Claudinho bloqueia e Marco Aurélio não usa Twitter

 

Estar no Twitter não significa disposição de conversar com o cidadão. É o caso do vereador Claudinho do PSDB que tem apenas 188 seguidores e ainda se dá ao luxo de bloquear pessoas interessadas em acompanhar o trabalho dele. Màssao Uèhara, do Adote um Vereador, decidiu publicar em blog as informações do parlamentar e se surpreendeu ao ver que seu perfil @massao foi bloqueado.

Curiosa, também, é a situação do Claudio Vieira, destacado em reportagem do Estadão. Apesar de acompanhar e cobrar posições sobre diferentes temas, além de manter contato pelo Twitter com parlamentares, não consegue “conversar” com seu adotado, Marco Aurélio Cunha (DEM). O próprio parlamentar, em entrevista oa Estadão, disse que não vê utilidade em usar a mídia social.

Ação de ‘padrinho’ do Adote um Vereador em destaque

 

Conte Estadão

Em reportagem sobre o uso do Twitter pelos vereadores de São Paulo, motivada por levantamento feito pelo cidadão Cláudio Vieira, do Adote um Vereador e postado aqui no blog, o jornal O Estado de São Paulo destacou, na edição de hoje, duas ações relacionadas ao Adote um Vereador.

A primeira delas, com direito a foto e pose de galã mal-encarado (quem não te conhece, te compra – diria minha mãe), chama atenção para o trabalho realizado pelo Cláudio que mantém cinco blogs e três contas no Twitter, a principal delas @AlmirVieira. Com isto, não apenas fiscaliza o vereador Marco Aurélio Cunha (DEM) (veja o blog) como também publica mensagens não respondidas por agentes públicos (parlamentares, secretários, subprefeitos …). Consegue, ainda, fazer reivindicações e reclamações com sucesso em alguns casos.

Cláudio está no Adote um Vereador desde os primeiros minutos de jogo, comprou a ideia e passou a incentivar outras pessoas a seguirem os parlamentares. É dos mais frequentes nos encontros mensais que costumam ocorrer no Centro Cultural São Paulo. Assim como ele, há uma turma bastante efetiva que se mobiliza, se organiza, lança propostas e dá a cara para bater. Gente que acredita no papel de cidadão. Me orgulho de vê-los atuando.

Falei que o jornal trouxe duas das ações do Adote em destaque. Sobre a segunda, o site que organiza e torna claras as informações sobre prestação de contas dos gabinetes dos vereadores de São Paulo, vou postar em seguida.

Use o Twitter pra cobrar seu vereador

 

Adote um Vereador

A participação do Adote um Vereador nas sessões da Câmara Municipal de São Paulo através do Twitter foi destacada por Floriano Pesaro (PSDB), em entrevista à TV Câmara, na qual falou do trabalho a ser realizado na Comissão de Meio Ambiente. O parlamentar que explora as redes sociais como poucos no legislativo paulistano comentou da preocupação dele pelo desenvolvimento sócio-econômico-ambiental.

“Discuti agora na sessão legislativa, pelo Twitter, com alguns cidadãos que nos acompanham no Adote um Vereador que comentavam sobre as favelas de São Paulo e a necessidade de realocar as pessoas que estão em áreas de risco para moradias dignas. Isso tem a ver com água, com saneamento, com infraestrutura e com meio ambiente”, disse na reportagem que você assiste aqui.

Conversamos sobre a importância de se usar estes mecanismos, no encontro deste sábado do Adote um Vereador, no Centro Cultural São Paulo. Os “adotadores” Sérgio Mendes, Cláudio Vieira, Màssao Uéhara e Mário César Nogales (parte deles na foto acima, e o Màssao com a máquina na mão), há algum tempo tem insistido neste contato com os vereadores. Nem sempre a resposta é positiva, mas as redes sociais podem criar atalhos nesta relação, sem dúvida.

