Mas atenção: só quem tem lâmpada em pequena quantidade, porque se as fluorescentes forem em grande quantidade, como ocorre nos escritórios e empresas, a situação é outra. Ouça a entrevista do diretor do Limpurb Weber Cilone:
Mas atenção: só quem tem lâmpada em pequena quantidade, porque se as fluorescentes forem em grande quantidade, como ocorre nos escritórios e empresas, a situação é outra. Ouça a entrevista do diretor do Limpurb Weber Cilone:
Parece-me que o assunto estava meio esquecido e descobrimos que a “vontade política” não regulamentou o destino para o descarte. Acho estranho, apesar de não ter conhecimento técnico, que os descartes residenciais devam ir para o recolhimento normal. Além de mercúrio, ela é envolta por vidro, que não é biodegradável. Imagine multiplicado por milhões de usuários. O uso deste produto se tornou muito popular após o racionamento de energia.
Tem algo errado com a afirmação do Sr. Weber no sentido de lógica e não de verdade.
Olá peguei esta notícia de passagem e me chamou a atenção a questão e percebi um diz que diz,um empurra pro outro e nada se resolve ou assume etc fora os incompetentes.Na minha visão de engenheiro a questão deveria ser debatida(fica a sugestão) com os fabricantes da lâmpada eles melhores do que ninguém para dar uma solução para o problema,é bastante óbvio(COMO ELES TRATAM SEUS EFLUENTES E RESÍDUOS?).Bom se mesmo assim estes admitam não ter uma solução,aí sim deve entrar a prefeitura e forçar uma solução no âmbito fiscal exigindo uma tributação maior para fabricação e comercialização do produto para criar um setor de coleta especializada e responsável pela educação ambiental em relação a este produto,…muito complicado?Mexa no bolso deles pra ver eles não saem correndo atrás da solução