Melhor gestão para atender melhor, sugere Dr. Boulos

 

Em qualquer parte do mundo, a demanda no sistema público de saúde costuma ser maior do que a oferta. Porém, com investimento na gestão é possível levar ao cidadão atendimento mais qualificado. A opinião é do diretor da Faculdade de Medicina da USP, doutor Marcos Boulos, convidado do CBN São Paulo, para sugerir temas a serem discutidos com os candidatos ao Governo do Estado, a partir da semana que vem.

Uma das formas deste atendimento ser mais racional e eficiente, sugere Dr. Boulos, é conectar as informações sobre os pacientes que estão à disposição dos centros de saúde e hospitais. “Há casos em que uma tomografia computadorizada é pedida duas, três vezes para o mesmo paciente por falta de informação, aumentando o custo do atendimento”, explicou.

Marcos Boulos disse, ainda, que melhor comunicação no sistema de saúde também permite que os pacientes em situação mais crítica possam ter atendimento prioritário em exames, por exemplo.

Apesar de entender que a presença de grupos privados na administração de hospitais públicos, através da criação de Organizações Sociais, pode melhorar a atenção ao paciente, se diz preocupado com o fato deste sistema funcionar apenas em algumas unidades o que acaba privilegiando apenas parte da população. “Foi um escape para a falta de financiamento da saúde pública”, comentou.


Ouça a entrevista com o diretor da Faculdade de Medicina da USP Marcos Boulos, ao CBN SP

O CBN São Paulo contrói uma pauta colaborativa com especialistas e ouvintes-internautas para entrevistar os nove candidatos ao Governo do Estado, a partir do dia 8 de setembro, quarta-feira, das 10 e meia às 11 da manhã, com transmissão simultânea pela internet. A participação pode ser feita pelo e-mail milton@cbn.com.br ou publicando sua pergunta aqui no Blog.

A saúde pública que não está no horário eleitoral


Vítima de assalto descreve o atendimento médico recebido após o marido ter sido baleado e se envolvido em acidente de carro no qual a filha de apenas 20 dias foi ‘jogada’ pela janela do veículo. O CBN São Paulo, nesta segunda-feira, quer saber como um hospital municipal, gerenciado pela Universidade Federal de São Paulo e Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, oferece ao cidadão este tipo de atendimento.

Registre-se o mérito da reportagem do Estadão que em lugar de reproduzir BO de delegacia foi ouvir a história de pessoas.

Agora o outro lado (publicado em 31.08/17:00)

A falha nos equipamentos e a dificuldade para o atendimento ao paciente foram negadas pela Secretaria Municipal de Saúde, em entrevista ao CBN São Paulo nesta terça-feira. O coordenador da gerência hospitalar da prefeitura Paulo Kron disse que o hospital municipal Vila Maria esta devidamente equipado, mas que os problemas relatados na reportagem seriam investigados.

Ouça a entrevista do representante da prefeitura, Paulo Kron

Homenagem aos motoristas

 

Nesse domingo, se comemorou o Dia do Motorista, uma das profissões mais estressantes do mundo, apesar do desenvolvimento tecnológico.Em alguns casos, nem São Cristovão resolve.

70 ivolante

Por Adamo Bazani

Ônibus automático, suspensão que prioriza o conforto, ar condicionado, computador a auxiliar operações, vias mais largas e melhor planejamento. Situação ideal para quem é motorista de ônibus. Mas estudos mostram que a profissão é cercada de adversidades que colocam em risco a saúde, a integridade física e a qualidade de vida dos mestres do volante.

Pode-se dizer, sem usar jargões ou frases feitas, que os motoristas em geral – de ônibus, caminhão, carros de socorro e de diversos serviços – conduziram e continuarão a conduzir o progresso, ainda mais num país que desde os anos de 1950 privilegiou a política rodoviarista e abandonou o transporte ferroviário.

Motoristas de ontem e de hoje podem ser considerados heróis, mas de diferentes batalhas.

