta da prefeitura, enviada ao Conselho Nacional do Meio Ambiente e ao Ministério do Meio Ambiente, é que seja publicada resolução restringe a emissão de CO2 a 0,3%.

E os carros mais velhos ? Aqueles que poluem mais ? Soltam fumaça preta ? E estão fora da inspeção veicular ?

Os veículos fabricados até 2003 serão obrigados a passar pela inspeção a partir do ano que vem, no entanto as restrições em relação a emissão de CO2 são menores pois os motores sairam de fábrica com tecnologia diferente, e não haveria como reduzir a emissão a menos de 6%.

A prefeitura não pretende fazer mudanças no sistema de devolução da taxa paga para a realização do serviço, apenas alerta aos proprietários de veículos que existem certas condições para que o dinheiro seja devolvido: não ter dívida com a prefeitura e ter pago o licenciamento.

A repórter Luciana Marinho entrevistou Márcio Schettino, responsável pela inspeção veicular na prefeitura. Segundo ele, a adesão ao serviço chega a quase 100% nos carros, 75% nos ônibus e apenas 35% nas motos. Em parceria com a Polícia Militar, a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente tem realizado blitz para flagrar veículos que perderam o prazo da inspeção veicular.

Ouça a entrevista com Márcio Schettino ao CBN SP

Leia outros posts sobre a inspeção veicular e a devolução da taxa:

Fui aprovado na inspeção veicular

Controlar alerta para a turma da última hora


Devolução só com licenciamento pago

Tá fedendo: cocô de cachorro e saco plástico

 

Uma montoeira de sacos plásticos guardando cocô de cachorro para a eternidade. Escatológica e real esta cena, se levarmos em consideração hábito comum nas cidades. Os donos passeiam com seus cães, recolhem as fezes deles em saquinhos, destes que temos nos supermercados, fecham e jogam na lata do lixo. Eles vão se acumular nos aterros sanitários e levar uma centena de anos para se decompor.

Este foi um dos assuntos que levaram os ouvintes-internautas a enviarem mensagens para o CBN São Paulo, provocados pela reclamação de uma moradora do bairro do Morumbi, Soraya Lesjak, contra os donos de cães que usam a Praça Vinícius de Morais como banheiro público para seus bichinhos de estimação.

Claro que deixar o dejeto no meio do caminho é nojento e falta de respeito. Assim como recolher no saquinho plástico e jogá-lo embaixo da primeira árvore que aparecer, como foi descrito pela ouvinte-internauta, a Joana, que mora na Vila Mariana. Mas está na hora de darmos um passo a frente nesta história e abandonar o saco plástico.

Marcos Valenti, que por sinal frequenta a Vinicius de Morais e diz que a maioria das pessoas respeita o local, disse que ao sair para passear com seu cão leva sacos de papel, destes usados em padaria. Mesma tática da Tate Vieira.

Ricardo Ushida, dono do Tião, um dog alemão de 70 quilos, e do Elvis, um sheepdog de 36 quilos, depois de se dar conta que gastava três sacos plásticos por dia, mudou a estratégia: “Saio de casa com quatro folhas duplas de jornal, cada uma dobro no meio e depois dobro mais duas vezes, suficiente para ficar do tamanho do bolso. Quando os cães fazem suas necessidades, abro o jornal e recolho as fezes jogando na lixeira mais próxima.

A mudança de comportamento e o zelo pelo espaço público dependerão muito mais da consciência cidadã do que a força da lei. O Cláudio Vieira, do Adote um Vereador, alertou que a lei 13.131/2001, que disciplia a criação, propriedade, posse, guarda, uso e transporte de cães e gatos na cidade de São Paulo, determina, multa de apenas R$ 10 para quem desrespeitar o artigo 16: “O condutor de um animal fica obrigado a recolher os dejetos fecais eliminados pelo mesmo em vias e logradouros públicos”

A charge deste post é colaboração do cartunista Fausto Bergocce.

Coleta seletiva para quem ? E para quê ?

 

E-mail enviado pela ouvinte-internauta Denise Lara, moradora de São Paulo, que defende a coleta seletiva:

“Estou indignada com um fato ocorrido comigo, então resolvi expressar meus sentimentos e escrever este email.

No prédio onde eu moro não tem coleta seletiva, o que é um absurdo, sendo assim, eu resolvi tomar uma decisão e entrar em contato com a prefeitura para me informar sobre o dia e o horário que o caminhão da coleta seletiva passa em minha rua, pois assim eu deixaria separado o lixo e futuramente incentivaria os outros moradores a separar o lixo também.

