Mundo Corporativo: Felipe Gomes, da Allianz Seguros, fala da estratégia na Arena do Palmeiras

 

 

O grupo Allianz Seguros pretende alavancar seus negócios no Brasil a partir do investimento que fez para comprar o direito de explorar o nome da arena multiuso do Palmeiras, que está sendo construída pela WTorres, e deve ser inaugurada no segundo semestre do ano. A estratégia é semelhante a usada pela Allianz em mais cinco países, onde grandes praças de esporte e espetáculos levam a marca do grupo. O diretor executivo da Allianz Felipe Gomes explica as ações que já estão sendo planejadas para que a empresa recupere o investimento feito ao longo de 20 anos, nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo, feita pelo jornalista Mílton Jung.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras,11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: como a antropologia explica a cabeça do consumidor

 

 

“Por que alguém escolhe a minha marca e não a outra? O que é que me leva a atravessar a cidade para comer uma carne no tal restaurante e não comer aqui do lado? O que me faz pagar 20, 30 mil reais em uma bolsa de luxo em vez de comprar na 25 de março?” É para responder a essas e outras tantas perguntas que o antropólogo Michel Alcoforado decidiu investir seu conhecimento na criação da Consumoteca, empresa dedicada a decifrar a cabeça do consumidor. Entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Alcolforado diz que muitas vezes o próprio consumidor não sabe explicar os motivos que o levam a tomar determinadas decisões no momento da compra. Uma resposta que pode decidir o destino de uma marca ou produto, principalmente em mercados que estão sendo fortemente influenciados pelas novas tecnologias.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, toda quarta-feira, às 11 da manhã, no site da rádio CBN (www.cbn.com.br) com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br ou pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, depois das 8 horas da manhã, no Jornal da CBN.

Ralph Lauren recruta executiva para gestão global de produtos de luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

 

Ralph Lauren Corporation anunciou esta semana a nomeação de Valérie Hermann para Presidente da Ralph Lauren Luxury Collections. Com passagem em empresas renomadas como Reed Krakoff, Yves Saint Laurent e LVMH, neste cargo recém-criado, Hermann será responsável pela estratégia, merchandising, distribuição e expansão dos negócios globais de luxo do grupo, incluindo as marcas das coleções feminina e masculina em vestuário, RRL e acessórios, assim como relógios, jóias, óculos e perfumes. A nova executiva se reportará diretamente a Ralph Lauren, Presidente e Chief Executive Officer (CEO) da Ralph Lauren Corporation.

 

“Este é um momento muito emocionante para a nossa empresa”, disse Lauren. “O luxo sintetiza a estética aspiracional da marca Ralph Lauren, e sentimos que este era o momento de aproveitar o sucesso que temos alcançado, aproveitando os pontos fortes de nosso portfólio de luxo e colocando-os sob um único líder”.

 

O estilista Ralph Lauren sabe como ninguém atrair seu público-alvo com suas criações de extremo bom gosto. Dono de uma das marcas mais importantes do mercado de luxo mundial e famoso por suas pólos com o pequeno pony como seu principal símbolo, o designer atua há anos em outras linhas de produtos que vão muito além de suas clássicas pólos e camisas, como suas criações de jóias de coleção limitada, linha black label e outras, uma forma estratégica de manter sua exclusividade perante seu consumidor.

 

Ralph Lauren é uma das marcas do mercado de luxo intermediário mais desejadas do mundo, e possui uma gestão rigorosa e seletiva, tanto em sua distribuição, precificação e comunicação. Ralph Lauren aposta na sofisticação e personalização de suas criações, oferecendo a customização feita pelo próprio cliente, ou seja, o cliente define e escolhe detalhes como colocar as iniciais de seu nome na camisa, ao invés de ter as iniciais da marca. É uma forma de salientar a individualidade do cliente e preservar a exclusividade do produto legitimado por uma prestigiosa marca.

 

Agora nos resta continuar ansiosos no aguardo da volta da grife Ralph Lauren ao Brasil.