Por isso, acertamos de divulgar a lista dos vereadores de São Paulo que estão no Twitter com a intenção de incentivar outros tuiteiros a conversarem e fiscalizarem o trabalho dos parlamentares. O Cláudio vasculhou e encontrou 33 parlamentares: “nem todos são ativos”, alertou. Caso você conheça algum endereço de vereador no Twitter que não esteja na lista, registre na área reservada aos comentários que a gente acrescenta em seguida:

Gabriel Chalita, Wadih Mutran, Claudio Fonseca, Adilson Amadeu, Senival Moura, Juliana Cardoso, Marcelo Aguiar, Milton Ferreira, Souza Santos, Dalto Silvano, Roberto Tripoli, Antonio Goulart, Quito Formiga, Gilson Barreto, Francisco Macena, Sandra Tadeu, Eliseu Gabriel, Agnaldo Timoteo, Penna, Ricardo Teixeira, Donato, Alfredinho, Mara Gabrilli, João Antonio, Claudinho, Zelão, Carlos Bezerra Junior, Jamil Murad, Netinho, José Police Neto, Gilberto Natlini, Antonio Carlos Rodrigues e Floriano Pesaro

Jornalistas aderem a serviço chamado de idiota por Jabor

 

Arnaldo Jabor está com raiva da internet pelos textos apócrifos que o transformam em machista, gay, corno, idiota e facista – palavras dele. Tanto ódio que descreveu o Twitter, que está nas mãos de mais de 44,5 milhões de pessoas pelo mundo, como “a revolução dos idiotas on line”, no Estadão de domingo. Ainda bem que nem todos analisam o microblogging de maneira figadal.

Pesquisa on line com mais de 900 jornalistas brasileiros, realizada pela S2 Comunicação Integrada, mostra que quase metade deles usa o Twitter, seja para assuntos pessoais, seja profissionais. Apenas o “velho” Orkut, de 2004, tem maior participacão de jornalistas entre as redes sociais com a presença de 83,46% dos entrevistados.

Como o Twitter é das redes a mais recente, comecou em 2007, a pesquisa evidencia forte adesão por parte da mídia ao microblogging. Com 48,77% da preferência dos jornalistas, superou o Facebook (33,11%), My Space (20,09%), Flickr (18,94%) e Linkedin (15,81%).

A pesquisa constatou que quase 80% dos jornalistas de todo o Brasil estão em redes sociais, havendo maior predominância entre os de São Paulo (83,25%) e menor entre os da região Sul (72,01%). Leve em consideração que a participacão no levantamento foi espontânea e on line, portanto a tendência é que mais profissionais com habilidade na internet tenham aceitado responder as questões.

É curioso notar que boa parte do acesso às redes sociais ocorre de casa, conforme resposta de 75% dos jornalistas paulistas e da região Sul. Fico imaginando que isto ainda se deva a falta de permissão para o uso desses serviços no local de trabalho, o que se consagra um enorme erro na estratégia corporativa, pois as redes sociais são rica fonte de informação.

Jornalista que ainda não enxergou isto é um idiota.

Obs 1:Veja aqui outros resultados da pesquisa sobre uso das redes sociais, realizada pela S2

Obs 2: Antes de criticar o Jabor entenda o pensamento dele lendo o artigo completo

Rádio na Era do Blog: Frases vencedoras

 

A jornalista Rosana Hermann e Mauro Gold vão receber um exemplar do livro “Jornalismo de Rádio”, lançado pela Editora Contexto, por terem participado do concurso lançado para comemorar o resgate do meu perfil no Twitter. A proposta era que os ouvintes-internautas-tuiteiros enviassem pelo Twitter uma frase relacionando rádio, blog e microblog.