Bom, em primeiro lugar liguei para o 156 e fiquei uns minutos na espera, mas foi relativamente rápido, dai veio uma atendente, um pouco atrapalhada, porém muito simpática, expliquei toda história e pedi a ela que me falasse o dia e o horário que o caminhão da coleta seletiva passava na minha rua para eu poder feixar separado, foi quando ela se atrapalhou bastante para me responder e demorou uns bons de uns 30 minutos até achar uma resposta, mas ainda bem que ela não me deu a clássica resposta que estava sem sistema, no entanto ela me deu um número de protocolo, pois eu deveria ligar dentro de dois dias novamente para o 156, passar o número de protocolo e dai eles teriam uma resposta sobre o dia e horário da coleta, pois a unica informação que ela tinha no momento era o nome da empresa de coleta, a loga.

Sinceramente eu não acreditei ou melhor, vindo de uma prefeitura como essa da nossa cidade eu acreditei bastante na situação. Então no dia seguinte, uma atendente da empresa loga entrou em contato comigo, confesso que fiquei feliz e surpresa pela rapidez no atendimento. Bom, eu moro na rua doutor cesario motta junior e segundo a atendente o caminhão da coleta passa na rua general jardim, na rua amaral gurgel, na rua da consolação, na rua maria antonia e exatamente na minha rua, não passa e foi então que me indignei total, porque ela me deu outro número de ocorrência e me informou que para o meu endereço ser incluso no roteiro do motorista do caminhão da coleta, levaria de 40 a 60 dias, pois caso o procedimento seja feito de outra maneira, a empresa leva uma multa da Prefeitura.

Olha só que novela, eu penso que quem deveria levar uma multa é a Prefeitura, que não consegue organizar uma ação de cidadania de cidade limpa de fato e quando algum cidadão pensa em fazer algo por si próprio se esbarra nessas burocracias que chegam a ser agressivas. Eu entrei em contato apenas para saber o dia e o horário da coleta seletiva e ganho um número de protocolo, um número de ocorrência, uma espera de 40 a 60 dias e nenhuma solução. Orgulho de políticos que tem no poder deste país, principalmente na cidade de São Paulo.

E o melhor, eu li uma matéria no jornal, no dia seguinte deste fato ocorrido, a notícia era sobre uma lei que “políticos-candidatos da próxima eleição” querem liberar espaços publicitários nos muros da cidade. Será que vai ser aprovada essa lei? Eu achei ótima essa Lei Cidade Limpa, apesar de que muita gente se prejudicou com essa, como empresas de sinalização, outdoor, faixas, banners, mas enfim, ficou bem melhor a paisagem urbana e porque agora pode ser aprovada uma lei como essa, só apra que esses políticos que só pensam em seus próprios bolsos se divulguem por ai? Mas, eles é que façam uma campanha criativa e sincera, porque já parte que se um candidato já tem essa idéia antes de se eleger, imagina depois que tiver no poder, não vai fazer nada mesmo, nem ao menos tirar o cartaz com o nome dele no muro do terreno abandonado.

Precisava me expressar, espero que tenha algum efeito este email e de qualquer maneira não pretendo desistir de ter uma coleta seletiva onde eu resido, o meu próximo passo é falar com o sindico do meu prédio, mas eu sempre saio muito ceod para trabalhar e volto tarde, mas dou um jeito, pois além de ser um direito de qualquer cidadão é também um dever separar o nosso lixo, imagina que só na quadra onde eu moro tem em média uns 10 bares, bem provável que ninguém recicle nada, se pelo menos eu conseguir inserir essa ação no meu prédio e depois na minha rua, a natureza já vai ter uma bela vantagem…

E o Kassab nunca sabe de nada, esse é nosso Prefeito, esse é nosso País, sendo assim, precisamos nos mexer para haver mudanças.

Att,

Denise Lara”

Árvores secam em Santo André

 

Árvore seca

A qualidade do serviço de recuperação de área verde na cidade de Santo André, ABC Paulista, é questionada pelo ouvinte-internauta José Carlos Vieira que registrou esta e outras imagens (veja no álbum do Flickr clicando na foto acima) de canteiro na avenida Prestes Maia, onde haviam sido plantadas árvores, recentemente. De acordo com ele, o solo estava mal-cuidado e a erosão se iniciou, além de boa parte das árvores estarem secas.

A resposta: (02.09.09, 19h07)

A prefeitura de Santo André foi procurada pela produção do CBN SP e enviou a seguinte justificativa após ver a nota no blog e as imagens no álbum do CBNSP no Flickr:

A Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (SOSP), informa:

As fotos abaixo são de lugares diferentes. As seis primeiras fotos são de um talude na Av. Prestes Maia, atrás da sede da Guarda Municipal, onde não existia qualquer tipo de vegetação a não ser capim. Neste talude o Departamento de Parque e Áreas Verdes (DEPAV) plantou 251 mudas de árvores nativas de mata atlântica, plantou também grama-amendoim, para evitar erosões, e outras plantas ornamentais.