 

Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

O luxo artesanal e a indústria do luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

O consumo de produtos de luxo passou por desenvolvimento internacional extraordinário nos anos 80, e o luxo foi reconhecido como setor econômico e industrial desde o fim dessa década, com a constituição e o crescimento de grandes conglomerados de marcas deste mercado. No começo dos anos 90, foi a época em que o luxo deu passo definitivo na direção de se tornar setor econômico e suas empresas assumirem-se como negócios. Louis Vuitton Malletier, até então uma pequena empresa familiar com negócios na ordem de 32 milhões de euros, tornava-se, com 1,3 bilhão de euros, a filial mais lucrativa do líder mundial dos produtos de luxo: o grupo LVMH.

 

De acordo com Dana Thomas, autora do livro “Como o Luxo perdeu o brilho”, na década de 1980, o crescimento tornou-se não apenas prioridade, mas, sim, objetivo, nos Estados Unidos, pois possuíam mercado médio de maior porte, mais rico e fluido do mundo. Era então necessário para o luxo encontrar lugares com número abundante de clientes, sem diminuir o status percebido da marca.

Para muitos, o processo de “industrialização do luxo” o fez menos exclusivo, principalmente pelo fato de ter-se deixado de lado, talvez em maior parte, a produção à mão, que deu lugar à produção em máquinas. Afinal, algumas das premissas do luxo são a exclusividade, o feito sob medida, o prestígio e a edição limitada. O crescimento do segmento de bens e produtos desse segmento e a substituição em boa parte do artesanato pelo industrial geraram a democratização do luxo, aumentando sua presença global e o tornando acessível a um público mais amplo do que o consumidor da antiguidade.

 

Encontrar o equilíbrio entre ter mais clientes sem correr o risco de perder o glamour e a sofisticação anteriormente conquistados é um dos principais desafios das marcas de luxo. Para evitar a banalização, ou seja, impedir que as marcas percam o conceito de exclusividade e sejam vistas apenas como mais um nome sem caráter prestigioso, devem-se preocupar em ter posicionamento preciso, distribuição seletiva, serviços diferenciados, treinamento de pessoal e canais de comunicação eficazes para o público-alvo deste mercado, além de investirem em criações de edição limitada em algumas linhas de produtos, como fazem Louis Vuitton, Goyard e Hermès, que ainda possuem produtos feitos à mão, sob medida e exclusivos.

 

Não se deve esquecer: o verdadeiro luxo ainda é para poucos.

 


Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: empresa ajuda a acelerar negócios digitais

 

 

“Uma ideia ruim com um time fantástico vai criar uma ótima empresa; uma ideia excelente com time medíocre não sai do chão; a gente costuma dizer mais importante que a ideia é a capacidade do time de executar, de levar a essa ideia para um próximo estágio”. A dica é de Pedro Waengertner, um dos fundadores da Aceleratech, empresa especializada em levar para o mercado novos empreendedores. Na entrevista ao programa Mundo Corporativo, ele traz dicas importantes para quem pretende investir em empreendedorismo no setor digital.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br com participação dos ouvintes no e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábado, no Jornal da CBN, da rádio CBN.

O luxo na Argentina morre aos poucos

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

A crise no Mercado do Luxo na Argentina não é novidade. Desde o ano passado, diversas lojas de marcas internacionais fecharam suas portas em Buenos Aires, capital do país, por conta da intensificação das medidas adotadas pelo governo argentino para restringir importações e operações com dólar. Marcas prestigiosas como Empório Armani, Escada, Cartier e Louis Vuitton são algumas das que já deixaram o país por conta dessa situação. Ao que parece, o cenário tende a piorar.

 

Com o objetivo de desencorajar o consumo extravagante, a presidenta Christina Kirchner anunciou novos impostos sobre produtos de luxo. A medida é a última de uma série de movimentos governamentais destinados a conter a inflação. A Argentina sofre com a queda mensal de US$ 1 bilhão nas reservas do Banco Central e com a alta dos preços varejistas que as consultorias privadas apontam em quase 30% ao ano. No segmento automotivo, um dos que mais serão afetados, argentinos de alto poder aquisitivo compram veículos importados cotados em pesos à taxa de câmbio oficial, mas com dinheiro que trocam no mercado paralelo a 10 pesos por dólar americano. Assim, quem possui um carro de luxo consegue pagar a metade do valor em dólares ou euros. As reservas do Banco Central caíram de US$ 42 a US$ 31 bilhões este ano, na pior sangria desde 2001.

