O empreendedorismo de ostentação em baixa

 

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Acabo de ler “Tudo ou Nada – Eike Batista e a verdadeira história do grupo x”, no qual a jornalista Malu Gaspar descreve de forma detalhada e documentada as peripécias do empresário brasileiro que sonhava ser o homem mais rico do mundo. De alguém que tem essa meta como propósito de vida deveria se esperar pouco mesmo, mas o poder de convencimento do personagem principal do livro fez com que muita gente fosse levada na conversa. Pelo que se lê, ele também foi passado para trás por alguns dos seus mais próximos escudeiros. Quem com ferro fere com ferro será ferido, diz o ditado popular.

 

O livro conta, já em seu primeiro capítulo, como Eike não é capaz de aprender a lição que a vida lhe ensina. A cena inicial é a reunião do conselho que o destituiu do comando da mineradora de ouro TVX que mantinha no Canadá. Apesar de os fatos serem muito semelhantes aos que acompanhamos, mais recentemente, pelos meios de comunicação aqui no Brasil, a história se passou em 2001. O deslumbramento de Eike e sua habilidade com os negócios fizeram com que as ações da empresa chegassem a 74 dólares canadenses no seu auge para depois despencar a míseros 27 centavos. Conta Malu Gaspar que, naquela altura, o prejuízo causado pela aventura do empresário já somava 300 milhões de dólares. A façanha se repetiria em proporções estratosféricas entre os anos de 2006 e 2013, período em que alimentou seus delírios à frente do grupo X aqui no Brasil.

 

Aproveitei o fim de “Tudo ou Nada” para começar a ler “Sonho Grande” da jornalista Cristiane Correa. Depois de aprender como não se constrói uma empresa, estava na hora de se inspirar em referências positivas do empreendedorismo brasileiro. Ela conta como Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira ergueram seu império, no decorrer de quatro décadas. Após viabilizarem a Ambev, unindo as duas maiores concorrentes de cerveja do Brasil, Brahma e Antarctica, eles saíram pelo mundo em busca de novas conquistas. Nos últimos cinco anos compraram três das mais famosas marcas americanas: Budweiser, Burger King e Heinz.

 

Claro que ainda tenho muita história para conhecer no livro, mas um fato que me chamou atenção foi a descrição do comportamento de August Busch IV, principal executivo da Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, e seus asseclas mais próximos, que teria fragilizado as contas do grupo a ponto de não ter condições de preservar a marca diante do assédio dos sócios brasileiros.

 

A AB chegou a dominar 60% do mercado americano, mas desperdiçou a oportunidade de se expandir pelo mundo. Apesar dos tempos mais difíceis, seus herdeiros e executivos nunca abriram mão das mordomias pagas com dinheiro da empresa: tinham uma frota de seis jatinhos e dois helicópteros, equipe com 20 pilotos de aviação e esbanjavam em hotéis e restaurantes sem nenhum limite. Como se não bastasse, davam-se o luxo de comprar o que bem entendessem, mesmo que este bem fosse um parque de diversões com as dimensões do Sea World, na Flórida.

 

Os relatos sobre August IV e seus colegas me lembraram da performance de Eike Batista que não media esforços para demonstrar ao mundo a dimensão de sua riqueza. Jatos, lanchas e carros consumiam parte do seu dinheiro, assim como festas, jantares e viagens. Enquanto isso nas empresas, os investimentos se sustentavam em projeções pouco realistas. Uma sequência de erros que o fez afundar mais uma vez.

 

Eike e August nos ensinam, por caminhos tortuosos, que o empreendedorismo de ostentação não tem espaço em mundo que exige profissionalismo e seriedade no comando das grandes corporações.

Mundo Corporativo: Marco Crespo, do Instituto Ayrton Senna, convida você a construir carreira no terceiro setor

 

 

“A gente quer trazer cada vez mais pessoas talentosas que possa dedicar o seu tempo e ser remunerada por isso para fazer o bem para a sociedade”. A afirmação é de Marco Crespo, diretor de negócios do Instituto Ayrton Senna, que defende a ideia dos profissionais construírem carreira no terceiro setor. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, Crespo fala da experiência de mais de 20 anos da organização que hoje alcança cerca de 1 milhão de pessoas através de ações na área de educação. O executivo faz recomendações para quem pretende atuar neste segmento e trata das estratégias de negócio necessárias para a implantação de projetos no terceiro setor.

