Mundo Corporativo: o efeito jabuticaba e a arte de atender pessoas

 

“Desenvolva a habilidade de aguardar o momento do potencial cliente declarar o que ele precisa e aí você entra com a sua técnica”. A recomendação é do consultor de empresasa e professor de marketing Gilberto Cavicchioli, autor do livro “O Efeito Jabuticaba – o dia em que aprendi a atender pessoas”, lançado pela editora Reino, no qual reúne uma série de histórias que ajudam no desenvolvimento de técnicas de negociação. Nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo da rádio CBN, Cavicchioli conta uma série de casos curiosos a partir das experiências da estudante campeão de karaokê, do dono de restaurante italiano que servia comida de acordo com o humor do cliente e do vendedor de imóveis que o conquistou com um pé de jabuticaba.

 

Por um problema técnico, esta entrevista está disponível apenas em áúdio:

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, no site da CBN, com participação de ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorportivo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Aos sábados, o programa é reproduzido no Jornal da CBN

“Chique barato” pode sair caro

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

Do clima das Olimpíadas, nas chaminés da abertura na sexta-feira, à camisa de Djokovic no domingo, pudemos viajar da Revolução Industrial de Fayol e Taylor até a dinâmica do comércio atual, onde despontam marcas e produtos com propostas intensas de moda, atualização e preços agressivamente competitivos.

 

As críticas de Chaplin do passado encontram eco, hoje, nas acusações de entidades afins como o Greenpeace, apontando as irregularidades de trabalho escravo ou infantil.

 

Se os produtos de alto valor agregado, como os automóveis, onde há retorno dos investimentos feitos em tecnologia, robôs e similares, as piores tarefas já deram lugar à tecnologia. E diminuíram os empregos.

 

Nos demais artigos onde o trabalho manual é mais barato do que os equipamentos, ele ainda existe. Os empregos também. Não importam o pequeno tamanho do salário nem o lugar onde habita.

 

A Uniqlo, de “Unique Clothing” com a filosofia de “Made For All” roupa única de tudo e para todos, do economista japonês Tadashi Ianai, é a mais nova companheira da espanhola Zara, da inglesa Top Shop e da sueca H&M. Empresas cuja tônica são as propostas de Fastfashion e de Cheapchic, ou seja a moda rápida e o chique barato. Produtos que pelo exíguo preço estão cada vez mais na mira das entidades sociais. Fechando um curioso ciclo, pois ao possibilitar o consumo a uma maior gama de consumidores, desperta a atenção pela forma como remunera a mão de obra. E, lucra, pois a festejada Uniqlo coloca Ianai como o mais rico japonês, capa da Forbes e dono de 10,6 bilhões de dólares. Amealhados nas 1100 lojas, nos 55 mil funcionários, e com ícones como os cinco mil metros quadrados da maior unidade de varejo de Tókio. Além de novidades como camisetas com filtro solar 30, ou com fibras Heattech, controladoras da temperatura e anti-odor, bem como sucessos via aplicativos que viraram febre nacional como o despertador matinal. Ianai, 63 anos, está processando uma entidade japonesa pela acusação de explorar trabalho humano, ao mesmo tempo em que para Embaixador Internacional de sua marca, contratou por cinco anos, a partir de maio o tenista Novak Djokovic.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos, e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Mundo Corporativo: Seja o dono da sua carreira

 

“As pessoas hoje interferem na organização, não é como no passado que você entrava e com o decorrer do tempo você ia recebendo novos atributos. Hoje as empresas são dinâmicas, portanto as pessoas são donas das suas carreiras, devem se apropriar delas e ocupar o espaço organizacional. E as empresas tem de ter esta abertura”. A afirmação é do diretor de performance de pessoas do Ibemec, Marcos Vono, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, que não recomenda aos profissionais que apliquem em suas carreiras a filosofia de Zeca Pagodinho do “deixe a vida me levar”.

 

Vono conta sua experiência pessoal e quais as estratégias que usou para se desenvolver na carreira profissional. Na entrevista dá sugestões para quem pretende assumir o papel de líder do seu negócio e diz que o grande desafio das empresas é “ter as pessoas certas, nos lugares certos e fazendo as coisas certas”.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN, com participação dos ouvintes-intenautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

De biquíni, a boa imagem do Brasil

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

O Brasil, com invejável litoral, com extensos recursos naturais, com talentos em música e futebol, já deveria ter um posicionamento dominante em produtos como o café, o campeonato nacional de futebol e demais artigos relacionados com o DNA nativo.