 

A falta de produtos nas lojas de luxo da capital portenha foi um dos principais problemas para as marcas. A limitação às importações afetou as marcas de luxo que, impedidas de abastecer suas lojas com artigos que chegam do exterior, começaram a fechar as portas. Sem produtos em suas prateleiras, consumidores, muitos deles brasileiros e com sede de consumo, frustravam-se por não poder comprar. A loja da Louis Vuitton, localizada na prestigiosa Avenida Alvear, no bairro nobre da Recoleta, até então vizinha de outras grifes como Hermès e Ralph Lauren, foi a primeira loja da grife francesa na América do Sul.

 

Se no varejo de luxo a crise está assustadora, para os hotéis de luxo a situação é menos drástica. Buenos Aires ainda é uma cidade atrativa para os amantes de gastronomia, arte e cultura. Os hotéis de luxo tem investido em programas com temáticas ligadas a temas como gastronomia, caso do hotel Palacio Duhau Park Hyatt Buenos Aires, que além de seus pratos de alta gastronomia em seus restaurantes, é criador do Masters of Food & Wine, programa especial que reúne eventos gastronômicos no hotel.

 

É triste ver um país que, no passado, foi um dos principais alvos do segmento de luxo na América do Sul. Em um movimento contrário, países vizinhos como Brasil e Chile estão avançando sua participação nesse segmento e com perspectivas de crescer ainda mais.

 

Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Atualmente cursa MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Somos 36 milhões de empreendedores

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

Na segunda feira, dentro da SGE – Semana Global do Empreendedorismo aconteceu o 99FASHION, evento que faz parte do movimento internacional para a divulgação da Cultura Empreendedora.

 

Como se sabe o setor de vestuário é potencializado para novos empreendedores, pois as barreiras iniciais de capital e de tecnologia, comuns a muitos setores, não são tão intensas na moda. Fernanda Yamamoto e Rita Comparato da Neon, marcas de nicho e já consagradas, expuseram seus acertos e erros na implementação de seus negócios.

 

Se ainda convivemos em nosso país com sérios problemas em determinadas áreas, no que se refere ao espírito empreendedor estamos na dianteira, com louvor.

 

A GEM – Global Entrepreneurship Monitor descobriu que 30% dos brasileiros, ou seja, 36 milhões estão iniciando ou operando como empreendedores. A GEM é uma das mais respeitadas entidades de pesquisa do empreendedorismo global. No Brasil tem o IBQP – Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade como representante nacional, o SEBRAE como master, a FGV como parceiro acadêmico e foca seus trabalhos nas pessoas mais do que nos empreendimentos. Em pesquisa recente feita em 2012, levantou 10 mil indivíduos entre 18 e 64 anos e constatou que entre 2002 e 2012 houve um crescimento de 20milhões para 36milhões de pessoas atuando como empreendedores. Verificou também que os três maiores sonhos dos brasileiros são: 50% viajar pelo Brasil, 48% ter casa própria e 44% ter negócio próprio.

 

Ao mesmo tempo, a SGE – Semana Global do Empreendedorismo que ocorre em mais de 130 países no mês de novembro, teve no ano passado 3861 atividades em 341 cidades no Brasil, números que nos deram o primeiro lugar no mundo.

 

Certamente este ano deveremos estar repetindo o destacado papel de 2012. E com a colaboração do Mundo Corporativo da CBN, quando Mílton Jung no início de novembro apresentou: “A receita para abrir o seu negócio” entrevistando Henriley Domingos da Doctor Trade. Além da modesta contribuição do autor deste texto, ao abrir o 99FASHION com o tema “Empreendedorismo na Moda”.