Ao longo do nosso trabalho de pesquisa sobre história dos transportes, tivemos a oportunidade de conversar com motoristas de diversas gerações. Os que atuaram na época em que as cidades ainda estavam crescendo, as ruas eram de barro – e atoleiro em dias de chuva -, e a direção e o sistema de embreagem dos ônibus eram duras de encarar, dizem que preferiam aqueles tempos. Os que ainda trabalham, concordam.

Propaganda Motorista Da mesma forma que o crescimento econômico, a nova postura dos empresários de ônibus e a evolução da indústria trouxeram benefícios, vieram junto os problemas decorrentes deste novo cenário. Estudos de diversos órgãos de medicina do trabalho revelam que dirigir ônibus tem sido cada vez mais cansativo, insalubre e perigoso. Os motoristas vivem em constante tensão. Trânsito caótico, assaltos em maior número e com mais violência, vandalismo, pressão por parte das empresas e passageiros dispostos a descontar neles o sofrimento pela lotação e longa espera nos pontos.

Tudo isso se reflete em afastamentos constantes do trabalho de motoristas que não suportam a rotina sacrificante. Uma pesquisa nacional, com mais de 1.300 motoristas de diversas capitais e regiões metropolitanas do País, realizada pela UnB – Universidade de Brasília – em 2008 mostrou dados alarmantes.

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De saúde e da falta dela

 


Por Maria Lucia Solla

O assunto da saúde não se esgotou em mim, e de asas abertas aterrissei na conclusão de que os problemas não vieram para ficar; sou eu que, encantada neles, não os estou deixando ir.

Chegando lá foi fácil. Foi só olhar com atenção, que apareceu a solução. Para conquistar a saúde, e mantê-la companheira, é importante manter longe o estresse; viver expontaneamente. Entrar, aceitar, levar o que interessar. Importante deixar que a tristeza chegue, entre, cumpra a missão, e parta, retomando a estrada.

Vivemos agarrados a necessidades que nem são nossas de verdade e vamos com elas na enxurrada. Temos horror da ideia de mudar; temos medo de viver. É por isso que sofremos e esperneamos quando elas são ameaçadas: porque somos escravos delas. Não somos nós que as temos, são elas que nos possuem.

A guarda incansável delas tomam tanto tempo que nem temos tempo de sentir a segurança da própria vida; do simples existir. Nos deixamos sem tempo para amar, para exercitar a ternura no olhar. Deixamos de exercer o verdadeiro abraçar.

Por nós passa despercebida a perfeição do vai e vem da vida. Do bom que vai e vem, como faz o ruim também.

É como se uma nesga de consciência se fizesse consciente em mim. Relembrei que a vida é colcha de momento, de alento e desalento, e é assim que ela é feita; é assim que é perfeita. Tudo sempre novo de novo: encontro, desencontro, encanto, desencanto, claro, escuro, ganho perda, alto, baixo. Onde está o recomeço que eu não acho?

vi que é urgente que a gente se separe
da mágoa da dor da perda da posse e do queixume
e que faça isso ligeiro
antes que a dor se avolume

entendi que é urgente
largar mão da certeza
para arrebanhar mais saúde
mais beleza

manter domados egoísmo e ambição
para manter sadio o coração

entendi que é urgente mudar
não ser dono da verdade
e se dar conta de que sem o outro
a gente é só
metade

Saber falar e calar, reconhecer que depois de cada ação vem a reação.

e que se deve perdoar
bem antes de pedir perdão

é preciso afastar a maldade
abrir o coração de verdade
e de viver ter muita vontade

O que falta pra eu chegar lá é falar de tudo isso com mais humor, maior leveza; é de ver menos a feiúra e mais a beleza!

Quando eu mudar, a saúde com certeza vai voltar e venho aqui correndo te contar.

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

De boca e coração


Por Maria Lucia Solla

O que te mantém vivo? Dizem que você é o que come: Cuidado com o que entra pela boca! mas também dizem: Cuidado com o que sai dela.

No primeiro caso a gente ingere combustível para a máquina funcionar; e há quem afirme viver, há anos, única e exclusivamente, de água e da luz solar. Quem sou eu para duvidar!

No segundo caso não acredito que o cuidado more no cuidar com o que sai dela, porque só sai o que está dentro, certo? É lei da Física.

