Mundo Corporativo: No teatro das empresas

 

A história de Sofia, a filha do dono que virou funcionária de fast food, tem ajudado empresas a melhorar seu desempenho, em uma peça de teatro. Entrevistado do Mundo Corporativo, da Rádio CBN, Felipe Zacharias fala da experiência que teve ao conversar com empregados do setor de alimentação e como conseguiu reduzir o turnover da empresa. Ele é ator, diretor de produção da peça “Amor de Bandeja” e dono da empreza FZ3, consultoria especializada em recursos humanos.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN, com participação de ouvintes-internautas no Twitter @jornaldacbn e no e-mail mundocorporativo@cbn.com.br .O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Foto-ouvinte: Espetáculo de plástico

 

Gêmeos no Anhangabau

Os bonecos de plástico fizeram a plateia vibrar no palco que se transformou o Vale do Anhangabau, na noite de sexta-feira, em São Paulo. O espetáculo O Estrangeiro teve a presença do grupo francês Palsticiens Volants e da dupla brasileira Os Gêmeos, em uma das atividades de encerramento do Ano França-Brasil. O colaborador do blog Marcos Paulo Dias explica que o grupo de teatro faz coreografia com plásticos que inflam e criam formas de animais, manipulados por atores pelo alto ou pelo chão, combinando música, voz e acrobacia.

Conte Sua História de São Paulo: O Teatro Municipal

Por Pedro D’Alessio
Ouvinte-internauta do CBN SP

Natal no Teatro Municipal

Ouça o texto “Teatro Municipal” de Pedro D’Alessio

Aquela agitada sessão de inauguração do, hoje,  quase centenário  THEATRO  MUNICIPAL DE SÃO PAULO – a ser devidamente lembrada e comemorada, assim esperamos, em 2011, constitui um  fato  histórico que bem exemplifica a opção do paulistano pelo cultivo da “brasilidade”, com a clara intenção de, com isso, expressar sua identidade plural maior :  “São Paulo não é, São Paulo são…”.

A sociedade paulistana resultou da integração de todas as raças e culturas do planeta. Em São Paulo se encontraram migrantes de todas as regiões do Brasil e imigrantes de todas as Nações do mundo. Por isso, a grande diversidade brasileira se expressa melhor em São Paulo, onde se ouviu o grito da Independência.

A cidade guarda, bem viva, a memória dos bandeirantes, que demarcaram e alargaram as fronteiras do Brasil. E, generosa, ainda recebe gente dos quatro cantos do mundo, por dezenas de gerações, há quase cinco séculos. A convivência de origens múltiplas explode na sua diversidade cultural e se identifica com as raízes da própria formação da Nação brasileira.

Em 12 de Setembro de 1911, São Paulo ganhou seu primeiro grande centro de eventos culturais, uma obra imponente e com profundo significado para afirmar a “vocação brasileira”  da cidade: o Theatro Municipal.

Na época, a Comissão Oficial de Inauguração, encarregada de preparar a programação da estréia, decidiu contratar a companhia lírica do famoso barítono Titta Ruffo, que encenava “Hamlet”, de Ambroise Thomas, no teatro Colón de Buenos Aires. Tudo parecia muito adequado… O suntuoso THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO seria aberto com uma ópera inspirada em Shakespeare !!!

Porém, instalou-se uma grande celeuma, travaram-se discussões acirradas junto aos críticos, com protestos de intelectuais na imprensa e fortes pressões da Câmara Municipal : exigia-se dos organizadores que a programação da estréia contemplasse uma obra nacional !!!  São Paulo não poderia inaugurar o “seu” Theatro Municipal com uma obra estrangeira…

A Comissão foi, então, obrigada a ceder diante da polêmica. E a programação foi aberta com a execução, pela orquestra, da protofonia para “O Guarani”, de Carlos Gomes. Com isso, retardou-se a programada apresentação de “Hamlet”, que nem conseguiu chegar ao seu final. Ademais, porque “a praga pegou…”. O espetáculo tinha sido contratado às pressas e os cenários não chegaram a tempo, ficando retidos no porto de Santos. A encenação de Shakespeare acabou ficando mesmo para o dia seguinte.

Era o prenúncio do temperamento “brasilianista” de São Paulo; Shakespeare fica para amanhã…

Assim se afirmava a “brasilidade paulistana”, vocação que se afirmou e intensificou até chegar à metrópole de São Paulo dos tempos atuais, capaz de oferecer aos seus visitantes a sensação mais completa de que, de fato, eles estão no Brasil.

O autor do Conte Sua História de São Paulo é Pedro D’Alessio. A sonorização é de Cláudio Antonio. Você participa, também, enviando seu texto ou arquivo de áudio para contesuahistoria@cbn.com.br.  Conheça mais capítulos da nossa cidade no Blog do Milton Jung. Até lá

‘Teatro do absurdo’ arrasa com a língua portuguesa

Recorte do site de apresentação da peça de teatro

Clique na imagem e leia o texto de apresentação da peça “Os 3 porquinhos, o Musical”

O texto acima com todas as suas incorreções faz parte do programa de apresentação da peça “Os 3 porquinhos, o Musical”, em cartaz no Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo, e causou espanto no ouvinte-internauta Antonio Carlos Vituriano.“Tamanha sucessão de erros é lamentável, pois evidencia como que o nível de ensino está deteriorado em nosso país”, escreveu. E fecha a mensagem em tom irônico, lembrando que o texto deve ter sido escrito por um jornalista com diploma.

Escritor de rua diz que aumentou número de sem-teto; secretária não confirma

Foi o Gilberto Dimenstein quem levantou o assunto, nesta semana. No comentário do Mais São Paulo chamou atenção para a percepção de que o número de moradores de rua tem aumentado na capital. Registrada a opinião, o CBN São Paulo passou a receber mensagens de ouvitnes-internautas descrevendo a mesma situação, inclusive em áreas onde isto não ocorria como São Miguel Paulista, na zona leste. Hoje, durante entrevista na qual o escritor de rua Sebastião Nicomedes falou sobre o retorno da peça “Diário dum Carroceiro” a São Paulo o tema também foi discutido.

Para Nicomedes não há dúvida do maior número de pessoas dormindo nas ruas da capital. Uma das possibilidades seria a falta de acerto entre a prefeitura e ONGs que trabalham na área social, tema, aliás, que foi destacado, recentemente, pelo Jornal da Tarde.

Ouça a entrevista de Sebastião Nicomedes na qual ele fala sobre moradores de rua, ação social e a peça “Diário dum carroceiro”

Agora o outro lado

Para a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social Alda Marco Antônio não há como afirmar que houve aumento no número de moradores de rua na capital. A prefeitura vai realizar censo para fazer este levantamento e a informação só estará disponível no fim do ano. A secretária que acumula o cargo de vice-prefeita anunciou mudanças para breve na relação com as pessoas que vivem nas ruas.

Ouça a entrevista da secretária Alda Marcoantonio, ao CBN SP

Infelizmente não tive tempo de cobrá-la sobre os contratos com as ONGs, mas a produção do CBN São Paulo vai pedir uma resposta sobre o tema à assessoria de comunicação da Secretaria.

Serviço da peça

“Diário dum carroceiro”
Hoje – 7 da noite
Espaço Sociocultural – Teatro CIEE
Rua Tabapuã, 455 – Itaim Bibi – São Paulo – SP