 


Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Por que boas causas são bons negócios?

Reproduzo a seguir texto de divulgação do evento do qual estarei participando na quinta-feira, dia 28, na abertura da ONG Brasil, encontro que se realiza no Expo Center Norte, em São Paulo. Espero contar com a participação de você que acredita na possibilidade de agirmos como cidadãos para transformar as pessoas e a sociedade:

 

 

A Humanitare Foundation que atua em diplomacia social como ponte de conexão entre os atores da sociedade e as temáticas promovidas pela ONU, em conjunto com a KMPG, empresa de consultoria que incentiva a cidadania corporativa como modelo de transformação social convidam você a discutir a questão “Happy Returns” Por que boas causas são bons negócios? durante o Painel de abertura do Congresso ONG Brasil 2013.

 

Os temas de empreendimentos sociais serão debatidos por Ceos de empresas e Institutos Empresariais: Maria Antonia Civita (Verde Escola), Michael Hastings (KPMG), Luciana Quintão (Banco de Alimentos), Sheila Pimental (Humanitare Foundation), Joris van Wijk (UBM), Cônsul Lothar Wolff (Honorário do Brasil em Áustria),e as participações dos jornalistas Milton Jung (CBN) e Patrícia Trudes (Folha de São Paulo).

 

Por que boas causas são bons negócios estarão representados em cases de sucesso nos exemplos como o da Ong Banco de Alimentos que segue no objetivo de minimizar os efeitos da fome através do combate ao desperdício e promover educação e cidadania. Resultado: O Banco de Alimentos entrega 44 toneladas de comida por mês para 22 mil pessoas em 52 Instituições, outras 110 entidades estão na fila para serem atendidas.

 

Outro caso é o Instituto Verdescola que acompanha cerca de 300 adolescentes e jovens da comunidade de Sahy em São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Com projetos educacionais, eles estão sendo capacitados para atender o turismo gerando investimentos para a região.

 

A Humanitare Foundation abordará experiências internacionais e contribuições da diplomacia social no contexto global e local dos negócios sociais sustentáveis baseados na essência de jovens lideranças e plataformas de e-contents para o desenvolvimento e as bases da nova economia.

 

Serviço:
ONG Brasil 2013
Local: Expo Center Norte – rua José Bernardo Pinto, 333 São Paulo/SP Seminário Happy Returns – dia 28/11 – horário 9h00 – 11:00

Mundo Corporativo: aprenda com as empresas familiares centenárias

 

 

A história de cinco empresas familiares que completaram 100 anos, no Brasil, foi o ponto de partida do estudo realizado pelo consultor Renato Bernhoeft e a jornalista Chris Martinez que identificou as estratégias desenvolvidas por seus proprietários para se manterem fortalecidas mesmo diante da troca de comando para as gerações mais novas. No programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, o empresário e conferencista Renato Bernhoeft falou de alguns aspectos que considerou mais importantes para essa longevidade. As cinco empresas escolhidas para esse trabalho foram a Gerdau, Sul América, Ypióca, Casa da Bóia e Cedro Cachoeira.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras, a partir das 11 horas da manhã, no site da Rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br, no Twitter @jornaldacbn ou no grupo de discussões do Mundo Corporativo da CBN, no Linkedin. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: entenda o comportamento do seu consumidor

 

 

Conhecer a cabeça do consumidor é fundamental para traçar as estratégias comerciais das empresas. É com esse objetivo que a Pesquisa Já desenvolve soluções para o mercado de marketing de varejo. Para o gerente de negócios Fernando Menezes “o monitoramento de informações, realizado em tempo real, não apenas capta e antecipa possíveis falhas no ponto de venda, mas também abre um importante precedente para avaliar os hábitos de consumo e entender o comportamento do consumidor”. Ele é o entrevistado do programa Mundo Corporativo da rádio CBN.

 

Você pode assistir, ao vivo, ao Mundo Corporativo toda quarta-feira, 11 horas, no site da rádio CBN, e enviar perguntas para o email mundocorporativo@cbn.com.br e para o Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.