 

O Mundo Corporativo é apresentado às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, pelo site http://www.cbn.com.br. Os ouvintes podem participar com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a participação de Paulo Rodolfo, Douglas Mattos e Ernesto Fosci.

O hoje e o amanhã do varejo

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Na posse do novo Conselho da ABRASCE os empreendedores e executivos de Shopping Centers ouviram na quarta-feira valiosas informações.

 

Alberto Serrentino, palestrante da NRF 2015 e titular da VARESE Retail & Strategy, apontou o bom momento das grandes organizações de varejo, que mesmo com as incertezas econômicas estão em expansão. O tempo em que os maiores varejistas desapareciam diante das crises está longe.

 

O número de lojas que abrirão este ano é significativo. Lojas Renner 45, Riachuelo 40, Magazine Luíza 40, C&A 29, Forever 21 21, Lojas Americanas 140, Óticas Carol 170, etc.

 

O varejo em geral teve alta de 1,8% nos últimos doze meses, embora tivesse queda de 6,4% no fluxo de pessoas nas lojas de rua e Shopping na comparação do primeiro trimestre com 2014. Apenas o setor de moda teve queda, mantendo o mesmo -1% do ano passado.

 

A incerteza gerada pelo mau humor atual do consumidor brasileiro pode ser uma ameaça ao desempenho futuro, mas há atalhos positivos. O setor de moda lidera o e-commerce com 17% do numero de pedidos num universo de 61 milhões de consumidores. E, o OMNICHANNEL, se acentua mostrando um caminho obrigatório para o varejo.

 

O OMNICHANNEL são todos os canais servindo ao consumidor, num relacionamento pleno, em que não se sabe a origem da decisão de compra. Se do e-commerce, Mobile Commerce, TV commerce, Social Commerce,loja física,catálogo,visita porta a porta, e também de quantas idas e vindas dentro destes canais.

 

A loja física precisa ser tecnológica, a loja virtual tem que apresentar customização e relacionamento, ou seja, o “editor” deve levar em conta o aproveitamento extremo das características de cada canal, para diferenciá-los.

 

É um desafio de percepção que já está sendo entendido pelas lojas. Pelos Shoppings ainda não se sabe. Na reunião não houve uma esperada manifestação, pois as lojas de Shopping vendem pela internet e não pagam por isso.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corportivo: Max Bavaresco alerta para a importância de a empresa cuidar da sua identidade

 

 

As empresas têm de entender que uma das questões fundamentais, nos dias de hoje, é que o consumidor está preocupado em saber quais são os valores, princípios e a cultura organizacional das empresas de quem estão comprando produtos e serviços. Querem saber se elas estão alinhadas com os seus valores. O alerta é de Maximiliano Tozzini Bavaresco, da Sonne Branding, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Bavaresco fala dos cuidados que devem ser adotados para que empresas e profissionais construam sua identidade.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a participação de Leopoldo Rosa, Douglas Mattos e Ernesto Foschi.

Os Shopping Centers como cidadania

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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A um ano de completar o seu cinquentenário, desde que o Iguatemi SP abriu, é inegável que a operação Shopping Centers ocupa um importante espaço econômico, social e cultural em nosso país.

 

A par de significativos números como 142 bilhões de reais em vendas anuais, um milhão de empregos, e 33 milhões de m2 de lojas, há um aspecto diferencial de cidadania urbana ao se comparar 1966 com 2015. Fato que deve explicar os 430 milhões de pessoas que visitam mensalmente os Shopping Centers. Grosso modo, o Brasil circula duas vezes por mês nos Shoppings.

 

Em SP, há 49 anos, a nata dos comerciantes estabelecidos na Rua Augusta não apostou no Iguatemi, além de menosprezar o formato inovador à época, quando imaginavam que ninguém iria fazer compras em um “caixote fechado”.