As cinco fotos seguintes são do Parque Central, onde foram podadas duas árvores, sendo uma cássia-amendoim e um abacateiro (não é nativo), por estarem prejudicando a casa vizinha ao Parque. Foi removida também uma amoreira (não nativa) pelo seu estado fitosanitário estar comprometendo seu desenvolvimento e a integridade dos transeuntes, pois oferecia perigo de queda. Salientamos que foram elaboradas as autorizações de podas e remoção das mesmas. A Policia Militar Ambiental esteve no local e constou que estávamos agindo corretamente.

Para mais informações favor nos contatar.

Engº Agrº Valdemar Campião Junior
Diretor Assistente

Iniciativa Verde vê compensanção na Marginal

A cidade de São Paulo será recompensada pela perda de 1.534 árvores que serão retiradas do entorno do rio Tietê para a ampliação das pistas da Marginal, na opinião da ONG Iniciativa Verde que desenvolve ações para compensar emissões de gases do efeito estufa emitidos por atividades do homem. A opinião do presidente da Organização, Francisco de Aragão Maciel, vem em favor da obra que está sendo realizada em parceria pelo Estado e município de São Paulo.

Além do replantio, a cidade ganhará com a construção do  Parque Linear do Tietê, a plantação de um número ainda maior de árvores e a redução no nível de congestionamento na região, grande gerador de poluição na capital, conforme as palavras do dirigente entrevistado pelo CBN SP.

Ouça a entrevista de Francisco de Aragão Maciel

Foto-ouvinte: Museu da Árvore

Enterro simbólico das árvores da MarginalÁrvore cortada na Marginal Tietê

Imagens feitas por ouvintes-internautas do CBN São Paulo no local em que árvores estão sendo removidas ou, simplesmente, cortadas na Marginal do Rio Tietê com o objetivo de ampliar o espaço para a passagem de carros. Na primeira, homenagem feita às 17 árvores que foram retiradas daquele trecho, realizada durante esta madrugada por cicloativistas contrários a obra.

A ampliação no número de pista da Tietê é uma parceria do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo. A derrubada da área verde é feita sob justificativa que a capital terá compensações ambientais.

Para ampliar, clique nas imagem; para ver outras fotos sobre o tema clique aqui.

Fretado questiona uso de combustível limpo em ônibus

A lei que trata das políticas de mudança climática prevê redução em 10%, a cada ano, do uso de combustíveis fósseis pela frota de ônibus do sistema de transporte públicos da capital paulista. Ou seja, até o fim de 2008, cerca de 1.500 ônibus deveriam estar circulando com combustível mais limpo.

Presidente do sindicato que reúne os ônibus de transporte fretado, Jorge Miguel dos Santos, questiona o cumprimento dessa meta pelas concessionárias que exploram o serviço em São Paulo. Entende que os fabricantes não terão condições de atender esta demanda.

Jorge Miguel falou sobre o assunto durante entrevista ao CBN SP quando perguntei a ele se o setor de fretados estaria disposto a assumir compromisso com a cidade de São Paulo e reduzir também o uso de combustíveis fósseis na frota que opera neste serviço.

Disposto, estaria. Mas duvida que haja condições de atender a lei aprovada no mês passado na capital paulista que, diga-se de passagem, na inclui os fretados, pois estes atuam na Região Metropolitana e não há lei estadual neste sentido.

Ouça a entrevista com Jorge Miguel dos Santos, da Transfretur

O impacto ambiental com as obras na Marginal Tietê

O Governo do Estado de São Paulo anunciou com a prefeitura a ampliação no número de pistas da Marginal Tietê, das mais importantes vias de tráfego na capital paulista. A mudança que terá participação, também, de concessionária de rodovias que chegam a cidade, causará impactos ambientais.

O arquiteto e urbanista Jorge Wilhein, ex-secretário de Planejamento, destacou que haverá prejuízos na impermeabilidade da várzea do rio Tietê, além da retirada de grande número de árvores. Hoje, o secretário em exercício do Verde e Meio Ambiente, Hélio Neves, defendeu a ampliação e mostrou como será feita a compensação devido a retirada de área verde.

Ouça a entrevista do arquiteto Jorge Wilhein

Agora o outro lado:

 Ouça a entrevista do secretário em exercício Hélio Neves

Cidade-vegetariana para melhorar o meio ambiente

Imagem da cidade de Ghent, Bélgica

Os produtores, frigoríficos e açougues não gostarão da ideia, mas imagine uma cidade inteira sem comer carne uma vez por semana. O projeto começou na bela e medieval Ghent, na Bélgica, para combater a obesidade e reduzir a emissão de gases estufa. Toda quinta-feira, os restaurantes serão obrigados a servir um prato vegetariano e os moradores são convidados a deixar seu hábito carnívoro de lado.