Barbara Gancia, eu perdi essa

 

Eu soube pela namorada do vizinho de uma sobrinha da minha avô. Este diz-que-me-diz do cotidiano se repete na internet e somos surpreendidos com a maneira como as informações chegam até nós. Ainda sobre o caso da recuperação da minha conta no Twitter: fui apresentado a um cara que não conheço por outro que nunca conheci. Apesar de continuar sem ter apertado a mão de qualquer um deles, ambos foram muito úteis para mim.

Hoje, mais uma surpresa que me deixou encabulado. Cláudio Vieira, dessas figuras que vale a pena conhecer desde que não seja para falar de dentadura, me escreveu por e-mail. Ele escreve pelo e-mail particular ou profissional, manda SMS se preciso, registra a mensagem no Twitter, não deixa passar um post em branco no blog e ainda arruma tempo para trabalhar como protético. Cobrou-me um agradecimento à jornalista Barbara Gancia pela ajuda que ela havia me enviado.

Que ajuda cara-pálida ?

Soube por ele que ela havia dedicado alguns minutos para escrever um comentário no meu blog, no qual fazia interessante sugestão para resgatar minha conta no Twitter. Ou seja, foi o vizinho que me contou que ela esteve na “minha casa” e deixou um recado que poderia ter sido muito útil para mim. Pior do que essa, só a do marido traído.

E que recado foi esse ?

Barbara Gancia também foi vítima de ataque em seu Twitter e conseguiu resgatar sua conta de forma inusitada para estes tempos em que máquina de escrever é coisa para fiscal da ANP (vide Canto da Cátia – http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/miltonjung/2009/10/06/canto-da-catia-um-fiscal-das-antigas/). Vamos ao comentário dela:

Vi pelo UOL que vc teve seu twitter bloqueado. Passei pelo mesmo apuro, recorri a todos os meios via help desk e a única maneira foi enviar a eles por CORREIO (ironia das ironias) uma carta explicando o meu problema.
Eles me responderam prontamente, me deram uma nova senha e tudo foi resolvido.
Eis o endereço:
at. Law Enforcement/Copyright
539, Bryant St.,
Suite 402,
SAN FRANCISCO, CA
94107
USA
Boa sorte,
Barbara Gancia

Se achei interessante a forma de recuperar minha conta, escrevendo ao @charles pelo próprio Twitter, depois que os e-mails para o suporte da empresa não resolveram, imagine ter sido salvo por uma carta, provavelmente fechada com o molhado da língua para ficar mais original.

Mas estou melhorando. Nesta madrugada, revendo as tuítadas, descubro mensagem da própria, sem precisar que ninguém me puxe a orelha. Queria saber como consegui salvar minha senha. Já respondi a ela pelo Twitter mesmo, e me desculpei. Não ter percebido o comentário no meu blog, tão raros que estes são, é gafe para quem se esforça em responder um catatau de e-mails que chegam a caixa de correio eletrônico na CBN.

Então, senhores e senhoras, se perderem a senha no Twitter temos dois caminhos para a salvação: uma mensagem pelo próprio para @charles ou uma carta aos próprios no endereço da empresa.

E salve-se quem puder !

Obrigado, Charles ! @miltonjung ressuscitou no Twitter

 

Meu perfil foi resgatado pela equipe de suporte do Twitter e o nome do soldado da tropa de elite que atuou na operação de salvamento é Charles Magnuson, mas podem chamá-lo de @charles. Bastaram cinco dias de troca de mensagem, com informações simples como o e-mail e o telefone celular associados a minha conta. O recado salvador chegou três minutos após a meia-noite: “I reset the password on the account to: ….”.

E o @miltonjung, seus 4.626 seguidores e 870 seguidos estavam de volta às minhas mãos.

Charles nasceu em São Francisco, onde fica a sede do Twitter, e é uma das 69 pessoas que trabalham na empresa. Ele escreve um blog sobre política, tecnologia e cultura com o pretensioso nome “Melhor de 3”. Tem duas contas, uma pessoal (@magnuson) com quase 1.400 seguidores e a profissional (@charles) com pouco mais de 1.000. Não é de acompanhar muita gente, também.