Na área controversa de alimentos tem os minerais, por exemplo, sobre os quais quando eu era pequena nem se ouvia falar. Sódio, potássio, iodo, cloro, ferro, magnésio, cromo; meu Deus do Céu, que suplemento eu tomo!

fibra fruta legume
nada de muito açúcar
nem muito sal
senão você passa mal

colesterol que sobe
colesterol que desce
tem o bom e o ruim
muito complicado para mim

cálcio zinco selênio
hormônio insulina
hemoglobina e proteína
dessa eu ouço falar desde que era menina

Naquele tempo, a saúde vinha da cor. A pele era amarela ou rosada, a gente ficava vermelho de raiva, verde de ciúme e roxo de dor. E sorria, quando estava tudo azul.

Lá em casa quem ditava a dieta era meu pai. Café da manhã tinha suco de tomate feitinho na hora, docinho, gelado, tomado de canudinho; dali vinha o vermelho. Da gema de ovo, da galinha do quintal, na colher, deitada numa caminha de azeite puro, é que vinha o amarelo e o dourado. Espinafre não podia faltar; dali vinha o verde fácil de assimilar.

Na nossa mesa tinha bife, feijão arroz, macarrão com molho vermelho, feito na panela que fazia a sua parte durante toda a manhã; sem pressa, no fogo lento. Encorpava o molho uma porção generosa de bifes enrolados, guardando recheio gostoso, amarrados por linha forte. Quantas vezes fiquei ali olhando minha mãe que bordava, um a um.

A vovó Grazia vinha toda semana e escolhia o feijão na mesa da cozinha: você vai, você fica. A vasilha no seu colo se enchia enquanto eu olhava maravilhada e intrigada. Que coisa! como ela é que ela sabia?! Mas criança falava pouco, de preferência nada, e eu olhava. Que saudade!

Hoje percebo que era de lá que vinha a saúde, era das mãos delas, não das panelas. Era da entrega, do saber a sua missão; e de cumpri-la. Confidentes, às vezes falavam de perto coisas de gente grande, de certo.

Hoje, sabendo daquelas coisas, me sirvo da memória para entender minha história.

A conclusão a que chego, agora, é de que o que te mantém vivo vem do outro e vem de dentro. Vem dele o olhar de compreensão, o nem sempre te dar razão, o te apoiar quando precisa e tirar teu apoio para que você aprenda a nadar.

o que te mantém vivo
não é cálcio proteína ou a boa digestão
é o que entra e sai da tua boca
o que entra e sai do coração

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

Sexo temporão

 

Por Carlos Magno Gibrail

Sexo e personalidades

A hipertensão cresceu no Brasil e atingiu o alto percentual de 24,4%. Rio com 28% e São Paulo com 26% são as cidades mais atingidas.

Diante deste quadro preocupante, o Ministério da Saúde convocou uma coletiva de imprensa para alertar e orientar a população, divulgando o início de uma campanha para evitar a ansiedade que causa a hipertensão. A doença está associada a fatores genéticos, hábitos alimentares, obesidade e estresse.

“Fazer sexo ajuda”.

“As pessoas têm que se mexer. A pelada do fim de semana não deve ser a única atividade. Os adultos devem praticar exercícios, caminhar, dançar, fazer sexo seguro”.

“O deputado Darcísio Peronde falou cinco vezes ao dia. Mas acho que cinco vezes por semana está bom”.

Foram as palavras de José Gomes Temporão, Ministro da Saúde, no lançamento da Campanha contra a Hipertensão.

Os hipertensos, se não pertencerem ao perfil sexual de Michael Douglas, Tiger Woods, Vagner Love, estarão diante de mais um ponto de tensão. Todas as indicações médicas para tratamento podem ser regularmente contratadas. Menos, evidentemente, a proposição mais acentuada pelo Ministro. Sexo saudável e seguro não se vende regularmente em academias, ginásios, farmácias.

É claro que foi uma graça impertinente ao momento e ao cargo de Ministro.

A imprensa reagiu como esperado. Pegou a deixa e o papel de retransmissora apenas, dado o curioso do tema. Certamente, iria despertar o interesse do público consumidor de seus veículos. Foi o que se viu durante a semana, nos jornais, nas rádios, revistas, internet, e até chamadas insistentes como uma das atrações para o Fantástico de domingo. E, quem assistiu verificou a inexatidão técnica da orientação, pois o sexo tem pré-requisitos. Do contrário pode acarretar problemas e não solução.