 

A França e a moda, a Itália e o vinho, Portugal e o azeite, a Inglaterra e a literatura, são exemplos notáveis.

 

Os biquínis brasileiros adentram agora neste propósito de utilizar a credibilidade conferida aos trajes de praia criados e produzidos aqui, oriunda da expertise em praia, mar e sol da natureza nacional. Com o projeto + Beach Brasil, a ABEST Associação Brasileira de Estilistas, com a participação da APEX Agência Brasileira de promoção de exportações e investimentos, reúne 18 fabricantes de moda praia, tendo como meta exportar e formar um posicionamento dominante neste mercado para a marca Brasil.

 

Este projeto +Beach Brasil, das marcas Água de Coco, Amir Slama, ANK Swimwear, Brigitte, Cia. Marítima, Cecília Prado Mare, Clube Bossa, Dalai Beachwear, Jo de Mer, Larissa Minatto, Lenny, Poko Pano, Salinas, Sol de Janeiro, Skinbiquini, Treza, Triya e Vix Swimwear, marcou presença em Miami (EUA): o Mercedes-Benz Fashion Week Swim, o evento mais famoso de moda praia americano, encerrado na segunda e a feira de negócios Swim Show, que completou 30 anos nesta edição e terminou ontem.

 

Valdemar Iodice, presidente da ABEST informou de Miami, que as doze marcas que participaram da Swim Show realizaram bons negócios e a PoKo Pano, ANK Swim, Cia. Marítima que desfilaram tiveram seus modelos destacados na cobertura do evento. Enfatizando que “a festa de lançamento realizada na noite de ontem (23) também foi marcante para as marcas presentes e para a entidade, já que recebeu cerca de 250 convidados entre compradores (como da loja The Webster, Saks Fifth Avenue, Harrods, Gilt Group, Shopbop etc.), estilistas brasileiros e mídia internacional”.

 

É bom mesmo que os maiôs pátrios tomem seus lugares ao sol, para evitar que países que já dominem alguns posicionamentos, façam também como a Suíça dos relógios, dos queijos e dos bancos, que nos vende café Nespresso a R$ 500,00 o quilo enquanto o quilo do café Qualitá custa R$ 15,00. E o café é nosso. Ou não é?

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos, e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Mundo Corporativo: micro e pequenas consideram a ética essencial

 

Setenta por cento das micro e pequenas empresas consideram que a ética é essencial para o sucesso do seu negócio. Este é um dos resultado de pesquisa inédita feita pela Fundação Nacional da Qualidade que foi entender como os empresários brasileiros se comportam quando o tema é ética nos negócios. O presidente da Fundação, Ricardo Correa, em entrevista ao Mundo Corporativo, da rádio CBN, também conta algumas das estratégias que as corporações estão usando para combater irregularidades internas e reduzir os riscos de serem alvos de corrupção.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Aos sábados, o programa é reproduzido no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Talento, a riqueza da nação

 

A verdadeira riqueza de uma nação é o talento. Mais do que o nome de seu novo livro, a afirmação é ponto de partida para que o consultor Alfredo Assumpção alerte para a necessidade de o Governo Federal criar um ambiente que incentive as empresas a investirem no capital humano. Para o CEO e sócio-fundador da Fesa, consultoria especializada em recrutamento de altos executivos, a economia somente se desenvolve através do setor privado: “é quem sabe fabricar todos estes produtos que transformam a sociedade; o governo não fabrica nada, portanto tem de funcionar como ‘anjo da guarda’ apenas”. Segundo o consultor, o dinheiro que deveria ser investido em programas de desenvolvimento dos recursos humanos acaba nas mãos do governo devido a altíssima carga tributária, o que impede que as empresas brasileiras não apenas propiciem o surgimento de novos talentos como, também, as faça perdê-los para outros países. Nesta entrevista ao Mundo Corporativo, da rádio CBN, Assumpção diz que “o maior contigente de líderes do Planeta se encontra nas empresas, não mais nas Forças Armadas, na Igreja ou nos governos; então é lá que se precisa desenvolver talentos”

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, com transmissão ao vivo pelo site da rádio CBN. O programa é reproduzido aos sábados, dentro do Jornal da CBN. Os ouvintes-internautas podem participar com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br ou pelo Twitter @jornaldacbn

Apagão nunca mais!

 

Por Julio Tannus

 

Queda de raio, tempestade, mau tempo…? ou Incompetência, falta de preparo técnico, terceirização de mão de obra, falta de planejamento, falta de investimento em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas, sistema de manutenção inadequado, falha na operação do sistema…?