 

Imaginação errada e imagem certa, pois as vantagens urbanas desgastadas neste espaço de tempo passaram para o ambiente fechado dos modernos equipamentos de hoje.

 

Ao formato em si, que já potencializava vantagens competitivas suficientes ao sucesso, foi adicionado o mais da cidadania perdida. Que ficou fora do “caixote fechado”, e dentro dos Shoppings como bem analisa Ivan Angelo na VEJA SP. Ao lembrar que o “citadino recupera a cidadania roubada, reencontra o despreocupado privilégio de flanar, de vagabundear, descuidado dos perigos. E não tropeça em sem-teto, craqueiros, mendigos profissionais. Não há flanelinhas, fealdades, pichações”.

 

O modelo que foi segmentado em categorias e valores compõem-se de lojas Âncora 3%, Megalojas 2%, lojas Satélites 72%, Alimentação 12%, lojas de Serviço 7%, salas de Cinema 3%, e lazer 1%. Esta estruturação encontra agora o desafio da crise econômica, que atinge principalmente as lojas satélites.

 

Os altos custos operacionais que transformam as despesas de condomínio e locação reduzem as margens destas lojas, que em maior número começam a desestabilizar.

 

Aos Shoppings a saída ainda não foi visualizada. A miopia fará mal aos lojistas, mas também aos Shoppings, pois ao abrir mão delas poderão estar entregando-as de mão beijada ao comércio eletrônico.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Adriano Silva, o Executivo Sincero, fala das regras no ambiente de trabalho

 

 

Muitas vezes, você não entende porque a empresa mantém empregado aquele chefe com fama de mau, que desrespeita outras pessoas,e espanta todos que fazem parte da equipe dele. Não bastasse isso, costuma ser incentivado por seus superiores e é sempre convidado para a festa de fim de ano da diretoria. Como esse cara consegue ter esse sucesso todo, sendo o que é? Adriano Silva, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, tem a resposta: pode ter certeza, alguma coisa ele faz muito bem, ou vende muito bem, ou é exímio cortador de custos, ou faz política corporativa muito bem feita. “É importante não ser ingênuo nessa hora, saiba que jabuti não sobe em árvore, se está lá é porque alguém botou”, explica de maneira simples e direta, o autor do livro “O Executivo Sincero – revelações subversivas e inspiradoras sobre a vida nas grandes empresas” (Rocco). Durante toda conversa com o jornalista Milton Jung, Silva fala de forma clara como funcionam as regras no ambiente de trabalho e, com base em sua experiência comandando e sendo comandado, explica de que maneira é possível superar todos estes desafios. Na entrevista, o fundador e CEO da The Factory e da Damnworks, conta histórias inspiradoras de empreendedores que acreditaram na nova economia e mostra as estratégias que usaram para vencer.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, a partir das 11 horas da manhã, e pode ser assistido, ao vivo, pelo site da rádio CBN. Os ouvintes e internautas participam com perguntas enviadas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Ruy Goerck, da BASF, fala das transformações da indústria química

 

 

A indústria química, atualmente, é muito mais vista como parte da solução para este nosso mundo do que parte do problema. Esta é a ideia central defendida por Ruy Goerck, vice-presidente de químicos e produtos de performance da BASF, que participou das transformações promovidas pelo setor nos últimos 30 anos. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Goerck fala, entre outros assuntos, do programa Juntos Pela Sustentabilidade, criado em 2011, que reúne oito das das maiores empresas de produtos químicos do mundo e promove a sustentabilidade na cadeia de abastecimento. Na entrevista, o executivo mostra as oportunidades de trabalho que surgem neste mercado.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, pelo site http://www.cbn.com.br. Os ouvintes podem participar com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participam do Mundo Corporativo Paulo Rodolfo, Cláudio Mesquita e Ernesto Foschi.

Giorgio Armani: luxo, água e sustentabilidade

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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A grife Giorgio Armani anunciou sua participação na campanha Acqua for Life pelo quinto ano consecutivo, em parceria com a Green Cross International (GCI), em prol de populações que vivem sem acesso à agua potável. Em 2015, atuarão no desenvolvimento da campanha em destinos como Gana, Costa do Marfim, Senegal, China, Bolívia, México e Argentina.