Temporão conseguiu chamar atenção para a Campanha, mas a graça roubou a pegada técnica. Diferentemente do Fantástico, a maioria das publicações abordou apenas a questão da recomendação da prática regular do sexo. As demais condições a serem absorvidas, entendidas, traduzidas, pois são complexas, ficaram em segundo plano.

O item alimentação, por exemplo, tem através do tempo trazido dúvidas. Hoje, na cidade de Okinawa, onde pessoas de 100 anos pedalam pelas suas ruas, o alimento básico é a carne de porco, tão combatida por muitos. O vinho, o uísque, a carne vermelha, o ovo, o leite de vaca, o azeite, ora são proibidos ora são endossados. Para início e retomada de exercícios há medidas que não podem ser desconsideradas, porém nada foi esclarecido, mesmo a titulo de cuidados iniciais.

Sem dúvida, o Ministro deu o tiro no pé e, provavelmente, um pontapé nas vendas de preservativos e consultas médicas para esclarecimentos.

Bom jornalismo e marketing serão bem-vindos na comunicação da próxima campanha do Ministério da Saúde.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve às quartas-feiras no Blog do Mílton Jung. Consta que não tem problemas de pressão alta.

Morador de rua não é caso de polícia

 

O uso da Guarda Civil Metropolitana para retirar moradores das ruas é de causar constrangimento a qualquer cidade com perspectiva de modernidade. O caso tem de ser tratado do ponto de vista da assistência social, não da segurança urbana – esta é acessório na solução do problema. São Paulo, ao contrário, não se envergonha disso, coloca em lei. Foi esta a iniciativa da administração Kassab (DEM), que no dia 1º de abril – parece brincadeira, mas não é – baixou ordem para que os guardas metropolitanos passassem a atuar na remoção das milhares de pessoas que dormem nas calçadas e praças da capital.

De acordo com o secretário municipal de Segurança Urbana, Edson Ortega, os GCMs foram capacitados para atuar neste setor e trabalham de “forma coordenada” com os servidores da assistência social. Apesar da tal “união”, o secretário não soube informar o número de moradores de rua na capital, dado básico para se traçar qualquer tipo de estratégia: “Quem tem esse número é a Secretaria de Assistência Social”, informou.

Confesso que fiquei na dúvida. Se há sinergia, estes dados teriam de ser de domínio tanto da segurança urbana quanto da assistência social. Mas aí há outro problema: desde o fim do ano passado, a secretária municipal de Assistência Social e vice-prefeita Alda Marco Antônio promete divulgar o resultado de pesquisa que mostra a quantidade de moradores de rua na capital. Mesmo tendo gasto cerca de R$ 800 mil no estudo, os dados não foram publicados até agora.

“Eles não conversam, cutucam”, foi o que disse o padre Julio Lancelotti, da Pastoral da Rua, se referindo ao modo de operação dos guardas metropolitanos, em referência a abodagem que fazem com as pessoas que vivem na rua. Para ele a substituição da assistência social pela segurança urbana exclui a solução para outros problemas como a falta de moradia, desemprego, dependência de drogas e dificuldade de acesso aos serviços de saúde mental

Você ouve aqui a entrevista com o padre Julio Lancelotti e com o secretário Edson Ortega, ao CBN SP

PAUTA #CBNSP 14.04.2010

Acompanhe outros destaques da edição desta quarta-feira, no CBN SP:

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Pauta do #cbnsp 07.04.2010

 

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Um guindaste usado na obra da linha amarela do Metrô tombou durante a madrugada, na estação Morumbi, na avenida Francisco Morato, zona oeste de São Paulo. Ninguém ficou ferido, mas a cena chamou atenção de quem passou pelo local pela imagem inusitada de um caminhão “em pé”, como é possível ver na imagem enviada pelo ouvinte-internauta Beto Catarino. Ouça a reportagem.

