Paulistano se diz pressionado com excesso de notícia

 

Pesquisa desenvolvida pelo Ibope, identificou que 53% dos paulistanos se sentem pressionados pelo excesso de informação, e a overdose acaba tirando o tempo para outra atividades que consideram importantes na vida. No estudo dos hábitos de consumo de mídia do paulistano, 93% disseram que tempo voa e 86% preferiam ter mais tempo para si mesmo.

No ConectMidia, fica evidente o grande número de pessoas que consome informações de diferentes meios de comunicação ao mesmo tempo. Por exemplo, 30% acompanham notícias no rádio e na internet, ressalto, ao mesmo tempo. A importância das redes sociais como fonte e troca de conhecimento está evidente, sendo que 52% consomem infomação nestes serviços e 41% produzem conteúdo.

Ouça a entrevista com a gerente de marketing do Ibope Juliana Sawaia, ao CBN São Paulo

Obrigado, Charles ! @miltonjung ressuscitou no Twitter

 

Meu perfil foi resgatado pela equipe de suporte do Twitter e o nome do soldado da tropa de elite que atuou na operação de salvamento é Charles Magnuson, mas podem chamá-lo de @charles. Bastaram cinco dias de troca de mensagem, com informações simples como o e-mail e o telefone celular associados a minha conta. O recado salvador chegou três minutos após a meia-noite: “I reset the password on the account to: ….”.

E o @miltonjung, seus 4.626 seguidores e 870 seguidos estavam de volta às minhas mãos.

Charles nasceu em São Francisco, onde fica a sede do Twitter, e é uma das 69 pessoas que trabalham na empresa. Ele escreve um blog sobre política, tecnologia e cultura com o pretensioso nome “Melhor de 3”. Tem duas contas, uma pessoal (@magnuson) com quase 1.400 seguidores e a profissional (@charles) com pouco mais de 1.000. Não é de acompanhar muita gente, também.

Fui apresentado a ele por alguém que não conheço pessoalmente, o ouvinte-internauta Dener Brito que soube da minha encrenca após receber tuitada do @jornaldacbn.

Já com a minha nova conta no ar (@blogdomilton) confesso que fiz contato com Charles sem muita esperança. Desde 18 de setembro quando perdi o acesso, já havia trocado e-mail pelo serviço de suporte do Twitter. Fizeram algumas perguntas, pediram dados como últimas tuitadas e re-tuitadas, nomes das pessoas com quem havia me conectado recentemente na minha rede, mas a “conversa” parou por aí.

Com Charles, não. Charles, resolve !

No dia 29 de setembro, fiz contato com ele pelo novo perfil no Twitter pedindo ajuda: “Please, save me !”. Falamos novamente dia 1o. e 2 de outubro, sem precisar ir além dos 140 caracteres que o microblog nos permite.

O único preço a pagar: entrar na lista de seguidores dele para trocarmos mensagens diretas. Feito e dito. Nesta madrugada, chegou a mensagem final com a nova e enorme senha enviada pelo próprio Twitter – já trocada por mim, evidentemente .

A partir de hoje, retomo a conversa pelo endereço original (@miltonjung), mesmo porque as mensagens de ouvintes-internautas e seguidores continuaram a ser enviadas para lá, apesar de ter anunciado o problema há 18 dias em post aqui no blog.

Boa parte dos 570 que me segue no novo endereço está entre os mais de 4.600 do perfil anterior, portanto não terá nenhum prejuízo. Aos que chegaram agora, convido-os a migrarem para @miltonjung. Mesmo assim, continuarei a atualizar as informações no @blogdomilton, pelo menos enquanto alguém ainda estiver na “escuta por lá”.

Pelo vai-e-volta e o transtorno que por ventura tenha causado peço desculpas e àqueles que andaram recebendo mensagens “contaminadas” anunciando que eu os estava seguindo mil-desculpas.