 

Atualmente cerca de 80 comunidades em todo o mundo já são beneficiadas com água potável graças a esse projeto de extrema importância. Lançada em 2011, o objetivo é apoiar o desenvolvimento de sistemas avançados e inovadores de água nessas novas comunidades. A primeira iniciativa na Argentina incidirá sobre a Província de Chubut da Patagônia, uma região atingida com a pobreza e um clima severo.

 

Para Armani, o acesso à água potável é um direito humano. A falta de água não só coloca a vida das pessoas em risco, mas também limita severamente o acesso à educação e ao desenvolvimento. Armani se comprometeu a utilizar a força de sua marca e de suas duas fragrâncias associadas à água – Acqua di Gio e Acqua di Gioia – para ajudar a disseminar a consciência sobre a necessidade de tomar medidas em escala global para resolver esta questão. Parte das vendas destas fragrâncias é revertida em litros de água para a campanha. Essa iniciativa aumenta a consciência da preciosidade da água e da necessidade de ajudar centenas de milhões de pessoas que não tem acesso à ela.

 

Não há dúvidas de que Giorgio Armani (não apenas o estilista mas também a marca que leva o seu nome) são admirados ao redor do mundo por muito além de suas criações de moda masculina e feminina. O consumidor contemporâneo é sensível a ações de engajamento social, preocupa-se com o meio ambiente e com um mundo melhor para todos. Para as marcas de luxo, hoje ser sustentável pode até ser uma tendência apenas, mas vai se transformar em questão de sobrevivência, principalmente com o crescimento do luxo consciente por seus consumidores.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo entrevista Guilherme de Almeida Prado sobre empreendedorismo social

 

 

Negócios sociais reúnem a intencionalidade de fazer o bem das ONGs com a meritocracia e a busca pelo lucro da empresa privada. De acordo com o administrador de empresas Guilherme de Almeida Prado este é um novo modelo que tem se apresentado com forte potencial nos últimos anos. Sobre as estratégias e oportunidades neste segmento, Prado foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Ele é diretor da Konkero, um portal de finanças pessoais que trabalha dentro dos parâmetros de empresas sociais.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas,no site da rádio CBN: CBN.com.br. Os ouvintes podem participar com e-mails para mundocorporativo@cbn.com.br e para os Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a participação de Paulo Rodolfo, Carlos Mesquita e Ernesto Foschi.

Páscoa em Londres: Harrods oferece experiência única com Ovos Fabergé

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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A Páscoa está logo ali e, enquanto muitas marcas e empresas atraem seus clientes pelo chocolate em si, a loja britânica Harrods, ícone do luxo inglês no mundo, surpreende seus clientes com seu bom gosto e sofisticação. Em sua vitrine, o destaque são os Ovos Fabergé em sua vitrine, sobre os quais já conversamos neste espaço.

 

Puro luxo digital. A marca de jóias finas é destaque de uma vitrine interativa da Harrods (com vista da Brompton Road), tendo como destaque um ovo 3D interativo. Os visitantes escolhem o seu Fabergé favorito em um iPad, dentro da loja, e conferem como ele fica a partir de projeção na vitrine, em 3D, provocando um efeito incrível.

 

Fabergé+Egg+Charm+Cluster

 

A Harrods será ainda palco de uma caça ao ovo de Páscoa com uma pequena diferença: o prêmio será um pingente de ovo Fabergé. Para entrar, os visitantes devem caçar os seis ovos Fabergé gigantes que foram escondidos em diferentes andares da loja, e registrar suas descobertas através de um aplicativo de celular.

 

Pura experiência no ponto de venda. Experiência que, neste caso, foi muito além da interatividade e tecnologia. Com a brincadeira tradicional da caça aos ovos, proporciona sensação memorável para as crianças e, não tenho dúvida, para marmanjos e senhoras.

 

A excelência em produtos e serviços tornou-se “commodity” no segmento do luxo, portanto cabe às empresas agirem, como age a Harrods, de forma a encantar o cliente através de experiências sensoriais.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.