O dia sem carne não é obrigatório e não haverá fiscais invadindo os restaurantes com “carnômetros” em punho para medir o hálito dos frequentadores e provar que eles não aderiram a proposta. Os primeiros a se comprometerem a atender a recomendação foram os integrantes do conselho da cidade, espécie de Câmara de Vereadores.

Cálculos da ONU mostram que a produção e consumo de carne são responsáveis por 18% das emissões globais de gases estufa. Se os moradores de Ghent aderirem e deixarem de comer carne toda quinta, em um ano o efeito no meio ambiente será semelhante ao da retirada de 500 mil carros das ruas.

Quanto a valia dos números acima, não tenho como garantir, mas que reduzir o consumo de carne dá uma bela força à nossa saúde, não tenho dúvida.

Fonte: Ambiente Brasil

Mudança climática vai além de pedágio e fretado

O debate em torno do acesso dos ônibus fretado ao centro de São Paulo e a imposição do pedágio urbano ocupou boa parte do tempo da discussão sobre o projeto de lei do Executivo que prevê medidas para combater as mudanças climáticas, em São Paulo. O tema que pode ser votado nesta quarta-feira, pela Câmara Municipal, porém, é muito mais abrangente e importante para a cidade.

O pedágio foi descartado como forma de restringir o acesso do automóvel. E a discussão sobre os limites dos fretados, meio importante de transporte da população que mora na região Metropolitana e trabalha na capital, ainda necessita ajuste para que as partes se entendam. E. como diria minha vó, a emenda não fique pior do que o soneto.

Mas não podemos olhar apenas para estas questões, afinal o buraco é muito mais em cima e se não tomarmos medidas no ambiente urbano sofreremos com os prejuízos em breve. Alguns já sentimos no próprio nariz, nos pulmões, na saúde do cidadão. Vá conhecer a situação dos pacientes dos principais hospitais paulistanos que tratam de doenças respiratórias.

O Movimento Nossa São Paulo promoveu nos últimos dias abaixo assinado com o objetivo de mobilizar a Câmara Municipal a votar o projeto de lei. São mais de 600 assinaturas eletrônicas até agora. E, agora, convida a sociedade a acompanhar a votação no plenário da Câmara Municipal.

Em conversa por email que mantive com a organização do Movimento recebi alguns pontos do projeto de lei que vão muito além doaqueles que temos acompanhado na mídia.

– Redução de 30% das emissões de gases de efeito estufa na cidade até 2012;
– Prefeitura só poderá contratar obras que empreguem uso de madeira certificada e legalizada.
– Redução dos combustíveis fósseis no transporte público em 10% por ano a partir de 2008 e a substituição integral em toda a frota a partir de 2017;
– Ampliação da oferta e estímulo ao uso de transporte público, principalmente os de menor potencial poluidor, priorizando a rede ferroviária, metroviária, de trólebus, e outros meios de transporte utilizadores de combustíveis renováveis; 
- Ampliação de infra-estrutura para o uso de bicicletas;
– Implantação de faixas exclusivas para veículos com dois ou mais ocupantes nas rodovias e vias principais ou expressas;
– A concessão de licenças ambientais para grandes empreendimentos condicionadas a medidas compensatórias ambientais;
– Prefeitura vai reduzir o custo da construção acima do limite para empreendimentos que usarem energias renováveis; 
- A instalação de 96 ecopontos (um por distrito);
– locais de entrega de entulho e material reciclável;
– que atualmente são em 32.;
– Condomínios, shoppings e outros conglomerados deverão instalar coleta seletiva;
– Prefeitura deverá implantar a coleta seletiva de resíduos em toda a cidade.

Se você considerar algum desses pontos importantes para a qualidade de vida na capital paulista, vá até o site da Câmara Municipal de São Paulo e mande um e-mail para o seu vereador pedindo o apoio dele ao projeto de combate às mudanças climáticas. Se você discordar de alguma dessas ações, não deixe também de participar com sua opinião e sugestão.

O que você pensa da lei municipal de mudanças climáticas ? (postado às 15:23)

A pergunta foi feita a três entrevistados no CBN SP, ouça o que cada um deles falou sobre o assunto:

José Police Neto, vereador do PSDB e líder do Governo na Câmara Municipal

Maurício Broinizi, coordenador do Movimento Nossa São Paulo

José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP

A bancada do PT na Câmara de Vereadores foi procurada pela produção do CBN SP, mas a alegação é que nãop havia vereador disponível para falar sobre o assunto.