Para comemorar o fim desta novela e a retomada do meu perfil original vou dar dois exemplares do livro “Jornalismo de Rádio”, que lancei pela Editora Contexto. Os prêmios vão para as duas mensagens mais legais enviadas pelo Twitter que relacionem blogs ou microblogs com o rádio. Os seguidores tem até o dia 13 de outubro para enviarem as frases. Não esqueçam de incluir o hastag #miltonjung.

Agradeço a todos pela confiança, em especial ao Dener Brito que deu a dica e ao Charles – Grande, Charles ! – que resolveu o problema.

Quando quiser salvar seu Twitter, fale com ele: o Charles, salva !

Comunique-se: um prêmio para o rádio

 

Prêmio Comunique-se 2009

Seis anos finalista do Prêmio Comunique-se, desta vez coube a mim o título de “Melhor âncora do rádio brasileiro”, tendo dois colegas da CBN, Lucia Hipolito e Carlos Alberto Sardenberg, também sido indicados para a disputa na edição 2009. Não tenho a pretensão de ser nem a ilusão de que sou o melhor âncora, mesmo tendo a preferência dos cerca de 113 mil jornalistas e estudantes de jornalismo que votaram pelo site do Comunique-se. Mas sou, com certeza, muito grato pela escolha para um lugar já ocupado nas edições anteriores por Heródoto Barbeiro, Ricardo Boechat e o próprio Sardenberg.

Falei durante a festa e repito que considero o prêmio a valorização dos profissionais de rádio, pois é a primeira vez que entre os concorrentes vence um jornalista que se dedica apenas ao veículo e as ferramentas da mídia digital que estão em seu entorno. Para mim, receber o Comunique-se foi a oportunidade de lembrar a história de meu pai que há 54 anos – se não errei nas contas – é jornalista de rádio. Tempo este lembrado na fala do empresário Jayme Sirostsky, da RBS, maior grupo de comunicação do sul do País, de quem recebi cumprimentos ao fim da festa: “Ninguém fala em rádio no Rio Grande do Sul sem citar o nome de Milton Ferretti Jung”.

Além de premiado, tive oportunidade de entregar o prêmio aos melhores repórteres , a mais importante função do jornalismo: Ernesto Paglia, mídia eletrônica, Elvira Lobato, mídia impressa, e Evandro Teixeira, repórter fotográfico.

A CBN esteve presente em outras premiações na noite do Comunique-se demonstrando a força e qualidade de seu time: Juca Kfouri ficou com o título na categoria “comentarista de esporte – mídia impressa”; Sardenberg, “comentarista de economia – mídia impressa”; Lúcia Hipolito, “comentarista de economia – mídia eletrônica”; Arthur Xexéo, “jornalista de cultura – mídia impressa”; André Trigueiro, “jornalista de sustentabilidade”; e Daniela Braum, “jornalista de tecnologia”.

Aproveito para registrar publicamente meu agradecimento ao carinho de ouvintes-internautas e profissionais de jornalismo que tem escrito para a CBN desde ontem à noite quando o resultado foi divulgado. Obrigado a todos !

Veja aqui a lista dos vencedores do prêmio Comunique-se 2009

E aqui veja as fotos da festa

Estou de volta ao Twitter, agora com @blogdomilton

 

Onze dias depois, volto ao Twitter com outro nome e o mesmo objetivo: “conversar, dividir, ouvir, aprender com você”. O endereço @miltonjung foi raqueado na sexta-feira, dia 18, e desde lá, mesmo com vários contatos com o suporte do Twitter, não tive sucesso em recuperar minha conta e senha. Curioso foi assistir a tudo isso, logo após a extensiva cobertura do Desafio Intermodal no qual estive presente viajando de helicóptero e registrando o passo a passo pelo TwitterBerry. Talvez tenha sido estresse do meu perfil que, revoltado, se desligou.