Saúde e cidade – A Organização Mundial da Saúde alerta para os riscos às populações que vivem no meio urbano, devido o crescimento desordenado. Este é o tema do Dia Mundial da Saúde, comemorado nesta quarta-feira. A médica sanitarista da Organização Panamericana de Saúde Agnes Soares explicou ao CBN SP como é possível tornar o ambiente urbano mais saudável.

Chuva e perigo – A cidade de Santos, no litoral paulista, está em estado de alerta devido as chuvas desta semana. Na terça-feira, houve 36 deslizamentos em morros da região, mas nenhuma pessoa ficou ferida. De acordo com o chefe da Defesa Civil de Santos Emerson Marçal existem cerca de 1 mil famílias que vivem em áreas de risco. Ao CBN SP, ele falou sobre medidas que estão sendo adotadas para impedir mortes e prejuízos.

Época SP na CBN – Pianista cubano é destaque em apresentação na Sala São Paulo ao lado da Banda Mantiqueira e do Projeto Guri. Nas dicas de hoje tem também endereço de boteco japonês, na capital.

Esquina do Esporte – As apostas do Marcelo Gomes na última rodada da fase de classificação do Campeonato Paulista: Santos e Santo André, classificados, disputam as finais com São Paulo e Corinthians. Vai bailar o Grêmio Prudente, diz o narrador esportivo da CBN no bate-papo de hoje, no qual também falamos do Messi.

Pauta #cbnsp 05.04.2010

 

A prefeitura de São Paulo decide multar em mais R$ 1 milhão a Infraero por não atender normas ambientais no aeroporto de Congonhas como redução do horário dos vôos e de barulho nas operações. O secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, estava no aeroporto para notificar a empresa. No entanto, a Infraero tem liminar que lhe protege da multa, neste momento. Ouça a entrevista de Eduardo Jorge, ao CBN SP

Saúde – Faltam médicos e o atendimento aos pacientes está prejudicado no Hospital Municipal Alíppio Correa Neto, em Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. A constatação é da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores que esteve no local semana passada e considerou a situação “calamitosa”. No CBN SP, o tema foi discutido pelos vereadores Zelão (PT) e Adolfo Quintas (PSDB).

Congestionamento – Uma semana após a abertura de novas pistas na Marginal Tietê, São Paulo atinge mais de 100km de congestionamento nesta manhã chuvosa. A informação é da Mônica Pocker.

Profissionais invisíveis – Trabalhadores essenciais para que a cidade fique em ordem, mas que pouco são notados pelo cidadão. Estes personagens estão no centro da série de reportagens que vai ao nesta semana, produzidas por Luciana Marinho e Juliano Dip. O destaque desta segunda é para os varredores e coletores de lixo.

Pauta do sábado no #cbnsp 27.03.10

 

CBN SPDura e justa. Assim o jurista Luis Flávio Gomes considerou a sentença contra Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pelo assassinato de Isabella Nardoni, que tinha cinco anos, em 2008. Ele foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão; ela, a 26 anos e oito meses. Professor de Direito Criminal, Luis Flávio Gomes explicou em entrevista ao CBN SP os critérios usados pelo juiz Maurício Fossen para determinar a sentença e comentou que o julgamento se encerrou em clima de “final de campeonato”.

Ouça esta entrevista, a sentença do juiz e outras reportagens sobre o caso.

Outros destaques do CBN SP:

Saúde – Familiares de crianças que sofrem das síndromes de mucopolissacaridoses reclamam da falta de apoio do sistema público de saúde que não oferecem tratamento nem remédios para combater a doença. As crianças nascem com déficit na produção de enzina e se não receberem os cuidados adequados podem morrer em até seis anos. A presidente da Associação Paulista dos Familiares e Amigos dos Portadores de Mucopolissacaridoses Regina Próspero chamou atenção para o descaso com os pacientes.

Greve dos professores – 16 pessoas ficaram feridas no confronto entre policiais militares e professores em greve, que ocorreu nesta sexta-feira, em São Paulo. O governador José Serra (PSDB) até o fim da manhã não havia feito nenhum comentário sobre o assunto. A greve entrará na quarta semana de paralisação. Ouça a reportagem sobre a violência durante a manifestação dos professores.