Fui apresentado a ele por alguém que não conheço pessoalmente, o ouvinte-internauta Dener Brito que soube da minha encrenca após receber tuitada do @jornaldacbn.

Já com a minha nova conta no ar (@blogdomilton) confesso que fiz contato com Charles sem muita esperança. Desde 18 de setembro quando perdi o acesso, já havia trocado e-mail pelo serviço de suporte do Twitter. Fizeram algumas perguntas, pediram dados como últimas tuitadas e re-tuitadas, nomes das pessoas com quem havia me conectado recentemente na minha rede, mas a “conversa” parou por aí.

Com Charles, não. Charles, resolve !

No dia 29 de setembro, fiz contato com ele pelo novo perfil no Twitter pedindo ajuda: “Please, save me !”. Falamos novamente dia 1o. e 2 de outubro, sem precisar ir além dos 140 caracteres que o microblog nos permite.

O único preço a pagar: entrar na lista de seguidores dele para trocarmos mensagens diretas. Feito e dito. Nesta madrugada, chegou a mensagem final com a nova e enorme senha enviada pelo próprio Twitter – já trocada por mim, evidentemente .

A partir de hoje, retomo a conversa pelo endereço original (@miltonjung), mesmo porque as mensagens de ouvintes-internautas e seguidores continuaram a ser enviadas para lá, apesar de ter anunciado o problema há 18 dias em post aqui no blog.

Boa parte dos 570 que me segue no novo endereço está entre os mais de 4.600 do perfil anterior, portanto não terá nenhum prejuízo. Aos que chegaram agora, convido-os a migrarem para @miltonjung. Mesmo assim, continuarei a atualizar as informações no @blogdomilton, pelo menos enquanto alguém ainda estiver na “escuta por lá”.

Pelo vai-e-volta e o transtorno que por ventura tenha causado peço desculpas e àqueles que andaram recebendo mensagens “contaminadas” anunciando que eu os estava seguindo mil-desculpas.

Para comemorar o fim desta novela e a retomada do meu perfil original vou dar dois exemplares do livro “Jornalismo de Rádio”, que lancei pela Editora Contexto. Os prêmios vão para as duas mensagens mais legais enviadas pelo Twitter que relacionem blogs ou microblogs com o rádio. Os seguidores tem até o dia 13 de outubro para enviarem as frases. Não esqueçam de incluir o hastag #miltonjung.

Agradeço a todos pela confiança, em especial ao Dener Brito que deu a dica e ao Charles – Grande, Charles ! – que resolveu o problema.

Quando quiser salvar seu Twitter, fale com ele: o Charles, salva !

Estou de volta ao Twitter, agora com @blogdomilton

 

Onze dias depois, volto ao Twitter com outro nome e o mesmo objetivo: “conversar, dividir, ouvir, aprender com você”. O endereço @miltonjung foi raqueado na sexta-feira, dia 18, e desde lá, mesmo com vários contatos com o suporte do Twitter, não tive sucesso em recuperar minha conta e senha. Curioso foi assistir a tudo isso, logo após a extensiva cobertura do Desafio Intermodal no qual estive presente viajando de helicóptero e registrando o passo a passo pelo TwitterBerry. Talvez tenha sido estresse do meu perfil que, revoltado, se desligou.

Em um ano e um mês de “tuitagem”, foram 4.632 seguidores, 2.429 tuitadas e a marca de pioneiro no rádio – coisa que jamais imaginei tendo o veículo mais de 80 anos de vida. Fui dos primeiros, se não o primeiro, a unir rádio e Twitter. Desde lá, muitos colegas e emissoras tem investido na proximidade das duas ferramentas. De alguns aprendo com os acertos, de outros com os erros. Ninguém, porém, me ensinou como ficar imune aos ataques de hackers.