Em um ano e um mês de “tuitagem”, foram 4.632 seguidores, 2.429 tuitadas e a marca de pioneiro no rádio – coisa que jamais imaginei tendo o veículo mais de 80 anos de vida. Fui dos primeiros, se não o primeiro, a unir rádio e Twitter. Desde lá, muitos colegas e emissoras tem investido na proximidade das duas ferramentas. De alguns aprendo com os acertos, de outros com os erros. Ninguém, porém, me ensinou como ficar imune aos ataques de hackers.

Apesar de ter sido chamado de viciado em Twitter pelo IG e outras coisas mais por publicações especializadas, não deu tremedeira nem suadeira a distância do microblogging. Mas senti dificuldade para escutar grupos de ouvintes-internautas que não conversam mais com a gente por e-mail muito menos se dão o trabalho de publicar comentários no blog. Uma turma que se acostumou com a agilidade em tuitar e não quer saber de compromisso com a programação da rádio. Acessa o site na hora que bem entende ou recorre aos blogs para saber o que estamos dizendo e transmitindo.

Hoje, 29.09.09, começo nova etapa. Literalmente do zero (em número de seguidores), na expectativa de, em breve, reconstruir nossa rede de contatos. O novo endereço é o http://www.twitter.com/blogdomilton. Peço sua ajuda para divulgá-lo, e conto com a colaboração dos colegas de profissão que, neste pouco mais de um ano, publicaram reportagens citando meu endereço anterior. Me deem mais esta colher de chá.

Voltamos a conversar pelo Twitter, assim que alguém aparecer por lá.

Hoje é o Dia do Rádio

 

Landel de Moura, padre gaúcho, foi pioneiro ao desenvolver equipamento que se assemelhava ao rádio. Há quem diga ter o religioso criado está traquitana antes mesmo do italiano Guglielmo Marconi, mas a burocracia estatal o impediu de registrar a invenção. Apesar da criatividade do conterrâneo, coube a Roquete Pinto a façanha de montar a primeira estação de rádio no Brasil e, por isso, a data de nascimento dele, 25 de setembro, foi escolhida para homenagear o veículo.

Em 2004, tive oportunidade de editar o livro “Jornalismo de Rádio” (Contexto) do qual reproduzo as duas primeiras páginas neste post para lembrar a data. Hoje, também, estarei no programa Tá Área do canal SporTV, às seis da tarde, para falar do rádio e seus 86 anos no Brasil. Até lá e aproveite o texto a seguir para deixar sua opinião sobre o rádio brasileiro.

Sete da manhã. O telefone toca na redação de uma rádio brasileira.
Ninguém atende.
Um acidente na principal rodovia de acesso à capital interrompe o
trânsito.
–- Desloca o helicóptero para lá.
O telefone volta a tocar.
Na Zona Sul, a polícia ameaça entrar no prédio ocupado por famí-
lias sem-teto.
–- Manda o repórter que iria cobrir a chegada do ministro no aeroporto.
Mais uma vez, insistentemente, o telefone.
–- Deixa tocar.
Tentativa de fuga em um distrito policial. É na Zona Norte.
–- Cadê o repórter das sete que ainda não apareceu?
O toque do telefone é irritante, atrapalha a concentração do reda-
tor, que precisa terminar o texto do noticiário.
Brasília avisa que a reunião ministerial vai começar mais cedo.
–- É muita gente para entrevistar, precisa de duas equipes por lá.
O barulho do telefone ainda incomoda. O editor passa correndo
ao lado. Não dá tempo de atender. Tem que entregar o cartucho com
o destaque que entrará no ar dali a pouco.
Do estúdio, vem um chamado:
–- Já confirmaram onde será a reunião dos líderes dos partidos?
Quase não dá para ouvir a pergunta. O telefone atrapalha.
Da central técnica, o aviso:
–- Rio já gravou, e Minas, também.

O grito se mistura ao som do telefone. Alguém, finalmente, tem a
idéia genial: Tira o fone do gancho!