 

Claramente o grande aumento da demanda por energia elétrica e o crescente número de interligações entre os sistemas elétricos existentes no país tornam a operação e o controle destes sistemas uma tarefa complexa. Claramente também se faz necessário um aumento nos investimentos visando melhorar o fornecimento de energia para evitar falhas ou má operação. Entretanto, nada que as tecnologias disponíveis não possam evitar os “apagões”.

 

Além de soluções técnicas tradicionais do tipo Sistema de Rejeição de Carga, que corresponde a algo como “impedir o efeito dominó” do sistema interligado (que desliga equipamentos ao longo da linha de transmissão em virtude de um desequilíbrio sério que põe em risco a rede e os equipamentos dos usuários nas casas), fala-se hoje em uma proposta que tem sido estudada em todo o mundo: é o de redes elétricas inteligentes, ou seja, fazer uma gestão melhor das redes para diminuir incertezas, evitar problemas de pico de tensão e falhas, com um sistema de controle ponto a ponto ao longo das redes.

 

Outra possibilidade é a descentralização da geração e da transmissão de energia elétrica para evitar novos apagões generalizados, como o que deixou 18 estados às escuras na terça-feira, 10/11/09. Assim, uma alternativa seria investir em pequenas e médias empresas capazes de produzir regionalmente energia alternativa como a biomassa, aeólica (dos ventos), e de outros recursos naturais. Mesmo que essa energia esteja ligada ao atual sistema de transmissão interligado, esses pólos geradores seriam capazes de assumir sozinho o abastecimento de uma determinada região, evitando um apagão geral.

 

Outro ponto que pode ser considerado como fundamental para explicar o apagão é a falta de gestão pública. Em tese o sistema interligado de transmissão é extremamente positivo, mas é preciso planejar, construir e operar adequadamente. É preciso saber se quem está operando o nosso sistema sabe o que está fazendo. Ou seja, é preciso saber se não está existindo um problema de gestão. Mesmo admitindo que acidentes possam ocorrer, o sistema é projetado para perder um dos equipamentos e seguir funcionando sem causar o efeito dominó. Dessa forma, jamais deveríamos ter um apagão como o de 10/11/09.

 

Julio Tannus é consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada e co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier). Às terças-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung

Mundo Corporativo: Hoshin Kanri, meta para todos

 

Um método que determina os objetivos da organização por meio do planejamento estratégico e permite o seu desdobramento em todos os níveis hierárquicos, sem se desviar dos rumos definidos no plano. Desta forma, o consultor Josué Bressane Júnior, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, explica o que é o método Hoshin Kanri, aplicado por ele e equipe da GEMTE Consultoria, da qual é sócio-diretor.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Aos sábados, o programa é reproduzido no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: não basta ser, tem de parecer Verde

 

As montadoras de carros, os fabricantes de eletrônicos e a indústria da área de consumo aparecem em destaque no ranking global das 50 melhores marcas verdes, desenvolvido pela Interbrand, consultoria internacional de marcas. O estudo teve como base as 100 maiores marcas do mundo e identificou qual o comportamento dessas empresas na questão ambiental e como as pessoas percebem estas ações. O diretor-geral da Interbrand no Brasil Alejandro Pinedo, entrevistado no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, disse que “acreditamos que as marcas verdes mais fortes existem onde a percepção e o desempenho se encontra – uma diferença positiva ou negativa representa um risco para a marca ou um recurso subutilizado”. Os riscos que enfrentam as empresas que falam mais do que fazem e as estratégias para que as marcas que desenvolvem ações ambientais sejam mais bem percebidas também foram temas do programa. A classificação com as principais marcas você encontra aqui.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br ou pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

As 50 melhores marcas verdes do Planeta

 

No Mundo Corporativo que foi ao ar nesta quarta-feira, apenas no site da rádio CBN, apresentamos e analisamos o resultado do 2º relatório global das Melhores Marcas Verdes, segundo estudo desenvolvido pela Interbrand. Conforme prometi durante o programa, reproduzo o ranking com as 50 marcas que mais se destacaram neste estudo que abrange a percepção pública de desempenho com sustentabilidade ambiental e a demonstração desse desempenho para as marcas mais importantes do mundo. O relatório completo você acessa aqui, mas se quiser entender porque os fabricantes de automóveis aparecem tão bem colocados nesta classificação internacional, acompanhe a entrevista com o diretor-geral da instituição no Brasil, Alejandro Pinedo, que estará à sua disposição em vídeo na sexta-feira, no Blog, e em áudio, no sábado, no Jornal da CBN.

 

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