Apesar de ter sido chamado de viciado em Twitter pelo IG e outras coisas mais por publicações especializadas, não deu tremedeira nem suadeira a distância do microblogging. Mas senti dificuldade para escutar grupos de ouvintes-internautas que não conversam mais com a gente por e-mail muito menos se dão o trabalho de publicar comentários no blog. Uma turma que se acostumou com a agilidade em tuitar e não quer saber de compromisso com a programação da rádio. Acessa o site na hora que bem entende ou recorre aos blogs para saber o que estamos dizendo e transmitindo.

Hoje, 29.09.09, começo nova etapa. Literalmente do zero (em número de seguidores), na expectativa de, em breve, reconstruir nossa rede de contatos. O novo endereço é o http://www.twitter.com/blogdomilton. Peço sua ajuda para divulgá-lo, e conto com a colaboração dos colegas de profissão que, neste pouco mais de um ano, publicaram reportagens citando meu endereço anterior. Me deem mais esta colher de chá.

Voltamos a conversar pelo Twitter, assim que alguém aparecer por lá.

Cadê meu Twitter que estava aqui ?

 

Desde sexta-feira à tarde, não tenho mais acesso a minha conta no Twtitter. A informação que recebo é que o sistema não reconhece minha senha. Tentei resgatar a senha pelos caminhos oficiais – clique aqui no forget, coloque conta ou email, e clique logo embaixo e as instruções irão aparecer. Nada aparece, nada me é enviado para a caixa de correio. E eu fico aqui, isolado, distante, sem Twitter. Além disso, alguns ouvintes-internautas me dizem que receberam mensagens “carregando” vírus que anunciava que eu os havia adicionado em minha conta.

Lamento o transtorno, e espero que alguém me ajude a resolver este problema. Peço, ainda, que você que tem Twitter informe aos demais sobre este problemas, pois não consigo responder nem receber mensagem de ninguém.

Twittada do dia: Vaga para deficiente e crítica ao Kassab

 

Cid Torquato, do Cidade Inclusiva, na cadeira de roda, quase apanhou por reclamar vaga no estacionamento do aeroporto, em Guarulhos (SP). Ciro Vidal, advogado especialista em trânsito, bateu boca com uma moça que parou o carro em lugar reservado para deficiente, em aeroporto do Refice (PE). De um segurança de shopping, um dos muitos ouvintes-internautas que participaram do CBN SP, nesta quarta, ouviu: “pior quando eles saem mancando de dentro do carro para fingir que tem problema para depois passearem normalmente”.

Os três casos foram contados durante o programa no qual se falou sobre o Termo de Ajustamento de Conduta acordado entre o Ministério Público Estadual e 19 shoppings da capital paulista. Parte das vagas destinadas a deficientes terá de ser cercada para impedir que gente sem respeito ocupe o local indevidamente. Para abri-las, será preciso chamar um funcionário que não pode demorar mais de 15 minutos para aparecer.

Orientado pelo Cid, que entende muito do assunto e por isso é comentarista do CBN SP, soube que esta medida é bem-vinda. Confesso, porém, minha estranheza com esta necessidade. Colocar corrente e obrigar o deficiente esperar o segurança abrir a vaga é impor mais uma barreira por causa da falta de consciência do cidadão.

No Twitter cheguei a comentar: “se eu fumar no shopping, o estado multa; se eue estacionar na vaga de deficiente, não”. Ciro Vidal me ajudou a entender a dificuldade para impedir a irregularidade: por ser área privada, os agentes públicos de trânsito não podem agir. Agem dentro dos shoppings, fiscais da prefeitura e do Estado que não podem lavrar multa de trânsito.

Do que escrevi no Twitter, foi o que mais rendeu reprodução e comentários. Inclusive com manifestação da vereadora Mara Gabrilli (PSDB) criticando o prefeito Gilberto Kassab (DEM) que vetou lei para punir os shoppings que permitissem ocupação ilegal das vagas de deficientes: Reproduzo alguns:

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