Problema resolvido. O telefone pára de tocar. Ninguém mais pre-
cisa atender a ligação. Afinal, todos têm mais com que se preocupar.
Deveria ser apenas um ouvinte reclamando que, desde cedo, está sin-
tonizado na rádio, mas até agora não conseguiu a única informação
que realmente lhe interessava: a previsão do tempo. É sempre assim,
dão-se todas as notícias e ainda aparece alguém para dizer que falta
alguma coisa:

–- Rádio é bom, o que estraga é o ouvinte.

A cena descrita acima não é obra de ficção. A notícia não espera acon-
tecer. Não marca hora. Está prestes a surgir, sem pedir licença. E na di-
nâmica da redação, é preciso se multiplicar para cobrir todos os fatos. O
tempo é curto. Ninguém consegue parar a máquina. Lembra Tempos
Modernos, de Charles Chaplin. Nessa fábrica, os operários são jornalistas,
seres humanos – até que provem o contrário. Na linha de montagem
tem computadores sobre as mesas; na central técnica, gravadores e fios;
além de centenas de pequenos botões sobre a mesa de som. Tudo e todos
mobilizados para uma só finalidade, transformar fatos em notícia.

A velocidade do trabalho dentro de uma redação de rádio gera
distorções. Leva o jornalista a esquecer que se o objetivo é transmitir
notícias, este só existe porque na outra ponta tem o cidadão para ser
atendido, o ouvinte. Sem ele não há razão para o rádio ser o que é.
Nem para a existência do jornalista, ou da própria notícia. Trabalha-se
em função desse ouvinte , por causa dele e só para ele, por mais que os
interesses comerciais, empresariais e de mercado nos levem a pensar
diferente, com uma lógica consumista.

O ritmo alucinante da redação é resultado da agilidade, caracterís-
tica marcante do rádio, da qual abrir mão nunca será viável, mesmo
com a “concorrência” do telefone e de outros tantos fatores que cons-
piram contra a boa execução do trabalho. O jornalista que, contami-
nado por essa dinâmica, esquecer o motivo de estar ali, deixa de ser
jornalista. Transforma-se em burocrata. Um carimbador de cartório
que autoriza ou recusa um documento – no caso, a notícia – sem ter
noção do impacto na sociedade da medida adotada.


Leia mais textos publicados no livro “Jornalismo de Rádio”

Aviação: O pecado está no ar

Por Armando Ítalo

Bandeira pirata

Nos últimos artigos que escrevi aqui no blog discutimos sobre os riscos e os perigos de colisão entre aeronaves, urubus e balões, adensamento populacional em torno de importantes aeroportos, e a localização errada de alguns deles, como Cumbica (Nuvem Baixa).

Pensa que parou por ai? Ledo engano !

Como se não bastassem os infortúnios e tribulações enfrentados pelos heróis, abnegados tripulantes das aeronaves e controladores de vôo, temos também as perniciosas rádios piratas, muitas identificadas como religiosas. Mas pecadoras. Principalmente na grande Terminal São Paulo, TMA_SP, com dimensões de 113 milhas náuticas x 84 milhas náuticas ou 182 km x 135 km de largura no seu lado mais abrangente.

Estas emissoras interferem de forma danosa nas fonias entre controladores de voo e aeronaves que partem e chegam na Terminal São Paulo, podendo contribuir para causar, em qualquer tempo, gravíssimos acidentes aéreos

Os riscos lá em cima? São muitos. Só quem está pilotando uma aeronave pode descrevê-los com clareza.

Com a palavra os amigos e colegas aviadores, por favor.

Segundo dados da Aeronáutica, chegam a ser registradas por mês aproximadamente 200 interferências por rádios piratas nos aeroportos paulistas. A solução para o caso parece distante. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não tem estimativa sobre o número de rádios ilegais em atuação. Apenas no ano passado perto de 1.600 foram fechadas, no Brasil.

Reportagens já divulgaram gravações que mostravam a gravidade da situação:

Controle – Como recebe controle na 120.05?

Piloto – Com a mesma interferência de rádio evangélica.

Controle – Ciente. Qual (freqüência) tem menos interferência?

Piloto – Tá igual aos outros. Estamos recebendo o culto completinho.

Mesmo correndo riscos de multas e processos, é fácil montar uma radio pirata comprando componentes eletrônicos em lojas especializadas.

Segundo a Anatel, sempre que uma rádio é flagrada, os equipamentos são apreendidos e o estabelecimento fechado. Mas a agência admite que é difícil controlar, porque os piratas mudam constantemente de frequência e de local. Enquanto não tivermos legislação mais eficiente continuaremos correndo riscos.

Quem sabe um dia, talvez, apareça algum iluminado que tenha a iniciativa de mudar este cenário. Enquanto isso não ocorre, lembro aqueles que usam estas emissoras de maneira ilegal para proferir a palavra de Deus:

“Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores”
Mateus 7:15

Até o nosso próximo voo, longe de urubus, balões, e destas rádios pecadoras.

Armando Ítalo é comandante e colabora com o Blog do Mílton Jung.

“Rádio é a única mídia que você leva no bolso”

Milton Ferretti Jung

Peço licença para um momento família. Mas vocês verão que o espaço aberto no Blog tem razão de ser pelo talento das duas figuras que se encontraram em um bar de Porto Alegre, na noite de quinta-feira (sim, a mesma quinta em que assistia pela internet à semifinal da Libertadores). Ruy Ostermann, o professor, e Milton Ferretti Jung, meu mestre, sentaram lado a lado para o programa “Encontros com o Professor” e fizeram um bate-papo de velhos amigos que enfrentaram as situações mais inusitadas da profissão e da vida pessoal.

Da compra de um fusca, entregue com o cartão de visita do mecânico, a transmissão de um jogo de futebol que jamais foi ao ar, os dois se divertiram e divertiram o público que ocupou as cadeiras do StudioClio, na rua José do Patrocínio, na capital gaúcha. Eu não estive por lá, distante que estava nestas férias, mas soube por visitantes que os dois deixaram o local rapidamente, pois tinham compromisso diante da tela da TV para torcer pelo Grêmio. Sim, meu vício é genético.

Ops … dizem que o professor não confessa, nem por tortura, para quem torce lá no Sul. Então, não posso taxar que ele deixou o bar para “torcer” pelo Grêmio.

Do palco, uma frase para quem acredita na potência do rádio: “A rádio tem seu lugar, sempre! É a única mídia que podemos levar no bolso”, disse Milton Ferretti Jung

Para conferir alguns momentos você vai ao site do “Encontros …”

Hoje é dia da Parada Gay

Foto da Parada do Orgulho Gay 2008, São Paulo, do álbum de Savaman, no Flickr

Neste domingo, milhares de pessoas seguem para a avenida Paulista para comemorar a diversidade e gritar contra a homofobia, temas que se destacam em meio as cores que marcam a Parada do Orgulho LGBT. Mas é em 28 de junho que se realiza o Dia Internacional do Orgulho Gay, data na qual, no ano de 1969, se iniciou uma série de manifestações contra a violência policial no bar Stonewall Inn que reunia gays em Nova Iorque. O movimento ficou conhecido como Rebelião de Stonewall.

No ano passado, o Grupo Nuances em parceria com a rádio Ipanema FM, ambos do Rio Grande do Sul, levaram ao ar campanha bem humorada e atrevida, batizada “Encha o peito também de orgulho”, que provocou uma diversidade de reações.

Ouça a campanha publicitária do Dia Internacional do Orgulho Gay, do Grupo Nuances e Rádio Ipanema FM

Canto da Cátia: Rádio-pirata

Destruição de rádio pirata

Oito toneladas de equipamentos de rádio foram destruídas em um angar da Vasp, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, pela Anatel. Pirotecnia para chamar atenção à fiscalização do setor em relação às rádios clandestinas que funcionam em toda a Região Metropolitana de São Paulo. A Cátia Toffoletto esteve lá, não conduziu a máquina que esmagou as traquitanas jogadas ao chão, mas contou um pouco mais sobre o combate a esta irregularidade:

Ouça a reportagem de Cátia Toffoletto